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	<title>InfoJovem &#187; Mulher</title>
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		<title>Jovens cineastas mostram um Marrocos sem tabus em festival de cinema</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/12/09/jovens-cineastas-mostram-um-marrocos-sem-tabus-em-festival-de-cinema/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 20:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os olhares mais jovens do cinema marroquino encontraram na décima edição do Festival de Cinema de Marrakech um lugar onde mostrar seus trabalhos, que contam seu país sem tabus e com intenção crítica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8500" title="cinema-thumb" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/12/cinema-thumb-240x300.png" alt="" width="240" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os olhares mais jovens do cinema marroquino encontraram na décima edição do Festival de Cinema de Marrakech um lugar onde mostrar seus trabalhos, que contam seu país sem tabus e com intenção crítica.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez em seus dez anos de existência, o evento convocou, em paralelo à competição oficial, um concurso de curtas-metragens destinado exclusivamente a alunos dos institutos e escolas de cinema de todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante um júri presidido pelo diretor alemão Volker Schlöndorff e composto por cineastas, como a iraniana Marjane Satrapi, a palestina Hiam Abbass e o francês Xavier Beauvais, nesta semana foram exibidos os 14 filmes selecionados, todos assinados por diretores com menos de 30 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme Apneé (Apnéia) foi o escolhido por unanimidade pelo júri, e sua diretora, Mahassine El Hachadi, recebeu, emocionada, o prêmio das mãos da atriz americana de origem cubana Eva Mendes, que comemorou o fato de uma mulher ter vencido.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa decisão, os 300 mil dirhams (26.878 euros) para a realização de um novo curta-metragem que o festival dá como prêmio recompensa o filme que apresenta o asfixiante dia a dia de uma mulher que desempenha a função de cuidar do próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos dos curtas apresentados eram projetos de estudantes que estão quase se formando, outros participantes ainda estão no meio dos estudos, mas todos tiveram a oportunidade de usar o crachá de &#8220;cineasta&#8221; em um festival que recebe nomes como Francis Ford Coppola, Martin Scorsese e John Malkovich.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um país em que a liberdade de expressão nem sempre é respeitada, estes jovens diretores quebraram tabus ao abordarem temas tão pouco debatidos pelos marroquinos como a violência machista, a pluralidade de culturas dentro do Marrocos, o conflito do Saara Ocidental e o questionamento da tríade &#8220;Deus, pátria e rei&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seus filmes, nas quais abunda a crítica social, são recorrentes preocupações como &#8220;religião, família e patriarcado&#8221;, assinalou Schlöndorff.</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso de &#8220;Anaruz&#8221;, um curta que reúne estes três temas através do retrato da família de uma aldeia rural cuja filha mais nova vai descobrindo que o papel que a sociedade reserva para ela é muito diferente do de seu irmão.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Queria fazer esse filme principalmente porque é um tema que me toca muito, e apresentá-lo no maior número de festivais que puder para que as pessoas saibam o que ocorre nesses pequenos povoados, porque a maioria não sabe&#8221;, explicou à Agência Efe a diretora, Samia Bulkaid.</p>
<p style="text-align: justify;">Histórias universais de amor, viagens e vingança tomam nestes filmes uma cor local, através de belas localizações e da reprodução de tradições e rituais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não faltam o humor, a experimentação estética, nem a indagação tecnológica, para tramas que vão desde a última noite de alguns emigrantes, até a surrealista história de um homem que passou toda a vida assistindo televisão.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A confiança no futuro é a principal linha editorial deste festival&#8221;, indicou o diretor artístico, Bruno Barde, para quem um dos objetivos do evento é &#8220;acolher os talentos do amanhã&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto esse amanhã não chega, estes 14 jovens marroquinos mostram através de suas câmaras uma panorâmica do presente de um país que herdaram, mas que já não é visto sob os mesmos véus que seus antepassados.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI4833206-EI1176,00-Jovens+cineastas+mostram+um+Marrocos+sem+tabus+em+festival+de+cinema.html" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI4833206-EI1176,00-Jovens+cineastas+mostram+um+Marrocos+sem+tabus+em+festival+de+cinema.html" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
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		<title>Movimento de Mulheres promove ato contra a violência</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/11/25/8341/</link>
		<comments>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/11/25/8341/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 21:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma vida sem violência é um direito das mulheres. É para difundir este tema, lideranças do Movimento de Mulheres do Estado estarão reunidas no Senadinho para distribuir panfletos e materiais informativos sobre formas de combater a violência contra a mulher. O evento, que acontece pela manhã do dia 25, é uma iniciativa da Ong Rede Acreana de Mulheres e Homens - RAMH, em parceria com a Prefeitura Municipal de Rio Branco. 

