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	<title>InfoJovem &#187; protestos</title>
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		<title>Reflexões sobre a violência policial do dia 20 de junho</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jun 2013 15:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="168" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/13jun2013-manifestacao-no-rio-de-janeiro-contra-o-aumento-da-passagem-de-onibus-na-regiao-da-candelaria-centro-da-cidade-acaba-em-violencia-apos-repressao-da-policia-1371195745286_1920x1080-1-300x168.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Foto: Obvious" /></p>por Allan Carvalho* No anoitecer do dia 20 de junho, en [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="168" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/13jun2013-manifestacao-no-rio-de-janeiro-contra-o-aumento-da-passagem-de-onibus-na-regiao-da-candelaria-centro-da-cidade-acaba-em-violencia-apos-repressao-da-policia-1371195745286_1920x1080-1-300x168.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Foto: Obvious" /></p><div id="attachment_14728" style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14728     " alt="Foto: Obvious" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/13jun2013-manifestacao-no-rio-de-janeiro-contra-o-aumento-da-passagem-de-onibus-na-regiao-da-candelaria-centro-da-cidade-acaba-em-violencia-apos-repressao-da-policia-1371195745286_1920x1080-1.jpg" width="398" height="224" /><p class="wp-caption-text">Foto: Obvious</p></div>
<p><em>por Allan Carvalho*</em></p>
<p>No anoitecer do dia 20 de junho, entre 300 mil e um milhão de pessoas lotaram a Avenida Presidente Vargas no Centro do Rio de Janeiro, expressando sua indignação contra vários aspectos da vida política nacional como a corrupção, o alto custo de vida, a baixa qualidade dos serviços públicos, além do aumento nas tarifas do transporte público, que iniciou a onda de manifestações que se espalha pelo Brasil nas últimas semanas.</p>
<p>Apesar das diferentes reivindicações, o protesto em si foi pacífico, contando com a presença de pessoas de todas as faixas etárias. No entanto, não consegui atingir o local de destino da passeata, o edifício da prefeitura da cidade, devido à enorme concentração de pessoas que se dirigiam pra lá. Resolvi voltar e só quando entrei em um restaurante de fast-food a algumas quadras de lá fiquei sabendo do que estava acontecendo: pessoas sendo brutalmente atacadas pela polícia. Quando percebi, pelas notícias da televisão, que a multidão desesperada se dirigia para onde eu estava (no entorno da Praça Mauá), procurei abrigo em um prédio onde um amigo (que me acompanhava) trabalha. Aproximadamente dez minutos depois, uma dúzia de pessoas passou correndo e atirou algumas pedras na porta do edifício. Mas não veio nenhum agente de segurança em seguida, como era de se esperar, então resolvi voltar pra casa assim que a situação pareceu estar normalizada.</p>
<p>Assim que cheguei a casa, sem notar nada estranho pelo caminho, mas logicamente evitando o local do protesto, liguei para amigos que eu sabia que tinham ido à manifestação para checar se estavam todos bem. Foi aí que tomei conhecimento do horror que ainda acontecia no Centro do Rio de Janeiro. Pessoas inocentes perseguidas e encurraladas pela polícia, tiros de borracha, spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo <i>mesmo em quem não estava no protesto</i>, como me contou um amigo que estava em um restaurante da Lapa (a quarteirões da Av. Presidente Vargas), e que viu o dono fechar as portas ao perceber os policiais se aproximando, quando logo em seguida uma bomba de gás lacrimogêneo é atirada pela janela causando pânico entre os frequentadores que começam a sair para apenas serem agredidos e perseguidos por policiais<i>.</i><b> E APARENTEMENTE NADA ACONTECEU COM AQUELES QUE ARREMESSARAM PEDRAS ONDE EU ESTAVA. </b></p>
