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	<title>InfoJovem &#187; jovem</title>
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		<title>Daniel Senise fala sobre sua experiência de expor na Maré</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Aug 2013 17:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS3-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="DS3" /></p>O evento TRAVESSIAS 2 – Arte Contemporânea na Maré, pro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS3-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="DS3" /></p><p>O evento <a href="http://2013.travessias.org.br" target="_blank"><i>TRAVESSIAS 2 – Arte Contemporânea na Maré</i></a>, promovido pelo Observatório de Favelas da Maré – com curadoria de Felipe Scovino e Raul Mourão, reuniu no Galpão Bela Maré produções inéditas de renomados artistas visuais para uma grande troca de experiências estéticas, articulando um produtivo diálogo entre artistas consagrados e artistas locais. Um dos artistas convidados para o Travessias era Daniel Senise, que desenvolveu a obra “Parede com cinco buracos” especialmente para a exposição. Abaixo seguem algumas percepções do artista sobre a experiência de expor na Maré:</p>
<p><strong>IE: Como surgiu o convite para a segunda edição do Travessias?</strong></p>
<p><strong>DANIEL:</strong> O Travessias é um projeto que começou a ser feito na comunidade da Maré, no Galpão Bela Maré, ministrado pelo Jailson de Souza. Este ano, na segunda edição, os curadores eram o Felipe Scovino e o Raul Mourão&#8230; Pra mim foi muito bom, porque sempre quis fazer um trabalho social, mas não sabia por onde começar, e esta foi uma grande oportunidade. O trabalho foi incrível.</p>
<div id="attachment_14879" style="width: 342px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14879   " alt="DS3" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS3.jpg" width="332" height="221" /><p class="wp-caption-text">(Foto: oesquema.com.br)</p></div>
<p><b>IE:</b> Você fez um trabalho especial para esta exposição?</p>
<p><strong>DANIEL: </strong>Fiz, foi um <i>site especific*</i>&#8230; a decisão não foi imediata. Aconteceu depois de algumas visitas ao Galpão, e conversas com o Raul. A <i>Parede com cinco buracos</i> é bem diferente da minha atual produção. Era uma parede, na entrada da exposição, com cinco pequenos buracos. No primeiro buraco você via um museu de Paris, no segundo o MoMa de Nova Iorque, no terceiro era o National Gallery, de Londres, o quarto era o MAM, do Rio de Janeiro, e o último era o próprio espaço do Galpão Bela Maré.</p>
<p>Acho difícil este trabalho ser exposto em outro lugar, pois em qualquer outro lugar ele muda seu significado, por isso é um <i>site specific</i>&#8230; e sobre tudo para aquele lugar, não só pelo museu, mas para aquela comunidade, por uma questão de acesso ao circuito cultural.</p>
<p>Tive que justificar pra mim mesmo que este é um trabalho meu, porque é muito diferente do que eu faço. Foi um grande esforço coletivo em dois meses, foi tudo feito aqui no ateliê, as maquetes&#8230; Íamos descobrindo as coisas enquanto produzíamos. Terceirizei algumas coisas também.</p>
<div id="attachment_14878" style="width: 346px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14878   " alt="(Foto: oesquema.com.br)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS2.jpg" width="336" height="225" /><p class="wp-caption-text">(Foto: oesquema.com.br)</p></div>
<p><strong>IE: Este quinto buraco do trabalho, tem a real intenção de mostrar que o Galpão Bela Maré é um polo de arte tanto quanto os outros mostrados nos outros buracos?</strong></p>
<p><strong>DANIEL :</strong> É um lugar de arte. Não tão sofisticado como os outros, talvez. O meu desejo é fazer o trabalho em que as leituras que venham dele sejam da autoria do observador obviamente induzido por mim, e que o trabalho tenha uma visão positiva do lugar, onde você pode ver os museus do mundo e ver o lugar que está incluído nesta série. O outro desejo é que seja algo informativo, mas antes disso tudo é que seja algo sofisticado, (há alguns trabalhos contemporâneos incríveis, mas que só funcionam por enquanto em um MoMa, enfim&#8230;) Queria que as pessoas ficassem surpresas, que achassem bonito, que questionassem como era feito, por sua complexidade de produção&#8230; compreendendo que houve um grande esforço para ser apresentado ali.</p>
<p><strong>IE: Como foi o <i>feedback</i> da comunidade a este trabalho? Você percebe que as questões dialogadas na exposição foram compartilhadas e percebidas pelos moradores locais?</strong></p>
<p><strong>DANIEL:</strong> Este trabalho obteve uma resposta muito intensa, e terá desdobramentos, que era o que eu queria. Um deles, o mais importante, é que haverá um projeto de aulas de desenho de observação, ministradas por mim, para crianças da comunidade.</p>
