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	<title>InfoJovem &#187; Saúde</title>
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	<description>Portal de Informação Juvenil</description>
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		<title>FONTE DE VIDA</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 14:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diálogos do Futuro]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar de muitas pessoas ainda interpretarem que tenho  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Cópia-de-Cópia-de-INNFOJOVEM-8.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19985" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Cópia-de-Cópia-de-INNFOJOVEM-8-300x300.png" alt="Cópia de Cópia de INNFOJOVEM (8)" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Apesar de muitas pessoas ainda interpretarem que tenho pouca idade, fato que me faz ficar lisonjeado por vezes, devo admitir que já faz um tempo que me tornei uma pessoa experiente em vários assuntos. Conforme o tempo passa, parece que o que nos torna com a aparência mais jovem é o fato de fazer aquilo que acreditamos com muita determinação e competência. Dentre tantas coisas que já fiz na vida, creio que uma das decisões mais acertadas foi me capacitar na área ambiental.</p>
<p>Hoje, toda vez que me deparo com algum problema, penso na solução de forma absolutamente distinta do início da minha trajetória profissional e com o passar do tempo percebo que ter me aprofundado no entendimento das variáveis naturais e como interferimos na vida do planeta tem me ajudado muito nisso.</p>
<p>Podemos citar como exemplo a questão da água, que ao olhos de muitas pessoas é um bem infinito e basta abrir a torneira para que esteja disponível, porém não compreendem de quantos processos são realizados desde a sua captação, tratamento, distribuição, coleta e descarte.</p>
<p>Ao desperdiçarmos cada gota de água, jogamos fora todo um processo que foi realizado para que tivéssemos em nossas casas um produto de qualidade, por outro lado, isso causa um desperdício que muitas vezes impacta para que outras pessoas com menor poder aquisitivo tenha acesso a esse insumo tão importante para nossa sobrevivência.</p>
<p>Olho para água hoje assim como olho todo o acúmulo de experiências que há por tras de qualquer pessoa, Por quantos lugares e processos cada uma delas já passou e o quanto eles podem contribuir com a minha trajetória. Vejo que ninguém, assim como a água, pode ser desperdiçado.</p>
<p>É preciso que tenhamos a capacidade de interagir de forma mais harmônica com as pessoas e a natureza, fazendo que nossa estadia aqui no planeta seja a mais satisfatória possível.</p>
<p>Penso que o futuro é de grandes desafios, mas se houver disposição para a mudança de hábitos e respeito às trajetórias que nos trouxeram até aqui, tudo ficará bem melhor. Assim como a água, nós também podemos ser novas fontes de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leandro Costa</strong> é formado em Gestão Ambiental e pós graduando em Gerenciamento de Projetos pela FGV.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>—</p>
<p style="padding-left: 330px">Nota: As opiniões apresentadas nesse texto são de responsabilidade do autor e não refletem a linha editorial do Infojovem.</p>
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		<title>Pesquisa revela impacto da pandemia na saúde mental de jovens</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 19:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Durante a pandemia de covid-19, metade dos joven [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19952" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/09/mcmgo_abr_070820180688.jpg"><img class="wp-image-19952 size-medium" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/09/mcmgo_abr_070820180688-300x179.jpg" alt="" width="300" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante a pandemia de covid-19, metade dos jovens sentiu impactos na saúde mental, segundo pesquisa divulgada hoje (1º) pelo laboratório Pfizer. Segundo o estudo, 39% das pessoas na faixa de idade entre 18 e 24 anos disse que a saúde mental ficou ruim no período e 11% responderam que ficou muito ruim. Na amostra total, 5% disseram que a saúde mental está muito ruim e 25% ruim, totalizando 30%.</p>
<p>A pesquisa foi realizada pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) e ouviu 2 mil pessoas na cidade de São Paulo (SP) e nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador.</p>
<p>Segundo o psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Michel Haddad, a pandemia contribuiu para expor um aumento dos casos de transtorno mental que já era percebido nos anos anteriores. “A pandemia escancarou esse problema, mas isso já vinha acontecendo de longa data, especialmente nas últimas duas décadas”, destacou.</p>
<p>O médico explicou que os transtornos mentais, sendo a depressão um dos mais comuns, estão ligados a uma série de fatores, desde a pré-disposição genética até questões do meio onde a pessoa vive. Por isso, Haddad enfatizou a importância de uma atenção especial a grupos mais vulneráveis:</p>
<p>“Os ambientes competitivos, a desigualdade social, as minorias étnicas, as populações que têm estado de vulnerabilidade social ou os grupos mais vulneráveis: idosos e adolescentes, todos esses são, infelizmente, a população mais afetada”.</p>
<p><strong>Tristeza e insônia</strong><br />
