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	<title>InfoJovem &#187; Relatório</title>
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		<title>ONU divulga relatório sobre expectativas profissionais dos jovens</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 20:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Call-center-Reprodução-TV-Globo.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="tele atendimento" /></p>O poder de comunicação das redes sociais é novo, mas el [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Call-center-Reprodução-TV-Globo.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="tele atendimento" /></p><div id="attachment_12977" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/02/06/onu-relatorio-jovens-trabalh/call-center-reproducao-tv-globo/" rel="attachment wp-att-12977"><img class="size-full wp-image-12977" title="Call center" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Call-center-Reprodução-TV-Globo.jpg" alt="tele atendimento" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Reprodução: TV Globo</p></div>
<p>O poder de comunicação das redes sociais é novo, mas elas revelaram uma preocupação antiga. A ONU divulgou hoje, dia 6 de fevereiro, o Relatório Mundial da Juventude &#8220;<a href="http://www.unworldyouthreport.org" target="_blank">Emprego de Jovens: Perspectivas da Juventude na Busca de Trabalho Decente em Tempos de Mudança</a>&#8220;, que pela primeira vez utilizou plataformas digitais e mídias sociais na pesquisa, que os jovens consideram a falta de oportunidades de trabalho como um dos principais desafios da atualidade.</p>
<p>Jovens e representantes de organizações de jovens compartilharam suas opiniões, experiências e recomendações sobre a preparação para ingressar, ter o acesso e como permanecer no mercado de trabalho. No total, foram recebidas aproximadamente 1,1 mil contribuições (incluindo fotos e vídeos) durante as quatro semanas de pesquisa do relatório.</p>
<p><strong>Educação e novas oportunidades</p>
<p></strong>No relatório, os jovens demonstraram preocupação com a qualidade e a relevância de sua educação. Outros assuntos de interesse incluem a vulnerabilidade do trabalho, a migração laboral, o atraso no casamento, bem como idade, sexo e discriminação racial.</p>
<p>As oportunidades oferecidas pelos empregos verdes, novas tecnologias e empreendedorismo contribuem para proporcionar esperança para os jovens, que também salientam a necessidade de ser pró-ativo e manter uma visão positiva para encontrar empregos decentes.</p>
<p><strong>Impactos da Crise econômica</strong></p>
<p>Na seqüência da crise econômica, a taxa de desemprego global de juventude atingiu seu recorde histórico em 2009, quando cerca de 75,8 milhões de jovens ficaram desempregados. Nas desacelerações econômicas, jovens são muitas vezes os últimos contratados e os primeiros demitidos. Em 2010, a taxa de desemprego global de jovens era 12,6%, muito maior do que a taxa de desemprego mundial adulto de 4,8%.</p>
<p>Hoje, cerca de 152 milhões de trabalhadores jovens são de famílias que estão abaixo da linha da pobreza (vivem com menos de 1,25 dólar por dia), compreendendo 24% dos trabalhadores pobres do mundo.</p>
<p><strong>Saiba mais!</strong></p>
<p>Infelizmente, até agora, a ONU só divulgou o relatório em inglês. Você também pode interagir e partilhar ideias pelo site do estudo: <a href="http://www.unworldyouthreport.org/" target="_blank">http://www.unworldyouthreport.org</a>/</p>
<p><em>com informações da <a href="http://www.onu.org.br/" target="_blank">ONU</a></em></p>
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		<title>Relatório sobre a Situação da População Mundial 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 16:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Relatório]]></category>

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		<description><![CDATA[
Novo relatório do UNFPA - “Do conflito e crise à renovação: gerações da mudança” – vincula paz, segurança e desenvolvimento com os direitos e empoderamento das mulheres.
