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	<title>InfoJovem &#187; Voluntariado</title>
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	<description>Portal de Informação Juvenil</description>
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		<title>Jovens unidos pelo bem</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 14:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diálogos do Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos do Futuro / Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas pessoas dizem que os jovens não querem nada com  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Cópia-de-Cópia-de-INNFOJOVEM-7.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19982" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Cópia-de-Cópia-de-INNFOJOVEM-7-300x300.png" alt="Cópia de Cópia de INNFOJOVEM (7)" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Muitas pessoas dizem que os jovens não querem nada com nada, só pensam em baderna, bebidas e drogas. Boa parte da sociedade desvalorizam a juventude, nos olham como a idade de gente imatura e sem responsabilidade.</p>
<p>Já dizia o Charlie Brown: “O jovem no Brasil não é levado a sério”, mas será que isso realmente é verdade ou é simplesmente um discurso antigo e irreal?</p>
<p>Se observarmos um pouco, poderíamos listar grandes nomes de jovens que através de projetos e grandes ideias transformadoras, deixaram o seu legado para um mundo melhor.</p>
<p>Aqui quero destacar apenas um projeto, que não é distante de mim, um projeto social a qual eu faço parte, e que mais de 70% do seu público é jovem, e além disso os idealizadores iniciaram antes dos 30 anos de idade.</p>
<p>A ONG se chama Hamburgada do Bem e tem como objetivo levar transformação social entre voluntários e crianças carentes de comunidades, tornando pessoas melhores para mudar o mundo ao seu redor.</p>
<p>A ação acontece em um dia inteiro, onde as crianças têm diversas atividades recreativas e educativas, sempre acompanhada de um voluntário, e um almoço delicioso de hambúrguer artesanal feito pelos próprios voluntário do time da cozinha, e com isso acontece uma grande integração entre todos, jovens dividindo suas experiências com outros, e passando bons princípios de cidadania para aquelas crianças, e muitas vezes mostrando um mundo a qual as crianças não conseguem enxergar, e assim despertando uma nova perspectiva de vida nelas.</p>
<p>O projeto é lindo, e eu poderia tentar descrever como é, mas isso foi apenas um resumo do que eu posso enxergar, mas a verdade é que olhando esse projeto e tudo que já destaquei aqui, não consigo olhar o jovem da mesma forma que algumas pessoas olham, como alguém que simplesmente não quer nada como nada.</p>
<p>Nesse projeto já passou mais de 50 mil voluntários em menos de 6 anos de existência, já disse acima sobre a porcentagem de jovens, ou seja, mais de 35 mil envolvidos é a Juventude, a ONG já chegou em mais de 5 países e atendeu mais de 90 mil crianças.</p>
<p>Eu poderia citar nomes de famosos e gente do mundo inteiro que ainda jovem se destacaram por mudar o mundo, mas as minhas maiores referências são meus amigos, pessoas que eu vejo de perto e que me inspiram todos os dias a ser um cidadão melhor, e a fazer o bem, Erick Watanabe, Tacio Watanabe e Tico Salles os Idealizadores desse projeto.</p>
<p>Os discursos negativos sobre os jovens podem continuar, mas a verdade é que a Juventude tem uma força que ninguém pode parar, e quando se unem para o bem, o mundo pode mudar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cesar Sousa</strong> é Subsecretário de Juventude de Guarulhos</p>
<p>&nbsp;<br />
—</p>
<p style="padding-left: 330px">Nota: As opiniões apresentadas nesse texto são de responsabilidade do autor e não refletem a linha editorial do Infojovem.</p>
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		<title>Dia de Doar convida pessoas à se engajarem em causas sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 12:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Na esteira da Black Friday, liquidação importada da cul [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/12/arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19779" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/12/arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506-300x169.jpg" alt="arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506" width="300" height="169" /></a><br />
Na esteira da Black Friday, liquidação importada da cultura norte-americana e que inaugurou a temporada de compras natalinas na sexta-feira (29), uma outra data promete mobilizar brasileiros nos próximos dias. O mote, no entanto, deve passar longe do consumismo. No Dia de Doar, celebrado em 3 de dezembro, a meta será propagar atos de generosidade.</p>
<p>A ação, chamada de Giving Tuesday, a Terça da Doação, nos Estados Unidos, chegou ao Brasil em 2013, um ano depois de começar na terra do Tio Sam. Trata-se de uma mobilização criada na sequência de datas comerciais famosas no hemisfério norte, que, além da Black Friday, tem a Cyber Monday, a Segunda-feira Cibernética. A data é comemorada na primeira terça-feira após o Thanksgiving Day, o Dia de Ação de Graças.</p>
<p>&#8220;O movimento do Giving Tuesday começou com uma ONG de Nova York. Na época, percebeu-se que, por causa da crise econômica, as pessoas estavam doando menos. A ideia então foi estimular a cultura de doação, algo a que o mundo todo aderiu&#8221;, explica João Paulo Vergueiro, diretor executivo da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), entidade à frente do Dia de Doar no Brasil.</p>
