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	<title>InfoJovem &#187; negros</title>
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		<title>Pesquisa revela que sociedade conhece as consequências do racismo</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2012/11/09/pesquisa-juventude-negra-violencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2012 19:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="189" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)" /></p>Os levantamentos do sistema de saúde revelam que, no Br [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="189" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)" /></p><div id="attachment_14000" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/11/09/pesquisa-juventude-negra-violencia/jovem-negro-sofredor/" rel="attachment wp-att-14000"><img class="size-medium wp-image-14000" title="Jovem negro sofredor" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" alt="" width="300" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)</p></div>
<p>Os levantamentos do sistema de saúde revelam que, no Brasil, os jovens negros são as principais vítimas de violências. Entretanto, a violência contra a juventude negra é pautada pela mídia na sociedade apenas por eventos transversais &#8211; como o tráfico de drogas por exemplo.</p>
<p>É exatamente por conta da defasagem de diálogo social que a pesquisa de opinião pública sobre violência contra jovens no Brasil merece tanto destaque. A Secretaria de Políticas e Promoção de Igualdade Racial (SEPPIR) e o Senado Federal divulgaram na última quarta-feira, dia 7/11 os resultados da pesquisa que integra a campanha Igualdade Racial é Pra Valer.</p>
<p>“Em 2009, foram registradas cerca de 19 mil mortes de jovens negros em contraposição a 9 mil mortes de jovens brancos. Os números se revelam por si só, mas o que incomodava era o silêncio da sociedade diante desse quadro”, afirmou a ministra Luiza Bairros durante o lançamento.</p>
<p>Segundo a Ministra. a pesquisa busca investigar o que é que a sociedade pensa sobre o assunto; até que ponto a sociedade se sente incomodada com a morte de tantos jovens e de tantos jovens negros.</p>
<p>“Um pouco mais da metade dos entrevistados concordou que a morte de um jovem negro choca menos que a de um jovem branco. São indicativos de que devemos ampliar as nossas ações para que esse tipo de clivagem deixe de existir e as mortes de jovens negros não sejam naturalizadas”, concluiu Luiza Bairros.</p>
<p>O presidente do Senado, José Sarney, também destacou a relevância do estudo para a formulação de políticas públicas e atuação do poder público, assim como para a percepção que a sociedade brasileira tem do problema do racismo e suas consequências.</p>
<p><strong>Objetivos da pesquisa</strong></p>
<ul>
<li>Dimensionar o problema da violência contra a juventude no país, notadamente a juventude negra, na percepção dos entrevistados;</li>
<li>Dimensionar os prejuízos para o futuro e o desenvolvimento do Brasil, a partir da verificação da percepção dos impactos negativos dessa situação no conjunto da sociedade; e</li>
<li>Verificar as principais causas identificadas pela população como responsáveis pelos altos índices de mortalidade entre a juventude no país, notadamente a juventude negra.</li>
</ul>
<p>Do total de pessoas que respondeu o questionário, 57% também se manifestaram com resposta positiva diante da frase “homicídio é a principal causa de morte dos jovens negros”. Percentual semelhante (56,0%) foi registrado para os que concordaram com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte violenta de um jovem branco”.</p>
<p><strong>Caminhos da mudança</strong></p>
<p>Na opinião de 36,4% dos entrevistados, a principal ação para combater o racismo deve ser a melhoria do ensino nas escolas. A mudança das leis foi assinalada por 22,7%, enquanto 20,8% consideraram suficiente a garantia do cumprimento das leis existentes. Acrescente-se que 15,7% apontaram as campanhas de conscientização e 2,4% consideraram as ações afirmativas como a principal medida que o governo deve tomar para combater o racismo.</p>
<p>Perguntados sobre as causas, 63,0% atribuíram a violência a aspectos sociais, enquanto 34,8% disseram ser fatores comumente associados ao comportamento juvenil de risco. Quando inquiridos especificamente sobre a principal causa de mortes entre os jovens, a maioria associou ao uso de drogas (56,2%), acidentes de trânsito (22,4%) e a assassinatos (19,8%).</p>
<p>A pesquisa do DataSenado entrevistou 1.234 pessoas de 123 municípios do país, incluindo todas as capitais, no período entre 1º e 11 de outubro deste ano.</p>
<p><em>com informações da</em> <a href="http://www.seppir.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2012/11/pesquisa-de-opiniao-publica-leva-sociedade-a-refletir-sobre-relacoes-entre-racismo-e-violencia-contra-jovens-no-brasil" target="_blank">SEPPIR</a></p>