<p>Infelizmente, a agressão policial descabida e indiscriminada não é exceção mas regra no Brasil, onde historicamente há uma nefasta tradição de interferência dos aparelhos repressores do Estado na política nacional. Qualquer rápida pesquisa na Internet ou em qualquer livro de história é suficiente para constatar como andam os presídios brasileiros, ou porque a maioria dos homicídios acontece na periferia das grandes cidades, ou ainda como os diversos movimentos reivindicativos dos cidadãos foram desestimulados (para usar um eufemismo), dentre outros fatores que sequer chamam a atenção para quem nasceu num país acostumado a essa realidade de violência.</p>
<p>Sei que a manifestação da última quinta-feira pode ser considerada “passional”, e que houve crime contra o patrimônio público e privado cometidos por uma minoria, a meu ver como resposta à desastrada maneira como o governo do estado e seus agentes de segurança optaram por lidar com a situação.</p>
<p>Eu poderia continuar este relato com todos os episódios inacreditáveis que ouvi e vi naquele dia, mas acho que o importante seria refletir o por quê de neste país ser perceptivelmente mais incômodo expressar sua opinião publicamente do que, pasme, atacar o bem público.</p>
<p>Allan Carvalho é jovem e sociólogo</p>
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		<title>Algumas impressões da primeira mobilização no Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jun 2013 21:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/946418_139223309613434_544124358_n-1-300x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Foto: Manifesto Recife (www.facebook.com/manifestorec)" /></p>por Mariana Lyra* Aconteceu no dia 20 de junho de 2013  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="300" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/946418_139223309613434_544124358_n-1-300x300.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Foto: Manifesto Recife (www.facebook.com/manifestorec)" /></p><div id="attachment_14718" style="width: 438px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14718 " alt="Foto: Manifesto Recife (www.facebook.com/manifestorec)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/946418_139223309613434_544124358_n-1.jpg" width="428" height="428" /><p class="wp-caption-text">Foto: Manifesto Recife (www.facebook.com/manifestorec)</p></div>
<p><em>por Mariana Lyra*</em></p>
<p>Aconteceu no dia 20 de junho de 2013 a primeira manifestação na cidade do Recife, a partir dos movimentos que tomaram às ruas de várias cidades do Brasil. A pautainicial foi a reinvindicação do aumento das tarifas dos ônibus que se ampliou durante as mobilizações.</p>
<p>Relatarei brevemente as minhas reflexões a partir do que eu vivenciei ontem na manifestação e do que venho acompanhando nas redes sociais. Não são conclusões e simsão impressões, pois a complexidade dos acontecimentos é grande, a forma de se mobilizar via internet e levar milhares de pessoas às ruas é algo novo no Brasil.</p>
<p>Algumas pessoas durante essa semana me perguntaram quem eram os líderes desse movimento e eu disse não conhecer e só sabia que tinham ligação com o movimento nacional que estava sendo liderado pelo Movimento Passe Livre. Mas ao mesmo tempo não sentia liderança, não achando ruim&#8230;Houve uma reunião presencial no DCE da Universidade Católica de Pernambuco para organizar a mobilização, mas não pude participar. E não recebi informações sobre os encaminhamentos globais no evento do facebook. Lembro que uma amiga fez um post sobre a importância de se inscrever uma carta geral sobre as pautas que seriam disseminadas no protesto e fazer um diálogo com os movimentos das outras cidades com o intuito de fortalecer a articulação. Curti o post, reforcei a importância e sugeri escrever no google drive (programa colaborativo do google), mas nenhuma ressonância&#8230; Fiquei com um sentimento de falta de foco, mas segui&#8230;</p>
<p>Conversei com alguns amigos e questionei se participariam da mobilização e todos foram unânimes que estariam presentes,pois não queriam perder esse momento de grande mobilização da cidade, principalmente aqueles que possuem um histórico de luta. E eu fiquei acompanhando durante a semana as manifestações nas outras cidades, a violência dos policiais agirem com os manifestantes, os oportunistas do movimentotentando desvirtuar a mobilização, além do modo como a mídia de massa estava direcionando as notícias.</p>