Apesar de a maioria da população em geral ter uma boa avaliação da própria saúde mental, a pesquisa identificou que muitas pessoas têm sintomas que podem ser indicativo de problemas. Disseram ter irritação e insônia 38% das pessoas ouvidas pela pesquisa, percentual que sobe para 53% (irritação) e 45% (insônia) entre os jovens de 18 a 24 anos. A tristeza foi relatada por 48% da população geral e por 58% dos jovens.</p>
<p><strong>Mulheres</strong><br />
As mulheres também relataram mais questões com a saúde mental, com 38% classificando esse aspecto da vida como ruim ou muito ruim. Entre as entrevistadas, 47% disseram ter irritação, 45% insônia e 53% tristeza. As crises de choro afetaram 34% das mulheres e 7% dos homens. Entre os jovens, 38% disseram ter esse tipo de episódio.</p>
<p>Entre os fatores que impactaram a saúde mental durante a pandemia, 23% mencionaram as dívidas e a situação financeira, 18% o medo de pegar covid-19 e 12% a morte de alguém próximo.</p>
<p>Desde o início da pandemia, foram efetivamente diagnosticados com ansiedade 16% das pessoas entrevistadas, percentual que sobre para 20% entre as mulheres e 19% entre os jovens. Com depressão, 8% receberam esse diagnóstico, sendo que entre as mulheres o número fica em 10%.</p>
<p>Para Haddad, mesmo após o fim da pandemia, os efeitos desse momento na saúde mental da população devem permanecer por algum tempo. “Mesmo depois de um controle dessa questão sanitária, dos índices de infecção, nós ainda vamos viver os impactos dessa pandemia nos transtornos mentais”, ressaltou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Portal Infojovem lança os Diálogos do Futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 18:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diálogos do Futuro]]></category>
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		<description><![CDATA[O mundo se deparada cada vez mais rápido com as transfo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Cópia-de-INNFOJOVEM.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19949" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Cópia-de-INNFOJOVEM-300x300.png" alt="Cópia de INNFOJOVEM" width="300" height="300" /></a><br />
O mundo se deparada cada vez mais rápido com as transformações ambientais e tecnológicas. De um lado soluções que parecem facilitar a nossa vida e de outro o consumo desenfreado de riquezas naturais e a fragilidade do nosso planeta.</p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">Não sabemos ao certo quanto tempo temos para reconstruir tudo o que já perdemos, nem somos capazes de mensurar se isso é possível. Mas há algo que é quase unanimidade: isso precisa começar imediatamente.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">Entendemos que questões como: pessoas com fome diante do desperdício de alimentos, aquecimento global, aparição de novas doenças, precariedade sanitária, desigualdade social extrema, ganância, entre outras coisas, estão entre os fatores que contribuem para esse desastre cotidiano que estamos inseridos.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">Pensando nisso o Infojovem &#8211; Portal de Informação Juvenil lança a série &#8220;Diálogos do Futuro &#8211; A sustentabilidade como estratégia de desenvolvimento&#8221; que tem o objetivo de publicar as opiniões mais diversas sobre como podemos traçar caminhos para construir um futuro com maior qualidade de vida, com</span> <span class="JsGRdQ">oportunidades aos jovens, menos desigualdade e a busca pela</span> <span class="JsGRdQ">implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável &#8211; ODS.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body">Para Fabrício Lopes, editor do Infojovem e coordenador da iniciativa esse é o primeiro passo de outras ações. &#8220;Na nossa visão é um pequeno passo, mas que está dentro das nossas condições. O que não podemos é ficar aqui sem fazer nada enquanto o planeta precisa juntar as boas pessoa e as boas ideias&#8221;, ressaltou.</p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body">Em tempos onde o volume de informações circulando é imensurável, Lopes destaca: &#8220;A internet que tem potencial para unir as pessoas hoje virou uma terra de disputas e fakenews. É dever nosso ajudar a ocupar positivamente o território e engajar as pessoas na busca de uma vida melhor para elas mesmas.&#8221;</p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><span class="JsGRdQ">Os textos serão disponibilizados através do endereço <a href="http://www.infojovem.org.br">http://www.infojovem.org.br</a> e pretende ser uma maneira de espalhar reflexões sobre o tema e abrir um diálogo amplo com pessoas que desejam um futuro melhor para a humanidade.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-justify para-style-body"><strong>Sobre o Portal</strong></p>
<p>O Infojovem &#8211; Portal de Informação Juvenil é uma  ferramenta criada para facilitar o acesso às informações e oportunidades para jovens brasileiros. Foi concebido para privilegiar a geração de diferentes níveis de informação, adequados a cada público estratégico envolvido na realização de Políticas de Juventude e seus beneficiários. É alimentado por uma rede de colaboradores espalhada pelo país e está aberto a contribuições de todas e todos através do correio eletrônico: noticias@infojovem.org.br.</p>