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		<item>
		<title>Negros são maioria entre os jovens assassinados, diz estudo</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2011/07/04/jovens-negros-maioria-homicidios-2011/</link>
		<comments>http://www.infojovem.org.br/blog/2011/07/04/jovens-negros-maioria-homicidios-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 14:19:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[unijuv2]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Homicídios]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos mostram que jovens negros são as principais vítimas de homicídios no Brasil]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a rel="attachment wp-att-11382" href="http://infojovem.org.br/2011/07/04/jovens-negros-maioria-homicidios-2011/violencia1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-11382" title="Violencia[1]" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/07/Violencia1.jpg" alt="" width="460" height="376" /></a></div>
<div></div>
<div>O número de jovens vítimas de homicídios no Espírito Santo chegou a 391 de janeiro a maio deste ano, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança. Levantamento do Núcleo de Estudos sobre Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) apontam que 77% são negros.</div>
<div>Esses dados foram apresentados na noite desta quinta-feira (30) no Plenário Dirceu Cardoso da Assembleia Legislativa (Ales), em sessão especial proposta pelo deputado Claudio Vereza (PT) para debater a “Juventude em Marcha Contra a Violência e Extermínio”. A intenção do parlamentar foi inserir o jovem na discussão, e o Plenário ficou cheio deles.</div>
<div>O presidente do Conselho Estadual dos Direitos Humanos, Gilmar Ferreira de Oliveira, opinou que as políticas voltadas para os jovens não podem ter a “lógica policialesca”, mas serem voltadas para a questão dos direitos humanos e da cidadania. Segundo ele, os jovens querem ser ouvidos para opinar sobre as políticas que querem.</div>
<div>O número de jovens vítimas de homicídios no Espírito Santo chegou a 391 de janeiro a maio deste ano, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. Levantamento do Núcleo de Estudos sobre Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos da Universidade Federal do Espírito Santo apontam que 77% são negros.</div>
<div>A coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos da Ufes, professora Eugênia Raizer, foi a palestrante da noite. Mostrou estudo desenvolvido por ela e pela estudante de Serviço Social da Ufes, membro do Núcleo, Silvana Ribeiro da Silva. E começou tentando definir o que é um jovem.</div>
<div>Pensadores tentaram definir o termo juventude, e um brasileiro dividiu em categorias: a juventude dourada (classe alta ou média alta, de cor branca ou amarela), a trabalhadora (50% do total de 15 a 24 anos), os pobres, os vulneráveis (meninos de rua ou de classes baixas que vivem processo de exclusão social nas grandes cidades) e os infratores (pertence a várias camadas sociais e etnias).</div>
<div>A Política Nacional da Juventude considera jovem aquele que tem entre 15 e 29 anos, com subdivisões. Eugênia Raizer mostrou dados que indicam o crescimento do número de homicídios envolvendo jovens no Espírito Santo. Somavam 30,3% em 1998 e chegaram a 38,7% em 2008. Houve crescimento da média nacional, mas o Estado está acima dessa média.</div>
<div>A professora observou que no Espírito Santo o crescimento econômico não se reflete em benefícios sociais, as riquezas não implicam na superação das desigualdades sociais e o mapa da violência segue o das desigualdades. Mostrou um mapa de Vitória onde pontos vermelhos marcavam locais de homicídios em 2008: mais concentrados nas regiões carentes, quase inexistentes nos bairros abastados.</div>
<div>O Estado ocupa o terceiro lugar no triste ranking dos números de homicídios de jovens no Brasil. Em 2010, na Região Metropolitana da Grande Vitória, os municípios de Serra, Cariacica e Vila Velha tinham o maior número de ocorrências, seguidos de perto por Vitória. Em Viana, Guarapari e Fundão, o número foi bem menor.</div>
<div>De janeiro a maio deste ano, dos 735 assassinatos, 391 foram de jovens, números concentrados na faixa dos 18 aos 24 anos. Somente em abril foram 91 homicídios, cerca de três jovens mortos por dia, lamentou Eugênia Raizer. O número de jovens negros assassinatos gira em torno de 77% do total; 9% são brancos e em 14% dos casos a cor não é informada.</div>
<div>Hildete Emanuelle Nogueira de Souza, membro da coordenação da Campanha Nacional contra a Violência e o Extermínio de Jovens, assegurou que a violência não começa com o disparo de um tiro, mas muito antes, num histórico de exclusão, de racismo, de violência nas escolas, “que ninguém quer falar, ninguém quer debater”. Começa dentro de uma sociedade que vive com medo e “coisifica” o ser humano.</div>
