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	<title>InfoJovem &#187; Travestis</title>
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		<title>Campanha “Sou travesti. Tenho direito de ser quem sou.”</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 17:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde, a Secretaria de Direitos Humanos e travestis de todo o país lançaram a primeira campanha nacional de prevenção à AIDS direcionada a travestis e idealizada por eles próprios. A campanha “Sou travesti. Tenho direito de ser quem sou”, tem o objetivo de sensibilizar a sociedade contra o preconceito, além de informar o público-alvo sobre formas de prevenção.
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/05/Campanha-MS-Travestis.jpg"><img class="size-full wp-image-4673 aligncenter" title="Campanha MS Travestis" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/05/Campanha-MS-Travestis.jpg" alt="" width="262" height="392" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério da Saúde, a Secretaria de Direitos Humanos e travestis de todo o país lançaram a primeira campanha nacional de prevenção à AIDS direcionada a travestis e idealizada por eles próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha<strong> “Sou travesti. Tenho direito de ser quem sou”</strong>, tem o objetivo de sensibilizar a sociedade contra o preconceito, além de informar o público-alvo sobre formas de prevenção.</p>
<p style="text-align: justify;">As peças publicitárias esclarecem que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve adotar o nome social de travestis (como preferem ser chamados) nos prontuários médicos. O material também informa que pessoas desse grupo têm que exigir o uso desse nome.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do foco no público-alvo da iniciativa, a campanha tem um folheto dirigido ao serviço de saúde que convida o profissional de saúde a fazer a sua parte. Informações como aplicação de silicone, aparência física feminina, o uso do banheiro e a identificação das situações de risco que podem levar as travestis à infecção pelo HIV são abordadas no folheto.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de folders informativos impressos, a campanha conta com materiais eletrônicos voltados aos travestis, como toques de celular, telas de descanso e vídeos. O material usa termos da linguagem dos travestis, conhecida como bajubá. “Oi mona! Tem camisinha na bolsa?”, é uma das cinco mensagens para toque de celular que integram a campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a população geral, o principal foco da campanha é o preconceito. Com o slogan, <strong>&#8220;olhe, olhe de novo, e veja além do preconceito&#8221;</strong>, as travestis se apresentam como pessoas comuns, que trabalham, estudam e possuem famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha, disponível no <a href="http://www.aids.gov.br/travestis" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">site</span></span></a>, foi elaborada durante oficina de criatividade realizada de 16 a 18 de janeiro, em Brasília. Participaram do evento 16 travestis das cinco regiões do Brasil. Os materiais gráficos serão distribuídos pelo Ministério da Saúde a 96 ONGs que atuam na área.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: JC ONLINE e Portal Rondônia Agora</p>
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