<p>O Governador de Pernambuco se antecipou em relação à redução do valor das passagens na Região Metropolitana do Recife, diminuindo R$0,10, o valor que tinha aumentado no mês de fevereiro deste ano. Isso não atrapalhou amobilização, mas houve uma tentativa de esfriá-la.</p>
<p>Saí da casa de uma amiga caminhando até o ponto de encontro da saída da manifestação. Pegamos o irmão dela no caminho, 18 anos, sua primeira manifestação. Sem muita consciência do que era aquilo tudo, mas com curiosidade. Fomos atualizando ele de algumas pautas e respondendo suas perguntas durante toda a mobilização, o que é PEC 37, o estatuto do nascituro, entre outras.</p>
<p>Saímos da concentração e fomos em direção ao Marco Zero da cidade, o Recife Antigo, tinha-se discutido o porquê deste ser o ponto final, para protestar contra FIFA que fará a Fan Fest neste local e todas as condições impostas de uso. Mas isso não foi uma diretriz da grande mobilização, só de algumas pessoas.</p>
<p>Começamos a acompanhar a saída do protesto e vi muitas formas de manifestação, cada pessoa querendo falar algo, amaioria com cartazes nas mãos, alguns bem criativos. Emcertos momentos vi a galera gritando “vem pra rua vem!”, cantando o hino e palavras de ordens, em outros o pessoal calado, observando, conversando com o amigo e seguindo. Vi algumas pessoas gritando dizeres que não tem haver com um protesto, mas passamos o grupo e nos encontramos com outros, uma pessoal com megafone fazendo uma fala politizada. Vi várias tribos no protesto, desde os punks até as pessoas que curtem axé. Nunca tinha visto tanta gente junta ao mesmo tempo, minha recordação foi o Fórum Social Mundial 2005, que vivi uma grande desilusão da violência instalada no acampamento das juventudes, mas que faz parte da construção social a partir das contradições vividas. Tanto que participei do Fórum Social Mundial de 2006 em Caracase experimentei outra experiência.</p>
<p>No Recife foi uma manifestação tranquila no geral, só vi uma tentativa de arrastão. A polícia também não se excedeu, não vi atitudes truculentas. Apesar de ter visto algumas notícias no dia seguinte. Muitos disseram que isso foi estratégia, pode ter sido, mas a polícia não agiu da mesma forma como no protesto de fevereiro contra o aumento das passagens, no primeiro dia da manifestação, um cenário que se modificou no segundo dia, de acordo com vários relatos.</p>
<p>Não estava com muitas expectativas, sabia que não iria ver um protesto com foco. Mas conseguir tirar milhares de pessoas de casa, e muitas pela primeira vez foi uma vitória. O processo de politização será gradativo e o caminho é longo seeu parar e observar que essas pessoas que foram às ruas pela primeira vez não participam, na sua maioria, da discussão das pautas por melhorias sociais, questões como a desigualdade social, o sucateamento da educação, saúde, etc. Mas acheiimportante o dia de ontem, de ver uma diversidade de pessoas ocupando a rua, de ver as contradições, das pessoas se verem e se ouvirem.</p>
<p>Em relação a defender tudo e ao mesmo tempo nada, um dos sentimentos relatados por muitos manifestantes e de cada pessoa levar a sua pauta é importante pararmos pra avaliar como estão sendo desenvolvidas as manifestações, pra quer mesmo queremos realizá-las? Quais são as metas a serem alcançadas? Vamos tentar aproveitar essa oportunidade para discutir um Brasil mais justo e humano? Em momentos da passeata senti um vazio e pensei o que vem depois? A despolitização era algo previsível&#8230; Mas também não quero subestimar o potencial das pessoas de mudança Tenho a consciência que não sabemos protestar, muita coisa a aprender. Precisamos participar de forma propositiva e articulada para organizar próximas manifestações com mais foco. O ideal é realizarmos debates pra refletir as experiências, compartilhar sensações. Precisamos avançar na qualidade das pautas o carro chefe, a meu ver, é o desenvolvimento de uma real reforma política, só assim podemos avançar. Mas estou com esperança que iremos aprender caminhando.</p>