A panfletagem faz parte da programação idealizada pelo movimento social para a Campanha Internacional dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que reafirma a violência contra a mulher como violação dos direitos humanos e articula instituições e pessoas para esta causa. 

"'É uma forma de mostrar para a sociedade que esse problema precisa ser enxergado pelas pessoas. Por isso, a idéia é unir forças, junto às instituições para conscientizar e minimizar a situação em que se encontram muitas mulheres", comenta a secretária de Administração e Finanças da RAMH, Lázara Marcelino. 

Ainda segundo ela, neste ano o objetivo é envolver mais os homens, por isso serão distribuídas filipetas e fitas de punho com o slogan "Homens pelo fim da violência praticada contra as Mulheres". Na oportunidade também serão veiculados spots e músicas sobre, que contêm orientações sobre como procurar ajuda e como proceder diante de uma situação de violência. 
os spots e músicas sobre, que contêm orientações sobre como procurar ajuda e como proceder diante de uma situação de violência. 

]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_8342" style="width: 241px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-8342 " title="feminismo" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/11/feminismo-231x300.png" alt="" width="231" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Feminismo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma vida sem violência é um direito das mulheres. É para difundir este tema, lideranças do Movimento de Mulheres do Estado estiveram reunidas no Senadinho para distribuir panfletos e materiais informativos sobre formas de combater a violência contra a mulher. O evento, que aconteceu pela manhã do dia 25, é uma iniciativa da Ong Rede Acreana de Mulheres e Homens &#8211; RAMH, em parceria com a Prefeitura Municipal de Rio Branco.</p>
<p style="text-align: justify;">A panfletagem faz parte da programação idealizada pelo movimento social para a Campanha Internacional dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que reafirma a violência contra a mulher como violação dos direitos humanos e articula instituições e pessoas para esta causa.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;&#8216;É uma forma de mostrar para a sociedade que esse problema precisa ser enxergado pelas pessoas. Por isso, a idéia é unir forças, junto às instituições para conscientizar e minimizar a situação em que se encontram muitas mulheres&#8221;, comenta a secretária de Administração e Finanças da RAMH, Lázara Marcelino.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo ela, neste ano o objetivo é envolver mais os homens, por isso serão distribuídas filipetas e fitas de punho com o slogan &#8220;Homens pelo fim da violência praticada contra as Mulheres&#8221;. Na oportunidade também serão veiculados spots e músicas sobre, que contêm orientações sobre como procurar ajuda e como proceder diante de uma situação de violência.</p>
<p style="text-align: justify;"> Fonte: Agência de Notícias do Acre</p>
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		<title>Brasil volta a cair em ranking de igualdade entre os sexos</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/10/15/brasil-volta-a-cair-em-ranking-de-igualdade-entre-os-sexos/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 13:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos cinco anos, o Brasil caiu consistentemente em um ranking de igualdade entre os sexos elaborado pelo Fórum Econômico Mundial – e a situação se repetiu neste ano de 2010. Segundo o estudo, divulgado agora em outubro, o Brasil ficou na 85ª posição entre 134 países pesquisados, quatro postos abaixo do ranking do ano passado. Em 2006, o país detinha a 67ª posição.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7630" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-7630 " title="Igualdade entre sexos - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/Igualdade-entre-sexos-ok-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Igualdade entre sexos </p></div>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos cinco anos, o Brasil caiu consistentemente em um ranking de igualdade entre os sexos elaborado pelo Fórum Econômico Mundial – e a situação se repetiu neste ano de 2010. Segundo o estudo, divulgado agora em outubro, o Brasil ficou na 85ª posição entre 134 países pesquisados, quatro postos abaixo do ranking do ano passado. Em 2006, o país detinha a 67ª posição.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Brasil caiu ainda mais neste ano devido a pequenas perdas na educação e na participação política, assim como ao avanço de outros países&#8221;, justificaram os autores do relatório. No quesito educacional, a taxa de matrícula das meninas na educação primária, embora considerada alta, permanece abaixo da dos meninos (93% para meninas, 95% para os meninos).</p>
