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	<title>InfoJovem &#187; Direitos Humanos</title>
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		<title>Encerramento dos seminários regionais Todos Por Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2015 17:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaula]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Joyce Diva O ciclo de seminários “Todos por Pernamb [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Joyce Diva</em></p>
<p>O ciclo de seminários “Todos por Pernambuco” realiza 12 encontros em cidades diferentes com o objetivo de ouvir a<img src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Encerramento-dos-seminários-regionais-Todos-Por-Pernambuco-300x199.jpg" alt="Encerramento dos seminários regionais Todos Por Pernambuco" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-17081" /> população pernambucana e entender as necessidades locais. As propostas elaboradas nesses encontros vão direcionar o planejamento das ações governamentais nos próximos anos. O evento é organizado pelo Governo do Estado de Pernambuco e o ciclo de seminários terminou na última quarta-feira, 29 de maio. A Região Metropolitana do Recife (RMR) foi a última a ser contemplada pelo evento que, neste ano, registrou 3.150 participantes.</p>
<p>O Instituto Empreender participou do encerramento como uma das instituições representantes da Sociedade Civil de Pernambuco. A presença de representantes da instituição no evento teve por objetivo atuar como porta-voz dos jovens atendidos pelo Empreender, que há 15 anos atua com a qualificação socioprofissional desse público.</p>
<p>A última rodada de seminários aconteceu no Centro de Convenções de Pernambuco e a sala mais procurada pelos participantes foi a de <em>Cidadania,</em> com um registro de 557 propostas. Entre as propostas, a garantia da realização da Conferência Estadual de Direitos Humanos e a criação de mais áreas de lazer foram os destaques. A segunda sala mais procurada foi <em>Educação e Cultura</em>, que obteve 342 propostas. O aprimoramento do canal de comunicação entre as escolas estaduais e as empresas de manutenção predial, a oferta de formação sobre a utilização de recursos financeiros nas escolas estaduais e o fortalecimento dos núcleos de estudo de gênero foram propostas destacadas como prioridades pela população.</p>
<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/05/^17C3E8A07327E41F41CECF209CEC2321CAB15F2E737F4BABFF^pimgpsh_fullsize_distr.jpg"><img class="aligncenter wp-image-17069 size-medium" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/05/^17C3E8A07327E41F41CECF209CEC2321CAB15F2E737F4BABFF^pimgpsh_fullsize_distr-300x199.jpg" alt="participantes do evento" width="300" height="199" /></a></p>
<p><em>Saúde</em> foi a terceira sala mais procurada. Nesta sala, 185 contribuições foram pontuadas e levadas como propostas. Entre os pedidos, os presentes reivindicaram o fortalecimento da rede materno-infantil na I Macro e em todo Estado e o fortalecimento dos comitês regionais de prevenção aos acidentes de transportes terrestres, com foco em acidentes de moto.</p>
<p>A sala de <em>Economia, Sustentabilidade, Inovação e Desenvolvimento Rural</em>  ficou em quarto lugar, com o total de 117 propostas; seguida de <em>Segurança,</em> com 105; <em>Mobilidade Urbana</em>, com 74; <em>Água</em>, com 43; <em>Habitação</em>, com 36; e <em>Infraestrutura</em>, com 34 propostas.</p>
<p>“Os seminários são instrumentos que ajudam a fazer esta ponte entre o governo e a sociedade civil defendendo temas importantes para melhoria nas redes de ensino, saúde, esportes, trabalhos sociais, cultura e meio ambiente. Nós, como profissionais da educação, estamos satisfeitos em participar dessa iniciativa”, comentou o gestor de conhecimento e pesquisador de políticas públicas do Instituto Empreender, Allan Charles.</p>
<p>O “Todos por Pernambuco” encerrou a edição de 2015 com a participação de mais de 17,8 mil pessoas do estado de Pernambuco. Nas 12 regiões de desenvolvimento, onde os seminários aconteceram, mais de 16 mil contribuições foram compiladas nas salas temáticas e disponibilizadas para o público presente.</p>
<p><strong>Fonte: Site oficial Todos Por Pernambuco</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;Tempos de transformação social no Brasil: escravidão moderna&#8221; por Cleber Vicente</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 14:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="242" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Resitencia-escravos-BRASILESCOLA1-300x242.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Resitencia-escravos-BRASILESCOLA(1)" /></p>Vivemos um momento peculiar da nossa história recente e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="242" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Resitencia-escravos-BRASILESCOLA1-300x242.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Resitencia-escravos-BRASILESCOLA(1)" /></p><p>Vivemos um momento peculiar da nossa história recente e finalmente podemos sentir orgulho pelo apoio maciço, principalmente pela juventude, às manifestações populares em todo o Brasil em busca de justiça social e melhor eficiência dos serviços públicos e do governo. Oxalá essa energia seja permanente. Necessitamos de um despertar duradouro. Há muitas questões a serem analisadas e violações que foram negligenciadas no nosso imenso território para serem combatidas. Além do mais, sobra corrupção entre os que deveriam defender os interesses da Nação. Vou me deter a uma questão que envergonha nossa história e marca a profunda necessidade de transformação da nossa sociedade: a escravidão moderna no Brasil.</p>
<p>A definição de escravidão é a exploração do trabalho no qual o indivíduo &#8211; e não somente sua força de trabalho &#8211; (o escravo) é visto como propriedade de outro, podendo ser vendido, doado, emprestado, alugado, hipotecado, confiscado. Legalmente, o escravo não tem direitos: não participa de transações comerciais e nem tem acesso a justiça, mas pode ser castigado e punido.</p>