<p>Indico dois artigos e um vídeo:</p>
<p><a href="http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/06/21/e-em-sao-paulo-o-facebook-e-o-twitter-foram-as-ruas-literalmente/" target="_blank">E, em São Paulo, o Facebook e o Twitter foram às ruas. Literalmente</a></p>
<p><a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&amp;post_id=1268" target="_blank">Primeiras reflexões</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=hYa80eEZj2Q"><iframe width='425' height='344' src='//www.youtube.com/embed/hYa80eEZj2Q?autoplay=0&loop=0&rel=0' frameborder='0' allowfullscreen></iframe><br />
</a></p>
<p>E finalizo o texto com um trecho do discurso de Slavoj Žižek, aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street:</p>
<p>&#8220;Não se apaixonem por si mesmos, nem pelo momento agradável que estamos tendo aqui. Carnavais custam muito pouco – o verdadeiro teste de seu valor é o que permanece no dia seguinte, ou a maneira como nossa vida normal e cotidiana será modificada. Apaixone-se pelo trabalho duro e paciente – somos o início, não o fim. Nossa mensagem básica é: o tabu já foi rompido, não vivemos no melhor mundo possível, temos a permissão e a obrigação de pensar em alternativas. Há um longo caminho pela frente, e em pouco tempo teremos de enfrentar questões realmente difíceis – questões não sobre aquilo que não queremos, mas sobre aquilo que QUEREMOS. Qual organização social pode substituir o capitalismo vigente? De quais tipos de líderes nós precisamos? As alternativas do século XX obviamente não servem.&#8221;</p>
<p>* Mariana Bezerra Lyra : Colaboradora da Universidade da Juventude, administradora pela Universidade Estadual de Pernambuco, consultora na área de juventude e militante por uma sociedade mais justa, humana e sustentável. Contato: mariblyra@gmail.com</p>
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		<title>Entenda os protestos que estão rolando em vários pontos do Brasil</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2013/06/17/protestos-brasil-2013-niter/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 19:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="198" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/3-valdean-700x464-300x198.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Francisco Valdean" /></p>O Brasil está escrevendo um capítulo novo de sua histór [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="198" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/3-valdean-700x464-300x198.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Francisco Valdean" /></p><div id="attachment_14633" style="width: 430px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14633 " alt="Francisco Valdean" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/06/3-valdean-700x464.jpg" width="420" height="278" /><p class="wp-caption-text">Foto: Francisco Valdean</p></div>
<p>O Brasil está escrevendo um capítulo novo de sua história. Motivado pelos aumentos abusivos dos preços dos transportes públicos municipais, surge um movimento nacional de protestos e manifestações. Ainda não está definido as bandeiras e reinvindicações desse movimento.</p>
<p>Entretanto, no dia 12 de junho, aconteceram protestos em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Niterói. As manifestações espontâneas tem participação da sociedade cívil organizada &#8211; partidos e movimentos sociais &#8211; e não organizada.</p>
<p>Coisas que todo mundo precisa saber antes de se engajar:</p>
<p>1. Leia, veja, sinta e REFLITA. Não deixe que os outros – na tv, no facebook ou na sua rua – pensem por você.</p>
<p>2. Avise amigos ou familiares caso decida participar de alguma manifestação física.</p>
<p>3. Lembre-se que locais com grandes aglomerações são alvos interessantes para bandidos. Evite levar bens de valor e, caso leve-os, não dê bobeira!</p>
<p>4. Não COMETA crimes. Pichar, quebrar e depredar propriedade pública e privada e insultar funcionários públicos no exercício da função, por exemplo, são crimes cometidos contra toda a sociedade.</p>
<p>por Infojovem</p>
<p>&nbsp;</p>
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