<p>Quanto ao real feedback da comunidade, eu não sei, pois não sei com o quanto da comunidade eu falei. Para chegar em uma comunidade dessas, que está oprimida pelo tráfico, que não tem liberdade de pensamento, e chega alguém da zona sul, com uma “cultura sem fronteiras”, às vezes tem uma resistência a ser enfrentada, pois esse lugar tem sua cultura local&#8230; na música, na moda, no grafite&#8230; Então os dois lados tem que saber como se comunicar. Esse trabalho do Galpão, do Jailson, do Raul Mourão, da Luísa Mello, tem a intenção de integrar esses grupos urbanos que estão separados por essa questão social em que vivemos. Então chegar lá com a melhor das intenções pode dar pouco resultado. Na inauguração tinha muita gente da zona sul. O quanto que isso repercute na comunidade local eu não sei, depende da organização. É complicado, mas é um começo.</p>
<p>Como essas informações são digeridas depois, é algo que está além da nossa capacidade. Cada um tem sua maneira, tem seu sistema e pensamentos, mas temos que pensar em quais outros produtos podemos oferecer para essas pessoas.</p>
<div id="attachment_14880" style="width: 249px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14880 " alt="(Foto: casa.com.br)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS6.jpg" width="239" height="360" /><p class="wp-caption-text">(Foto: casa.com.br)</p></div>
<p><strong>IE: Você pretende desdobrar mais trabalhos para a comunidade da Maré, ou para outras comunidades?</strong></p>
<p><strong>DANIEL:</strong> Há dois anos atrás dei um curso de história da arte na Biblioteca de Manguinhos, para a comunidade de Manguinhos. O público foi diminuindo ao longo das aulas, e foi sendo substituído por algumas pessoas da zona sul. Quando pensei em dar o curso novamente, me senti incomodando com aquilo, por saber que a comunidade mesmo não comparecia, mas sabia que, em primeiro lugar, eu não era um professor com uma didática incrível e não tinha a menor prática de sala de aula, embora fosse a intenção bem pragmática, de situar minimamente o que é a história da arte.</p>
<p>Recentemente estive em Xerém, em uma ONG que trás as crianças da comunidade, que estão no ensino fundamental, para ter aulas de arte. Os professores são voluntários, e estão lá para ter uma troca de conhecimento. Tive uma breve experiência com uma das crianças que estava desenhando, e conversando com ela sobre o seu desenho, percebi na prática daquele contexto o que já sabia na teoria, que o desenho é um grande instrumento para trazer a pessoa para o pensamento, para sua realidade em volta e se expressar sobre ela. Como a troca aconteceu de forma fácil, pois tenho o domínio da técnica do desenho, e eles ainda não tem uma resistência tão forte em relação ao mundo externo a comunidade, pensei dar aula para essa galera.</p>
<p><em>* Site especif </em>é uma expressão das artes plásticas que  denomina uma obra elaborada e construída para um espaço, tempo, contexto e público específico.</p>
<p><em>por Aline Dantas, Instituto Empreender Cultura</em></p>
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		<title>SP: Curso gratuito de iluminação cênica</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2013/08/01/curso-iluminacao-cenica-2013-grati/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 17:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luz, câmera e ação! O Ministério da Cultura promove o C [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div title="Page 3">
<p>Luz, câmera e ação! O Ministério da Cultura promove o Curso GRATUITO de Iluminação Cênica em São Paulo. Os interessados devem enviar currículo e carta de interesse – até o dia 05 de agosto – para o email: <a href="mailto:oficinadeiluminacaocenica@gmail.com">oficinadeiluminacaocenica@gmail.com</a></p>
<p>Atenção! Além de muita vontade, os interessados devem ter de 18 a 25 anos e renda de 01 a 04 salários mínimos.</p>
<p>O mercado da cultura e do entretenimento é uma área importante da economia contemporânea. Atualmente, shows, peças teatrais e festas necessitam de serviços específicos como, por exemplo, a iluminação cênica.</p>
<p>É nessa lacuna que entra o curso de Iluminação com o Light Designer André Lemes. A iniciativa visa agregar aspectos técnicos e artísticos, proporcionando aos alunos autonomia e o empreendedorismo neste novo mercado de trabalho, seja como funcionários contratados ou como empreendedores individuais.</p>
<p>Mais detalhes:</p>
<p>Onde: Teatro Commune &#8211; Rua da Consolação, 1218 – Consolação – São Paulo (SP)<br />
Quando: de 12/08 a 09/12 &#8211; segundas-feiras, das 19:00 às 22:00<br />
Carga horaria de 90 hs/aula (Teórico e prático)</p>
</div>
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		<title>Jornada Mundial da Juventude invade o Rio</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2013/07/19/inicio-jmj-2013-rio-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2013 20:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/kit_peregrino_05072013172825-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Jovens usando o Kit Pelegrino (Fonte: JMJ 2013/Divulgação)" /></p>Falta pouco para a começar a Jornada Mundial da Juventu [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/kit_peregrino_05072013172825-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Jovens usando o Kit Pelegrino (Fonte: JMJ 2013/Divulgação)" /></p><div id="attachment_14852" style="width: 330px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-14852" alt="Jovens usando o Kit Pelegrino (Fonte: JMJ 2013/Divulgação)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/kit_peregrino_05072013172825.jpg" width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">Jovens usando o Kit Pelegrino (Fonte: JMJ 2013/Divulgação)</p></div>
