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	<title>InfoJovem &#187; Direitos Humanos</title>
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		<title>Empregos e o problema do desemprego entre jovens</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unijuv5</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos principais problemas a serem tratados na Rio+20 é o de empregos. Conforme os países-membros iniciam suas negociações das primeiras duas seções do Esboço Zero, o Major Group of Children and Youth pede encarecidamente que não se esqueçam da crescente crise de desemprego entre os jovens. Por Que os Jovens? O desemprego entre os jovens é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/2012/02/02/desemprego-entre-jovens/carteira-de-trabalho-3/" rel="attachment wp-att-12956"><img class="aligncenter size-full wp-image-12956" title="carteira de trabalho" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/carteira-de-trabalho.jpg" alt="carteira de trabalho" width="290" height="190" /></a><br />
Um dos principais problemas a serem tratados na Rio+20 é o de empregos. Conforme os países-membros iniciam suas negociações das primeiras duas seções do Esboço Zero, o <em>Major Group of Children and Youth</em> pede encarecidamente que não se esqueçam da crescente crise de desemprego entre os jovens.</p>
<p><strong>Por Que os Jovens?</strong></p>
<p>O desemprego entre os jovens é significativamente diferente do desemprego entre adultos tanto em sua causa como em sua solução. Estima-se que em 2010, 75.1 milhões de jovens no mundo tiveram dificuldades para encontrar trabalho, e é três vezes mais provável que um jovem fique desempregado que um adulto. Lidar com o desemprego e o subemprego assegurando trabalhos decentes contribuirá diretamente com a promoção do crescimento ambientalmente sustentável e com a erradicação da pobreza. Portanto, o crescimento no número de jovens e as condições do mercado de trabalho serão fatores cruciais na avaliação das políticas de desenvolvimento sustentável, principalmente as criadas para expandir as ofertas de trabalhos verdes.</p>
<p>Uma participação significativa dos jovens é fundamental para a criação de novos programas e ampliar os já existentes que são eficientes e funcionam em benefícios dos próprios jovens. A juventude precisa estar envolvida na condição de parceiros sólidos em todas as etapas do planejamento de políticas e programas.</p>
<p><strong>Lidando com Desemprego entre Jovens – Erguendo os jovens em uma economia em queda</strong></p>
<p>Os quadros de programas e políticas de criação de emprego devem mitigar o impacto desproporcionalmente alto das crises econômicas globais sobre os jovens. Uma análise de longo prazo demonstrou que parte do problema é de “transição”, no qual os jovens precisam tempo para acumular a experiência e as habilidades necessárias para encontrarem empregos. Entretanto, os programas de políticas – como isenções fiscais para quem contratar jovens, programas de treinamento vocacional, suporte financeiros para jovens empreendedores e micro-financiamento – podem aumentar consideravelmente a participação dos jovens na economia como um todo. São necessárias parcerias entre o setor privado, os governos e organizações da sociedade civil para melhorar o <em>targeting</em> de jovens trabalhadores e um lançamento eficaz de programas de formação de capacidade. Para promover o crescimento das ofertas de trabalho, os governos e a comunidade internacional também devem implantar ações financeiras e macroeconômicas, incluindo reestruturação de débitos e bancos, e eliminar regulamentos discriminatórios. Os quadros de programas precisam enfatizar a necessidade de informações adequadas sobre o mercado de trabalho, o monitoramento de políticas e a avaliação do programa para ajudar a obter empregos melhores para os jovens.</p>
<p><strong>Algumas recomendações iniciais:</strong></p>
<p>1. Inclusão da <em>Youth Guarantee</em> (Garantia da Juventude) nos esquemas de proteção social, incluindo a iniciativa patrocinada pelas Nações Unidas, a <em>Social Protection Floor Initiative</em> (“Iniciativa de Piso de Proteção Social”):</p>
<p>A <em>Youth Guarantee</em> irá assegurar que a inatividade do mercado de trabalho entre jovens não exceda um período de quatro meses. Essa medida ajudará os jovens a se manterem em contato com o Mercado de trabalho e permitir que continuem atualizando suas capacidades e competências, além de contribuir para sua empregabilidade. A <em>Youth Guarantee</em> oferecerá uma abordagem feita sob medida para ajudar os jovens a lidar com as falhas estruturais do mercado de trabalho que com o tempo cultivará a confiabilidade e a autoconfiança, e aumentará a probabilidade de fortalecer os laços com o mercado de trabalho e a taxa de participação no futuro. Isso precisa se tornar a característica padrão em esquemas de proteção social, principalmente estes que são elaborados com a ajuda das Nações Unidas.</p>