<p style="text-align: justify;">Na economia, a participação das mulheres na força de trabalho (64%) ainda é &#8220;bastante abaixo&#8221; da dos homens (85%). Além disso, a renda estimada das mulheres equivale a apenas 60% da dos homens (US$ 7.190 contra US$ 12.006). Em outros quesitos relativos à economia e à participação política, o Brasil detém alguns dos piores indicadores do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A percepção de igualdade salarial para trabalhos similares é uma das piores do mundo (123º lugar) e tem caído constantemente nos últimos três anos&#8221;, afirma o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Por fim, com as mulheres detendo apenas 9% das cadeiras no Legislativo e apenas 7% dos cargos ministeriais, o Brasil pontua muito pouco nesses indicadores (108º lugar e 102º lugar, respectivamente).&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">No subquesito participação política, o Brasil aparece no 112º lugar, menos de 20 posições à frente da Arábia Saudita e quase cem atrás do país latino-americano mais bem colocado, a Costa Rica.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando todos os indicadores, entre 32 países do relatório considerados de renda médio-alta, o Brasil fica na 21ª posição. O grupo é encabeçado por África do Sul, Cuba, Namíbia, Costa Rica e Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Panorama mundial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O relatório é elaborado ano a ano pelo Fórum Econômico Mundial há meia década. Dos 114 países que foram analisados em todos os cinco anos passados, o estudo indicou que em 86% dos países acompanhados houve uma redução da desigualdade entre os sexos, enquanto que nos outros 14% houve um aumento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os nórdicos – Islândia, Noruega, Finlândia e Suécia – continuam liderando a lista, mas os maiores avanços relativamente à sua posição anterior foram registrados em Angola, Bangladesh e os Emirados Árabes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Observamos que a desigualdade entre homens e mulheres está diminuindo na saúde e na educação. Nos 134 países pesquisados, 96% das desigualdades na saúde e 93% das desigualdades na educação foram superadas. E, no entanto, apenas 60% das desigualdades em termos de participação econômica foram superadas&#8221;, disse o coautor do estudo, Ricardo Hausmann, do Centro para o Desenvolvimento Internacional da Universidade de Harvard, nos EUA.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele disse que é preciso &#8220;encontrar meios de tornar o casamento e a maternidade compatíveis com a participação econômica das mulheres&#8221;. Para os autores do relatório, o estudo &#8220;demonstra que superar as desigualdades provê as bases para uma sociedade competitiva e próspera&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Independentemente do nível de renda, os países podem escolher integrar a igualdade de gêneros e outros objetivos de inclusão social em sua agenda de crescimento – e ter o potencial de crescer mais rapidamente – ou correr o risco de reduzir o seu potencial de competitividade por não capitalizar plenamente metade de seus recursos humanos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Nas palavras do relatório, &#8220;o incentivo econômico para superar as desigualdades na saúde, educação, oportunidade econômica e poder político é claro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Cidade Verde</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entidades lançam plataforma para a legalização do aborto no Brasil</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/28/entidades-lancam-plataforma-para-a-legalizacao-do-aborto-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 19:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entidades feministas lançaram nesta terça-feira (28), Dia Latino Americano e Caribenho pela Despenalização do Aborto, a Plataforma para a Legalização do Aborto no Brasil. Segundo a coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, Paula Viana, o texto traz argumentos pela descriminalização baseado na defesa dos direitos humanos, no direito das mulheres e em dados da saúde pública.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7098" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-7098" title="Frente - campanha aborto - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Frente-campanha-aborto-ok-300x145.png" alt="" width="300" height="145" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Frente contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Entidades feministas lançaram nesta terça-feira (28), Dia Latino Americano e Caribenho pela Despenalização do Aborto, a Plataforma para a Legalização do Aborto no Brasil. Segundo a coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, Paula Viana, o texto traz argumentos pela descriminalização baseado na defesa dos direitos humanos, no direito das mulheres e em dados da saúde pública.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os países que criminalizam o aborto são os mesmos que registram um grande número de mortes maternas, atendimento precário para situação de abortamento e violações dos direitos humanos&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Paula destaca que o objetivo da plataforma é reduzir a mortalidade materna, estimular o planejamento familiar e, inclusive, reduzir o número de abortos. &#8220;Não somos a favor do aborto, gostaríamos que diminuíssem, mas queremos que o Brasil se iguale a outros países desenvolvidos. Quem critica o aborto são os grupos religiosos fundamentalistas&#8221;, critica.