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7915" style="width: 251px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-7915 " title="Relatório sobre a Situação da População Mundial 2010 - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/Relatório-sobre-a-Situação-da-População-Mundial-2010-ok-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagen: Relatório sobre a Situação da População Mundial</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Novo relatório do UNFPA &#8211; “Do conflito e crise à renovação: gerações da mudança” – vincula paz, segurança e desenvolvimento com os direitos e empoderamento das mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando as mulheres têm os mesmos direitos e oportunidades que os homens, elas são mais resilientes a conflitos e desastres e conseguem conduzir os esforços de reconstrução e renovação em suas sociedades, afirma o Relatório sobre a Situação da População Mundial 2010, lançado no último dia 20, pelo UNFPA &#8211; Fundo de População das Nações Unidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O lançamento do relatório coincide com o décimo aniversário da resolução 1325  do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que visa colocar um fim à violência contra mulheres e meninas em conflitos armados e encorajar uma maior participação das mulheres em iniciativas de construção da paz.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando mulheres e garotas sofrem profunda discriminação, elas ficam mais vulneráveis aos piores efeitos dos desastres e guerras, incluindo o estupro, e têm menor probabilidade de contribuir para a construção da paz, o que ameaça a recuperação a longo-prazo”, disse a Diretora Executiva do UNFPA, Thoraya Ahmed Obaid, durante o lançamento da publicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio das histórias de indivíduos afetados por conflitos ou catástrofes na Bósnia-Herzegóvina, Haiti, Iraque, Jordânia, Libéria, Território Palestino Ocupado, Timor Leste e Uganda, o relatório mostra como as comunidades e sociedade civil estão curando velhas feridas e conseguindo seguir em frente. Um dos exemplos citados é o da cooperação entre Brasil e Haiti para o enfrentamento da violência de gênero. Entretanto, ainda resta muito a ser feito para garantir que as mulheres tenham acesso aos serviços e tenham voz nas negociações de paz ou em planos de reconstrução.</p>
<p style="text-align: justify;">As resoluções do Conselho de Segurança orientam as respostas da comunidade internacional aos conflitos e o estabelecimento de um conjunto de ações para proteger as mulheres e assegurar sua participação na construção da paz e reconciliação, “mas não constituem um substituto aos esforços populares para o empoderamento feminino e para a edificação de resiliência de longo prazo para crises de qualquer tipo, sejam guerras, terremotos ou qualquer outra catástrofe”, escreveu a Diretora Executiva no prefácio do relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os governos precisam aproveitar as oportunidades geradas pela recuperação pós-conflito ou que surgem de desastres naturais para aumentar as chances de que os países não sejam apenas reconstruídos, mas edificados para melhor, renovados, com mulheres e homens desfrutando de situações de igualdade, com direitos e oportunidades para todos, e fundamentados no desenvolvimento de longo prazo”, afirma o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto conflitos e desastres podem piorar as desigualdades entre homens e mulheres, Thoraya Obaid afirma que “a recuperação após conflitos e desastres também apresenta uma oportunidade única: uma oportunidade para corrigir as desigualdades, garantir a proteção igual perante a lei e criar condições propícias para alcançar mudanças positivas”.</p>
<p style="text-align: justify;">As Nações Unidas consideram que só 18 dos 192 países membros implementaram medidas para seguir suas diretrizes. Entre eles estão Áustria, Bélgica, Chile, Costa do Marfim, Portugal, Serra Leoa, Uganda e Reino Unido. &#8220;Esses 18 países adotaram planos específicos para atender às sugestões daquela resolução, mas há outros que seguem diretrizes de outras conferências sobre as mulheres, e isso não pode ser esquecido&#8221;, disse à Folha Marcela Suazo, diretora regional para América Latina e Caribe do UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas).</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o levantamento, o percentual de mulheres que sofreu algum tipo de violência pelo menos uma vez na vida é de 12% em Hong Kong (China), de 13% no Azerbaijão, de 51% na República Tcheca e de 59% na Zâmbia.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento relata que em 33 países – dentre eles a Bolívia, Armênia, Nicarágua, o Egito e Uganda, onde foi possível levantar os dados – as mulheres consideram apropriado ser espancadas ou agredidas pelo marido.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 29% das mulheres concordaram que ser atingida ou espancada por discutir com o marido era justificável, 25% por se recusar a ter sexo com o marido e 21% por queimar a comida. Em Mali, por exemplo, 74% das mulheres aceitaria o castigo físico por se recusar a ter relações sexuais com o marido, 62% no caso de discutir com ele e 33% por queimar a refeição.</p>
<p style="text-align: justify;">Na maioria dos países, discutir com o marido é a razão mais comumente aceita. Em Benin, 51% das mulheres entrevistadas, sem instrução, consideram justificável que o marido bata em sua esposa por ela sair de casa sem lhe avisar. O índice baixa para 39% quando a entrevistada tem ensino primário e para 20% entre as que têm nível secundário ou educação superior.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra tradição, a mutilação genital feminina, considerada uma violação aos direitos humanos, apesar de predominar em alguns países africanos, mostra uma ligeira diminuição. Em Mali, por exemplo, caiu de 92 casos para 86, entre 2001 e 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">A versão em português do Relatório sobre a Situação da População Mundial 2010 do UNFPA está disponível <a href="http://www.unfpa.org.br/swop2010" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: UNFPA / Folha / Agência Brasil</p>
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