<p>2. A criação do Fundo Mundial para a Educação:</p>
<p>Em muitos países, a globalização e as mudanças tecnológicas criaram demandas urgentes para novas formas de desenvolvimento de capacidades para satisfazer necessidades econômicas e sociais. A promoção da educação para o desenvolvimento sustentável e o estabelecimento de instituições de treinamento, programas vocacionais para o desenvolvimento profissional e o reconhecimento da educação não formal são cruciais.</p>
<p>O Fundo Mundial para a Educação precisa ser coadministrado por doadores, países recebedores, organizações não governamentais e organizações intergovernamentais experientes, como a UNESCO. O fundo deve incluir um secretariado independente com propriedade efetiva sobre iniciativas mundiais de educação e a capacidade de gerenciar seu próprio financiamento.</p>
<p>3. Registrar e levar em consideração os impactos de políticas trabalhistas e macroeconômicas sobre os jovens</p>
<p>A promoção de setores que requeiram muita mão de obra, como os trabalhos verdes, é essencial para criar oportunidades para os jovens, em particular em economias em transição. Apesar disso, os governos não podem consertar o que não podem medir. Uma colaboração patrocinada pelas Nações Unidas entre o ILO YEN, a UNEP e outras agências relevantes deve monitorar sistematicamente o quanto os jovens estão se beneficiando com esses programas e prover assistência a agências nacionais de estatísticas trabalhistas no acompanhamento desses dados.</p>
<p>4. Aumentar a Participação dos Jovens</p>
<p>A adoção de uma convenção global ou de várias convenções regionais baseadas no princípio 10 da Declaração do Rio. Um instrumento como esse deve servir como ferramenta para garantir o direito à participação e melhorar as práticas existentes de participação. Portanto, um mecanismo de compromisso e cumprimento é crucial e pode ser potencialmente modelado segundo o mecanismo de compromisso e cumprimento da Convenção de Aarhus.</p>
<p>É necessário incluir a sociedade civil e representantes da juventude em <em>bureaus</em> e diretorias de organismos relevantes para o desenvolvimento da juventude, independente da natureza do processo político ou do instrumento de implantação. Para isso pode-se buscar inspiração em diferentes modelos já existentes, como o A Diretoria de Coordenação de Programas da UNAIDS ou o Conselho da Reunião Comum da Europa sobre a Juventude. No caso de um Conselho para o Desenvolvimento Sustentável ser criado, uma forte presença dos jovens na governança do Conselho deve ser um dos critérios que guiem sua criação.</p>
<p>O apoio dos jovens e suas organizações para participar do processo decisório, muito embora o reconhecimento dessa participação seja maior que o simples acesso e requeira participantes empoderados. É indispensável que seja concedida autoridade explícita e recursos adequados à DESA para empoderar os jovens de modo que possam participar do processo decisório.</p>
<p>A inclusão de fato de representantes da juventude nos Conselhos Nacionais de Desenvolvimento Sustentável (os NSDCs). Os jovens são um dos Setores da Sociedade Civil da Agenda 21 que são facilmente esquecidos na composição dos NSDCs. Nos conselhos onde são incluídos os jovens, sua participação muita vezes limita-se ao papel de observadores. Portanto, uma representação balanceada dos interesses da Agenda 21 é crucial na reformulação dos NSDCs. Nos casos em que esse conselho já esteja estabelecido, eles devem ser fortalecidos e receber os recursos adequados, a força política e o apoio político por meio de troca de melhores práticas.</p>
<p>5. A melhoria da representação dos jovens e das futuras gerações<br />
Além disso, pedimos também pela criação de um Departamento independente do Alto Comissariado das Nações Unidas para Futuras Gerações. O Alto Comissário teria um papel de definição de agenda e de conselheiro no que tange a coerência e os impactos ambientais e sociais de longo prazo das agências, políticas, programas e outros tratados multilaterais das Nações Unidas. Trabalharia em estreita cooperação com a sociedade civil. Esse departamento também daria suporte à capacidade dos países em desenvolvimento estabelecerem mecanismos eficazes de responsabilização intergeracional.</p>
<p>Deve-se notar que o presente artigo baseia-se na contribuição do <em>Major Group</em> of Children and Youth da UNCSD com sugestões para o Painel de Sustentabilidade Global sobre o desemprego entre os jovens e a participação dos jovens. Logo teremos mais sobre trabalhos… por isso continue lendo!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Bibliografia<br />
Coenjaerts, Ernst Fortuny, Rei et Pilgrim (2009), “Promoting Pro-Poor Growth&#8211;Youth Employment”. ILO and YEN, Genebra.</p>
<p>Clark, K.B. et L. Summers (1982), “The dynamics of youth unemployment”, in The Youth Labour Market Problem: Its Nature, Causes and Consequences, Freeman, R et D. Wise (eds.), pgs. 199–234, University of Chicago Press.</p>