<p>A escravidão foi abolida no Brasil no século XIX, em 1888, no entanto, ainda encontramos formas análogas a escravidão em pleno século XXI.  Diferente das duas escravidões que existiram ao longo da nossa historia, escravidão indígena e a escravidão negra, a escravidão moderna atinge todas as etnias. A escravidão atual pode ocorrer na forma de trabalho rural, urbano ou através da exploração sexual.</p>
<p>Escravidão é uma questão econômica e existe com o objetivo de se obter alguma forma de lucro. Segundo Kevin Bales, consultor especial para questões ligadas ao trabalho escravo das Nações Unidas, ninguém escraviza porque é mau, só escravizamos, ou permitimos escravizar, quem é diferente. Torturamos e humilhamos ou ignoramos esses atos, contra quem não consideramos nosso semelhante, com quem não nos identificamos: o considerado feio, o negro, o mestiço, o pobre, inculto e o estrangeiro são quase como “não humanos”. Também podemos incluir os mais vulneráveis como a mulher, a criança, o jovem&#8230; Quem é considerado inferior. O não igual. Aos nossos iguais atribuímos Direitos, dignidade e liberdade.</p>
<p>No nosso mundo capitalista, onde a produção e o consumo ficam muito distantes um do outro e vivemos a indiferença das cidades grandes, é mais fácil ignorar a parcela da população submetida ao trabalho escravo. Todos os países do mundo, em algum momento da história, utilizou essa <em>mão </em>de obra barata e submeteu o estrangeiro, os derrotados pela guerra ou simplesmente o diferente a um regime de trabalho forcado ou servil. Os gregos escravizaram muitos povos e foram escravizados pelos romanos. Brancos escravizando brancos. Na África, negros escravizaram negros.  Atualmente, talvez com exceção dos países nórdicos, vamos encontrar essa humilhação ao outro em todo o mundo. No Brasil milhares de pessoas foram salvas da escravidão pela Lei Áurea e jogadas na marginalidade pelo desprezo dos brancos. Aqui o nosso olhar é diferente até hoje, preferimos escravizar o estrangeiro, o negro, ou o quase negro.</p>
<p>Segundo Renato Bignami, coordenador do programa de Erradicação do Trabalho Escravo da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estima-se que cerca de 300 mil bolivianos, 70 mil paraguaios e 45 mil peruanos estejam vivendo na região metropolitana de São Paulo, a maioria sujeita a condições de trabalho análogas à de escravo.</p>
<p>Segundo a Comissão Pastoral da Terra, o Pará é o Estado &#8220;campeão” das denúncias de trabalho escravo; seguido no ranking do escravagismo moderno brasileiro pelos Estados de Mato Grosso, Maranhão, Goiás e Tocantins. Em 2010, 3.054 pessoas foram libertadas da escravidão nessas regiões devido ao trabalho de ONGs e de instâncias estatais.</p>
<p>No meio rural o trabalho escravo é associado à destruição ambiental, ao desmatamento, ao uso de agrotóxicos proibidos ou outras substancias poluidoras como o mercúrio utilizado no processo de mineração. Erradicar o trabalho escravo pode ser uma defesa do meio ambiente e inserido no discurso de preservação ambiental e ecológico.</p>
<p>Muita gente acredita que no Brasil esse fenômeno é algo distante. Só acontece escondido no interior da floresta ou em alguma região quase desabitada e miserável do nordeste ou centro oeste, mas não é bem assim. Mulheres, empregadas domésticas, são submetidas a regime análogo ao escravo nos grandes centros urbanos. Crianças e adolescentes trazidos do interior para serem “ajudados” por famílias da classe média são submetidos a torturas físicas e/ou psicológicas e trabalham pesado todos os dias da semana em troca de “educação”, moradia, algum alimento e se resignam com a esperança de alcançarem alguma oportunidade na cidade grande.</p>
<p>O sistema de exploração do outro se alimenta do nosso desejo de ter mais tempo livre, de consumir produtos cada vez mais baratos e das empresas obterem maiores lucros sempre. Fiscalizar o cumprimento das leis, maiores investimentos na educação, políticas sociais de transferência de renda e o combate à corrupção ajudam a impedir que pessoas sejam empurradas para o trabalho escravo. Mas não é simples. Um país que tem senadores, deputados, prefeitos, vereadores, juízes, delegados de polícia, fazendeiros e empresários, que muitas vezes acumulam cargos públicos em flagrantes casos de conflito de interesses, envolvidos nas violações de Direitos e onde o povo se mantém alheio ou refém, tudo se complica.</p>
<p>A escravidão moderna no Brasil existirá enquanto amplos setores da sociedade continuarem vivendo na miséria. É necessário que esse despertar da juventude seja duradouro por conta das muitas violações de Direitos em nosso País. Precisamos de uma atenção redobrada com as cidades distantes e onde já houve indícios de corrupção e conflitos como Unaí, em Minas Gerais; Anapú e Altamira, no Pará; Piçarra do Sul, em Tocantins; e em muitas outras regiões, de Norte a Sul do Brasil, não podem ficar esquecidas e o desrespeito e a exploração ao outro tem que ser importante para todos nós. E em última análise é fundamental que reflitamos sobre nossa própria liberdade. Será que somos livres?</p>
<p><img class=" wp-image-14831 alignright" alt="Foto ilustracao" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Foto-ilustracao.jpeg" width="230" height="173" /></p>
<p>*Cleber Vicente Goncalves é jornalista, ativista pró Direitos Humanos, coordenador de projetos sociais e ex-assessor Nacional para o Direito ao Trabalho da Plataforma Brasileira de Direitos Econômicos Sociais e Culturais desenvolvida no Brasil com apoio do PNUD &#8211; Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento</p>