<p>Hoje, a mobilização está presente em 190 países, a partir da metodologia &#8220;faça você mesmo&#8221;. No Brasil, optou-se, na tradução, por deixar a &#8220;terça-feira&#8221; fora da nomeação oficial. Ainda assim, o modelo é bem semelhante ao norte-americano. &#8220;Assim como nos Estados Unidos, nós promovemos a ideia e cada localidade pode fazer do seu jeito. Cada um faz acontecer, seja no interior no Amazonas ou no Rio Grande do Sul&#8221;, pontua Vergueiro.</p>
<p>Até o final da semana, mais de 120 ações de solidariedade haviam sido enviadas por organizações, como empresas, instituições de ensino e entidades sociais, à página do Dia de Doar na internet. As iniciativas convocam a sociedade para participar de campanhas diversas, como de doação de sangue, arrecadação de dinheiro, roupas, calçados ou de visitação a abrigos e casas que acolhem idosos, crianças e adolescentes.</p>
<p>Em Betim, Minas Gerais, por exemplo, o Lar de Idosos Naept fará um café para mobilizar voluntários a passarem um tempo com o público assistido. Já em São Paulo, o projeto Beija Flores Solidários receberá doações de materiais escolares para crianças de abrigos da região. É possível consultar a relação de atividades cadastradas no site.</p>
<p>&#8220;A pessoa pode doar dinheiro, materiais ou tempo dela. Não existe regra. O importante é participar, divulgando isso nas redes sociais com a hashtag #diadedoar. Quanto mais falarmos sobre doação, mais as pessoas vão participar&#8221;, observa o diretor da ABCR.</p>
<p>Segundo ele, no ano passado, o Dia de Doar resultou na arrecadação de R$ 1,2 milhão e impactou 22 milhões de pessoas nas mídias sociais.</p>
<p>O advogado catarinense Inácio Tanchella Nandi, de 37 anos, optou por doar trabalho na data. Ele é morador de Tubarão, a 130 quilômetros de Florianópolis (SC). A cidade, de 106 mil habitantes, contará no dia 3 de dezembro com um evento comunitário para estimular doações junto a 18 entidades locais.</p>
<p>&#8220;Vou ajudar na organização e na divulgação, até para que mais pessoas possam saber do evento e conhecer as instituições participantes&#8221;, comenta Nandi, que é voluntário fixo da Associação Tubaronense de Apoio às Famílias. &#8220;Comecei dando instrução jurídica para as mães atendidas, depois instruções de informática para as crianças. O voluntariado nos permite ter uma visão diferente do mundo&#8221;, define.</p>
<p>A ação da qual o advogado participará se chama Doa Tubarão e está sendo organizada pelo Fórum das Entidades Não-Governamentais do município. Além de tendas com as entidades na praça central, o Dia de Doar terá um concerto solidário. &#8220;A ideia é que nesse dia as pessoas possam conhecer as entidades, as causas e já fazerem a própria doação&#8221;, explica a coordenadora geral do Fórum, Silvana Zardo Francisco.</p>
<p>Pelo menos outras 25 campanhas que buscam incentivar a doação em uma comunidade específica, de forma mais ampla, já foram cadastradas junto ao movimento Dia de Doar. É o caso da Doa Maringá, no Paraná; Doa Mogi, em São Paulo; e Dia de Doar Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.</p>
<p><strong>Empresas</strong></p>
<p>Entre o empresariado, o Dia de Doar deve envolver o repasse de valores arrecadados a instituições e programas sociais. A Casa Bauducco, por exemplo, atuará como posto de arrecadação: vai transferir seu tradicional Dia Fatia, até então realizado no dia 25 de cada mês, para 3 de dezembro. Cem por cento da renda obtida com a venda de fatias de panetone e chocotone será doada ao Instituto Fazendo História, de São Paulo. A organização atua com cerca de 1,2 mil crianças e adolescentes em situação de acolhimento.</p>
<p>Setenta e uma lojas da Casa Bauducco em todo o país participarão da iniciativa. A estimativa é que sejam vendidas entre 10 mil e 15 mil fatias de panetone e chocotone na nova data, a um preço médio de R$ 8,90. &#8220;Vamos fazer a doação dos recursos para o programa Famílias Acolhedoras, que prepara crianças para retornar para suas famílias de origem ou ir para famílias adotivas. É uma iniciativa que faz muito sentido para os nossos valores&#8221;, diz o diretor de Marketing e Logística da Casa Bauducco, Paulo Cardamone.</p>
<p>Cerca de 20 famílias voluntárias compõem o programa do Instituto Fazendo História. Elas recebem em suas casas crianças de 0 a 6 anos de idade, podendo ficar com elas por até um ano e meio. &#8220;São famílias que passam por seleção, treinamento de seis meses e que não podem estar na fila de adoção. Algumas já estão no quarto acolhimento&#8221;, relata a coordenadora de Desenvolvimento Institucional do Instituto Fazendo História, Daniela Vasconcelos.</p>
<p>Outro programa do Instituto Fazendo História que deve ser beneficiado pelo Dia de Doar é o Apadrinhamento Financeiro de Jovens, em que os padrinhos financiam bolsas mensais para jovens atendidos pela organização, nos valores de R$ 60, R$ 120 e R$ 240, ao longo de um ano. &#8220;Os valores mudam de acordo com a idade deles, começando com R$ 60, a partir dos 16 anos. Tudo que é gasto é justificado, do transporte a cursos que eles possam fazer&#8221;, explica Daniela.</p>
<p><strong>O que doar</strong></p>
<p>A participação no Dia de Doar pode ser feita de várias maneiras. Veja algumas sugestões da organização:</p>
<p>&#8211; Promover uma campanha de arrecadação na internet e reverter os valores para uma ONG;<br />
