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	<title>InfoJovem &#187; Aborto</title>
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		<title>Entidades lançam plataforma para a legalização do aborto no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 19:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entidades feministas lançaram nesta terça-feira (28), Dia Latino Americano e Caribenho pela Despenalização do Aborto, a Plataforma para a Legalização do Aborto no Brasil. Segundo a coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, Paula Viana, o texto traz argumentos pela descriminalização baseado na defesa dos direitos humanos, no direito das mulheres e em dados da saúde pública.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7098" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-7098" title="Frente - campanha aborto - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Frente-campanha-aborto-ok-300x145.png" alt="" width="300" height="145" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Frente contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Entidades feministas lançaram nesta terça-feira (28), Dia Latino Americano e Caribenho pela Despenalização do Aborto, a Plataforma para a Legalização do Aborto no Brasil. Segundo a coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, Paula Viana, o texto traz argumentos pela descriminalização baseado na defesa dos direitos humanos, no direito das mulheres e em dados da saúde pública.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os países que criminalizam o aborto são os mesmos que registram um grande número de mortes maternas, atendimento precário para situação de abortamento e violações dos direitos humanos&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Paula destaca que o objetivo da plataforma é reduzir a mortalidade materna, estimular o planejamento familiar e, inclusive, reduzir o número de abortos. &#8220;Não somos a favor do aborto, gostaríamos que diminuíssem, mas queremos que o Brasil se iguale a outros países desenvolvidos. Quem critica o aborto são os grupos religiosos fundamentalistas&#8221;, critica.</p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma defende a retirada da prática de aborto do Código Penal brasileiro e a garantia do atendimento, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a mulheres que por livre decisão queiram interromper a gestação até a 12ª semana. O documento também prevê o atendimento público para abortos, até a 20ª semana, em casos de gravidez resultante de violência sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o texto, o aborto é o último recurso das mulheres diante de uma gravidez indesejada e a criminalização não impede que ele seja realizado nem reduz sua incidência, mas aumenta as condições de risco de vida para as mulheres, em especial para as mulheres mais pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento será encaminhado a diversas organizações que integram a Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto. Entidades profissionais de médicos, enfermeiros e juristas, além de parlamentares, também receberão o texto. O intuito é sensibilizar essas categorias a respeito do tema e buscar adesões e contribuições para a elaboração de uma lei que descriminalize o aborto e regulamente a assistência gratuita à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma foi lançada hoje em Recife durante um ato público. O evento foi promovido pelo Fórum de Mulheres de Pernambuco – FMPE, pela Frente contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto e Articulação de Mulheres Brasileiras – AMB.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Jornal do Comércio – RS / Tribuna do Norte</p>
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		<title>O aborto é a principal causa de morte materna</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 18:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os dias, cinco mulheres que engravidaram vítimas de estupros recorrem aos serviços de aborto legal do País.
A violência, mostram os dados, pode acontecer em qualquer idade. Entre as gestantes, estão meninas de apenas dez anos e também senhoras de 60.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/04/bild22.jpg"><img class="size-full wp-image-4482 aligncenter" title="bild2" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/04/bild22.jpg" alt="" width="394" height="394" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os dias, cinco mulheres que engravidaram vítimas de estupros recorrem aos serviços de aborto legal do País. A violência, mostram os dados, pode acontecer em qualquer idade. Entre as gestantes, estão meninas de apenas dez anos e também senhoras de 60.</p>
<p style="text-align: justify;">O aborto é considerado crime no País, mas a lei abre exceções para casos em que a gestação é resultado de violência ou quando a mulher corre risco de morrer por causa da gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestas condições, as pacientes podem ir aos serviços especializados, onde são acolhidas por equipes de médicos, psicólogos e auxiliares capacitados no atendimento do chamado aborto legal.</p>
<p style="text-align: justify;">Um levantamento do Ministério da Saúde, feito a pedido do Delas, mostra que desde 2003 até o ano passado, 14.460 histórias de gestações do tipo passaram pelas 60 unidades de referência em aborto legal existentes no País. Nos locais especializados, a maioria absoluta é de vítimas de estupro.</p>
<p style="text-align: justify;">Do total de grávidas atendidas, duas delas tinham 60 anos, mas o que chama atenção é a parcela que não completou o 18º aniversário. Uma em cada cinco é menor de idade. Entre os números registrados no banco de dados estão casos como a da menina de nove anos, moradora de um município de Pernambuco, que no ano passado engravidou de gêmeos do próprio padrasto.</p>
<p style="text-align: justify;">O ventre saliente, suspeitaram os médicos inicialmente, era uma verminose. A gestação já estava na 16ª semana e foi o que quebrou um ciclo de violência repetido durante anos dentro da casa da garota.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://delas.ig.com.br/saudedamulher/gravidas+da+violencia/n1237571593125.html" target="_blank"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://delas.ig.com.br/saudedamulher/gravidas+da+violencia/n1237571593125.html" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Saiba mais</span></span></a></p>
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