</p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma defende a retirada da prática de aborto do Código Penal brasileiro e a garantia do atendimento, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a mulheres que por livre decisão queiram interromper a gestação até a 12ª semana. O documento também prevê o atendimento público para abortos, até a 20ª semana, em casos de gravidez resultante de violência sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o texto, o aborto é o último recurso das mulheres diante de uma gravidez indesejada e a criminalização não impede que ele seja realizado nem reduz sua incidência, mas aumenta as condições de risco de vida para as mulheres, em especial para as mulheres mais pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento será encaminhado a diversas organizações que integram a Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto. Entidades profissionais de médicos, enfermeiros e juristas, além de parlamentares, também receberão o texto. O intuito é sensibilizar essas categorias a respeito do tema e buscar adesões e contribuições para a elaboração de uma lei que descriminalize o aborto e regulamente a assistência gratuita à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma foi lançada hoje em Recife durante um ato público. O evento foi promovido pelo Fórum de Mulheres de Pernambuco – FMPE, pela Frente contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto e Articulação de Mulheres Brasileiras – AMB.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Jornal do Comércio – RS / Tribuna do Norte</p>
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		<title>Mesmo pós-graduadas, as mulheres ganham até 51% menos que homens</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/24/mesmo-pos-graduadas-as-mulheres-ganham-ate-51-menos-que-homens/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 23:27:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os salários entre homens e mulheres têm diferenças de até 51%, segundo pesquisa da Catho Online. Mesmo com pós-graduação, as remunerações continuam diferentes. O levantamento envolveu 164 mil entrevistados de 20 mil empresas no país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6993" style="width: 220px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-6993" title="Gênero - OK" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Gênero-OK-210x300.jpg" alt="" width="210" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Gênero</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os salários entre homens e mulheres têm diferenças de até 51%, segundo pesquisa da Catho Online. Mesmo com pós-graduação, as remunerações continuam diferentes. O levantamento envolveu 164 mil entrevistados de 20 mil empresas no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Na comparação entre sexos ocupando o mesmo cargo, a pesquisa aponta que os homens ganham mais que as mulheres em todos os níveis, com destaque para a gerência, onde eles ganham, em média, 51,6% a mais que as mulheres, seguido do operacional (50,7% mais) e técnico (37,5% mais).</p>
<p style="text-align: justify;">No cargo de direção, a diferença chega a 35,5% a favor do homem e, no cargo de supervisão, de 32,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ainda ganharem menos que os homens, no quesito escolaridade as mulheres possuem indicativos maiores que os eles: 63,7% das mulheres têm ensino superior &#8211; 44,2% são graduadas e 19,5% pós-graduadas. No caso dos homens o percentual é de 55,3% &#8211; 38% com graduação e 17,3% com pós.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8216;Mesmo as mulheres se preparando tão bem para o mercado de trabalho, elas ainda possuem salários menores. Observamos grandes diferenças salariais tanto para cargos operacionais como gerenciais, ou seja, as diferenças ainda ocorrem de forma expressiva em vários níveis hierárquicos&#8217;, aponta Silvana Di Marco, gerente da Pesquisa Salarial.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Cidade Verde</p>
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		<title>Edital apoia pesquisas nas áreas de relações de gênero, mulheres e feminismos</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/15/edital-apoia-pesquisas-nas-areas-de-relacoes-de-genero/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 14:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o intuito de estimular e fortalecer a produção de pesquisas e estudos relacionados aos temas relações de gênero, mulheres e feminismos, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento (CNPq), a Secretária de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) lançam Edital conjunto para selecionar projetos de pesquisa com mérito científico que contribuam para o desenvolvimento dessas temáticas no Brasil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6651 aligncenter" title="Edital - Gênero - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Edital-Gênero-ok-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com o intuito de estimular e fortalecer a produção de pesquisas e estudos relacionados aos temas relações de gênero, mulheres e feminismos, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento (CNPq), a Secretária de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) lançam Edital conjunto para selecionar projetos de pesquisa