&#8211; Organizar um aniversário solidário, com presentes sendo trocados por doações, como alimentos, para uma entidade de sua cidade;<br />
&#8211; Oferecer-se para ser voluntário em instituições sociais, ensinando algo, prestando algum serviço ou visitando o público atendido;<br />
&#8211; Procurar um hemocentro para fazer uma doação de sangue;<br />
&#8211; Reunir roupas e calçados em bom estado e repassá-los para entidades que promovam &#8220;bazares do bem&#8221;.</p>
<p><strong>Plataformas que conectam</strong></p>
<p>Quem deseja fazer alguma doação neste 3 de dezembro também pode contar com a ajuda de algumas plataformas que conectam doares a instituições. A Benfeitoria e a Doa Brasil, por exemplo, reúnem projetos de todo o país que precisam arrecadar recursos financeiros para saírem do papel ou seguirem adiante.</p>
<p>Já a Atados conecta pessoas que querem doar tempo como voluntárias em causas de seu interesse. É possível encontrar no site não só ONGs, mas também vagas de voluntariado por estado.</p>
<p>Há ainda a Quero na Escola, que conecta voluntários a pedidos de estudantes da rede pública com demandas que vão além do currículo escolar obrigatório. É o caso de cursos de fotografia, palestras na área de psicologia e oficinas de defesa pessoal, por exemplo. A ONG faz a ponte entre o voluntário e a escola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal UOL, por Antoniele Luciano.</p>
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		<title>Mais de 1,5 milhão de crianças e jovens necessitam de ajuda humanitária após ciclone na África</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 13:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
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		<description><![CDATA[Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistênc [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/04/UN0291170_mocambique.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19671" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/04/UN0291170_mocambique-300x200.jpg" alt="UN0291170_mocambique" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistência urgente – saúde, nutrição, proteção, educação, água e saneamento – um mês depois que o ciclone Idai devastou partes de Moçambique, Malawi e Zimbábue, afirma o UNICEF. Qualquer interrupção prolongada no acesso a serviços essenciais pode levar a surtos de doenças e picos de desnutrição, aos quais as crianças são especialmente vulneráveis.</p>
<p>As necessidades em Moçambique continuam maciças, com 1 milhão de crianças necessitadas de assistência, seguidas por mais de 443 mil no Malawi e 130 mil no Zimbábue.</p>
<p>Em Moçambique, os casos de cólera e malária aumentaram para 4.600 e 7.500, respectivamente, desde que o ciclone atingiu o país.</p>
<p>O UNICEF está particularmente preocupado com o acesso a serviços para as mais de 130 mil crianças que permanecem deslocadas após o ciclone, a maioria delas em Moçambique e no Malawi. Mais de 200 mil casas foram destruídas pela tempestade em Moçambique.</p>
<p>“As crianças que vivem em abrigos lotados ou longe de suas casas correm risco de doenças, exploração e abuso”, disse Henrietta Fore, diretora executiva do UNICEF, que visitou a Beira imediatamente após o ataque do ciclone. “O caminho para a recuperação será longo. É imperativo que os parceiros humanitários estejam presentes em cada etapa do caminho. Precisamos ajudar crianças e famílias para que sobrevivam e, depois, retomem sua vida”.</p>
<p>Nos três países, as águas da enchente recuaram, e algumas famílias afetadas começaram a voltar para casa. No entanto, milhares permanecem nos campos de evacuação porque suas casas foram danificadas ou destruídas. A segurança alimentar também é uma questão importante porque a tempestade destruiu as plantações semanas antes da colheita.</p>
<p>O UNICEF e seus parceiros continuam a responder às necessidades humanitárias urgentes de crianças e famílias. As ações do UNICEF até o momento incluem:</p>
<p><strong>Moçambique:</strong> o UNICEF forneceu vacinas para imunizar, com sucesso, 900 mil pessoas contra a cólera, iniciou a distribuição de 500 mil mosquiteiros para proteger as crianças da malária e ajudou a restaurar o abastecimento de água para 500 mil pessoas na cidade da Beira. Nas próximas semanas, as campanhas estão planejadas em torno da vacinação contra sarampo, desparasitação e reforços de vitamina A. O UNICEF também está apoiando o estabelecimento de várias clínicas de saúde nas áreas de reassentamento.</p>
<p><strong>Malawi:</strong> O UNICEF está fornecendo caminhões-pipa, banheiros e espaços amigos da criança nos centros de evacuação, bem como remédios e clínicas móveis, kits de educação e recreação e professores voluntários. Desde que o ciclone atingiu o Malawi, o UNICEF forneceu água potável para mais de 53 mil pessoas e banheiros para mais de 51 mil pessoas.</p>
<p><strong>Zimbábue:</strong> o UNICEF está distribuindo kits de higiene, reabilitando sistemas de água e restaurando instalações de saneamento; fornecendo suprimentos vitais de saúde e nutrição; e trabalhando com parceiros para fornecer apoio psicossocial a crianças vulneráveis em espaços amigos da criança. O UNICEF divulgou, para mais de 60 mil pessoas, informações essenciais sobre como prevenir doenças transmitidas pela água e, a partir da segunda-feira 15 de abril, lançará uma campanha de vacinação contra a cólera em parceria com o Ministério da Saúde e Assistência à Criança do Zimbábue e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para proteger mais de 480 mil pessoas.</p>