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		<title>Filme destaca situação da pessoa com deficiência no mercado de trabalho</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2013/07/08/mercado-trabalho-deficiencia-ibdd/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Jul 2013 22:03:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="231" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Deficientes-terão-inclusão-no-mercado-de-trabalho-300x231.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: www.saojoaquimonline.com.br)" /></p>É com bom humor e ironia que o Instituto Brasileiro dos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="231" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Deficientes-terão-inclusão-no-mercado-de-trabalho-300x231.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: www.saojoaquimonline.com.br)" /></p><div id="attachment_14763" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-14763" alt="(Foto: www.saojoaquimonline.com.br)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Deficientes-terão-inclusão-no-mercado-de-trabalho.jpg" width="450" height="347" /><p class="wp-caption-text">(Foto: www.saojoaquimonline.com.br)</p></div>
<p>É com bom humor e ironia que o Instituto Brasileiro dos Direitos das Pessoas com Deficiência (IBDD) provoca uma reflexão importante na sociedade. A propaganda &#8220;Candidato&#8221; evidencia com precisão  o preconceito que as pessoas portadoras de deficiência enfrentam no mercado de trabalho.</p>
<p>Exibido em algumas das principais emissoras de TV do país, o filme,  produzido pela Giacometti Comunicação e O2 Filmes, mostra três selecionadores, portadores de deficiências, descartando um candidato muito bom por considerar que suas capacidades auditivas, motoras e visuais poderiam criar problemas para a organização.</p>
<p>“A intenção do filme foi estimular a reflexão da população e dos empresários sobre um problema que parece não ter fim, o estigma que acompanha a pessoa com deficiência na hora de procurar um emprego, que se traduz no pensamento arcaico e preconceituoso de que ela não conseguirá atingir o mesmo patamar de qualidade dos outros profissionais da empresa”, analisa João Santos, diretor de criação da Giacometti.</p>
<p>Os três principais atores do anúncio são pessoas com deficiência. E a cena é encerrada com os dizeres: &#8220;As razões para não contratar um deficiente são absurdas assim&#8221;e &#8220;Saiba como contratar&#8221;.</p>
<p>“O filme tem a força dos argumentos que não deixam dúvidas. Ele denuncia o preconceito empresarial contra a pessoa com deficiência, e pode levar a uma mudança na atitude das empresas”, avalia Celso Japiassu, diretor de Comunicação do IBDD.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=BNgKyc1CZss" target="_blank">Veja a propaganda muito bem bolada da campanha do IDBB.</a></p>
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		<title>Jornada Nacional de Lutas da Juventude promete movimentar o país</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 21:50:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="191" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/03/juventude-jornada-300x191.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Encontro aconteceu na cidade de São Paulo" /></p>E começou  o mês de março de 2013. Mais do que as chuva [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="191" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/03/juventude-jornada-300x191.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Encontro aconteceu na cidade de São Paulo" /></p><p>E começou  o mês de março de 2013. Mais do que as chuvas torrenciais do fim do verão, nesse período é bom ficar alerta à avalanche de atividades que a Jornada Nacional de Lutas da Juventude Brasileira irá realizar pelo país. Apesar da agenda não ser divulgada, por motivos óbvios, o início da série de atos e atividades está previsto para o final do mês.</p>
<div id="attachment_14405" style="width: 407px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14405       " alt="Encontro aconteceu na cidade de São Paulo" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/03/juventude-jornada.jpg" width="397" height="253" /><p class="wp-caption-text">Encontro aconteceu na cidade de São Paulo</p></div>
<p>Em encontro realizado no dia 23 de fevereiro, em São Paulo, mais de 200 pessoas, representando os mais diversos movimentos e ideias, uniram-se para criar uma agenda coletiva de lutas para março e abril. Além disso, foi elaborada uma carta com reinvindicações coletivas no âmbito do emprego, cultura, reforma política e democracia, direitos sociais e humanos e educação.</p>
<p>Participam do movimento e assinam a carta os seguintes movimentos: ABGLT, ANPG; APEOESP; Associação Cultural B; Centro de Estudos Barão de Itararé; CONAM, CONEM, Consulta Popular; ECOSURFI; Enegrecer; FEAB; Federação Paulista de Skate; Fora do Eixo; Juventude da CTB; Juventude da CUT; Juventude do PSB; Juventude do PT; Juventude Pátria Livre; Levante Popular da Juventude; Marcha Mundial das Mulheres; MST; Nação Hip Hop Brasil; Pastoral da Juventude, PJMP, REJU; REJUMA; UBES; UBM, UJS; UNE; UPES, Via Campesina.</p>
<p>Leia aqui a carta e, caso seja tocado pelos temas abordados, procure uma das organizações participantes.</p>
<p><em>com informações do Fora do Eixo, UJS e UNE</em></p>
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		<title>Jovens estão menos vulneráveis à violência, revela estudo</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2013/02/21/ivj-violencia-jovens-2013/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 19:05:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: Google)" /></p>O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Vi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: Google)" /></p><div id="attachment_14350" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-14350" alt="(Foto: Google)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">(Foto: focoemgeracoes.com.br)</p></div>
<p>O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Violência), apurado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou uma melhora nas taxas de violência sofrida por jovens de cidades de mais de 100 mil habitantes. Nesta edição, é feita uma comparação entre os anos de 2007 e 2010, para as 283 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes em 2010.</p>