<div>As Pastorais da Juventude do Brasil, ligadas a Igreja Católica, desencadearam a campanha, lembrou, acrescentando que é preciso ultrapassar os muros da igreja e buscar parcerias com movimentos sociais e casas legislativas. Eventos como a sessão desta quinta, que atraiu o secretário municipal de Direitos Humanos de Vitória, João José Barbosa Sana, e a secretária municipal de Assistência Social, Ana Petronetto, bem como o membro da coordenação estadual da campanha, José Luiz Augusto Bedoni.</div>
<div><strong>Fejunes lamenta ausência do Governo na Sessão</strong></div>
<div><strong> </strong><strong> </strong></div>
<div>O Coordenador do Fórum Estadual de Juventude Negra – Fejunes, Luiz Inácio, criticou a ausência de representantes do Governo no debate. “Infelizmente essa ausência não é pontual, ela se dá em diversos momentos. Existe uma resistência muito grande das autoridades em dialogar sobre esse tema. Enquanto isso dezenas de jovens são exterminados em nosso estado”, enfatizou.</div>
<div>Luiz Inácio ainda cobrou retorno da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social que, segundo ele, até o momento não convidou os articuladores da Campanha para uma nova rodada de conversa a respeito do projeto “Juventude pela Vida” proposto pelas organizações juvenis ao Governo e que visa o protagonismo da juventude no enfrentamento da violência.</div>
<div>“Já faz mais de dois meses que aguardamos retorno da SESP para dialogarmos sobre a implementação de um projeto que visa o envolvimento da juventude no enfrentamento da violência”, disparou.</div>
<div>Os secretários Rodrigo Coelho, da Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Assistência Social, e Henrique Herkenhoff, da Secretaria Estadual de Segurança Pública foram convidados, mas não comparecerem.</div>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.al.es.gov.br/portal/frmShowContent.aspx?i=28375" target="_blank">Assembléia Legislativa do Estado do Espirito Santo</a></div>
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		<title>Setembro Negro</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/08/setembro-negro/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 13:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Núcleo de Estudantes Negras e Negros da UFPB (NENN/UFPB) combate todas as formas de discriminação, e preza por uma postura propositiva na luta por uma sociedade que seja educada e orientada a respeitar a pluralidade étnico-cultural do nosso país. Nesse sentido, visando contribuir para fortalecer a luta antirracista na Paraíba, o NENN convida a todos (as), para participar do Seminário Regional de Combate às Desigualdades Raciais entre Brancos e Negros - pela reparação e contra o genocídio da população negra, ao qual chamamos de SETEMBRO NEGRO. Esperamos a presença dos ilustres companheiros(as) de luta, pesquisadores(as) e de todos aqueles (as) que se interessam pela temática.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6408" style="width: 213px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6408 " title="negros" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/negros.jpg" alt="" width="203" height="144" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Rostos de pessoas negras</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">O Núcleo de Estudantes Negras e Negros da UFPB (NENN/UFPB) combate todas as formas de discriminação, e preza por uma postura propositiva na luta por uma sociedade que seja educada e orientada a respeitar a pluralidade étnico-cultural do nosso país. Nesse sentido, visando contribuir para fortalecer a luta antirracista na Paraíba, o NENN convida a todos (as), para participar do Seminário Regional de Combate às Desigualdades Raciais entre Brancos e Negros &#8211; pela reparação e contra o genocídio da população negra, ao qual chamamos de SETEMBRO NEGRO. Esperamos a presença dos ilustres companheiros(as) de luta, pesquisadores(as) e de todos aqueles (as) que se interessam pela temática.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dia 24, das 14h às 18h</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesa Redonda:“Brasil e África: Encontros Historiográficos, Pan-africanistas e Afrocentrados”. Palestrantes: Prof. Dr. Élio Chaves Flores (PPGH/UFPB); Yedo Ferreira (MNU/RJ); Prof. Dr. José Bento Rosa da Silva (UFPE).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Dias 25 e 26, Ciclo de Debates sobre Reparação e Genocídio da JuventudeNegra:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dia 25 – Reparação e Genocídio da Juventude Negra:<br />
</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>MANHÃ, 9h às 12h – Exposição do tema por Yedo Ferreira (Militante Comunista até a década de 1960 e um dos fundadores do MNU), sob a mediação da representação do NENN/UFPB.</li>
<li>TARDE, 14h às 18h – Exposição do tema por Arnaldo Vicente (MNU/PE), sob a mediação do MNU/PE.</li>