<p>O UNICEF lançou um apelo para arrecadar US$122 milhões para apoiar sua resposta humanitária, nos próximos nove meses, às crianças e às famílias afetadas pelo ciclone em Moçambique, Zimbábue e Malawi.</p>
<p>Para fazer sua doação, acesse: <a href="https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia" target="_blank">https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia</a></p>
<p><em>Fonte: UNICEF Brasil</em></p>
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		<title>Jovem de Diadema vende livros de mão em mão para ir à Alemanha</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 23:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma foto da escritora negra Carolina de Jesus (autora d [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19581" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/12/Fotografia-por-Lucas-Sampaio-1600x1067.jpg"><img class="size-medium wp-image-19581" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/12/Fotografia-por-Lucas-Sampaio-1600x1067-300x200.jpg" alt="Crédito: Lucas Sampaio/Divulgação" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Lucas Sampaio/Divulgação</p></div>
<p>Uma foto da escritora negra Carolina de Jesus (autora de “Quarto de Despejo” e que viveu entre 1914-1977) e diversos discos de rap enfeitam o escritório improvisado na casa do produtor cultural Alexandre Ribeiro, 20, no bairro Canhema, em Diadema, na Grande São Paulo. Os itens decorativos são as pistas para conhecer os gostos e hábitos do jovem escritor, jornalista e militante no movimento hip hop.</p>
<p>Em maio deste ano, ele lançou o primeiro livro da carreira. A produção ganhou o nome de “Inflorescência” e conta com 25 poesias. Com o objetivo de levantar verba para custear parte de uma bolsa de trabalho voluntário na Alemanha, Ribeiro decidiu vender o livreto da maneira que domina: de mão em mão pelas ruas de São Paulo.</p>
<p>“Foi feito em um formato pequeno para eu conseguir vender na rua. Eu já tinha a experiência de fazer isso com CDs de rap. Vendi 2.000 exemplares de mão em mão desde maio. O preço é totalmente livre. Chego nas pessoas e conto o projeto. Explico que o livro tem toda a minha bagagem e que nasceu para apoiar um sonho”, disse.</p>
<p>“Inflorescência significa algo bem técnico, mas usei para buscar as flores que habitam em mim em meio à guerra que vivemos. O livro foi pensado com poemas para florescer. Fiz até uma curadoria para colocar os mais introspectivos”, analisou.</p>
<p>Além do dinheiro arrecadado com a venda dos exemplares, Ribeiro começou a campanha #DaQuebradaProMundo na plataforma Catarse – site de financiamento coletivo, também conhecido como “vaquinha” virtual. A meta era conseguir R$ 8,5 mil. O projeto superou as expectativas e chegou a cerca de R$ 10 mil no final de novembro.</p>
<p>“Durante a viagem, vou fazer trabalho voluntário em instituições sociais, aprimorar o alemão, que atualmente estou no nível intermediário, e expandir a minha literatura”, explicou.</p>
<p>O ativismo sempre esteve presente na vida do jovem escritor. Com 13 anos, começou a se envolver com o movimento hip hop por meio das batalhas de MC’s. “Comecei a rimar, mas eu era muito ruim, então parei”, brinca.</p>
<p>Aos 17, participou da primeira ocupação contra a reorganização escolar do governo estadual, na escola estadual Diadema (antigo Cefam, no centro da cidade). O projeto causou polêmica, pois previa o fechamento de salas de aula e a transferência de estudantes para unidades mais distantes. Alunos e professores questionaram a falta de diálogo para as ações. Na época, em 2015, as manifestações barraram o projeto.</p>
<p>Essas e outras experiências de vida são refletidas nas poesias de Ribeiro, que misturam afeto, política e questões sociais.</p>
<p>Ele perdeu o pai quando tinha 11 anos. “Ele não era um leitor assíduo, mas me obrigava a ler pelo menos cinco páginas antes de dormir. Eu peguei o costume quando pivete e, depois, a leitura serviu para eu tentar resgatar algumas coisas dele. É uma memória afetiva que funciona muito para mim”, ressalta. “Quando ele morreu foi um choque muito grande.”</p>
<p><em>“É complicado falar de política</em><br />
<em>muitas vezes se fala, e nós nem sabemos</em><br />
<em>ex.: nas esquinas da sua casa têm três biqueiras</em><br />
<em>e a biblioteca mais próxima fica a 3km</em><br />
<em>política é escolher um livro</em><br />
<em>e fazer diferente”</em><br />
Poema “Acesso”, do livro “Inflorescência”.</p>
<p><strong>O PRIMEIRO ROMANCE</strong></p>
<p>Além de começar o intercâmbio em agosto, Ribeiro vai lançar o primeiro romance em fevereiro. O livro, que está em processo de edição, já tem nome: “Reservado”.</p>
<p>A publicação vai contar a história de um menino periférico, o personagem João Victor. “É um moleque nem tão preto e nem tão branco. Faço essa brincadeira do Brasil que eu enxergo, dessas pessoas que estão no limbo de nem tão preto e nem tão branco. Vou tentar trazer um debate mais profundo”, disse.</p>
<p>Foi neste ano, durante uma viagem por Moçambique e pela África do Sul, que ele começou a refletir sobre o tema. “É um choque cultural bem forte. O brasileiro periférico, que tem um pouco de instrução na vida, se politiza como pessoa preta e tem um romance com essa parada de ser preto no mundo. Na África, fui chamado de branco. Foi quando caí na minha realidade”, afirmou.</p>