<p>Foram considerados jovens de 12 a 29 anos de idade. O estudo trabalhou com os seguintes dados: homicídios e mortalidade no trânsito; pobreza, desigualdade socioeconômica; frequência dos jovens nas escolas; e o acesso ao mercado de trabalho.</p>
<p>“Consideramos que, nacionalmente, houve uma importante melhora do IVJ-Violência, possivelmente como resultado das políticas de maior proteção e inserção social dos jovens”, avalia Samira Bueno, secretária-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e responsável técnica pelo IVJ-Violência.</p>
<p>A cidade de Macaé, no Rio de Janeiro, foi a que mais reduziu sua vulnerabilidade à violência juvenil. Em 2007, a cidade era a sétima mais vulnerável e agora, ocupa a 185° colocação.</p>
<p>Apenas 13 cidades pioraram</p>
<p>A maior parte das cidades avaliadas reduziu sua vulnerabilidade à violência entre 2007 e 2010. Entre os 283 municípios avaliados, somente 13 se tornaram mais vulneráveis. São eles: Águas Lindas, Araucária, Porto Seguro, Bento Gonçalve, Paulo Afonso, Alvorada, Itapipoca, Parintins, Guarapuava, Abaetetuba, Nossa Senhora do Socorro, Araras e Pinhais.</p>
<p>A situação mais alarmante apontada pelo estudo foi a vivenciada pela cidade de Águas Lindas, em de Goiás (GO). O IVJ-Violência de Águas Lindas saltou de 0,237 para 0,363, perdendo 224 posições no ranking e se classificando como 38° cidade mais vulnerável à violência juvenil do Brasil.</p>
<p>Como entender os  números do estudo</p>
<p>O IVJ-Violência é medido em uma escala que varia de 0 (melhor resultado possível) a 1 (pior resultado possível) e classifica em primeiro lugar as cidades mais vulneráveis à violência. Funciona, portanto, como um “ranking inverso”, no qual a pontuação mais elevada representa maior vulnerabilidade do município. Ele foi desenvolvido a partir do Índice de Vulnerabilidade Juvenil, da Fundação Seade, de São Paulo, e incorpora em sua dimensão que mede homicídios e acidentes de trânsito a metodologia do Índice de Homicídios de Adolescentes, criada pelo Laboratório de Análise da Violência da UERJ.</p>
<p>Leia mais ou baixe o estudo completo no <a href="http://www2.forumseguranca.org.br/content/fbsp-lanç-o-ivj-violência" target="_blank">portal do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</a></p>
<p><em>Com informações do <a href="http://www2.forumseguranca.org.br/content/fbsp-lanç-o-ivj-violência" target="_blank">Fórum Brasileiro de Segurança Pública</a> e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/03/os-empregadores-mais-atraentes-segundo-jovens-profissionais/" target="_blank">Foco em Gerações</a></em></p>
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		<title>Governo oferece cursos de capacitação para tratar dependentes de crack</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2013/01/15/curso-gratuitocrack-saude-2013/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 17:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="200" height="198" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/drogas.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="drogas" /></p>  O crack é um problema de saúde pública. A saúde e o b [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="200" height="198" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/drogas.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="drogas" /></p><p style="text-align: center;"> <img class="size-full wp-image-6806 aligncenter" alt="drogas" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/drogas.jpg" width="200" height="198" /></p>
<p>O crack é um problema de saúde pública. A saúde e o bem-estar desses dependentes químicos e, consequentemente, de toda a sociedade é um grande desafio das instituições públicas e privadas do país. Por isso, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas está com inscrições abertas para dois cursos gratuitos sobre o tema, ambos no âmbito do programa “Crack, é possível vencer”.</p>
<p style="text-align: left;">O curso Supera (Sistema para detecção do uso abusivo e dependência de substâncias psicoativas: encaminhamento, intervenção breve, reinserção social e acompanhamento) oferece 10 mil vagas para profissionais da saúde e assistência Social.</p>
<p style="text-align: left;">Os interessados devem se inscrever até o dia 24 de fevereiro no site <a href="http://www.supera.senad.gov.br" target="_blank">www.supera.senad.gov.br</a>. As datas de início do curso serão divulgadas após o período de seleção dos alunos.</p>
<p style="text-align: left;">Os alunos que concluírem o curso receberão um certificado de extensão universitária registrado pela Pró-Reitoria de Extensão da UNIFESP, juntamente com um kit de instrumentos para detecção do uso de crack, álcool e outras drogas.</p>
<p style="text-align: left;">Em caso de dúvidas, entre em contato com o email do Supera: <a href="mailto:inscricao.supera5@supera.org.br">inscricao.supera5@supera.org.br</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Comunidades Teurapêuticas  </strong></p>
<p>Outra qualificação interessante oferecida pela SENAD é o curso Capacitação para Comunidades Terapêuticas – líderes, voluntários, profissionais e gestores de Comunidades Terapêuticas. São 10 mil vagas para pessoas de todas as regiões do Brasil.</p>
<p>Os interessados no curso será oferecido na modalidade de Educação a Distância (EaD) com carga horária de 120 (cento e vinte) horas.</p>
<p><strong>Atenção! As inscrição vão somente até o dia 20 de janeiro de 2012. Os interessados devem efetuar inscrição no link “inscrições” no <a href="http://www.capacitact.senad.gov.br/mod/page/view.php?id=53" target="_blank">site do programa CapacitaCT</a>.</strong></p>
<p style="text-align: left;">com informações do <a href="http://www.capacitact.senad.gov.br" target="_blank">CapacitaC</a>T e da <a href="http://www.supera.senad.gov.br" target="_blank">Supera</a></p>