<p>Falta pouco para a começar a Jornada Mundial da Juventude! O evento global dos jovens católicos acontecerá de 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro. Entretanto, a cidade já está no clima da JMJ 2013!</p>
<p>É muito fácil esbarrar com os pelegrinos católicos pelas ruas do centro e da zona sul carioca. Com suas mochilas da jornada, Jovens de vários países aproveitam o período anterior ao encontro para conhecer a cidade brasileira.</p>
<p>O vai-e-vem de grupos de jovens pelegrinos não é a única mudança no cotidiano da cidade. As ruas fazem menções à JMJ 2013 e à visita de pelegrinos. E as igrejas estão fazendo celebrações especiais.</p>
<p><strong>O que muda para os não cristãos?</strong></p>
<p>A JMJ 2013 vai trazer milhões de jovens ao Rio de Janeiro. A expectativa da organização é que o evento reúna mais de um milhão de jovens. Em sua primeira viagem internacional, o Papa Francisco vai ter uma agenda intensa com programas como: visita a favelas cariocas, a Nossa Senhora de Fátima e a celebração de missas.</p>
<p>Em virtude das atividades que terão grande mobilização de parte da sociedade e, principalmente, pela vinda do Papa, foi decretado feriado na cidade do Rio de Janeiro nos dias 24 e 25 de julho. Nos dias 23 e 26 de julho, o serviço público carioca terá seu expediente reduzido parcialmente.</p>
<p>Por infojovem</p>
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		<title>Observatório Participativo da Juventude está no ar!</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2013/07/18/participatorio-da-juventude-governo/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 21:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/rede-social-participatorio-quer-estimular-producao-de-conteudo-sobre-para-e-pela-juventude-1374058707949_300x300-1.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="rede-social-participatorio-quer-estimular-producao-de-conteudo-sobre-para-e-pela-juventude-1374058707949_300x300-1" /></p>SAIU! Depois de alguns meses de articulação e construçã [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/rede-social-participatorio-quer-estimular-producao-de-conteudo-sobre-para-e-pela-juventude-1374058707949_300x300-1.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="rede-social-participatorio-quer-estimular-producao-de-conteudo-sobre-para-e-pela-juventude-1374058707949_300x300-1" /></p><p style="text-align: center">
<img class="aligncenter  wp-image-14848" alt="Captura de Tela 2013-07-18 às 18.18.21" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Captura-de-Tela-2013-07-18-às-18.18.21.png" width="598" height="350" /></p>
<p>SAIU! Depois de alguns meses de articulação e construção coletiva junto a sociedade civil, na última quarta-feira, o governo federal colocou na rede a versão beta do Observatório Participativo da Juventude, também chamado de Participatório, um novo canal de diálogo direto com a juventude.</p>
<p>Em sintonia com o papel das redes sociais na sociedade, o Governo Federal criou essa plataforma virtual de participação social para que as manifestações virtuais dos jovens possam se transformar em colaboração efetiva e real nos rumos das políticas públicas em curso no país. Trata-se de um esforço de produção coletiva de conhecimento sobre a juventude e as políticas públicas com participação e mobilização social.</p>
<p><strong>ACESSE!</strong></p>
<p>Por meio do endereço <a href="http://participatorio.juventude.gov.br" target="_blank">participatorio.juventude.gov.br</a>, os usuários poderão participar de debates e discutir políticas e programas voltados ao público jovem. Os usuários poderão criar um cadastro ou usar seus perfis em outras redes sociais para se conectar. Os primeiros debates serão sobre: reforma política, enfrentamento da violência contra a juventude negra e direito à cidade e ao território.</p>
<p><strong>Versão beta?</strong></p>
<div>
<p>Essa primeira versão do Participatório ainda está em construção. É uma plataforma em teste que pode (e deve!) ser construída de forma colaborativa pelos usuários. A versão beta ainda não possui todas as funcionalidades previstas pelo grupo que, desde de 2010, constrói  junto com a SNJ uma resposta às demandas da 2ª Conferência Nacional de Juventude por mais e melhores informações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>com informações da Secretária Nacional de Juventude (SNJ) e Blog do Planalto</em></p>
</div>
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		<title>&#8220;Protagonize sua entrevista!&#8221; por Felippe Cronemberger</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 20:10:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="292" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/vagas-de-emprego1.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="vagas-de-emprego1" /></p>O atual cenário de incertezas só faz com que as empresa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="292" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/vagas-de-emprego1.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="vagas-de-emprego1" /></p><p>O atual cenário de incertezas só faz com que as empresas se tornem mais cautelosas na hora de contratar. Contratar errado gera custos e prejudica o desempenho da empresa. Diante desse cenário tão imprevisível, o que um jovem deve fazer para aumentar as suas chances de ser considerado?</p>