<p>Betcherman,B., Godfrey,M., Puerto,S. et Rother, F. and Stavreska, A. (2007) “A Review of Interventions to Support Young Workers: Findings of the Youth Employment Inventory” Social Protection Discussion Paper No. 0715. Banco Mundial, Washington, D.C.</p>
<p>Freeman, R. et D. Wise (eds.) (1982), “The Youth Labour Market Problem: Its Nature, Causes and Consequences”, University of Chicago Press.</p>
<p>Gagliarducci S. (2004) What is really bad in temporary employment? http://ec.europa.eu/employment_social/employment_analysis/docs/041008_gagliard_1.pdf</p>
<p>Ghellab, Y. (1998) ‘Minimum wages and youth unemployment’, Employment Training Papers<br />
26, www.ilo.org</p>
<p>Godfrey, M. (2003), “Youth Employment Policy in Developing and Transition Countries – Prevention as well as Cure”, Social Protection Discussion Paper No. 320, Banco Mundial, Washington, D.C.</p>
<p>ILO (2010), “Global Employment Trends”, ILO, Genebra . Pgs 48-49 e pgs 56-60.</p>
<p>ILO (2011), “Global Employment Trends for Youth”, ILO, Geneva.</p>
<p>ILO: Key Indicators of the Labour Market, 7th Edition (Geneva, 2011), Chapter 1, section A for more information on the working poor</p>
<p>ILO (2011), “Global Employment Trends”, ILO, Geneva.</p>
<p>ILO (2011) “Tackling Youth Employment Challenges”, in An Introductory Guide for Employers’ Organisations. ILO Training Centre. Turin, Italy.</p>
<p>IOE (2005) Youth employment: Secretariat note, www.ioe-emp.org</p>
<p>Jensen, P., Rosholm, M. and Svarer, M. (2003) ‘The response of youth unemployment to<br />
benefits, incentives, and sanctions’, European Journal of Political Economy<br />
Vol. 19, pp. 301 – 316 www.sam.sdu.dk/undervis/92172.E03/jensenetal.pdf</p>
<p>OECD (2005) Policy brief: From unemployment to work www.oecd.org</p>
<p>Scarpetta, S., Sonnet, A. and Manfredi, T .;(2010) “Rising youth unemployment during the crisis: How to prevent negative long-term consequences on a generation”, OECD Social, Employment and Migration Papers, No. 106; www.oecd.org/els/workingpapers.</p>
<p>Sperling, G. (2008) Um Fundo Mundial para a Educação: Toward a True Global Compact on Universal Education. Working Paper for the Council on Foreign Relations.</p>
<p>Fonte: Rio+20</p>
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		<title>Desemprego juvenil ainda é muito maior do que a média global, revela OIT</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 22:16:28 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/2012/01/12/panorama-laboral-2011-oit/oit/" rel="attachment wp-att-12759"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-12759" title="OIT" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/oit-150x150.jpg" alt="Panorama Laboral 2011" width="150" height="150" /></a><br />
A taxa de desemprego urbano na América Latina e no Caribe chegou ao menor nível da história, 6,8%, em 2011. Esse levantamento integra o Panorama Laboral 2011 apresentado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta quinta-feira, dia 12.</p>
<p>No estudo, a OIT destacou a urgência de que sejam tomadas medidas para melhorar a situação dos jovens. O Panorama Laboral indica que a taxa de desemprego urbano dos jovens (15 a 24 anos) é de 14,9 por cento, mais do dobro da taxa geral e o triplo da dos adultos, que é de 5 por cento.</p>
<p> <strong>Trabalho informal</strong></p>
<p>Quem não conhece alguém que trabalhe sem qualquer forma de registro? A persistência da informalidade é outro ponto de destaque do panorama. Segundo o estudo, pelo menos 50 por cento da população urbana ocupada têm um emprego informal.</p>
<p>A OIT destaca que o trabalho informal implica em condições laborais precárias, sem proteção social nem acesso aos direitos trabalhistas, e em geral com rendimentos baixos.</p>
<p>A população de 15 a 29 anos é a principal vítima do trabalho informal.  Seis em cada 10 jovens ocupados não têm acesso aos benefícios e registros compreendidos no trabalho formal.</p>
<p><strong>2012</strong></p>
<p>O documento adverte sobre a necessidade de enfrentar os desafios de melhorar a qualidade dos empregos. A queda do desemprego, sentida nos últimos anos, deverá estancar-se em 2012.</p>
<p>O Panorama Laboral da América Latina e Caribe 2012 está disponível no <a href="http://www.oit.org.br/sites/default/files/topic/employment/doc/panoramalaboral2011_759.pdf" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.oit.org.br/sites/default/files/topic/employment/doc/panoramalaboral2011_759.pdf?referer=');">site da Organização Internacional do Trabalho.</a></p>
<p><em>Com informações</em> da <a href="http://www.oit.org.br/content/panorama-laboral-2011" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.oit.org.br/content/panorama-laboral-2011?referer=');">OIT</a></p>