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		<title>Artigo &#8220;Por dentro do resultado&#8221; da Vitae Civilis avalia Rio+20</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jul 2012 17:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="199" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/07/xadrez-300x199.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Imagem: David Hartman / Vitae Civilis)" /></p>Em análise preliminar, comparamos as conclusões relativ [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="199" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/07/xadrez-300x199.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Imagem: David Hartman / Vitae Civilis)" /></p><div id="attachment_13588" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/07/02/artigo-da-vitae-rio-20/xadrez/" rel="attachment wp-att-13588"><img class="size-medium wp-image-13588" title="xadrez" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/07/xadrez-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">(Imagem: David Hartman / Vitae Civilis)</p></div>
<p>Em análise preliminar, comparamos as conclusões relativas a economia verde e governança às reais necessidades discutidas nos últimos dois anos. O fracasso do segmento oficial contrasta com exitosa aproximação das diferentes agendas da sociedade civil nos espaços autônomos</p>
<p>Oficialmente, a Rio+20 terminaria no final da sexta-feira, 22 de junho. Mas, na metade da tarde, os funcionários da ONU informaram às ONGs que já havia iniciado o desmonte de toda a estrutura armada no Riocentro. Com o anúncio de que o documento não seria reaberto pelos chefes de Estado, no dia da abertura das sessões de alto nível, gradualmente a temperatura do Riocentro caiu – e não estamos falando da frente fria que trouxe chuva e céu cinza à Cidade Maravilhosa. Grandes e importantes delegações já deixavam o Rio. Até a equipe de limpeza sabia que a Rio+20 tinha acabado mais cedo.</p>
<p>Como a imprensa anunciou, o governo brasileiro fez uma avaliação extremamente positiva dos resultados alcançados. Até o secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, que inicialmente havia criticado o documento resultante do encontro, voltou atrás – e chamou uma coletiva de imprensa para anunciar sua mudança de opinião. Os países membros declararam, em discursos, que estavam frustrados com a falta de ambição do acordo, mas negaram-se a reabrir negociações.</p>
<p>Afinal, qual foi o resultado da Rio+20?</p>
<p>Não custa lembrar que a Rio+20 foi convocada justamente porque os compromissos da Rio-92 não foram plenamente cumpridos. Nos últimos 20 anos, tivemos sérios problemas de implementação, por falta das estruturas necessárias para tanto. Ora, o presente documento é carente justamente de meios de implementação. Tecnologia, recursos, nada é estabelecido, mas apenas mencionado como intenção.</p>
<p>No capitulo de economia verde, a redação reafirma diferentes abordagens, visões, modelos e ferramentas a serem considerados em cada país. Se, por um lado, isso evita um modelo engessado, a subsequente falta de decisões práticas abre espaço para que qualquer coisa seja classificada como economia verde, reforçando a pérfida prática de greenwashing.</p>
<p>Na parte de arranjos institucionais para o desenvolvimento sustentável – a chamada governança – o destaque da Rio+20 foi a decisão de se criar um fórum político de alto nível. A demanda da sociedade era por uma reforma da ONU que elevasse o status da questão ambiental dentro do sistema. A criação desse fórum apenas chuta a bola para a frente, porque não há garantia de que ele funcionará melhor que a instância que se destina a suceder: a Comissão de Desenvolvimento Sustentável. A substituição é o reconhecimento implícito de que a comissão não vem funcionando de forma eficaz.</p>
<p>Foi reiterado o papel do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da ONU (ECOSOC), quando o desejável seria superar a concepção de que o desenvolvimento se expressa somente em termos socioeconômicos. A reforma ou a extinção do ECOSOC teria representado a atualização da ONU ao paradigma do desenvolvimento sustentável e à visão integrada de suas dimensões no século XXI.</p>
<p>Foram tímidos os avanços de governança. O pilar social só reafirmou o papel do ECOSOC. No pilar ambiental, manteve-se a questão no âmbito do PNUMA, que agora tem maior participação e uma promessa de mais recursos, mas sem o upgrade real que se almejava, no formato de uma agência ou de uma organização mundial. No pilar financeiro, nenhum número. Neste último quesito, a boa notícia é que a ONU sai fortalecida, uma vez que algumas decisões financeiras poderão passar para a Assembleia Geral, quebrando o monopólio do G20. A proposta é que, até 2014, a Assembleia analise opções para uma estratégia global de financiamento do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Para quem olha o processo do ponto de vista das duas semanas de Riocentro, pode-se falar em sucesso. Para quem lembra que a discussão levou dois anos durante os quais os negociadores podiam consultar cientistas, técnicos e todo o corpo de especialistas da própria ONU, detentora de um banco de dados notável, fica difícil aceitar que uma mera declaração de intenções possa ser considerada um sucesso. Sair daqui sem nem mesmo um acordo sobre quais são as metas de desenvolvimento sustentável está aquém das mais pessimistas expectativas!</p>
<p><strong>Trajetória</strong></p>
<p>A falta de ambição caracterizou a Rio+20 desde que começaram suas negociações, em maio de 2010. A preparação já nasceu limitada por resistência dos mesmos países que, durante esse período e ao longo da conferência, trabalharam para limitar o alcance e o escopo de seus resultados, em uma clara defesa do status quo econômico e político. A limitação no número de dias de preparação é apenas um exemplo desse movimento. A parte processual da Rio+20, portanto, foi uma grande decepção para todos que dela participaram.</p>
<p>Chegamos na noite de 15 de junho com apenas um terço do documento oficial acordado. Miraculosamente, em apenas duas noites, os outros dois terços foram equacionados. Não queremos duvidar da capacidade da diplomacia brasileira – é certo que foi extremamente hábil e, por isso, justamente reconhecida por todas as delegações. Mas equacionar em dois dias o que não foi possível resolver em dois anos não deixa de ser indicativo de que o foco do trabalho foi muito mais a eficiência que a eficácia. O objetivo da Rio+20 deixou de ser uma nova visão compatível com o desenvolvimento sustentável, para se tornar uma corrida contra o relógio em direção ao acordo.</p>
