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	<title>InfoJovem &#187; Ajuda Humanitária</title>
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	<description>Portal de Informação Juvenil</description>
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		<title>Pesquisadores da USP desenvolvem teste de Covid-19 mais rápido e eficiente</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 20:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQ [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19905" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/01/20210121_biosensor2.jpg"><img class="size-medium wp-image-19905" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/01/20210121_biosensor2-300x158.jpg" alt="Crédito: Karla Castro" width="300" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Karla Castro</p></div>
<p>Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP desenvolveram um teste rápido para covid-19, com custo aproximado de R$ 30. Até cinco vezes mais barato que os testes convencionais encontrados nas farmácias, que hoje são vendidos por cerca de R$ 140, o dispositivo foi criado para facilitar a testagem em massa no Brasil. A tecnologia também será capaz de revelar se a pessoa que tomou uma determinada dose de vacina já produziu anticorpos.</p>
<p>Denominado Teste Popular de Covid-19, o dispositivo analisa uma gota de sangue retirada do paciente em busca de anticorpos que permitam detectar a doença. A estratégia empregada para baratear sua produção foi otimizar a quantidade de insumos do material e utilizar nanopartículas para a localização dos anticorpos. Desenvolvidas no IQSC, essas nanopartículas possuem uma molécula sonda, que fica na cor vermelha quando entra em contato com algum anticorpo. A molécula foi obtida em parceria com a BioLinker, empresa brasileira de biotecnologia.</p>
<p>Segundo Frank Crespilho, professor do IQSC e coordenador da pesquisa, esse método é muito similar aos encontrados nas farmácias. No entanto, é mais preciso, barato, requer menos reagentes e pode ser produzido integralmente no Brasil. O docente conta que sua equipe desenvolveu o teste em cerca de quatro meses, o que é considerado tempo recorde. Agora, de acordo com Crespilho, a ideia com a nova tecnologia é favorecer as populações mais vulneráveis:</p>
<p>“Temos que pensar na população brasileira, esse é o papel da USP. Todos os dias acordo feliz por ter o privilégio de coordenar uma equipe que está trabalhando incessantemente para produzir ciência de alto nível. A proposta é fazer uma análise em massa da população, com um custo bem mais competitivo e viável para a nossa realidade econômica.”</p>
<p>Crespilho é coordenador do Grupo de Bioeletroquímica e Interfaces do IQSC, coordenador da Rede MeDiCo, a Rede de Pesquisa em Covid-19 USP/Capes, recentemente aprovada em edital de seleção emergencial da Capes, e vice-coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA), Polo de São Carlos.</p>
<p>A doutoranda Karla Castro, do IQSC e pesquisadora da rede MeDiCo, também participou do estudo. “Estamos buscando inovar em aspectos tecnológicos que permitam a realização de testes de uma forma mais rápida, não perdendo sua seletividade e especificidade. O procedimento de testagem utilizado no Teste Popular de Covid-19 da USP é de fácil execução e não demanda estrutura laboratorial. Os testes já estão em fase de validações e, até o presente momento, a leitura e interpretação dos resultados são realizadas em aproximadamente 10 minutos”, diz a cientista.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que o novo teste traz um caráter inovador, pois ele será capaz de revelar se o indivíduo produziu anticorpos após receber uma determinada dose de vacina, podendo auxiliar o médico a identificar a necessidade de acompanhamento do paciente no processo de imunização. Além disso, o dispositivo permitirá ainda o rastreamento de imunidade de variantes do vírus.</p>
<p>Mona Oliveira, chefe científica e fundadora da BioLinker, empresa parceira no estudo, diz que será possível, baseando-se neste primeiro resultado, desenvolver novas moléculas específicas e produzir os insumos biotecnológicos de forma rápida, com baixo custo e alta performance. “Nosso objetivo é viabilizar a aplicação de testagem em massa. O grupo do professor Crespilho é referência internacional em desenvolvimento de biossensores e nosso colaborador em projetos de pesquisa aplicada e inovação. Com a pandemia, vimos uma excelente oportunidade em participar do desenvolvimento dos bioligantes (moléculas sondas) para detecção de anticorpos do coronavírus”, finaliza Mona Oliveira.</p>