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		<title>Confira a programação do Acampamento da Juventude do Fórum Social Temático 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 19:35:14 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_12717" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.infojovem.org.br/2012/01/06/forum-social-tematico-2012/forum_social_mundial/" rel="attachment wp-att-12717"><img class="size-thumbnail wp-image-12717" title="forum_social_mundial" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/forum_social_mundial-150x150.jpg" alt="Fórum Social Temático" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Outro grande evento social realizado no país foi o Fórum Social Mundial</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Acampamento Intercontinental da Juventude do Fórum Social Temático 2012 já tem uma grade de programação de atividades estruturada. O Fórum Temático integra o processo do Fórum Social Mundial e será uma etapa preparatória da Cúpula dos Povos na Rio+20. O evento, que acontece entre 24 e 29 de janeiro, será sediado por Porto Alegre e cidades da região Metropolitana – Gravataí, Canoas, São Leopoldo, e Novo Hamburgo.<br />
 <br />
O Grupo de Trabalho da cultura do Fórum já está organizando os inscritos das mais diversas expressões artísticas e distribuindo as apresentações entre os dias 25 e 28 de janeiro. Em texto de apresentação, o GT afirma que &#8220;a programação do espaço foi pensada coletivamente e contou com a colaboração de integrantes de movimentos culturais e estilos diversos&#8221;. <br />
 <br />
Até o momento, são mais de 45 atrações musicais previstas, além de oficinas sobre temas variados, que vão dos quadrinhos japoneses (mangás) até fuxico, passando por tear de prego e construção de composteiras. O movimento Hip-Hop estará presente com apresentações de DJs, MCs, BBoys e BGirls e grafiteiros. O AIJ também terá espaço dedicado às tradições afro, com oficinas de capoeira, samba de roda e amostras culturais Rastafari. O teatro também estará presente, com oficinas do teatro do oprimido, apresentações de rua, rodas de causos e teatro de bonecos.<br />
 <br />
As inscrições para atividades no Acampamento Intercontinental da Juventude seguem abertas no endereço  fstematico2012.org.br. O GT Cultura se reúne todas as quartas-feiras, às 18h, na Casa de Cultura Mário Quintana, no Centro de Porto Alegre e as reuniões são abertas.<br />
 <br />
Fórum Social Temático 2012</p>
<p>Como um espaço aberto e plural, a programação do Fórum será fundamentalmente constituída por atividades propostas e geridas por movimentos, coletivos e organizações da sociedade civil, relacionadas ao tema “Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”. Além disso, o Fórum acolherá também o encontro de redes internacionais, articuladas em torno de Grupos Temáticos de reflexão sobre assuntos pertinentes ao Fórum. O diálogo no âmbito dos grupos já está em andamento, na Plataforma de Diálogos do Fórum Social Temático.</p>
<p>Para saber mais informações sobre o FST 2012, acesse  o site do evento: <a href="http://www.fstematico2012.org.br/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fstematico2012.org.br/?referer=');">http://www.fstematico2012.org.br/</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.juventude.gov.br/noticias/2012/01/05-01-2012-acampamento-intercontinental-da-juventude-ja-tem-programacao-de-atividades" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.juventude.gov.br/noticias/2012/01/05-01-2012-acampamento-intercontinental-da-juventude-ja-tem-programacao-de-atividades?referer=');">Secretaria Nacional de Juventude</a></p>
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		<title>Levantamento mostra que jovens são as principais vitimas de homicídios no país</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/2012/01/05/mapa-da-violeoncia-201/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:42:03 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12702" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.infojovem.org.br/2012/01/05/mapa-da-violeoncia-201/2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa/" rel="attachment wp-att-12702"><img class="size-thumbnail wp-image-12702" title="2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa-150x150.jpg" alt="mapa da violência 2012, Instituto Sangari" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do levantamento do Instituto Sangari</p></div>
<p>Em sua 12ª edição, o Mapa da Violência 2012 revela que – apesar da estagnação da taxa global de homicídios no país – houve uma migração do crime para regiões que antes não passavam por essa situação. Outra constatação importante do estudo do Instituto Sangari é que as principais vítimas da violência continuam sendo os jovens.</p>
<p>Na conclusão do levantamento, o instituto registrou a necessidade de políticas públicas que considerem as reformulações dos deslocamentos populacionais. O estudo também ressaltou que a falta de diálogo entre as esferas governamentais afetam a política pública de segurança no país.</p>
<p><strong>População jovem morre mais</strong></p>