<li>NOITE, 19h às 24h – Programação cultural com visita a Comunidade Quilombola do Ipiranga para participar de uma roda de coco.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dia 26 – Projeto Político do povo negro para o Brasil:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>MANHÃ, 9h às 12h – Exposição do tema por Reginaldo Bispo (Ativista do MNU de São Paulo e membro da direção nacional do MNU), sob a mediação do MNU/CE.</li>
<li>TARDE, 14h às 18h – Redação de uma carta de princípios de luta, que reflita no Projeto Político do povo negro para o Brasil o anseio de reparação contra a escravidão, contra o racismo e contra o genocídio da população jovem negra.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dias 27, 28 e 29. Mini Curso &#8211; “Introdução à Historiografia Africana e à Imprensa Negra no Brasil”:<br />
</strong><br />
<strong>Expositores e abordagens do Mini Curso:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Dia 27, TARDE, das 14h às 18h. Prof. Dr. Elio Chaves Flores (PPGH/UFPB): Introdução a Historiografia Africana;</li>
<li>Dia 28, TARDE, das 14h às 18h. Prof. Dr. Luis Tomás Domingos (UEPB/Guarabira): Introdução à vida intelectual, política e ao pensamento de Cheikh Anta Diop;</li>
<li>Dia 29, TARDE, das 14h às 18h. Prof. Ms. Edson Cardoso (UnB): Imprensa Negra: as experiências do pensamento negro brasileiro nos Jornais do MNU e Ìrohìn.</li>
<li>Dia 29, NOITE, 19h às 21h &#8211; Palestra com o Prof. Ms. Edson Cardoso (UnB), sobre o tema: “Pensamento Negro Contemporâneo”.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>PÚBLICO ALVO:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alunos de Mestrado e Graduação em História; ativistas ligados ao MN0PB e suas entidades filiadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
INSCRIÇÕES:<br />
</strong><br />
Período/Local: 13 a 22 de setembro, no ambiente 13 dos professores/CCHLA, das 19h às 21h.<br />
<strong><br />
VALOR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Seminário: R$ 5,00 (alunos secundaristas e de graduação); R$ 10,00 (alunos de pós e professores das redes municipal e estadual); R$ 50,00 (a título de doação, para professores universitários). Mini Curso: R$ 5,00 (todas/os).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INFORMAÇÕES:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">NENN/UFPB, pelo tel. (83) 8893-2354  ou pelo e-mail:-Núcleo de Estudantes Negras e Negros da UFPB: <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">nenn.ufpb@gmail.com</span></span></p>
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		<item>
		<title>Juventude se une para enfrentar o racismo na América Central</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/08/19/juventude-se-une-para-enfrentar-o-racismo-na-america-central/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Participação]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[América Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Movimento negro]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos avanços que têm ocorrido, nos últimos anos, na América Central é a mobilização e participação popular para o desenvolvimento da comunidade afro-centro-americana, e um desses conjuntos de movimentos que tem se empoderado neste sentido, é a juventude afrodescendente. A partir da evidência de características e problemáticas que os atingem, em sua maioria, pela identidade afro, a juventude dos países de Honduras, Nicaraguá, Panamá, Belize, Costa Rica e Guatemala estiveram reunidos durante a realização do VI Encontro da Juventude Afrocentroamericana, na semana de 05 a 08 de agosto, na cidade de La Ceiba, em Honduras. Participaram também do evento, jovens do México, Brasil e Estados Unidos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5902 aligncenter" title="abertura" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/08/abertura.jpg" alt="" width="358" height="269" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos avanços que têm ocorrido, nos últimos anos, na América Central é a mobilização e participação popular para o desenvolvimento da comunidade afro-centro-americana, e um desses conjuntos de movimentos que tem se empoderado neste sentido, é a juventude afrodescendente.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir da evidência de características e problemáticas que os atingem, em sua maioria, pela identidade afro, a juventude dos países de Honduras, Nicaraguá, Panamá, Belize, Costa Rica e Guatemala estiveram reunidos durante a realização do VI Encontro da Juventude Afrocentroamericana, na semana de 05 a 08 de agosto, na cidade de La Ceiba, em Honduras. Participaram também do evento, jovens do México, Brasil e Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do encontro foi discutir as políticas de desenvolvimento da juventude afrocentroamericana no Continente, assim como criar um Plano de Ação de Atuação desses jovens em seus países, a fim de combaterem as desigualdades, ocasionadas pela discriminação racial.</p>