<p>“Posso bater no peito e falar que sou preto em vários lugares, mas só nos lugares acadêmicos que vão falar que sou preto. Na minha quebrada os moleques falam que estou tentando ser negão. Eu tomo menos enquadro da polícia do que meus parceiros que tem a pele mais escura. É um fato e temos que entender”, explicou.</p>
<p>Em alguns momentos, o livro parece flertar com a própria trajetória do escritor. “João Victor é um moleque favelado, a mãe é faxineira que nem a minha, o pai falecido que nem o meu. João Victor somos nós. Ele é simples, comum, mas tem uma vida de periferia que fala com muita gente.”</p>
<p><em></p>
<p>Fonte: Agência Mural de Jornalismo das Periferias, por Diego Brito.</em></p>
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		<title>Cresce o número de brasileiros que realizam trabalho voluntário</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2018 14:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo livre]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A pesquisa Outras Formas de Trabalho 2017, divul [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19488" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/04/992010-24122015-dsc_2268.jpg"><img class="wp-image-19488" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/04/992010-24122015-dsc_2268-300x200.jpg" alt="992010-24122015-dsc_2268" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa Outras Formas de Trabalho 2017, divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que 7,4 milhões de pessoas realizaram trabalho voluntário, o equivalente a 4,4% da população de 14 anos ou mais de idade. O aumento foi de 12,9% em comparação a 2016. Os dados são baseados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), da mesma instituição, que considera trabalho voluntário aquele não compulsório, realizado por pelo menos uma hora na semana, sem receber remuneração ou benefícios em troca, e realizado em apoio a pessoas que não moram no mesmo domicílio do entrevistado e não são de sua família.</p>
<p>O perfil dos voluntários no país é prioritariamente de mulheres que têm uma série de atividades extras, além de trabalho e afazeres domésticos. Os que desenvolviam atividades voluntárias em 2017 eram 5,1% das mulheres e 3,5% dos homens, fato observado em todas as grandes regiões.</p>
<p>Para analisar a intensidade do trabalho voluntário, o IBGE considera a média de horas despendidas na semana em tais atividades. Em 2017, a média foi de 6,3 horas semanais, inferior às 6,7 horas constatadas no ano anterior. A região com maior média de horas foi a Norte (7,1 horas) e a com menor média, a Sudeste (6 horas). A única região com aumento da dedicação ao trabalho voluntário foi a Sul. A região Norte ficou estável e as demais tiveram queda.</p>
<p><strong>Detalhamento</strong><br />
A quantidade de horas dedicadas ao trabalho voluntário é equivalente entre os homens e as mulheres que realizam esse tipo de atividade. Já dedicação ao trabalho voluntário é maior entre os que têm uma ocupação (4,7% do total) do que entre os não ocupados (3,9%).</p>
<p>Em relação à idade, a participação nessas atividades é maior entre as pessoas mais velhas: em 2017, 2,9% dos que têm 14 a 24 anos faziam trabalho voluntário; a proporção sobe para 4,6% entre os de 25 a 49 anos; e para 5,1% entre os que têm 50 anos ou mais. Nas regiões Norte e Nordeste, no entanto, a maior taxa foi a do grupo de pessoas de 25 a 49 anos de idade (6,9% e 3,6%, respectivamente).</p>
<p>Se considerado o grau de escolarização, a participação é maior entre os que têm nível superior completo (8,1%) do que os que não têm instrução ou têm o fundamental incompleto (2,9%). Para a analista de Trabalho e Rendimento do IBGE, Alessandra Brito, este aumento &#8220;pode ser por causa do maior acesso à informação da população graduada, que sabe onde realizar esse tipo de trabalho, uma vez que as pessoas com nível superior completo costumam estar melhor inseridas no mercado, com mais tempo livre, e podem por isso mesmo ter uma maior conscientização frente aos menos escolarizados&#8221;.</p>
<p><strong>Vínculo com associações</strong><br />
A maioria dos que desempenham trabalho de voluntariado mantém vínculos com instituições, 91% do total. Pelos dados, 79,8% das pessoas que realizaram trabalho voluntário o fizeram em congregação religiosa, sindicato, condomínio, partido político, escola, hospital ou asilo. O percentual de vínculo com instituições reduziu 1,7 ponto percentual de 2016 para 2017. Regionalmente, o Centro-Oeste apresentou o maior percentual (86,1%), enquanto o Sul teve o menor (74,8%).</p>
<p>Por outro lado, aumentou em 0,6 ponto o percentual de realização de trabalho voluntário vinculado associação de moradores, associação esportiva, organização não governamental (ONG), grupo de apoio ou outra organização, fechando em 13% em 2017.</p>
<p>Para aprimorar a pesquisa, Alessandra ressaltou que é necessária uma maior disseminação do conceito de trabalho voluntário. &#8220;Muitas pessoas ainda relacionam voluntariado a apenas fazer algo para um asilo ou uma organização não governamental. Precisamos lembrar que levar a vizinha ao médico, ajudar um amigo com alguma tarefa ou ficar com a neta do vizinho para ele ir trabalhar também são exemplos de trabalho voluntário individual&#8221;, disse, em referência aos 9% que se voluntariam sem estar vinculados a instituição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil/EBC</p>