<p>Outro dado importante é a vitimização juvenil. Há uma elevada concentração dos casos de homicídios na população jovem do País. Entre 15 e 19 anos de idade, essa taxa é de 43,7%, já entre 20 e 24 pula para 60,9%, enquanto de 25 anos até 29 atinge 51,6%.</p>
<p><strong>Alterações no mapa da violência<br />
</strong><br />
Para justificar a disseminação dos casos de violência homicida, o pesquisador citou que o aumento dos pólos de crescimento econômico, trouxe violência aos municípios com menos infraestrutura. Além disso, muitas dessas cidades estão localizadas em zonas de fronteiras e enfrentam o turismo predatório; regiões marcadas por ações de desmatamento de sua mata original; e a bandidagem tradicional.</p>
<p>Saiba mais sobre o Mapa da Violência</p>
<p>O levantamento traz dados desde 1980 e, atualmente, possui dados de 27 unidades federativas, 33 regiões metropolitanas, 27 capitais e mais de cinco mil municípios. Todos esses dados permitem uma visão panorâmica da perspectiva do fenômeno da violência homicida no país.</p>
<p> O Mapa da Violência 2012 está disponível gratuitamente na Biblioteca Virtual do ANDI cujo endereço eletrônico é:  <a href="http://www.andi.org.br/inclusao-e-sustentabilidade/documento/mapa-da-violencia-2012" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.andi.org.br/inclusao-e-sustentabilidade/documento/mapa-da-violencia-2012?referer=');">http://www.andi.org.br/inclusao-e-sustentabilidade/documento/mapa-da-violencia-2012</a></p>
<p><em>Com informações do</em> <strong>Portal ANDI</strong></p>
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		<title>Jovens devem tomar vacina contra hepatite B</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 21:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unijuv5</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ministério ampliou para 29 anos a idade da população a ser imunizada Os jovens devem alterar as suas carteiras de vacinação. A partir de 2012, o Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas até 29 anos sejam vacinadas contra hepatite B. Com a medida, o órgão ampliou em cinco anos a faixa etária da população [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ministério ampliou para 29 anos a idade da população a ser imunizada</strong></p>
<p><a href="http://www.infojovem.org.br/2012/01/03/29-anos-hepatite-b/vacina1/" rel="attachment wp-att-12686"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-12686" title="vacina1" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/vacina1-150x150.jpg" alt="vacinação, vacina adulto" width="150" height="150" /></a><br />
Os jovens devem alterar as suas carteiras de vacinação. A partir de 2012, o Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas até 29 anos sejam vacinadas contra hepatite B. Com a medida, o órgão ampliou em cinco anos a faixa etária da população alvo da campanha contra a doença.</p>
<p>A imunização contra hepatite B – gratuita nos postos de saúde conveniados aos SUS &#8211; só é eficaz quando as três doses são administradas &#8211; com intervalos de um mês após a primeira dose e de seis meses após a segunda dose.</p>
<p><strong>Triplice Viral e Dupla Adulto</p>
<p></strong>Segundo o Ministério da Saúde, a partir dos 20 anos de idade, outras três vacinas também devem ser tomadas: a Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), dose única, e Dupla Adulto (difteria e tétano), e deve ser refeita a cada 10 anos, e Febre Amarela.</p>
<p>Os jovens, assim como os adultos, devem ficar atentos as campanhas nacionais de vacinação, prática comum há mais de três décadas. Em 2011, por exemplo, foram realizadas três campanhas: contra a influenza ou gripe sazonal, contra a poliomielite e contra o sarampo.</p>
<p><em>Com informações da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Pesquisa aponta aumento de vagas para deficientes</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unijuv5</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oferta de vagas para deficientes físicos cresceu 86% esse ano em relação a 2010 O levantamento sobre a oferta de postos de trabalho para pessoas com deficiência física, feito pelo site de empregos Vagas.com.br, mostra que as empresas estão mais atentas no cumprimento da lei que estabelece cotas para esses profissionais. Na comparação com as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oferta de vagas para deficientes físicos cresceu 86% esse ano em relação a 2010</p>
<p>O levantamento sobre a oferta de postos de trabalho para pessoas com deficiência física, feito pelo site de empregos Vagas.com.br, mostra que as empresas estão mais atentas no cumprimento da lei que estabelece cotas para esses profissionais. Na comparação com as vagas oferecidas no ano passado, houve um crescimento de 86% nessa oferta em 2011. De acordo com a pesquisa, esse fenômeno acontece também em relação aos programas de estágio e trainee. No total, o balanço feito pelo site revela revela que foram abertas mais de 20 mil vagas para portadores de deficiência física até outubro de 2011. O levantamento é feito com base nas oportunidade de trabalho divulgadas por mais de 1.500 empresas que utilizam o site na divulgação de suas vagas.</p>