<p>Ao contrário da Rio-92, a Rio+20 entrará para a História como a conferência da covardia. Se há 20 anos tínhamos um secretario carismático e pessoalmente engajado com a busca do avanço, agora tivemos um burocrata. Isso faz toda diferença. E se faltou liderança dentro da ONU, sobrou pragmatismo por parte dos diplomatas brasileiros, que habilmente incluíram e retiraram pleitos, de acordo com o interesse de cada país. Como os pontos de maior polêmica eram justamente os práticos – financiamento, metas, transferência de tecnologia – eles foram pragmaticamente eliminados. Essa é a comprovação do abismo que existe entre os anseios da sociedade e a agenda política. Foi a exposição crua da falta de visão de futuro e de compromisso com o bem da humanidade.</p>
<p>Para a sociedade civil, no entanto, a Rio+20 foi um encontro histórico, que promoveu a convergência dos diversos braços de luta ambiental e social: índios, mulheres, trabalhadores, ambientalistas, juventude. A troca de experiências e sinergia nas ações também indica que a agenda pós 2012 deve ser mais combativa.</p>
<p>“O Futuro que Queremos” está longe de fazer jus ao nome que carrega. Mas a união da sociedade civil está à sua altura. Esperamos que governantes e burocratas unam-se a nós e que juntos consigamos ir além do que a Rio+20 nos legou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://vitaecivilis.org/vc2012/index.php/pt-BR/midia/noticias/297-por-dentro-do-resultado" target="_blank">Vitae Civilis</a></p>
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		<title>Diálogos Globais trata questões da Cúpula dos Povos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 20:44:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="206" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/04/tijolos2-480x330-300x206.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Fonte: Cúpula dos Povos" /></p>A chuva pode ter esfriado a mobilização de outro evento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="206" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/04/tijolos2-480x330-300x206.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Fonte: Cúpula dos Povos" /></p><div id="attachment_13379" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/04/25/dialogos-globais-cupula-dos-povos/tijolos2-480x330/" rel="attachment wp-att-13379"><img class="size-medium wp-image-13379" title="tijolos2-480x330" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/04/tijolos2-480x330-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Cúpula dos Povos</p></div>
<p>A chuva pode ter esfriado a mobilização de outro evento no domingo, dia 22, no Rio de Janeiro, mas não desencorajou os ambientalistas do Dialógos Globais. Na reunião, participantes dialogaram sobre as pautas da Cúpula dos Povos, evento que acontecerá de 15 a 23 de junho, no Aterro do Flamengo, paralelo à Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>O encontro, que ocorreu no Museu de Arte Moderna (MAM), teve rodas de debates sobre as questões ambientais que serão abordadas daqui a dois meses e celebrado o Dia da Terra.</p>
<p>Em entrevista ao jornal O Globo, Augusto Gutierrez, membro do Grupo de Trabalho do Rio de Janeiro de mobilização para a Cúpula dos Povos e coordenador do movimento Diálogos Globais, frisou a importância de um diálogo global e simultâneo com as mesmas pautas.</p>
<p>— Queremos discutir soluções para o planeta. Nosso objetivo é trazer para rua conversas sobre o futuro que queremos juntos. A intenção não é preparar um documento para os chefes de estado que virão para a Rio+20. Acreditamos na multiplicação das práticas sustentáveis e no papel de cada indivíduo nessa mudança, revelou.</p>
<p><strong>Cúpula dos Povos</strong></p>
<p>A expectativa da organização é de que a Cúpula dos Povos reúna cerca de 30 mil pessoas por dia. Trata-se de uma oportunidade rara de dialogar com outras organizações e indivíduos sobre justiça social e ambiental, contra a mercantilização da vida e em defesa dos bens comuns.</p>
<p>Como participar da Cúpula dos Povos?</p>
<p>O prazo de inscrições para as atividades e para imprensa durante a Cúpula dos Povos vai até 5 de maio. É preciso detalhar ao máximo as atividades propostas para que a organização possa garantir a fluidez e logistíca necessária ao espaço e a ação.</p>
<p>As inscrições individuais &#8211; para pessoas que desejam participar do evento &#8211; ainda não foram disponibilizadas. Os interessados nesse tipo de participação devem ficar atentos aos <a href="cupuladospovos.org.br" target="_blank">site do evento</a> e as notícias veículadas na imprensa e nas redes.</p>
<p>com informações do <a href="http://oglobo.globo.com/rio20/ambientalistas-debatem-rio20-na-comemoracao-do-dia-da-terra-4709924" target="_blank">O Globo</a> e da <a href="cupuladospovos.org.br" target="_blank">Cúpula dos Povos</a></p>
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		<title>Acre precisa de voluntários e doações</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2012/02/23/voluntariado-acre-alagamentos/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 15:21:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="260" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/flash_ac_saudeabrigos.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Desabrigados recebem kit de higiene pessoal (Foto: Governo do Estado)" /></p>Enquanto grande parte dos brasileiros pulava carnaval,  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="260" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/flash_ac_saudeabrigos.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Desabrigados recebem kit de higiene pessoal (Foto: Governo do Estado)" /></p><p><a href="http://infojovem.org.br/2012/02/23/voluntariado-acre-alagamentos/flash_ac_saudeabrigos/" rel="attachment wp-att-13079"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-13079" title="flash_ac_saudeabrigos" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/flash_ac_saudeabrigos-150x150.jpg" alt="Desabrigados recebem kit de higiene pessoal (Foto: Governo do Estado)" width="150" height="150" /></a><br />