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		<title>Pesquisadores da USP desenvolvem teste de Covid-19 mais rápido e eficiente</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2021/01/22/pesquisadores-da-usp-desenvolvem-teste-de-covid-19-mais-rapido-e-eficiente/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 20:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQ [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19905" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/01/20210121_biosensor2.jpg"><img class="size-medium wp-image-19905" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/01/20210121_biosensor2-300x158.jpg" alt="Crédito: Karla Castro" width="300" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Karla Castro</p></div>
<p>Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP desenvolveram um teste rápido para covid-19, com custo aproximado de R$ 30. Até cinco vezes mais barato que os testes convencionais encontrados nas farmácias, que hoje são vendidos por cerca de R$ 140, o dispositivo foi criado para facilitar a testagem em massa no Brasil. A tecnologia também será capaz de revelar se a pessoa que tomou uma determinada dose de vacina já produziu anticorpos.</p>
<p>Denominado Teste Popular de Covid-19, o dispositivo analisa uma gota de sangue retirada do paciente em busca de anticorpos que permitam detectar a doença. A estratégia empregada para baratear sua produção foi otimizar a quantidade de insumos do material e utilizar nanopartículas para a localização dos anticorpos. Desenvolvidas no IQSC, essas nanopartículas possuem uma molécula sonda, que fica na cor vermelha quando entra em contato com algum anticorpo. A molécula foi obtida em parceria com a BioLinker, empresa brasileira de biotecnologia.</p>
<p>Segundo Frank Crespilho, professor do IQSC e coordenador da pesquisa, esse método é muito similar aos encontrados nas farmácias. No entanto, é mais preciso, barato, requer menos reagentes e pode ser produzido integralmente no Brasil. O docente conta que sua equipe desenvolveu o teste em cerca de quatro meses, o que é considerado tempo recorde. Agora, de acordo com Crespilho, a ideia com a nova tecnologia é favorecer as populações mais vulneráveis:</p>
<p>“Temos que pensar na população brasileira, esse é o papel da USP. Todos os dias acordo feliz por ter o privilégio de coordenar uma equipe que está trabalhando incessantemente para produzir ciência de alto nível. A proposta é fazer uma análise em massa da população, com um custo bem mais competitivo e viável para a nossa realidade econômica.”</p>
<p>Crespilho é coordenador do Grupo de Bioeletroquímica e Interfaces do IQSC, coordenador da Rede MeDiCo, a Rede de Pesquisa em Covid-19 USP/Capes, recentemente aprovada em edital de seleção emergencial da Capes, e vice-coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA), Polo de São Carlos.</p>
<p>A doutoranda Karla Castro, do IQSC e pesquisadora da rede MeDiCo, também participou do estudo. “Estamos buscando inovar em aspectos tecnológicos que permitam a realização de testes de uma forma mais rápida, não perdendo sua seletividade e especificidade. O procedimento de testagem utilizado no Teste Popular de Covid-19 da USP é de fácil execução e não demanda estrutura laboratorial. Os testes já estão em fase de validações e, até o presente momento, a leitura e interpretação dos resultados são realizadas em aproximadamente 10 minutos”, diz a cientista.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que o novo teste traz um caráter inovador, pois ele será capaz de revelar se o indivíduo produziu anticorpos após receber uma determinada dose de vacina, podendo auxiliar o médico a identificar a necessidade de acompanhamento do paciente no processo de imunização. Além disso, o dispositivo permitirá ainda o rastreamento de imunidade de variantes do vírus.</p>
<p>Mona Oliveira, chefe científica e fundadora da BioLinker, empresa parceira no estudo, diz que será possível, baseando-se neste primeiro resultado, desenvolver novas moléculas específicas e produzir os insumos biotecnológicos de forma rápida, com baixo custo e alta performance. “Nosso objetivo é viabilizar a aplicação de testagem em massa. O grupo do professor Crespilho é referência internacional em desenvolvimento de biossensores e nosso colaborador em projetos de pesquisa aplicada e inovação. Com a pandemia, vimos uma excelente oportunidade em participar do desenvolvimento dos bioligantes (moléculas sondas) para detecção de anticorpos do coronavírus”, finaliza Mona Oliveira.</p>
<p>A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O teste já está pronto para produção em larga escala e passará, em breve, pela regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A expectativa é de que o produto esteja disponível para comercialização em até dois meses.<br />
Fonte: Jornal da USP, por Henrique Fontes, da Assessoria de Comunicação do IQSC</p>
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		<title>Projeto Nossa Voz cria grupo de acolhimento</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2020/07/11/projeto-nossa-voz-cria-grupo-de-acolhimento/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2020 19:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você tem se sente? Quais são seus anseios nos dias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Tati-de-Sampa.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19894" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Tati-de-Sampa-300x300.png" alt="Tati de Sampa" width="300" height="300" /></a><br />