<p><strong>Boom na oferta para estágio e trainee</p>
<p></strong>O estudo do site Vagas mostra que nos primeiros dez meses de 2010 foram 32 ofertas para portadores de deficiência nos programas de estágio e 624 para trainee. Esse número subiu este ano para 178 vagas de estágio e 624 de trainee. De acordo com Luís Testa, gerente de marketing e vendas da empresa Vagas Tecnologia, “as oportunidades para esse público aumentaram muito nos últimos meses”.</p>
<p>Perfil dos candidatos – De acordo com a empresa de recrutamento Vagas.com.br, os portadores de deficiência que se candidatam a uma vaga têm perfil variado. São 12,5 mil currículos cadastrados de candidatos nessas condições. Os deficientes auditivos representam 21,7% da amostra (5,4 mil), 4 mil (17%) são deficientes visuais. Os portadores de deficiências mentais somam 2,1 mil (8,5%) e 694 têm dificuldades em relação à fala (2,8%).</p>
<p>Entre esses candidatos, 34,3% são de profissionais  com ensino superior completo, 31,4% têm ensino médio. Os que estão com a graduação em andamento são 21,5%. Os profissionais com superior completo são 6,2%. Há ainda 5,8% de profissionais com ensino fundamental concluído e apenas 0,9% frequentando algum curso de pós-graduação, mestrado ou doutorado.<br />
 <br />
Segundo o levantamento, a faixa etária mais marcante é dos profissionais de 26 a 30 anos, representados por 25% do total. Os trabalhadores de 20 a 25 anos e de 31 a 35 anos somam 20% da amostra, cada. Os profissionais de 36 a 40 anos somam 13%. Os de 41 a 45 anos são 8% e os de 46 a 50, 6%.  Com mais de 50 anos, aparecem apenas 5% de profissionais e de 14 a 19 anos, 2%.</p>
<p> Fonte: <a href="http://estagio.ig.com.br/pesquisa-aponta-aumento-de-vagas-para-deficientes-fisicos/n1597387615030.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/estagio.ig.com.br/pesquisa-aponta-aumento-de-vagas-para-deficientes-fisicos/n1597387615030.html?referer=');">IG</a></p>
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		<title>Dia da Luta contra a Aids tem campanha direcionada a jovens gays</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 23:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unijuv5</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ministério da Saúde direciona ações de prevenção principalmente aos jovens gays, com idade de 15 a 24 anos, das classes C, D e E Em 1987 a Organização das Nações Unidas instituiu 1º de dezembro como o Dia Mundial da Luta contra a Aids. No ano seguinte o Brasil também adotou a data em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ministério da Saúde direciona ações de prevenção principalmente aos jovens gays, com idade de 15 a 24 anos, das classes C, D e E</p>
<p>Em 1987 a Organização das Nações Unidas instituiu 1º de dezembro como o Dia Mundial da Luta contra a Aids. No ano seguinte o Brasil também adotou a data em seu calendário e desde então aproveita o dia para lançar campanhas de conscientização e informação sobre a doença.</p>
<p>Neste ano o Ministério da Saúde irá trabalhar com ações de prevenção à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis direcionadas principalmente aos jovens gays, com idade de 15 a 24 anos, pertencentes às classes C, D e E.</p>
<p>As discussões irão girar em torno da vulnerabilidade a que todos estão expostos. Portanto, a campanha trabalhará fortemente a importância do uso de preservativos.</p>
<p>Em Brasília o tema será “Aids não tem preconceito. Previna-se” e os jovens receberão pins e preservativos. No Rio de Janeiro os trabalhos começam nesta quinta-feira (1) e vão até domingo (4). Todos os postos de saúde e clínicas da família na cidade estarão abertos para a realização de testes de diagnóstico do vírus HIV. Espera-se que sejam feitos 30 mil testes somente no sábado (3).</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo distribuirá material informativo e camisinhas no centro comercial Ceagesp. A cidade também contará com postos para a realização de testes rápidos, no Poupatempo de Itaquera e em estações de trem da CPTM.</p>
<p>Em todo o estado serão divulgadas informações sobre a necessidade de fazer os testes de identificação da Aids, que são disponibilizados gratuitamente na rede pública de saúde.</p>
<p>A DKT, detentora das marcas de preservativos Prudence e Affair, distribuirá camisinhas em pontos estratégicos em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao todo a empresa pretende espalhar 200 mil preservativos, contando com a ajuda de Organizações Não Governamentais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-tem-campanha-direcionada-a-jovens-gays" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/exame.abril.com.br/marketing/noticias/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-tem-campanha-direcionada-a-jovens-gays?referer=');">Exame</a></p>