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		<title>Jovens realizam campanha de financiamento coletivo para produzir filme sobre racismo infantil</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2017/06/14/jovens-realizam-campanha-de-financiamento-coletivo-para-produzir-filme-sobre-racismo-infantil/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2017 19:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que 2,5 milhões de mulheres negras no Brasil [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Foto-Divulgação-arte-Betinho-Neto.jpg"><img class=" size-medium wp-image-19200 aligncenter" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Foto-Divulgação-arte-Betinho-Neto-300x190.jpg" alt="Foto Divulgação (arte Betinho Neto)" width="300" height="190" /></a></p>
<p>Você sabia que 2,5 milhões de mulheres negras no Brasil não se reconhecem como negras? Esse é o total de brasileiras que deveriam se declarar negras para que, estatisticamente, os números retratem a mesma proporção racial dos homens, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Parte dessa não identificação surge na infância, período da vida em que as crianças estão formando a visão de si mesmas. Para levantar essa discussão, os jovens das Oficinas Querô, projeto de capacitação audiovisual de Santos-SP, estão produzindo o filme ANA e para custear os gastos da pré-produção, estão realizando uma campanha de financiamento coletivo em <a href="http://www.kickante.com.br/ana" target="_blank">www.kickante.com.br/ana</a>.</p>
<p>O dinheiro arrecadado no Kickante será usado para custear os gastos com transporte, pesquisa de elenco e arte, além de possíveis contratações de profissionais da área. Entre as recompensas estão desde par de convites para estreia do filme, fotos e cartaz do filme para download, além de cursos de cinema oferecidos pelo Instituto de Cinema de São Paulo (www.institutodecinema.com.br) para quem quiser investir na carreira audiovisual, com quase mil reais de desconto. Além de recompensas para empresas e instituições, como sessão do filme com bate-papo ou oficinas de cinema ministradas pela equipe de jovens educadores do Instituto Querô.</p>
<p>A campanha fica no ar até 7 de agosto e os valores podem ser pagos no cartão (em até 6x) ou à vista no boleto. Mais informações pelo Facebook (<a href="http://www.fb.com/institutoquero" target="_blank">www.fb.com/institutoquero</a>), Instagram (<a href="http://www.instagram.com.br/institutoquero" target="_blank">www.instagram.com.br/institutoquero</a>) ou no site <a href="http://www.institutoquero.org" target="_blank">www.institutoquero.org</a>.</p>
<div id="attachment_19201" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img class="wp-image-19201 size-medium" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Oficinas-Querô-2017-300x182.jpg" alt="Oficinas Querô 2017" width="300" height="182" /><p class="wp-caption-text">Curta-metragem busca dar representatividade à mulher negra no cinema e alerta sobre questões como racismo na infância e auto-identificação</p></div>
<p><strong>Sobre o filme</strong> – Com duas protagonistas negras, o curta-metragem busca dar representatividade à mulher negra, levantar questões como racismo e auto-identificação. “A ideia de produzir o curta surgiu de um dos nossos colegas das Oficinas Querô, que presenciou uma criança que se desenhou como branca durante uma atividade. Nos sensibilizamos com a história e fomos descobrindo entre nós mesmas, meninas no Querô, situações que passamos na infância e decidimos produzir um filme a partir daí, mostrando o que vivem muitas  pretas que não reconhecem ou reprimem a própria identidade, vítimas de racismo”, revela a jovem diretora em capacitação pelas Oficinas Querô, Vitória Felipe dos Santos, de 18 anos.</p>
<p>Paralelo ao racismo, o filme também conta a história de Jeannette, uma professora refugiada do Congo que trabalha como faxineira na escola de Ana e mesmo não falando português e com dificuldades de adaptação, decide ajudar a menina na valorização de suas características. “Queremos trazer para as telas um pouco da realidade dos refugiados que vivem no país, as dificuldades e o preconceito que encontram aqui. Para isso, estamos em contato com grupos de refugiados em São Paulo, que nos ajudaram durante toda a adaptação da história”, revela Claudio Maneja Jr, um dos roteiristas do filme e também coordenador de Projetos do Instituto Querô.</p>
<p><strong>Sobre os realizadores</strong> &#8211; O filme conta com mais duas mulheres na escrita do roteiro – Nicolle Ferreira e Isabella Rosa, ambas de 18 anos, capacitadas nas Oficinas Querô – e na direção a jovem Vitória Felipe dos Santos. Com 18 anos, Vitória faz parte das Oficinas Querô 2017, curso de capacitação audiovisual do Instituto Querô, é também universitária em História pela Universidade Católica de Santos e envolvida em causas relacionadas à luta da comunidade negra, colaborando na produção de eventos voltados à cultura afro-brasileira pelo coletivo de mulheres “Fridas”. Para ser mais fiel à causa negra, o filme conta com a tutoria e co-produção da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro &#8211; APAN, que luta pela representatividade dos negros no cinema. As Oficinas Querô são realizadas desde 2006 em Santos-SP pelo Instituto Querô, que capacita jovens entre 14 e 18 anos, de baixa renda familiar, em audiovisual, estimulando o empreendedorismo e despertando talentos. O projeto surgiu após as gravações do longa-metragem Querô, do cineasta Carlos Cortez.</p>