Como você tem se sente? Quais são seus anseios nos dias atuais? O quanto o mundo externo tem te afetado?</p>
<p>Foi pensando nessas questões que diante da atual pandemia tem ganhado mais relevância, que quatro jovens mulheres paulistanas se uniram através do projeto Nossa Voz.</p>
<p>Tati de Sampa, Talita Caproni, Flávia Maia e Carol Monteiro são as voluntárias que lideram o projeto que pretende através de encontros virtuais semanais orientar e acolher aqueles que topam os desafios do autoconhecimento e da evolução pessoal.</p>
<p>Na visão de Tati de Sampa, idealizadora do projeto, o principal é conectar pessoa que estejam passando por situações ocasionadas pelas incertezas geradas nos últimos meses e ajudar a enxergar que é possível criar um universo de novas possibilidades diante do caos.</p>
<p>&#8220;Temos feito várias lives sobre diversos assuntos, mas esse tema ganhou muita relevância, então decidimos que era chegada a hora de dar a nossa contribuição. Esperamos que possamos ao longo do tempo evoluir tanto no número de pessoas e grupos, como também em número de pessoas voluntárias para coordenar novos grupos&#8221;, ressaltou Tati.</p>
<p>Para se inscrever, você deve acessar o link <a href="https://forms.gle/9nzN6tamSM1rwhhM8" target="_blank">https://forms.gle/9nzN6tamSM1rwhhM8</a> e preencher um formulário.</p>
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		</item>
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		<title>Universidade Aberta do SUS oferece cursos online gratuitos sobre a COVID-19</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2020 02:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) está com matrícu [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Cursos-UNASUS-2019.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19883" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Cursos-UNASUS-2019-300x259.jpg" alt="Cursos-UNASUS-2019" width="300" height="259" /></a>A Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) está com matrículas abertas para uma série de cursos sobre a COVID-19.</p>
<p>Há cursos focados na Atenção Primária, que abordam as características da doença, orientações para o manejo clínico, trazem informações para o isolamento domiciliar, bem como as medidas de prevenção para a comunidade.</p>
<p>Já as capacitações voltadas à Atenção Especializada abordam as medidas de proteção no manejo da COVID-19, orientações sobre o uso de EPIs, além dos procedimentos de desinfecção nos serviços de atenção à saúde.  São apresentadas recomendações que compõem o Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (COVID-19) e outros documentos oficiais relevantes sobre manejo clínico de síndromes gripais com ênfase nos níveis de Atenção Secundária e Terciária à Saúde.</p>
<p>O público-alvo são profissionais de saúde de todo território nacional, mas as matrículas também estão abertas a demais interessados no tema.</p>
<p>Confira os cursos de já lançados:</p>
<p>Manejo Clínico da COVID-19 na Atenção Primária à Saúde &#8211; Fundação Oswaldo Cruz – Brasília (18h)<br />
<em>Para se matricular, acesse: <a href="https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46171" target="_blank">https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46171</p>
<p></a></em>Medidas de proteção no manejo da COVID-19 na Atenção Especializada &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina (15h)<br />
<em>Para se matricular, acesse: <a href="https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46163" target="_blank">https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46163</p>
<p></a></em>Orientações sobre a COVID-19 na Atenção Especializada &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina (15h)<br />
<em>Para se matricular, acesse: <a href="https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46162" target="_blank">https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46162</p>
<p></a></em>Manejo clínico da COVID-19 na Atenção Especializada &#8211; Universidade Federal de Minas Gerais (15h)<br />
<em>Para se matricular, acesse: <a href="https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46172" target="_blank">https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46172</p>
<p></a></em>Orientações Gerais ao Paciente com COVID-19 na Atenção Primária à Saúde &#8211; Universidade Federal do Maranhão (15h)<br />
<em>Para se matricular, acesse: <a href="https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46168" target="_blank">https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/46168</p>
<p></a></em><strong>COMBATE À PANDEMIA<br />
</strong>Desde o início da pandemia da COVID-19, a Universidade Aberta do SUS tem promovido uma série de ações educacionais para capacitar os profissionais de saúde e informar à população sobre o tema. Além do hotsite sobre o novo coronavírus, que contém informações oficiais, vídeos com especialistas, podcasts, entre outros materiais multimídia, estão sendo lançados diversos cursos sobre a COVID-19 na Atenção Básica e Especializada.</p>
<p>Conheça a nossa página especial sobre a COVID-19 e fique por dentro das informações oficiais, protocolos, cursos e recursos educacionais sobre o novo coronavírus e a pandemia: https://www.unasus.gov.br/especial/covid19.</p>
<p>Para saber mais sobre esse e outros cursos UNA-SUS acesse: <a href="www.unasus.gov.br/cursos" target="_blank">www.unasus.gov.br/cursos</a>.</p>
<p><em>Fonte: Portal UnaSUS</em></p>