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		<title>Consulta pública sobre Conselho de Juventude vai até 15 de julho</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 17:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unijuv1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Coordenadoria de Juventude da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos prorrogou o prazo para participação na consulta pública sobre a criação de um conselho para tratar de temas específicos sobre a juventude gaúcha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Coordenadoria de Juventude da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos prorrogou o prazo para participação na consulta pública sobre a criação de um conselho para tratar de temas específicos sobre a juventude gaúcha. Os interessados em conhecer a proposta e apresentar sugestões podem opinar até o dia 15 de julho, no endereço www.conjuve.wordpress.com.</p>
<p>Pelo documento, os representantes da sociedade no Conselho Estadual de Juventude serão eleitos diretamente pelos próprios jovens através da internet e telefone celular, via mensagens de texto. &#8220;A proposta é inovadora e permitirá, com a massiva participação dos jovens gaúchos, a formação de um conselho ativo, com uma enorme legitimidade social e peso político para defender a visão da juventude sobre o desenvolvimento do Estado, propondo políticas públicas que atendam as questões geracionais&#8221;, avaliou o coordenador estadual de Juventude, Maurício Piccin.</p>
<p>O texto proposto, disponível no mesmo endereço da consulta pública, define como público alvo das políticas de juventude aqueles que possuem idade entre 15 e 32 anos. Segundo Piccin, este recorte etário compreende que o tempo para que essa população atinja uma condição de autonomia e independência tem se ampliado, devido às transformações sociais ocorridas nos últimos anos e ao aumento da expectativa de vida da população.</p>
<p>Segundo o formato sugerido, o Conselho de Juventude será deliberativo e estabelecerá como dever do Estado promover a emancipação da juventude. A intenção é que possam ser candidatos representantes de organizações de jovens e indivíduos interessados. Para isto, basta que participem do processo da II Conferência Estadual de Juventude, em outubro, e das etapas municipais que ocorrem até lá.</p>
<p><strong><em>Texto: Gabriel Gabardo </em></strong></p>
<p>Fonte: http://<a href="http://http://www.jusbrasil.com.br/politica" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/http_//www.jusbrasil.com.br/politica?referer=');">www.jusbrasil.com.br/politica</a></p>
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		<title>75% das mulheres de 18 a 24 anos não estudam e nem trabalham</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/2011/02/04/75-das-mulheres-de-18-a-24-anos-nao-estudam-e-nem-trabalham/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 12:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unijuv1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Levantamento divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais  assinala que 3,4 milhões de jovens de 18 a 24 anos não estudam e muitos menos trabalham, ou seja, 15% do total dessa faixa etária. O público feminino é o mais afetado devido a, basicamente, duas razões: casamento e maternidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-9462 aligncenter" title="gereno" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/02/gereno.jpg" alt="" width="137" height="103" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Levantamento divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais  assinala que 3,4 milhões de jovens de 18 a 24 anos não estudam e muitos menos trabalham, ou seja, 15% do total dessa faixa etária. O público feminino é o mais afetado devido a, basicamente, duas razões: casamento e maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo indica que do total de jovens ausentes dos estudos e do emprego, 1,2 milhão apenas terminou o ensino médio. De acordo com o levantamento, o problema se agravou entre 2001 e 2008, pois 75% são correspondentes a mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Roberto Gonzales, técnico do Instituto de pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o estudo espelha, além da desigualdade entre sexos, a diferença de salários, atrelados, principalmente, às tarefas domésticas e cuidados com o descente sob a chancela da ala feminina.