<p>As respostas são muitas, claro. Estou longe de ser o autor da fórmula mágica, se é que ela existe. Entre certezas e dúvidas, uma coisa é bastante flagrante: projetar-se para o mercado se assemelha em vários aspectos a um processo de vendas. É importante ressaltar suas qualidades individuais e suas competências para a realização das tarefas exigidas pelo cargo desejado. Isso tudo parece teoria bem aplicada quando se é um profissional experiente, que enfrenta o não tão grande desafio de filtrar o tanto que se tem no currículo para se direcionar para uma vaga específica. O que dizer dos milhões de jovens que caem no mercado sem muita experiência e buscam um lugar ao sol?</p>
<p>“Comprar” um candidato jovem e inexperiente na verdade é um grande investimento, se esta compra for bem executada. Você, jovem, não deve hesitar em se vender por um valor acima do que você vale. Não existe mentira nisso, se sua auto-estima vier acompanhada de um forte discurso de valor, focado em suas qualidades e em seu potencial. Nas oportunidades que tive de acompanhar jovens em feiras de contratação em universidades, é perceptível a tensão no ambiente. Existe um desconforto tanto de recrutadores, que desejam atrair os melhores, como dos jovens, que querem causar a melhor impressão possível, ou aparentar estar entre os melhores. No meio deste desespero entre oferta e demanda, uma boa comunicação é a maior aliada.</p>
<p>Primeiro de tudo, torne-se atraente como talento nos detalhes mais básicos. Não há vergonha nenhuma em ter um currículo curto se houver substância. O importante é ter uma boa história sobre você, que explique os motivos que o levaram até onde você está hoje e por que você merece a chance de falar sobre você. Para chegar à entrevista, seu currículo deve trazer algo de interessante sobre você, óbvio o suficiente para que o RH de qualquer empresa consiga fazer correlações entre seu perfil e o que é esperado para a função. É necessário ajudar o selecionador a visualizar você realizando o trabalho que eles vislumbram para você com maestria. Para isso ficar definitivamente claro, não hesite em colocar estágios, trabalhos voluntários, hobbies e tudo que componha sua história. Mais do que fatos sobre você, eles são panos de fundo da história em que você é o protagonista.</p>
<p>Portanto, comporte-se como protagonista da sua vida e brilhe em sua entrevista. Isso está longe de ser uma garantia de contratação, mas o fará ser lembrado para múltiplas oportunidades que surgirão no futuro. Na pior das hipóteses, você deixará marcas como um jovem digno de ser considerado para toda e qualquer oportunidade.</p>
<p><strong>Prepare o currículo, o discurso e rumo ao futuro!</strong></p>
<p><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/09/Felipe__Cronemberger11-150x150.jpg"><img class=" wp-image-15013 alignleft" alt="Felipe__Cronemberger11-150x150" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/09/Felipe__Cronemberger11-150x150.jpg" width="135" height="135" /></a>* Felippe Cronemberger é bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Mestre em Administração de Empresas pela University at Albany em Nova Iorque. Atuou em diversos projetos nos EUA além de ter acompanhado o recrutamento de jovens e profissionais experientes em diversos segmentos. Suas especialidades são pesquisa em tecnologia e inovação para Recursos Humanos, ensino, educação corporativa e práticas multidisciplinares para desenvolvimento da força de trabalho e da organização.</p>
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		<title>&#8220;Tempos de transformação social no Brasil: escravidão moderna&#8221; por Cleber Vicente</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 14:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="242" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Resitencia-escravos-BRASILESCOLA1-300x242.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Resitencia-escravos-BRASILESCOLA(1)" /></p>Vivemos um momento peculiar da nossa história recente e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="242" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Resitencia-escravos-BRASILESCOLA1-300x242.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Resitencia-escravos-BRASILESCOLA(1)" /></p><p>Vivemos um momento peculiar da nossa história recente e finalmente podemos sentir orgulho pelo apoio maciço, principalmente pela juventude, às manifestações populares em todo o Brasil em busca de justiça social e melhor eficiência dos serviços públicos e do governo. Oxalá essa energia seja permanente. Necessitamos de um despertar duradouro. Há muitas questões a serem analisadas e violações que foram negligenciadas no nosso imenso território para serem combatidas. Além do mais, sobra corrupção entre os que deveriam defender os interesses da Nação. Vou me deter a uma questão que envergonha nossa história e marca a profunda necessidade de transformação da nossa sociedade: a escravidão moderna no Brasil.</p>