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		<title>Mais de 1,5 milhão de crianças e jovens necessitam de ajuda humanitária após ciclone na África</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 13:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude Negra]]></category>
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		<description><![CDATA[Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistênc [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/04/UN0291170_mocambique.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19671" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/04/UN0291170_mocambique-300x200.jpg" alt="UN0291170_mocambique" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistência urgente – saúde, nutrição, proteção, educação, água e saneamento – um mês depois que o ciclone Idai devastou partes de Moçambique, Malawi e Zimbábue, afirma o UNICEF. Qualquer interrupção prolongada no acesso a serviços essenciais pode levar a surtos de doenças e picos de desnutrição, aos quais as crianças são especialmente vulneráveis.</p>
<p>As necessidades em Moçambique continuam maciças, com 1 milhão de crianças necessitadas de assistência, seguidas por mais de 443 mil no Malawi e 130 mil no Zimbábue.</p>
<p>Em Moçambique, os casos de cólera e malária aumentaram para 4.600 e 7.500, respectivamente, desde que o ciclone atingiu o país.</p>
<p>O UNICEF está particularmente preocupado com o acesso a serviços para as mais de 130 mil crianças que permanecem deslocadas após o ciclone, a maioria delas em Moçambique e no Malawi. Mais de 200 mil casas foram destruídas pela tempestade em Moçambique.</p>
<p>“As crianças que vivem em abrigos lotados ou longe de suas casas correm risco de doenças, exploração e abuso”, disse Henrietta Fore, diretora executiva do UNICEF, que visitou a Beira imediatamente após o ataque do ciclone. “O caminho para a recuperação será longo. É imperativo que os parceiros humanitários estejam presentes em cada etapa do caminho. Precisamos ajudar crianças e famílias para que sobrevivam e, depois, retomem sua vida”.</p>
<p>Nos três países, as águas da enchente recuaram, e algumas famílias afetadas começaram a voltar para casa. No entanto, milhares permanecem nos campos de evacuação porque suas casas foram danificadas ou destruídas. A segurança alimentar também é uma questão importante porque a tempestade destruiu as plantações semanas antes da colheita.</p>
<p>O UNICEF e seus parceiros continuam a responder às necessidades humanitárias urgentes de crianças e famílias. As ações do UNICEF até o momento incluem:</p>
<p><strong>Moçambique:</strong> o UNICEF forneceu vacinas para imunizar, com sucesso, 900 mil pessoas contra a cólera, iniciou a distribuição de 500 mil mosquiteiros para proteger as crianças da malária e ajudou a restaurar o abastecimento de água para 500 mil pessoas na cidade da Beira. Nas próximas semanas, as campanhas estão planejadas em torno da vacinação contra sarampo, desparasitação e reforços de vitamina A. O UNICEF também está apoiando o estabelecimento de várias clínicas de saúde nas áreas de reassentamento.</p>
<p><strong>Malawi:</strong> O UNICEF está fornecendo caminhões-pipa, banheiros e espaços amigos da criança nos centros de evacuação, bem como remédios e clínicas móveis, kits de educação e recreação e professores voluntários. Desde que o ciclone atingiu o Malawi, o UNICEF forneceu água potável para mais de 53 mil pessoas e banheiros para mais de 51 mil pessoas.</p>
<p><strong>Zimbábue:</strong> o UNICEF está distribuindo kits de higiene, reabilitando sistemas de água e restaurando instalações de saneamento; fornecendo suprimentos vitais de saúde e nutrição; e trabalhando com parceiros para fornecer apoio psicossocial a crianças vulneráveis em espaços amigos da criança. O UNICEF divulgou, para mais de 60 mil pessoas, informações essenciais sobre como prevenir doenças transmitidas pela água e, a partir da segunda-feira 15 de abril, lançará uma campanha de vacinação contra a cólera em parceria com o Ministério da Saúde e Assistência à Criança do Zimbábue e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para proteger mais de 480 mil pessoas.</p>
<p>O UNICEF lançou um apelo para arrecadar US$122 milhões para apoiar sua resposta humanitária, nos próximos nove meses, às crianças e às famílias afetadas pelo ciclone em Moçambique, Zimbábue e Malawi.</p>
<p>Para fazer sua doação, acesse: <a href="https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia" target="_blank">https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia</a></p>
<p><em>Fonte: UNICEF Brasil</em></p>
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		<title>FABRÍCIO LOPES: CIDADE DO PRESENTE</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2018 02:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="177" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/05/Imagem-2-info-ARTIGO-FABRICIO-CIDADE-e1526351410291-300x177.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Imagem 2 info ARTIGO FABRICIO CIDADE" /></p>Na década de 1960, movido por fatores políticos, econôm [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="177" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/05/Imagem-2-info-ARTIGO-FABRICIO-CIDADE-e1526351410291-300x177.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Imagem 2 info ARTIGO FABRICIO CIDADE" /></p><p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/05/Imagem-info-ARTIGO-FABRICIO-CIDADE.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19497" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/05/Imagem-info-ARTIGO-FABRICIO-CIDADE-300x169.jpg" alt="Imagem info ARTIGO FABRICIO CIDADE" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Na década de 1960, movido por fatores políticos, econômicos e sociais, o Brasil passou a ter mais de 50% da população vivendo nas cidades. Desde então os desafios apresentados pelos aglomerados urbanos são muito similares, tais como moradia, transporte, destinação de resíduos, poluição, trânsito, entre outros.</p>