Enquanto grande parte dos brasileiros pulava carnaval, muitas famílias do Acre perdiam suas casas. O estado foi vítima de grandes alagamentos desde o dia 13 de fevereiro. Só na Capital Rio Branco  mais de três mil famílias estão desabrigadas.</p>
<p>O programa Acre Solidário &#8211; Governo do Estado do Acre – está reunindo forças de diversos órgãos governamentais, empresas e cidadãos para ajudar as vítimas. Agora – no fervor das tragédias causadas pelos alagamentos &#8211; é uma ótima hora para colaborar com um mundo melhor!</p>
<p><strong>Como ser voluntário?</strong></p>
<p>É preciso ter alguma disponibilidade de tempo e muita responsabilidade para não atrapalhar os trabalhos de ajuda humanitária. Os interessados devem se apresentar na administração de um dos espaços de acolhimento dos desabrigados: Sebrae, Ginásio Coberto, Sest/Senat ou no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco, em Rio Branco, Acre.</p>
<p><strong>Como fazer doações?</strong></p>
<p>Por enquanto, os abrigos estão precisando de fraldas, leite em pó, massa de mingau e roupas. Posteriormente, quando as famílias retornarem as suas casas próprias ou cedidas, as vítimas das enchentes precisarão de material de limpeza e cestas básicas.</p>
<p>Os postos de recebimento são: Supermercados Araújo (Bosque, Tangará, Aviário, 2º Distrito), Via Verde Shopping, Polícia Militar, Uninorte, OCA, Fieac, Palácio das Secretarias, Catedral Nossa Senhora de Nazaré, Igreja Internacional da Graça, Igreja Batista do Bosque, Sebrae, Acisa, Conselho Regional de Administração e Loja Gratia.</p>
<p><strong>Doações em dinheiro<br />
</strong><br />
Devem ser feitas somente para a conta do Acre Solidário. Uma parceria entre Banco do Brasil, Governo do Estado e Prefeitura da Cidade de Rio Branco garante que todos os depósitos beneficiarão as vítimas de todo o estado.</p>
<p>Os dados bancários do Acre Solidário são:<br />
Agência: 0071-X<br />
Conta corrente: 100.000-4<br />
CNPJ: 14.346.589/0001-99</p>
<p><em>com informações do <a href="http://www.ac.gov.br" target="_blank">Governo Estadual do Acre</a></em></p>
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		<title>Empregos e o problema do desemprego entre jovens</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:24:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Rio+20]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="290" height="190" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/carteira-de-trabalho.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="carteira de trabalho" /></p>Um dos principais problemas a serem tratados na Rio+20  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="290" height="190" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/carteira-de-trabalho.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="carteira de trabalho" /></p><p><a href="http://infojovem.org.br/2012/02/02/desemprego-entre-jovens/carteira-de-trabalho-3/" rel="attachment wp-att-12956"><img class="aligncenter size-full wp-image-12956" title="carteira de trabalho" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/carteira-de-trabalho.jpg" alt="carteira de trabalho" width="290" height="190" /></a><br />
Um dos principais problemas a serem tratados na Rio+20 é o de empregos. Conforme os países-membros iniciam suas negociações das primeiras duas seções do Esboço Zero, o <em>Major Group of Children and Youth</em> pede encarecidamente que não se esqueçam da crescente crise de desemprego entre os jovens.</p>
<p><strong>Por Que os Jovens?</strong></p>
<p>O desemprego entre os jovens é significativamente diferente do desemprego entre adultos tanto em sua causa como em sua solução. Estima-se que em 2010, 75.1 milhões de jovens no mundo tiveram dificuldades para encontrar trabalho, e é três vezes mais provável que um jovem fique desempregado que um adulto. Lidar com o desemprego e o subemprego assegurando trabalhos decentes contribuirá diretamente com a promoção do crescimento ambientalmente sustentável e com a erradicação da pobreza. Portanto, o crescimento no número de jovens e as condições do mercado de trabalho serão fatores cruciais na avaliação das políticas de desenvolvimento sustentável, principalmente as criadas para expandir as ofertas de trabalhos verdes.</p>
<p>Uma participação significativa dos jovens é fundamental para a criação de novos programas e ampliar os já existentes que são eficientes e funcionam em benefícios dos próprios jovens. A juventude precisa estar envolvida na condição de parceiros sólidos em todas as etapas do planejamento de políticas e programas.</p>
<p><strong>Lidando com Desemprego entre Jovens – Erguendo os jovens em uma economia em queda</strong></p>
<p>Os quadros de programas e políticas de criação de emprego devem mitigar o impacto desproporcionalmente alto das crises econômicas globais sobre os jovens. Uma análise de longo prazo demonstrou que parte do problema é de “transição”, no qual os jovens precisam tempo para acumular a experiência e as habilidades necessárias para encontrarem empregos. Entretanto, os programas de políticas – como isenções fiscais para quem contratar jovens, programas de treinamento vocacional, suporte financeiros para jovens empreendedores e micro-financiamento – podem aumentar consideravelmente a participação dos jovens na economia como um todo. São necessárias parcerias entre o setor privado, os governos e organizações da sociedade civil para melhorar o <em>targeting</em> de jovens trabalhadores e um lançamento eficaz de programas de formação de capacidade. Para promover o crescimento das ofertas de trabalho, os governos e a comunidade internacional também devem implantar ações financeiras e macroeconômicas, incluindo reestruturação de débitos e bancos, e eliminar regulamentos discriminatórios. Os quadros de programas precisam enfatizar a necessidade de informações adequadas sobre o mercado de trabalho, o monitoramento de políticas e a avaliação do programa para ajudar a obter empregos melhores para os jovens.</p>
