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	<title>InfoJovem &#187; Raça/ Etnia</title>
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		<title>O impacto do racismo na infância</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 15:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
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		<description><![CDATA[Como uma pessoa se torna preconceituosa? Como uma pessoa se torna racista? Todas as crianças nascem “zeradas” em termos de pensamento ou comportamento de segregação, mas, com o passar do tempo, dependendo de influências ou vivências, podem acumular um volume de lógicas e raciocínios que redundam no não reconhecimento do outro, quando este outro é de raça ou cor diferente da sua. Pais, parentes e professores, pelo papel que têm na formação da criança, são responsáveis para que um cidadão aprenda a respeitar, desde cedo, a diversidade étnico-racial.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://tmovimentaao.blogspot.com/2009/08/racismo-nas-escolas.html"><img class="size-medium wp-image-8414 aligncenter" title="racismo 1" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/11/racismo-1-300x289.jpg" alt="" width="300" height="289" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ana Márcia Diógenes &#8211; Coordenadora do UNICEF (CE, PI e RN)</p>
<p style="text-align: justify;">Como uma pessoa se torna preconceituosa? Como uma pessoa se torna racista? Todas as crianças nascem “zeradas” em termos de pensamento ou comportamento de segregação, mas, com o passar do tempo, dependendo de influências ou vivências, podem acumular um volume de lógicas e raciocínios que redundam no não reconhecimento do outro, quando este outro é de raça ou cor diferente da sua. Pais, parentes e professores, pelo papel que têm na formação da criança, são responsáveis para que um cidadão aprenda a respeitar, desde cedo, a diversidade étnico-racial.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo a prática do racismo sendo crime inafiançável e imprescritível, segundo a Constituição de 1988, em seu art. 5º &#8211; inc. XLII, ainda assim é comum assistirmos falas e declarações de conteúdo racista como algo “comum” em tom de brincadeira, ou de piadas. Isso tem se reproduzido de geração a geração e passado de pai para filho, como se fosse um costume de família. Dessa forma “natural”, em tom de brincadeira, poucos assumem o preconceito, mas os efeitos na formação de uma criança são concretos: ela passa a não compreender a riqueza da diferença e a igualdade dos direitos entre as pessoas. São impactos visíveis na vida de crianças e adolescentes negros, indígenas e brancas.</p>
<p style="text-align: justify;">O UNICEF, como agência da ONU que tem a missão de defender direitos de crianças e adolescentes, lança hoje, dia 29 de novembro, uma campanha em nível nacional para alertar sobre o impacto do racismo na vida de milhões de crianças e adolescentes e contribuir para promover iniciativas que contribuam com a redução das disparidades. No Rio Grande do Norte, o lançamento acontece dia 30 de novembro, na Assembléia Legislativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números falam por si. No Brasil vivem 31 milhões de crianças negras e 160 mil indígenas, ou seja, 54,5% das crianças são negras ou indígenas. Um dado que assusta e que revela as disparidades: 65% das crianças pobres são negras. Quando se analisam números da mortalidade infantil, de crianças fora da escola ou de mortes de adolescentes negros, fica ainda mais explícita a necessidade de alertar a sociedade e mobilizar para que sejam asseguradas a equidade e a igualdade étnico-racial desde a infância.</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha sobre o racismo na infância foi desenvolvida com o objetivo de contribuir para rever o imaginário, principalmente quebrar a comodidade da falsa afirmação de que não existe racismo no Brasil; ajudar a promover o respeito entre as pessoas e práticas que combatam a discriminação, colaborando para a afirmação das identidades de crianças indígenas, negras e brancas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os resultados esperados, está o aumento do reconhecimento sobre os efeitos do racismo na vida de crianças e adolescentes e da valorização de direitos, identidades e da diversidade cultural. Em nível de políticas públicas, o que se espera é a formulação e implementação de ações voltadas para a redução das disparidades na educação, saúde e proteção dos direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de equidade, ou seja, a disposição para que o direito do outro seja reconhecido de forma imparcial e igualitária, é o que move a campanha. E é o que se espera que seja percebido como valor a ser cultivado na educação de crianças e adolescentes, para que gerações de crianças e adolescentes negros e indígenas, que passaram séculos à margem de políticas públicas, sejam efetivamente reconhecidos na categoria de sujeitos de direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: Tribuna do Norte</p>
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