<p>É de causar espanto que, mesmo com o fortalecimento econômico do país, essas regiões ainda convivam com problemas de mais de meio século. Talvez isso se deva ao fato de que o destino da população permaneça nas mãos das mesmas pessoas desde essa época. Isso nos dá a tarefa de continuar a buscar maneiras de mudar essa realidade, nos preparando para implantar novos propósitos de convivência nas áreas urbanas.</p>
<p>Conforme dados do Panorama dos Resíduos Sólidos, o Brasil produz aproximadamente 117 mil toneladas por ano, o que representa mais de 1kg de resíduos por brasileiro diariamente.</p>
<p>Além do lixo, a emissão de poluentes é outro grande problema: segundo o Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa, o Brasil em 2016 emitiu mais de 2,278 bilhões de toneladas brutas de gás carbônico na atmosfera. Estes são apenas alguns exemplos de problemas das cidades e que são resposáveis por destruir diversos recursos naturais que o planeta levou milhões de anos para construir.</p>
<p>Se não houver uma mudança profunda na forma de viver nas cidades, logo menos haverá um colapso de proporções irreversíveis para a natureza. Quando o planeta tenta se regenerar, não consegue se recompor na mesma velocidade em que o ser humano o destrói. É como ter um machucado e ao invés de permitir ao corpo o descanso necessário para sua recuperação, continuamos a promover um esforço até que não haja mais condições de se regenerar.</p>
<p>No caso brasileiro, o mais impressionante é que a forma de destruir e poluir se eleva justamente quando possuímos informações disponíveis sobre a importância em manter os recursos naturais preservados para garantir uma vida mais saudável desde o presente.</p>
<p>Não podemos negar que a temática ambiental está em crescimento e hoje temos muitas pessoas alterando seus hábitos e buscando unir ideias na busca de dar o mínimo de contribuição. Porém, com grande parte do empresariado, agentes públicos e sociedade com a mentalidade do século passado, o esforço empenhado hoje não é suficiente para curar todo o mal que é feito diariamente ao planeta. É como tentar curar um câncer apenas ingerindo analgésico.</p>
<p>Acredito que no caso brasileiro, o primeiro passo para a mudança é transformar a realidade das cidades com um grande e consciente investimento em políticas de inteligência urbana, que permita à sociedade compreender melhor os impactos e custos que as cidades possuem para reparar danos causados pelo uso desordenado dos recursos disponíveis.</p>
<p>Precisamos vencer essa barreira de que aqueles que defendem a natureza são contra o desenvolvimento. Se há algo que as máquinas não são capazes de produzir são seres humanos saudáveis que possam mantê-las em operação. Investir em políticas públicas com foco em cidades inteligentes é o primeiro passo para que possamos ter um país com mais empregos, melhor mobilidade, moradia digna, energias renováveis e harmonia com o meio ambiente. Estamos atrasados em relação ao planeta para construir cidades do futuro, é necessário construir a cidade do presente.</p>
<p style="text-align: right"><em>*Fabrício Lopes é Gestor Público e colaborador do Portal Infojovem</em></p>
<p style="text-align: left">Nota: As opiniões apresentadas nesse texto são de total responsabilidade do seu autor.</p>
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		<title>Jovem negra tem 2 vezes mais chance de ser assassinada no Brasil</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2017/12/12/jovem-negra-tem-2-vezes-mais-chance-de-ser-assassinada-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 00:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, uma mulher jovem e negra tem mais que o dobr [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19366" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Em-Sao-Paulo-ato-pede-o-fim-do-exterminio-do-povo-negro-foto-Oswaldo-Corneti-Fotos-Publicas201408220017-e1513022272652.jpg"><img class="size-medium wp-image-19366" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Em-Sao-Paulo-ato-pede-o-fim-do-exterminio-do-povo-negro-foto-Oswaldo-Corneti-Fotos-Publicas201408220017-e1513022272652-300x200.jpg" alt="Créditos: Fotos Públicas/Oswaldo Corneti" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Créditos: Fotos Públicas/Oswaldo Corneti</p></div>
<p>No Brasil, uma mulher jovem e negra tem mais que o dobro de chance de ser vítima de homicídio quando comparada a uma jovem branca. É o que revela o Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ) 2017, divulgado pela UNESCO e pela Secretaria Nacional de Juventude nesta segunda-feira (11), em Brasília, para marcar o Dia dos Direitos Humanos, lembrado anualmente em 10 de dezembro. Levantamento aponta que assassinatos são a maior causa de morte entre brasileiros e brasileiras de 15 a 29 anos.</p>