<p>A definição de escravidão é a exploração do trabalho no qual o indivíduo &#8211; e não somente sua força de trabalho &#8211; (o escravo) é visto como propriedade de outro, podendo ser vendido, doado, emprestado, alugado, hipotecado, confiscado. Legalmente, o escravo não tem direitos: não participa de transações comerciais e nem tem acesso a justiça, mas pode ser castigado e punido.</p>
<p>A escravidão foi abolida no Brasil no século XIX, em 1888, no entanto, ainda encontramos formas análogas a escravidão em pleno século XXI.  Diferente das duas escravidões que existiram ao longo da nossa historia, escravidão indígena e a escravidão negra, a escravidão moderna atinge todas as etnias. A escravidão atual pode ocorrer na forma de trabalho rural, urbano ou através da exploração sexual.</p>
<p>Escravidão é uma questão econômica e existe com o objetivo de se obter alguma forma de lucro. Segundo Kevin Bales, consultor especial para questões ligadas ao trabalho escravo das Nações Unidas, ninguém escraviza porque é mau, só escravizamos, ou permitimos escravizar, quem é diferente. Torturamos e humilhamos ou ignoramos esses atos, contra quem não consideramos nosso semelhante, com quem não nos identificamos: o considerado feio, o negro, o mestiço, o pobre, inculto e o estrangeiro são quase como “não humanos”. Também podemos incluir os mais vulneráveis como a mulher, a criança, o jovem&#8230; Quem é considerado inferior. O não igual. Aos nossos iguais atribuímos Direitos, dignidade e liberdade.</p>
<p>No nosso mundo capitalista, onde a produção e o consumo ficam muito distantes um do outro e vivemos a indiferença das cidades grandes, é mais fácil ignorar a parcela da população submetida ao trabalho escravo. Todos os países do mundo, em algum momento da história, utilizou essa <em>mão </em>de obra barata e submeteu o estrangeiro, os derrotados pela guerra ou simplesmente o diferente a um regime de trabalho forcado ou servil. Os gregos escravizaram muitos povos e foram escravizados pelos romanos. Brancos escravizando brancos. Na África, negros escravizaram negros.  Atualmente, talvez com exceção dos países nórdicos, vamos encontrar essa humilhação ao outro em todo o mundo. No Brasil milhares de pessoas foram salvas da escravidão pela Lei Áurea e jogadas na marginalidade pelo desprezo dos brancos. Aqui o nosso olhar é diferente até hoje, preferimos escravizar o estrangeiro, o negro, ou o quase negro.</p>
<p>Segundo Renato Bignami, coordenador do programa de Erradicação do Trabalho Escravo da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estima-se que cerca de 300 mil bolivianos, 70 mil paraguaios e 45 mil peruanos estejam vivendo na região metropolitana de São Paulo, a maioria sujeita a condições de trabalho análogas à de escravo.</p>
<p>Segundo a Comissão Pastoral da Terra, o Pará é o Estado &#8220;campeão” das denúncias de trabalho escravo; seguido no ranking do escravagismo moderno brasileiro pelos Estados de Mato Grosso, Maranhão, Goiás e Tocantins. Em 2010, 3.054 pessoas foram libertadas da escravidão nessas regiões devido ao trabalho de ONGs e de instâncias estatais.</p>
<p>No meio rural o trabalho escravo é associado à destruição ambiental, ao desmatamento, ao uso de agrotóxicos proibidos ou outras substancias poluidoras como o mercúrio utilizado no processo de mineração. Erradicar o trabalho escravo pode ser uma defesa do meio ambiente e inserido no discurso de preservação ambiental e ecológico.</p>
<p>Muita gente acredita que no Brasil esse fenômeno é algo distante. Só acontece escondido no interior da floresta ou em alguma região quase desabitada e miserável do nordeste ou centro oeste, mas não é bem assim. Mulheres, empregadas domésticas, são submetidas a regime análogo ao escravo nos grandes centros urbanos. Crianças e adolescentes trazidos do interior para serem “ajudados” por famílias da classe média são submetidos a torturas físicas e/ou psicológicas e trabalham pesado todos os dias da semana em troca de “educação”, moradia, algum alimento e se resignam com a esperança de alcançarem alguma oportunidade na cidade grande.</p>
<p>O sistema de exploração do outro se alimenta do nosso desejo de ter mais tempo livre, de consumir produtos cada vez mais baratos e das empresas obterem maiores lucros sempre. Fiscalizar o cumprimento das leis, maiores investimentos na educação, políticas sociais de transferência de renda e o combate à corrupção ajudam a impedir que pessoas sejam empurradas para o trabalho escravo. Mas não é simples. Um país que tem senadores, deputados, prefeitos, vereadores, juízes, delegados de polícia, fazendeiros e empresários, que muitas vezes acumulam cargos públicos em flagrantes casos de conflito de interesses, envolvidos nas violações de Direitos e onde o povo se mantém alheio ou refém, tudo se complica.</p>