<p><strong>COLABORE COM O FINANCIAMENTO<br />
</strong>Período: de 08 de junho a 07 de agosto<br />
Quanto: Recompensas de R$10 a R$5.000 (em até 6x)<br />
Endereço: <a href="http://www.kickante.com.br/ana" target="_blank">www.kickante.com.br/ana</a></p>
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		<title>Reforma de casa de reza Guarani mobiliza “opcionistas” em vivência particular durante o Corpus Christi.</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2016/05/20/reforma-de-casa-de-reza-guarani-mobiliza-opcionistas-em-vivencia-particular-durante-o-corpus-christi/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2016 11:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[A ONG Opção Brasil, através do Programa Índios na Cidad [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18519" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2016/05/opy.jpg"><img class="wp-image-18519 size-medium" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2016/05/opy-300x196.jpg" alt="opy" width="300" height="196" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Ciência Hoje</p></div>
<p class="western"><span style="color: #1d2129"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif"><span style="font-size: small">A ONG Opção Brasil, através do Programa Índios na Cidade, lançou convocatória que se encerra nessa sexta-feira, 20 de maio, com a ideia de reunir pessoas que aceitem investir o sua energia durante o feriado de Corpus Christi na atividade de reforma/reconstrução da <i>Opy,</i> a casa de reza do Povo Guarani localizada na aldeia Tekoa Pyau, que fica na base do Pico do Jaraguá, em São Paulo.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #1d2129"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif"><span style="font-size: small">As pessoas voluntárias devem desenvolver atividades como a construção da casa, contribuição com a cozinha, registro audiovisual, ações educativas e de entretenimento com as crianças da aldeia. </span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #1d2129"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Opcionista é “a pessoa que desenvolve conosco alguma ação em nome do que nós chamamos de bem comum, assim a registramos na memória da entidade”, comenta Ricardo Carvalho de Almeida, Diretor-Presidente da Opção Brasil.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #1d2129"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Esta atividade ocorrerá nos dias 26, 27, 28 e 29 de maio, podendo o voluntário se inscrever para participar em um ou mais dias, de acordo com a sua disponibilidade de tempo.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Abaixo o link com mais informações e o formulário de inscrição:</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">https://docs.google.com/forms/d/1nkzY_jP4t2EvpWu70J8rzkMt58eZBdCNAx8-7j-r9L4/viewform?c=0&amp;w=1 </span></span></p>
<p class="western">
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		<title>Museu da Pessoa abre vaga para Gestor de Voluntários da instituição</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2016/03/24/museu-da-pessoa-abre-vaga-para-gestor-de-voluntarios-da-instituicao/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2016 11:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde quando foi lançado, no final de 2014, o programa  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18104" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2016/03/museu-da-pessoa.jpg"><img class="size-medium wp-image-18104" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2016/03/museu-da-pessoa-300x148.jpg" alt="Imagem: Museu da Pessoa" width="300" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Museu da Pessoa</p></div>
<p>Desde quando foi lançado, no final de 2014, o programa de voluntários do Museu da Pessoa já contou com a contribuição de dezenas de pessoas que, por seu amor às histórias de vida, aceitaram de braços abertos cuidar de algumas entrevistas do acervo.</p>
<p>Atualmente, contam com o trabalho de mais de 20 pessoas espalhadas pelo Brasil. No entanto, gerenciar todo o fluxo de conteúdos e materiais produzi<span class="text_exposed_show">dos por eles tem sido o maior desafio. Pensando em estruturar da melhor forma possível e consolidar o programa, abriram uma vaga de Gestor de Voluntários.</span></p>
<p>Os pré-requisitos são: já ter trabalhado com programas de voluntariado, disponibilidade de 6 horas semanais (remotas), conhecimentos de Pacote Office, residir em São Paulo (capital).</p>
<p>Os interessados neste trabalho voluntário deverão mandar um email para contesuahistoria@museudapessoa.net até o dia 31 de março de 2016.</p>
<div class="text_exposed_root text_exposed"></div>
<div class="text_exposed_root text_exposed">Conheça mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Museu da Pessoa: http://www.museudapessoa.net</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ONG constrói casas para famílias carentes com ajuda de voluntários </title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2015/10/06/ong-ajuda-a-construir-casas-para-familias-carentes-com-ajuda-de-voluntarios/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 16:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.infojovem.org.br/?p=17188</guid>