<p>Em todos os estados do país e no Distrito Federal, a mulher negra nessa faixa etária está mais vulnerável a esse tipo de crime do que a população branca do sexo feminino. A exceção à regra é o Paraná, onde a taxa de homicídios entre jovens mulheres afrodescendentes é menor do que a verificada entre as brancas. A comparação baseada em gênero é inédita na história do IVJ.</p>
<p>De acordo com o relatório, jovens negras têm, na média nacional, 2,19 vezes mais probabilidade de serem assassinadas do que as jovens brancas. No topo da desigualdade racial e de gênero entre as taxas de homicídio, está o estado do Rio Grande do Norte, onde as jovens negras têm 8,11 vezes mais chances de serem mortas em relação às jovens brancas, seguido do Amazonas (6,97) e da Paraíba (5,65).</p>
<p>No Maranhão (1,1) e em Tocantins (1,15), as variações do risco de uma jovem negra e de uma branca sofrer homicídio são as menores registradas no estudo.</p>
<p>Quando a informação sobre o sexo da vítima é subtraída da análise, 24 unidades federativas registram índices de homicídio maiores para a juventude negra — que tem 2,7 vezes mais chances de ser morta dessa forma do que os jovens brancos. No Paraná, há a mesma inversão identificada anteriormente — brancos estão em situação mais vulnerável. Em Tocantins, os riscos vividos por brancos e negros são bastante próximos. Em Roraima, não foi possível realizar o cálculo, pois o estado não registrou morte de nenhum jovem branco no período avaliado.</p>
<p>Os dados de homicídios foram obtidos no Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, tendo 2015 por ano-base. As estatísticas mostram que estados das regiões Norte e Nordeste apresentam taxas de vitimização bastante superiores à média nacional, com a desigualdade entre jovens negros e brancos se acentuando nessas porções do território brasileiro.</p>
<p>A maior discrepância no índice de mortalidade por homicídio foi verificada no Nordeste: enquanto a taxa de jovens brancos vítimas de homicídio foi de 27,1 por 100 mil, a de jovens negros foi de 115,7 por 100 mil, ou seja, quatro vezes superior. Para o cálculo de todos os valores estaduais e regionais, foram utilizadas estatísticas de 304 municípios com mais de 100 mil habitantes.</p>
<p>Presente no lançamento, o secretário nacional de Juventude, Francisco de Assis Costa Filho, afirmou que o IVJ servirá para nortear políticas públicas, tanto sobre juventude, quanto para a redução de homicídios, considerando quem são as principais vítimas, onde vivem, qual seu nível de renda e inserção no mercado de trabalho, bem como seu grau de escolaridade.</p>
<p>“Jovens representam 27% da população brasileira. Jamais tivemos e jamais teremos tantos jovens no país. Esses dados mostram uma clara desigualdade na forma com que a violência atinge a juventude negra. Esta mesma violência cresceu e parecia contraditório estar com o principal plano de redução de homicídios, o Juventude Viva, desativado”, acrescentou o gestor, que lembrou o relançamento da iniciativa em parceria com a UNESCO.</p>
<p>Em agosto de 2017, o projeto Juventude Viva foi retomado com a agência da ONU e, segundo Assis Filho, começará a implementar ações em fevereiro de 2018.</p>
<p>Para a representante interina da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, “a violência no Brasil, apesar de nossos esforços, não tem cedido”. “Essa violência tem raça, escolaridade, indicadores socioeconômicos, indicadores de territorialidade e tem gênero, como conseguimos mostrar pela primeira vez. Não é possível que continuemos a assistir a essas mortes de forma impassível sem que focalizemos ações”, cobrou.</p>
<p>A dirigente acrescentou que o problema diz respeito a todos os níveis de governo. Para solucioná-lo, será necessário o engajamento de diferentes setores, com políticas de educação, saúde, empregabilidade e estímulo ao empreendedorismo para os jovens. “A nossa juventude não é o futuro e sim, o presente. Ela exige ações agora”, completou.</p>
<p>O lançamento do relatório acontece no âmbito da campanha Vidas Negras, pelo fim da violência contra a juventude afrodescendente do Brasil. Associada à Década Internacional de Afrodescendentes (2015 – 2024), a iniciativa foi anunciada pelas Nações Unidas em novembro (7) e visa sensibilizar a população sobre o peso do racismo no quadro de violência e letalidade no país.</p>
<p>“São 23 mil jovens negros assassinados por ano. Essa é uma realidade que requer que todos somemos esforços para transformar. Neste sentido, lançamos recentemente a campanha Vidas Negras, que convida a todos os brasileiros e brasileiras a agir contra a discriminação que também motiva essas mortes”, explicou no evento o coordenador-residente do Sistema ONU no Brasil, Niky Fabiancic.</p>
<p><strong>Alagoas e Amapá encabeçam ranking de homicídio e desigualdade racial<br />
</strong><br />
A análise do IVJ 2017 apresenta dois indicadores distintos: o de risco relativo, que é a razão entre a taxa de mortalidade por homicídio de jovens negros e brancos; e o IVJ – Desigualdade Racial, que varia de zero (nenhuma vulnerabilidade) a um (máxima vulnerabilidade) e mensura a suscetibilidade da população de 15 a 29 anos à violência, levando em conta aspectos intersetoriais.</p>
<p>Alagoas é o estado com os maiores risco relativo — no estado, são assassinados quase 13 vezes mais negros do que brancos — e índice de vulnerabilidade (0,489).</p>
<p>O segundo maior risco relativo do Brasil foi identificado no Amapá, com um valor de 11,94. Em terceiro, está a Paraíba (8,87) e, em quarto, o Rio Grande do Norte (6,9).</p>