<p>A escravidão moderna no Brasil existirá enquanto amplos setores da sociedade continuarem vivendo na miséria. É necessário que esse despertar da juventude seja duradouro por conta das muitas violações de Direitos em nosso País. Precisamos de uma atenção redobrada com as cidades distantes e onde já houve indícios de corrupção e conflitos como Unaí, em Minas Gerais; Anapú e Altamira, no Pará; Piçarra do Sul, em Tocantins; e em muitas outras regiões, de Norte a Sul do Brasil, não podem ficar esquecidas e o desrespeito e a exploração ao outro tem que ser importante para todos nós. E em última análise é fundamental que reflitamos sobre nossa própria liberdade. Será que somos livres?</p>
<p><img class=" wp-image-14831 alignright" alt="Foto ilustracao" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Foto-ilustracao.jpeg" width="230" height="173" /></p>
<p>*Cleber Vicente Goncalves é jornalista, ativista pró Direitos Humanos, coordenador de projetos sociais e ex-assessor Nacional para o Direito ao Trabalho da Plataforma Brasileira de Direitos Econômicos Sociais e Culturais desenvolvida no Brasil com apoio do PNUD &#8211; Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento</p>
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		<title>Estatuto da Juventude demanda carteira estudantil forte e eficiente</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jul 2013 17:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="199" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Meio-Passe-25.03.10-332-300x199.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Manifestação de estudantes mineiros em 2010 (Foto: UBES/ Ames BH)" /></p><div id="attachment_14811" style="width: 413px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14811   " alt="Manifestação de estudantes mineiros em 2010 (Foto: UBES/ Ames BH)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Meio-Passe-25.03.10-332.jpg" width="403" height="268" /><p class="wp-caption-text">Manifestação de estudantes mineiros em 2010 (Foto: UBES/ Ames BH)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falta apenas a sanção da presidenta Dilma para o Estatuto da Juventude voltar – agora como direitos e deveres! &#8211; as ruas. Um dos desafios para que esses direitos sejam respeitados na prática advém de um dever: a legalização. Em relação jovens estudantes, a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) terá o papel de identificar quem deve ter acesso aos direitos.</p>
<p>Para a expedição da carteira, o Estatuto da Juventude referencia – preferencialmente (?) – a UNE, UBES, ANPG e entidades estudantis estaduais e municipais a elas filiadas. Com destacado papel histórico, essas entidades estudantis são geridas por jovens e mantém constantes pleitos, fóruns e espaços de participação e disputa política, social e classista.</p>
<p>O Estatuto da Juventude estabelece uma série de obrigações que deverão ser cumpridas pelas entidades representativas dos estudantes que detém a preferência na emissão das CIEs.   São essas obrigações:</p>
<ul>
<li>Manter banco de dados, com nome e número de registros dos estudantes com CIE, para eventuais consultas pelo poder público e demais interessados</li>
<li>Expedir CIE com validade até o dia 31 de março do ano subsequente à data de sua expedição.</li>
<li>Arquivar – ao menos no período de validade da respectiva CIE &#8211; o documento comprobatório do vínculo do aluno com o estabelecimento escolar</li>
<li>Oferecer expedição gratuita da CIE aos estudantes pertencentes a famílias de baixa renda, com família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cad. Único) com renda mensal de até 2 ( dois) salários-mínimos.</li>
</ul>
<p><strong>+++Vamos Junt@s?</strong></p>
<p>Os mecanismos de fiscalização pelos governos e demais interessados são claros. Aos jovens, cabe o desafio de participar, construir e exigir que suas entidades representativas cumpram as obrigações estipuladas pelo Estatuto da Juventude, garantindo assim os benefícios.</p>
<p>Todo mundo conhece alguém que saiu da universidade e continuou usando &#8220;carterinha de estudante&#8221; ou um indivíduo que &#8220;deu um jeitinho&#8221; de arrumar uma carteira pra namorada só pra pagar meia entrada naquele show incrível. LEMBRE-SE: USAR UM DIREITO INDEVIDAMENTE É CORRUPÇÃO! Atitudes como essa prejudicam os jovens, os estudantes e toda a sociedade.</p>
<p>por Infojovem</p>
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		<title>Quais os benefícios do Estatuto da Juventude?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2013 19:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="196" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/img201307092329238456331-300x196.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Jovens comemoram com Deputados a aprovação do Estatuto na Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)" /></p>Depois de tramitar na Câmara e no Senado, e ser aprovad [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="196" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/img201307092329238456331-300x196.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Jovens comemoram com Deputados a aprovação do Estatuto na Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)" /></p><div id="attachment_14797" style="width: 380px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14797     " alt="Jovens comemoram com Deputados a aprovação do Estatuto na Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/img201307092329238456331.jpg" width="370" height="242" /><p class="wp-caption-text">Jovens comemoram a aprovação do Estatuto na Câmara (Foto: Luis Macedo/Câmara)</p></div>