<p><strong>Algumas recomendações iniciais:</strong></p>
<p>1. Inclusão da <em>Youth Guarantee</em> (Garantia da Juventude) nos esquemas de proteção social, incluindo a iniciativa patrocinada pelas Nações Unidas, a <em>Social Protection Floor Initiative</em> (“Iniciativa de Piso de Proteção Social”):</p>
<p>A <em>Youth Guarantee</em> irá assegurar que a inatividade do mercado de trabalho entre jovens não exceda um período de quatro meses. Essa medida ajudará os jovens a se manterem em contato com o Mercado de trabalho e permitir que continuem atualizando suas capacidades e competências, além de contribuir para sua empregabilidade. A <em>Youth Guarantee</em> oferecerá uma abordagem feita sob medida para ajudar os jovens a lidar com as falhas estruturais do mercado de trabalho que com o tempo cultivará a confiabilidade e a autoconfiança, e aumentará a probabilidade de fortalecer os laços com o mercado de trabalho e a taxa de participação no futuro. Isso precisa se tornar a característica padrão em esquemas de proteção social, principalmente estes que são elaborados com a ajuda das Nações Unidas.</p>
<p>2. A criação do Fundo Mundial para a Educação:</p>
<p>Em muitos países, a globalização e as mudanças tecnológicas criaram demandas urgentes para novas formas de desenvolvimento de capacidades para satisfazer necessidades econômicas e sociais. A promoção da educação para o desenvolvimento sustentável e o estabelecimento de instituições de treinamento, programas vocacionais para o desenvolvimento profissional e o reconhecimento da educação não formal são cruciais.</p>
<p>O Fundo Mundial para a Educação precisa ser coadministrado por doadores, países recebedores, organizações não governamentais e organizações intergovernamentais experientes, como a UNESCO. O fundo deve incluir um secretariado independente com propriedade efetiva sobre iniciativas mundiais de educação e a capacidade de gerenciar seu próprio financiamento.</p>
<p>3. Registrar e levar em consideração os impactos de políticas trabalhistas e macroeconômicas sobre os jovens</p>
<p>A promoção de setores que requeiram muita mão de obra, como os trabalhos verdes, é essencial para criar oportunidades para os jovens, em particular em economias em transição. Apesar disso, os governos não podem consertar o que não podem medir. Uma colaboração patrocinada pelas Nações Unidas entre o ILO YEN, a UNEP e outras agências relevantes deve monitorar sistematicamente o quanto os jovens estão se beneficiando com esses programas e prover assistência a agências nacionais de estatísticas trabalhistas no acompanhamento desses dados.</p>
<p>4. Aumentar a Participação dos Jovens</p>
<p>A adoção de uma convenção global ou de várias convenções regionais baseadas no princípio 10 da Declaração do Rio. Um instrumento como esse deve servir como ferramenta para garantir o direito à participação e melhorar as práticas existentes de participação. Portanto, um mecanismo de compromisso e cumprimento é crucial e pode ser potencialmente modelado segundo o mecanismo de compromisso e cumprimento da Convenção de Aarhus.</p>
<p>É necessário incluir a sociedade civil e representantes da juventude em <em>bureaus</em> e diretorias de organismos relevantes para o desenvolvimento da juventude, independente da natureza do processo político ou do instrumento de implantação. Para isso pode-se buscar inspiração em diferentes modelos já existentes, como o A Diretoria de Coordenação de Programas da UNAIDS ou o Conselho da Reunião Comum da Europa sobre a Juventude. No caso de um Conselho para o Desenvolvimento Sustentável ser criado, uma forte presença dos jovens na governança do Conselho deve ser um dos critérios que guiem sua criação.</p>
<p>O apoio dos jovens e suas organizações para participar do processo decisório, muito embora o reconhecimento dessa participação seja maior que o simples acesso e requeira participantes empoderados. É indispensável que seja concedida autoridade explícita e recursos adequados à DESA para empoderar os jovens de modo que possam participar do processo decisório.</p>
<p>A inclusão de fato de representantes da juventude nos Conselhos Nacionais de Desenvolvimento Sustentável (os NSDCs). Os jovens são um dos Setores da Sociedade Civil da Agenda 21 que são facilmente esquecidos na composição dos NSDCs. Nos conselhos onde são incluídos os jovens, sua participação muita vezes limita-se ao papel de observadores. Portanto, uma representação balanceada dos interesses da Agenda 21 é crucial na reformulação dos NSDCs. Nos casos em que esse conselho já esteja estabelecido, eles devem ser fortalecidos e receber os recursos adequados, a força política e o apoio político por meio de troca de melhores práticas.</p>
<p>5. A melhoria da representação dos jovens e das futuras gerações<br />
Além disso, pedimos também pela criação de um Departamento independente do Alto Comissariado das Nações Unidas para Futuras Gerações. O Alto Comissário teria um papel de definição de agenda e de conselheiro no que tange a coerência e os impactos ambientais e sociais de longo prazo das agências, políticas, programas e outros tratados multilaterais das Nações Unidas. Trabalharia em estreita cooperação com a sociedade civil. Esse departamento também daria suporte à capacidade dos países em desenvolvimento estabelecerem mecanismos eficazes de responsabilização intergeracional.</p>
<p>Deve-se notar que o presente artigo baseia-se na contribuição do <em>Major Group</em> of Children and Youth da UNCSD com sugestões para o Painel de Sustentabilidade Global sobre o desemprego entre os jovens e a participação dos jovens. Logo teremos mais sobre trabalhos… por isso continue lendo!</p>
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<p>Fonte: Rio+20</p>
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