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://sobreisso.com/2011/02/03/educacao-75-das-mulheres-de-18-a-24-anos-nao-estudam-e-nem-trabalham/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/sobreisso.com/2011/02/03/educacao-75-das-mulheres-de-18-a-24-anos-nao-estudam-e-nem-trabalham/?referer=');"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://sobreisso.com/2011/02/03/educacao-75-das-mulheres-de-18-a-24-anos-nao-estudam-e-nem-trabalham/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/sobreisso.com/2011/02/03/educacao-75-das-mulheres-de-18-a-24-anos-nao-estudam-e-nem-trabalham/?referer=');"><span style="text-decoration: underline; color: #ff6600;">Fonte</span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.infojovem.org.br/2011/02/04/75-das-mulheres-de-18-a-24-anos-nao-estudam-e-nem-trabalham/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Resolução nacional promove alterações na Educação de Jovens e Adultos</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/2011/02/03/resolucao-nacional-promove-alteracoes-na-educacao-de-jovens-e-adultos/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 14:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>unijuv1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) número 03/2010 determina uma nova organização da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no país a partir de 2011. Em Mato Grosso, as 320 unidades que atuam na EJA irão ofertar a conclusão da Educação Básica no prazo máximo de 6 anos. A nova legislação prevê que o Ensino Fundamental seja organizado em 4 anos. Dois para o primeiro semento, e outros dois para o II segmento, com carga horária 800h/aulas para cada ano. Para o Ensino Médio serão desenvolvidas atividades também no prazo de 2 anos, e cada ano com carga horária mínima de 600h/anuais, totalizando 1,2 mil/horas. O ano letivo permanece com 200 dias letivos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-9457 aligncenter" title="educação" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/02/educação-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) número 03/2010 determina uma nova organização da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no país a partir de 2011. Em Mato Grosso, as 320 unidades que atuam na EJA irão ofertar a conclusão da Educação Básica no prazo máximo de 6 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova legislação prevê que o Ensino Fundamental seja organizado em 4 anos. Dois para o primeiro semento, e outros dois para o II segmento, com carga horária 800h/aulas para cada ano. Para o Ensino Médio serão desenvolvidas atividades também no prazo de 2 anos, e cada ano com carga horária mínima de 600h/anuais, totalizando 1,2 mil/horas. O ano letivo permanece com 200 dias letivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sávio de Brito Costa, gerente curricular da EJA da Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), explica que os novos critérios adotados possibilitam o melhor atendimento ao público e as suas especificidades. “Na verdade o tempo não significa qualidade do ensino e, sim, a organização pedagógica, o comprometimento do aluno e, da escola com a proposta adotada”. A Resolução 03/2010 diminui o tempo de permanência na EJA de nove para seis anos. Questionado sobre prejuízo para o aluno, Sávio é enfático ao afirmar que “o Estado tem investido, de maneira maciça, na formação dos profissionais e nós iremos adequar as propostas pedagógicas das escolas com as novas diretrizes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele explica também que a discussão sobre alterações na carga horária para a EJA levou anos de intensas discussões propositivas. “O aluno já tem vivência, tem conhecimento dentro de contextos sociais e econômicos, e esses fatores devem ser considerados para o currículo de jovens e adultos. Acreditamos, sim, que esse sujeito não terá perda alguma. Trabalhamos pensando em um currículo que atenda as necessidades dentro da realidade desse estudante”, finaliza.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele enfatiza que existe amplo respeito e consideração pelas especificidades do público. “Para o aluno ingresso na EJA deve ser considerado todo o aproveitamento em sala de aula. Claro, ele estará sujeito a avaliações, mas não é somente com base em um número que o professor vai saber o resultado do aprendizado. Ele irá considerar, em um relato minucioso, quais foram as dificuldades e o que precisa de melhor planejamento para possibilitar o conhecimento a esse sujeito. A avaliação é realizada de maneira coletiva. Nossa demanda é dos excluídos e nosso desafio é garantir o ingresso e a permanência dele em sala de aula”, finaliza.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, Mato Grosso prestou atendimento a cerca de 70 mil alunos na Educação de Jovens e Adultos. Para 2011, a meta, é de prestar atendimento a mais 11, 2 mil pessoas. As vagas são disponibilizadas em 320 unidades sendo distribuídas em 24 Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), em 66 escolas do campo, em 5 quilombolas, em duas unidades do sistema prisional , 226 urbanas, uma de educação especial e 20 indígenas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=354306" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.odocumento.com.br/materia.php?id=354306&amp;referer=');"><span style="text-decoration: underline; color: #ff6600;">Fonte</span></a></p>
]]></content:encoded>
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