<p>Depois de tramitar na Câmara e no Senado, e ser aprovada novamente pelos Deputados no último dia 9, o Estatuto da Juventude está quase virando realidade. Falta só a sanção da presidenta Dilma para o Estatuto da Juventude ganhar as ruas!</p>
<p>Mas o que muda de fato – num contexto bem pragmático – para os jovens brasileiros? Entre os vários artigos do Estatuto, destacamos os pontos referentes ao acesso ao transporte e à cultura como as conquistas que poderão ser “sentidas”  quase que imediatamente por aqueles e aquelas que têm de 15 a 29 anos.</p>
<p><strong>Mobilidade para jovens estudantes</strong></p>
<p>Luta travada há décadas pela União Nacional dos Estudantes, o texto final do Estatuto da juventude garante meio passe para jovens estudantes que cursam o ensino fundamental, ensino médio e educação superior, no campo e na cidade.<b></b></p>
<p>O Estatuto da Juventude garante desconto de 50% para estudantes em transportes interestaduais, independentemente da finalidade da viagem, conforme a legislação federal, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.</p>
<p><strong>E para jovens de baixa renda</strong></p>
<p>Os jovens de baixa renda vão ter mais oportunidade de conhecer o Brasil! O sistema de transporte coletivo interestadual terá obrigação de destinar, um mínimo de, quatro vagas para jovens de baixa renda, cuja família possua renda igual ou inferior a dois salários minímos. O Estatuto da Juventude prevê duas passagens gratuitas e duas passagens com desconto, minímo de 50%, em cada veículo coletivo.</p>
<p><strong>Cultura, lazer, esporte e entretenimento</strong></p>
<p>Os jovens de baixa renda E os jovens estudantes terão direito a pagar metade do ingresso global de salas de cinema, cineclubes, teatros e espetáculos musicais e circenses, eventos educativos, esportivos, de lazer e entretenimento, em todo o território nacional, promovidos por quaisquer entidades e realizados em estabelecimentos públicos ou particulares.</p>
<p>Para ter acesso à esse direito, os estudantes deverão apresentar a Carteira de Identidade Estudantil (CIE), preferencialmente emitida pela ANPG, UBES, UNE e por entidades estudantis estaduais e municipais a elas filiadas. O acesso dos jovens de baixa renda ao benefício ainda não está claro</p>
<p>Além de uma série de medidas de regulamentação e fiscalização, tanto das entidades estudantis, quanto das carteiras emitidas por elas, o Estatuto da Juventude prevê que as entidades citadas acima emitam gratuitamente a carteira estudantil para estudantes de baixa renda.</p>
<p><strong>Casos extras</strong></p>
<p>O direito a meia-entrada em eventos esportivos não incluirá a Copa do Mundo. As leis que regem o evento global são anteriores ao Estatuto da Juventude.</p>
<p>Em todos os outros eventos e empreendimentos, seja de esporte, lazer, entretenimento ou cultura, a concessão do meia-entrada é limitada a 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento.</p>
<p><strong>Desafios</strong></p>
<p>O Estatuto da Juventude é extremamente criterioso em relação ao acesso e manutenção das carteiras estudantis. Entretanto, não identificamos os meios de fiscalização e controle dos empreendimentos culturais, de lazer, esporte, entretenimento e transporte.</p>
<p>Trata-se de uma preocupação pertinente se levarmos em consideração que o Brasil é um país capitalista, cujos empresários não estão – obrigatoriamente – comprometidos com o desenvolvimento juvenil.</p>
<p>Outro ponto que precisa ser desmitificado &#8211; e informado com mais clareza para a população &#8211; é referente a comprovação de renda dos jovens que poderão utilizar os benefícios sociais previstos pelo estatuto. Como esses jovens irão comprovar suas condições sociais nas empresas de transporte, lazer, entretenimento e esporte?</p>
<p>Por infojovem</p>
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		<title>Deputados analisam Estatuto da Juventude e criminalização da Corrupção</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2013/07/09/estatuto-juventude-corrupcao-crime/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jul 2013 18:23:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="229" height="152" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/20130627102626_20110907_0836StMED.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Protesto contra a corrupção em 2007 (Foto: Acervo/Câmara dos Deputados)" /></p>Atenção, BRASILEIROS! Começa às 16h a sessão do plenári [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="229" height="152" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/20130627102626_20110907_0836StMED.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Protesto contra a corrupção em 2007 (Foto: Acervo/Câmara dos Deputados)" /></p><div id="attachment_14767" style="width: 239px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-14767" alt="Protesto contra a corrupção em 2007 (Foto: Acervo/Câmara dos Deputados)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/20130627102626_20110907_0836StMED.jpg" width="229" height="152" /><p class="wp-caption-text">Protesto contra a corrupção em 2007 (Foto: Acervo/Câmara dos Deputados)</p></div>