<p>Quando avaliados os índices de vulnerabilidade, Alagoas vem seguido pelo Ceará (0,487) e pelo Pará (0,471). Santa Catarina (0,209), São Paulo (0,209) e Rio Grande do Sul (0,216) têm os menores indicadores.</p>
<p>O Distrito Federal (0,225), quarto estado com menor vulnerabilidade, ocupa uma posição particular no ranking, pois o risco relativo de homicídio entre jovens negros e brancos foi estimado em 3,37. Isto quer dizer que, mesmo que a violência seja baixa, ela afeta a juventude seletivamente.</p>
<p><strong>Vulnerabilidade nos municípios<br />
</strong><br />
O IVJ 2017 traz pela primeira vez o recorte de vulnerabilidade à violência na faixa de 15 a 29 anos, que foi a idade definida para jovem, em 2013, pelo Estatuto da Juventude. Até a edição de 2014, elaborada com dados de 2012, o relatório era elaborado para a faixa etária dos 12 aos 29.</p>
<p>Além de apresentar as variações a nível estadual das taxas de homicídio entre negros e brancos, homens e mulheres, a pesquisa divulga o IVJ Violência nos Municípios, com indicadores de mortalidade por assassinato e por acidentes de trânsito nas cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. A avaliação traz estatísticas também sobre frequência escolar, emprego, pobreza e desigualdade.</p>
<p>Segundo o relatório, embora o homicídio seja a principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil, menos de 20% dos 19 milhões de jovens. vivendo atualmente nos 304 municípios avaliados. moram em cidades de vulnerabilidade juvenil alta e muito alta.</p>
<p>O IVJ classificou 21 municípios na categoria vulnerabilidade muito alta, sendo Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, a cidade onde a juventude se encontrava mais vulnerável à violência, seguido por Altamira, no Pará, e São José de Ribamar, no Maranhão. O município em melhor situação está localizado em São Paulo: São Caetano do Sul tem baixa taxa de mortalidade por assassinato e por acidentes de trânsito e bons indicadores de frequência à escola e situação de emprego.</p>
<p>Acesse o relatório completo no link: <a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0026/002606/260661por.pdf" target="_blank">http://unesdoc.unesco.org/images/0026/002606/260661por.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: ONU Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>CONDEPE-SP convoca audiência pública para tratar da saúde em Santo André</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 17:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O CONDEPE-SP (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2017/09/SANTO-ANDRE.jpg"><img class=" size-medium wp-image-19332 alignnone" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2017/09/SANTO-ANDRE-300x225.jpg" alt="SANTO ANDRE" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: left"><strong>O CONDEPE-SP (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana) convida toda a população para uma audiência pública que acontecerá dia 20 de setembro, às 18h, na Câmara Municipal de Santo André. Na ocasião, será discutido o </strong><strong>fechamento das unidades de saúde do munícipio bem como o impacto das políticas de Saúde Pública.</strong></p>
<p>Garantir uma saúde universal e de qualidade é dever do Estado. Por meio de políticas públicas eficientes, o poder público tem a capacidade de diminuir as desigualdades e promover o desenvolvimento humano e social. Quando não realizadas, fica clara a violação dos direitos humanos e a responsabilização dos poderes judiciário, legislativo e, principalmente, executivo.</p>
<p>Pensando nisso e passado mais de trinta dias do fechamento das unidades de saúde de Santo André, precisamos avaliar o impacto dessa medida na vida da população e cobrar do governo esclarecimentos, já que entendemos que não há qualquer movimento visível que comprove uma possível reforma ou modernização. O caso que mais chama a atenção é o fechamento da UPA do jardim Santo André, que tinha a média de 400 atendimentos diários. Hoje, esses pacientes são obrigados a se deslocarem a outras unidades que acabam sobrecarregando ainda mais sua capacidade de atendimento.</p>
<p>Outro problema é a falta de diálogo com o Conselho Municipal de Saúde, que não foi consultado sobre essas ações. Além disso, não há qualquer comprometimento do poder executivo com o Plano Municipal de Saúde.</p>
<p>Por esse motivo é que o CONDEPE-SP está convidando toda a população para participar da audiência pública no dia 20 de setembro, às 18h, na Câmara Municipal de Santo André. O prefeito Paulo Serra e a Secretária de Saúde, Ana Paula Peña, foram convidados. A palavra é aberta a todos os munícipes que queiram apresentar denuncias ou reclamações referentes às questões de saúde no município.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Data</strong>: 20 de setembro de 2017</p>
<p><strong>Hora</strong>: 18h</p>
<p><strong>Local</strong>: Auditório da Câmara Municipal de Santo André &#8211; Praça IV Centenário &#8211; Centro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o CONDEPE</strong></p>
<p>O Conselho foi criado pela lei Lei Estadual No. 7.576/1991 e tem em sua composição representação dos poderes executivo (casa civil), legislativo (ALESP)  e judiciário (Tribunal de Justiça – SP), contando ainda com a participação da Defensoria Pública Estadual e do MP estadual. Completam a composição do conselho seis representantes da sociedade civil eleitos a cada dois anos.</p>
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