		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/10/zgJUwAY9-300x300.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="zgJUwAY9" /></p>Por Gabriele Helena ONG TETO é uma organização que busc [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/10/zgJUwAY9-300x300.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="zgJUwAY9" /></p><p><b>Por Gabriele Helena</b></p>
<p>ONG TETO é uma organização que busca superar a situação de pobreza em que vivem milhões de pessoas nas comunidades precárias, por meio da ação conjunta de seus moradores e jovens voluntários. Presente na América Latina e no Caribe, eles têm a convicção de que a pobreza pode ser superada definitivamente se a sociedade, em conjunto, reconhecer que este é um problema prioritário e trabalhar ativamente para resolvê-lo. A ONG está no Brasil desde 2006.</p>
<p>A instituição vem construindo casas nos assentamentos mais excluídos com a ajuda total de moradores das comunidades e seus jovens voluntários, que trabalham juntos para gerar soluções concretas para o problema da pobreza. A ONG estimula um processo contínuo de fortalecimento da comunidade.</p>
<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/10/11781688_452250234944814_2260755732936516256_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17189 aligncenter" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/10/11781688_452250234944814_2260755732936516256_n-300x298.jpg" alt="11781688_452250234944814_2260755732936516256_n" width="300" height="298" /></a></p>
<p style="text-align: center"><i>Reprodução: </i><i>Facebook</i></p>
<p> <b>Como funciona</b></p>
<p>Um grupo de voluntários vai até os assentamentos precários para uma avaliação do local, em seguida constroem moradias de emergência. Através de trabalhos contínuos com a comunidade o grupo implementa soluções definitivas.</p>
<p>As casas emergenciais permitem uma conexão entre as equipes e os moradores para que possam confiar no trabalho que está sendo feito. Por esse trabalho a ONG já foi reconhecida pelo prêmio UN Habitat Scroll of Honour Award (2009), Melhores Práticas em Políticas e Programas na América Latina e Caribe &#8211; UNESCO &#8211; BID (2009), premiado na categoria social &#8211; Prêmio “Faz a Diferença” do jornal O Globo (2012) e destaque na categoria social &#8211; Prêmio Jovem Brasileiro (2009, 2010, 2011).</p>
<p>Para se tornar um voluntário e juntar-se a essa equipe que já ajudou mais de 1.900 famílias, inscreva-se pelo site: <a href="http://www.techo.org/paises/brasil/voluntario/">http://www.techo.org/paises/brasil/voluntario/</a></p>
<p>Vale lembrar que a TETO SP está recebendo doações de livros infantis para o Programa de Educação. São títulos para crianças de 4 a 10 anos, que serão usados para as atividades de leitura. Os livros podem ser entregues no escritório do TETO: Rua Alvarenga, 2140, Butantã.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Inscrições abertas para o Fórum Global da Juventude</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2012/10/31/inscricoes-abertas-para-o-forum-global-da-juventude/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 20:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Louise Alves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conferência]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Infopedia]]></category>
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		<category><![CDATA[Fórum Global da Juventude]]></category>
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		<category><![CDATA[participação juvenil]]></category>
		<category><![CDATA[UNFPA]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Por ONU Brasil “Estão abertas as inscriçõ [&#8230;]]]></description>
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<div id="attachment_13983" style="width: 308px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/10/31/inscricoes-abertas-para-o-forum-global-da-juventude/forum-global-juventude/" rel="attachment wp-att-13983"><img class="size-full wp-image-13983" title="forum global juventude" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/10/forum-global-juventude.jpg" alt="" width="298" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Fórum Global da Juventude</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por ONU Brasil</p>
<p>“Estão abertas as inscrições para delegados virtuais do Fórum Global da Juventude, que acontecerá entre 4 e 6 de dezembro no Bali Nusa Dual Convention Center, em Bali, na Indonésia. Jovens de 14 a 30 anos podem se registrar até dia 3 de dezembro.</p>
<p>O evento é uma iniciativa conjunta de agências da ONU, jovens, sociedade civil e setor privado, com o apoio do Governo da Indonésia. O objetivo do encontro é organizar um movimento sustentável de promoção e defesa da juventude, com base nas metas da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento (CIPD).</p>
<p>Mais de 900 jovens contribuirão para a revisão do Plano de Ação da CIPD e para a inclusão das perspectivas da juventude em um novo documento sobre população e desenvolvimento que será entregue para a Assembléia Geral e ao Secretário-Geral da ONU.</p>
<p>O delegado virtual participa de conversas online sobre vida saudável, educação ampla; transição ao emprego digno para jovens; sexualidade, família e direitos, além de plena participação cívica inclusiva. Moderadores garantirão que as contribuições enviadas pela internet sejam debatidas nas plenárias e inseridas no relatório.”</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/onu-abre-inscricoes-para-delegados-virtuais-no-forum-global-da-juventude/">ONU Brasil </a></p>
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