<p>Atenção, BRASILEIROS! Começa às 16h a sessão do plenário da Câmara dos Deputados que pode mudar o Brasil. TRÊS pautas têm maior destaque na tarde desta terça-feira, dia 9: o projeto que destina os royalties do petróleo para a educação e a saúde, o Estatuto da Juventude e o projeto de lei que pode tornar a corrupção um crime hediondo no país.</p>
<p>#EstatutodaJuventude</p>
<p>Depois de transitar na Câmara dos Deputados e no Senado, o Estatuto da Juventude? volta à Câmara para a &#8211; teoricamente &#8211; última etapa antes de se tornar lei. Os deputados irão analisar o substitutivo do Senado ao PL 4529/04, da Comissão Especial de Políticas Públicas para a Juventude, que cria uma lei orgânica para a juventude.</p>
<p>O texto dos senadores retira um dos benefícios diretos aprovados pela Câmara em 2011, o desconto de 50% nas passagens intermunicipais e interestaduais, independentemente do motivo da viagem.</p>
<p>Corrupção = Crime hediondo</p>
<p>Outra questão de grande clamor social que está na pauta da Câmara dos Deputados é o projeto de lei que considera hediondos vários crimes contra a administração pública, como corrupção, peculato ou concussão. A proposta que está em pauta é o Projeto de Lei 5900/13, aprovado pelo Senado na última semana de junho.</p>
<p>Com a mudança proposta, os condenados por esses crimes não terão mais direito a anistia, graça, indulto e liberdade sob pagamento de fiança. Também se torna mais rigoroso o acesso a benefícios como livramento condicional e progressão de regime.</p>
<p>#VempraRua</p>
<p>Se você não pode ir pra rua, vá para as redes! Manifeste sua opinião! Compartilhe seus posicionamentos com seus amigos, parlamentares e com o mundo! Você pode enviar mensagens para pessoas específicas ou  utilizar  as &#8220;tags&#8221; para tornar os seus posts visíveis na rede. Uma destas etiquetas é a #EstatutodaJuventude.</p>
<p><em>com informações da <a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/447146-PLENARIO-PODE-VOTAR-HOJE-PROJETO-QUE-TORNA-CORRUPCAO-CRIME-HEDIONDO.html" target="_blank">Câmara dos Deputados</a></em></p>
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		<title>Filme destaca situação da pessoa com deficiência no mercado de trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jul 2013 22:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="231" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Deficientes-terão-inclusão-no-mercado-de-trabalho-300x231.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: www.saojoaquimonline.com.br)" /></p>É com bom humor e ironia que o Instituto Brasileiro dos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="231" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Deficientes-terão-inclusão-no-mercado-de-trabalho-300x231.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: www.saojoaquimonline.com.br)" /></p><div id="attachment_14763" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-14763" alt="(Foto: www.saojoaquimonline.com.br)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/07/Deficientes-terão-inclusão-no-mercado-de-trabalho.jpg" width="450" height="347" /><p class="wp-caption-text">(Foto: www.saojoaquimonline.com.br)</p></div>
<p>É com bom humor e ironia que o Instituto Brasileiro dos Direitos das Pessoas com Deficiência (IBDD) provoca uma reflexão importante na sociedade. A propaganda &#8220;Candidato&#8221; evidencia com precisão  o preconceito que as pessoas portadoras de deficiência enfrentam no mercado de trabalho.</p>
<p>Exibido em algumas das principais emissoras de TV do país, o filme,  produzido pela Giacometti Comunicação e O2 Filmes, mostra três selecionadores, portadores de deficiências, descartando um candidato muito bom por considerar que suas capacidades auditivas, motoras e visuais poderiam criar problemas para a organização.</p>
<p>“A intenção do filme foi estimular a reflexão da população e dos empresários sobre um problema que parece não ter fim, o estigma que acompanha a pessoa com deficiência na hora de procurar um emprego, que se traduz no pensamento arcaico e preconceituoso de que ela não conseguirá atingir o mesmo patamar de qualidade dos outros profissionais da empresa”, analisa João Santos, diretor de criação da Giacometti.</p>
<p>Os três principais atores do anúncio são pessoas com deficiência. E a cena é encerrada com os dizeres: &#8220;As razões para não contratar um deficiente são absurdas assim&#8221;e &#8220;Saiba como contratar&#8221;.</p>
<p>“O filme tem a força dos argumentos que não deixam dúvidas. Ele denuncia o preconceito empresarial contra a pessoa com deficiência, e pode levar a uma mudança na atitude das empresas”, avalia Celso Japiassu, diretor de Comunicação do IBDD.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=BNgKyc1CZss" target="_blank">Veja a propaganda muito bem bolada da campanha do IDBB.</a></p>
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