com mérito científico que contribuam para o desenvolvimento dessas temáticas no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O Edital, inserido nas ações do <a href="http://200.130.7.5/spmu/docs/Livreto_Mulher.pdf" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres</span></span></a>, irá apoiar financeiramente projetos de pesquisa científica e tecnológica que visem a ampliar estudos nas referidas áreas, procurando contemplar centros emergentes, pesquisadoras e pesquisadores em início de carreira, a distribuição regional de recursos e a intersecção com as seguintes abordagens: classe social, geração, raça, etnia e sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessado deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes e ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até o dia 7 de Outubro.</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse na integra o Edital <a href="http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/020.htm" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: IJC</p>
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		<title>Mulheres são maioria entre bolsistas, mas perdem para homens em altos cargos de ciência</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/08/05/mulheres-sao-maioria-entre-bolsistas-mas-perdem-para-homens-em-altos-cargos-de-ciencia/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 17:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As mulheres são mais da metade das bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no país. Quando se trata dos cargos mais altos de ciência e tecnologia, elas perdem para os homens. A constatação é da professora emérita da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Alice Abreu.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Constatação é de professora emérita da UFRJ apresentada da 62ª Reunião Anual da SBPC</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5600 aligncenter" title="gender" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/08/gender.gif" alt="" width="305" height="322" /></p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres são mais da metade das bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no país. Quando se trata dos cargos mais altos de ciência e tecnologia, elas perdem para os homens. A constatação é da professora emérita da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Alice Abreu.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisadora relata que, apesar de quatro brasileiras já terem recebido o maior prêmio de pesquisa da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), os homens chefiam os principais cargos no setor. A afirmação foi feita durante a 62ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).</p>
<p style="text-align: justify;">- Temos pessoal qualificado. É algo a se analisar. São processos que a gente tem de entender e como essas escolhas são feitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mais recentes estudos nacionais e internacionais revelam que as brasileiras preferem as ciências biológicas e sociais. De acordo com dados da professora, nessas áreas, o sexo feminino representa mais de 50%. Já nas ciências exatas e na engenharia, elas não chegam a 40%.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a pesquisadora, os estereótipos impostos a ambos os sexos podem explicar a preferência delas.</p>
<p style="text-align: justify;">- Certamente, isso se dá na infância [escolha da área científica. É um tipo de curiosidade individual. É necessário cumprir o estereótipo nessa época. A menina só pode brincar de boneca e o menino brincar de carrinho e desmontar o brinquedo. Não está nas normas, por exemplo, a garota arrancar a cabeça da boneca.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro diagnóstico mundial é que as mulheres ainda encontram dificuldades em conciliar o crescimento na carreira com a maternidade e o casamento. Essa é uma das explicações para o fato de serem maioria no período da iniciação científica e desse percentual reduzir à medida que as pesquisas passam a exigir dedicação e alta qualificação. Segundo a professora, &#8220;a maioria das grandes cientistas do mundo é solteira ou casada com outros pesquisadores&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O maior evento científico do país, a reunião anual da SBPC, terminou na última sexta-feira(30) &#8211; com média diária de 15 mil visitantes, entre estudantes, professores e cientistas. O tema principal da edição de 2010 foi o desenvolvimento e desafios das ciências do mar. Foram promovidas discussões também sobre educação, doenças, mudanças climáticas e concessão de bolsas de pesquisa. O encontro do próximo ano será realizado em Goiás.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.feminismo.org.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1868:mulheres-sao-maioria-entre-bolsistas-mas-perdem-para-homens-em-altos-cargos-de-ciencia&amp;catid=81:educacao&amp;Itemid=109" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vigília pelo fim da violência e pela liberdade das mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, 25 de novembro (Dia de luta contra a violência e a exploração da mulher), o Fórum de Mulheres de Pernambuco em parceria com a Articulação de Mulheres Brasileiras promovem uma Vigília pelo fim da violência e pela liberdade das mulheres. O evento pretende reunir mulheres da Região Metropolitana do Recife e do interior do estado para cobrar dos governos à responsabilidade em garantir a proteção da vida e da segurança e da segurança das mulheres.