<p style="text-align: justify;">A América Central tem uma população de 40 milhões de habitantes, destes, 10% são afrodescendentes, e mesmo após a independência do continente há mais de 200 anos, está população ainda vive em níveis de exclusão, racismo, discriminação racial e em condições socioeconômicas deploráveis. Muitos desses problemas, segundo a Organização de Desenvolvimento Étnico Comunitário (ODECO), são provenientes da falta de vontade política das classes que controlam os estados, a falta de institucionalidade das organizações e comunidades afrocentroamericanas e a falta de lideranças comprometidas com a causa, principalmente a juventude.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, com o intuito de intensificar a participação da juventude no crescimento das oportunidades e no avanço das lutas da população afrodescendente da América Central, a ODECO tem organizado encontros com a juventude de diversos países do continente, para ampliar a incidência desses jovens contra as mazelas oriundas do racismo.</p>
<p style="text-align: justify;">“A atual situação da nossa população, em especial, da juventude afrocentroamericana, é extremamente de empobrecimento e exclusão política, econômica, social, cultural e ambiental. Dessa forma, é muito importante construirmos e constituirmos uma união e uma base sólida para enfrentar as desigualdades que nos são inerentes, principalmente na educação” ressaltou o secretário de assuntos para juventude da ODECO, Ovilson Bermúdez.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais <a href="http://correionago.ning.com/profiles/blogs/juventude-se-une-para" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></span></a></p>
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		<item>
		<title>Negro tem risco duas vezes maior de ser assassinado no País do que branco</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/04/08/negro-tem-risco-duas-vezes-maior-de-ser-assassinado-no-pais-do-que-branco/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 20:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil registrou 47,7 mil assassinatos em 2007, o equivalente a uma média diária de 117 mortes, conforme o Mapa da Violência 2010: Anatomia de Homicídios no Brasil. Mas o dado mais alarmante do relatório divulgado ontem é que pela primeira vez foi possível, numa série histórica de cinco anos, quantificar o risco de um jovem negro ser vítima de homicídio no País. E esse risco é 130% maior do que o de um jovem branco.
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/04/7fotoip02a.jpg"><img class="size-full wp-image-4401 aligncenter" title="7fotoip02a" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/04/7fotoip02a.jpg" alt="" width="250" height="170" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil registrou 47,7 mil assassinatos em 2007, o equivalente a uma média diária de 117 mortes, conforme o Mapa da Violência 2010: Anatomia de Homicídios no Brasil. Mas o dado mais alarmante do relatório divulgado ontem é que pela primeira vez foi possível, numa série histórica de cinco anos, quantificar o risco de um jovem negro ser vítima de homicídio no País. E esse risco é 130% maior do que o de um jovem branco.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa situação não é diferente quando se analisam todas as faixas etárias. O número de vítimas brancas passou de 18.852 para 14.308, o que significa uma redução de 24, 1%. Entre negros, o número de mortes saiu de 26.915 para 30.193, um crescimento de 12,2%. Para cada branco assassinado, morrem 2,2 negros no País. Isso significa que morrem no Brasil 107,6% mais negros do que brancos.</p>
<p style="text-align: justify;">A desigualdade entre as duas populações, que já era expressiva, aumentou muito num período de apenas cinco anos. Em 2002, morria 1,7 negro entre 15 e 24 anos para cada jovem branco. Em 2007, essa proporção foi de 2,6 para 1.</p>
<p style="text-align: justify;">O abismo entre taxas de homicídios é resultado de duas tendências opostas. Nos últimos cinco anos, o número de mortes por assassinato entre a população jovem branca apresentou redução: 31,6%. Entre negros, houve aumento de 5,3% das mortes no período. &#8220;Brancos foram os principais beneficiados pelas ações de combate à violência. Temos uma grave anomalia que precisa ser reparada&#8221;, diz o autor do estudo, Júlio Jacobo.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova série histórica só foi possível porque, a partir de 2002, o Sistema Único de Saúde (SUS) passou a registrar nas certidões de óbito a raça do morto em mais de 80% dos casos. Anteriormente, esse dado só aparecia em cerca de 30% dos registros.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Estadao.com.br</p>
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