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-3350 aligncenter" title="IIVig2rdz" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2009/11/IIVig2rdz-300x225.jpg" alt="IIVig2rdz" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta quarta-feira, 25 de novembro (<strong>Dia de luta contra a violência e a exploração da mulher</strong>), o Fórum de Mulheres de Pernambuco em parceria com a Articulação de Mulheres Brasileiras promovem uma Vigília pelo fim da violência e pela liberdade das mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento pretende reunir mulheres da Região Metropolitana do Recife e do interior do estado para cobrar dos governos a responsabilidade em garantir a proteção da vida e da segurança e da segurança das mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">A concentração da caminhada será na Praça do Diário (Centro do Recife), a partir das 15h.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mais informações <a href="http://www.soscorpo.org.br/Site/php/index.php?CodPagina=407" target="_blank"><span style="color: #ff4c00;"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></span></a></p>
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		<title>Campanha Maltrato Zero</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2009/11/11/campanha-maltrato-zero/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 20:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi lançada no Brasil, no início de outubro, a Campanha de Sensibilização contra a Violência de Gênero nos países Ibero-americanos “Maltrato Zero”. O objetivo da campanha é o enfrentamento à desigualdade e à violência de gênero, e é destinada aos jovens dos 22 países ibero-americanos para conscientizá-los sobre o tema.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-3182 aligncenter" title="igualdade-de-genero3" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2009/11/igualdade-de-genero3-265x300.jpg" alt="igualdade-de-genero3" width="265" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Foi lançada no Brasil, no início de outubro, a <strong>Campanha de Sensibilização contra a Violência de Gênero nos países Ibero-americanos “Maltrato Zero”</strong>. O objetivo da campanha é o enfrentamento à desigualdade e à violência de gênero, e é destinada aos jovens dos 22 países ibero-americanos para conscientizá-los sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha foi lançada pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e a Secretaria-Geral Ibero-americana (SEGIB), com o apoio da Secretaria Nacional da Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República.</p>
<p style="text-align: justify;">É a primeira vez que os países Ibero-americanos participam de uma ação conjunta com uma única mensagem em prol da igualdade de gênero. Elaborada pela SEGIB e pela Organização Ibero-Americana da Juventude (OIJ), a iniciativa obedece a uma determinação da XVIII Conferência Ibero-americana de El Salvador, realizada em 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Campanha – tem por objetivo unir toda a sociedade ibero-americana, em especial a juventude, para se comprometerem contra a desigualdade e a violência de gênero através do movimento “Maltrato Zero”. Dirigida a 22 países, a campanha pretende atingir uma população de 150 milhões de jovens. Ela conta com um <a href="http://www.maltratozero.com/#/home/" target="_blank"><span style="color: #ff4c00;"><span style="text-decoration: underline;">site</span></span></a> que contém spots de rádio, filmetes de televisão, cartazes, dados sobre violência doméstica, depoimentos e manifestos, entre outros. Todo o material foi feito em português e em espanhol.</p>
<p style="text-align: justify;">Através do <a href="http://www.maltratozero.com/#/unete/lang=br/" target="_blank"><span style="color: #ff4c00;"><span style="text-decoration: underline;">site da Campanha Maltrato Zero</span></span></a> é possível se cadastrar e participar mais ativamente do movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante lembrar que no Brasil há a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm" target="_blank"><span style="color: #ff4c00;"><span style="text-decoration: underline;">Lei 10.340/2006</span></span></a> – Lei contra a Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, popularmente conhecida como Lei Maria da Penha.</p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres coloca a disposição da população uma relação de serviços de atendimento específicos para a Mulher. Esses serviços são prestados pelo governo federal, pelos governos estaduais e municipais, além de diversas outras instituições da sociedade civil.</p>
<p style="text-align: justify;">Para acessar a lista com os serviços prestados no seu estado, <a href="http://sistema3.planalto.gov.br/spmu/atendimento/atendimento_mnulher.php" target="_blank"><span style="color: #ff4c00;"><span style="text-decoration: underline;">clique aqui</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres</p>
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