<p>A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O teste já está pronto para produção em larga escala e passará, em breve, pela regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A expectativa é de que o produto esteja disponível para comercialização em até dois meses.<br />
Fonte: Jornal da USP, por Henrique Fontes, da Assessoria de Comunicação do IQSC</p>
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		<title>Projeto Nossa Voz cria grupo de acolhimento</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2020/07/11/projeto-nossa-voz-cria-grupo-de-acolhimento/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2020 19:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como você tem se sente? Quais são seus anseios nos dias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Tati-de-Sampa.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19894" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Tati-de-Sampa-300x300.png" alt="Tati de Sampa" width="300" height="300" /></a><br />
Como você tem se sente? Quais são seus anseios nos dias atuais? O quanto o mundo externo tem te afetado?</p>
<p>Foi pensando nessas questões que diante da atual pandemia tem ganhado mais relevância, que quatro jovens mulheres paulistanas se uniram através do projeto Nossa Voz.</p>
<p>Tati de Sampa, Talita Caproni, Flávia Maia e Carol Monteiro são as voluntárias que lideram o projeto que pretende através de encontros virtuais semanais orientar e acolher aqueles que topam os desafios do autoconhecimento e da evolução pessoal.</p>
<p>Na visão de Tati de Sampa, idealizadora do projeto, o principal é conectar pessoa que estejam passando por situações ocasionadas pelas incertezas geradas nos últimos meses e ajudar a enxergar que é possível criar um universo de novas possibilidades diante do caos.</p>
<p>&#8220;Temos feito várias lives sobre diversos assuntos, mas esse tema ganhou muita relevância, então decidimos que era chegada a hora de dar a nossa contribuição. Esperamos que possamos ao longo do tempo evoluir tanto no número de pessoas e grupos, como também em número de pessoas voluntárias para coordenar novos grupos&#8221;, ressaltou Tati.</p>
<p>Para se inscrever, você deve acessar o link <a href="https://forms.gle/9nzN6tamSM1rwhhM8" target="_blank">https://forms.gle/9nzN6tamSM1rwhhM8</a> e preencher um formulário.</p>
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		<title>Dia de Doar convida pessoas à se engajarem em causas sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 12:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
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		<description><![CDATA[Na esteira da Black Friday, liquidação importada da cul [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/12/arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19779" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/12/arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506-300x169.jpg" alt="arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506" width="300" height="169" /></a><br />
Na esteira da Black Friday, liquidação importada da cultura norte-americana e que inaugurou a temporada de compras natalinas na sexta-feira (29), uma outra data promete mobilizar brasileiros nos próximos dias. O mote, no entanto, deve passar longe do consumismo. No Dia de Doar, celebrado em 3 de dezembro, a meta será propagar atos de generosidade.</p>
<p>A ação, chamada de Giving Tuesday, a Terça da Doação, nos Estados Unidos, chegou ao Brasil em 2013, um ano depois de começar na terra do Tio Sam. Trata-se de uma mobilização criada na sequência de datas comerciais famosas no hemisfério norte, que, além da Black Friday, tem a Cyber Monday, a Segunda-feira Cibernética. A data é comemorada na primeira terça-feira após o Thanksgiving Day, o Dia de Ação de Graças.</p>
<p>&#8220;O movimento do Giving Tuesday começou com uma ONG de Nova York. Na época, percebeu-se que, por causa da crise econômica, as pessoas estavam doando menos. A ideia então foi estimular a cultura de doação, algo a que o mundo todo aderiu&#8221;, explica João Paulo Vergueiro, diretor executivo da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), entidade à frente do Dia de Doar no Brasil.</p>
<p>Hoje, a mobilização está presente em 190 países, a partir da metodologia &#8220;faça você mesmo&#8221;. No Brasil, optou-se, na tradução, por deixar a &#8220;terça-feira&#8221; fora da nomeação oficial. Ainda assim, o modelo é bem semelhante ao norte-americano. &#8220;Assim como nos Estados Unidos, nós promovemos a ideia e cada localidade pode fazer do seu jeito. Cada um faz acontecer, seja no interior no Amazonas ou no Rio Grande do Sul&#8221;, pontua Vergueiro.</p>
<p>Até o final da semana, mais de 120 ações de solidariedade haviam sido enviadas por organizações, como empresas, instituições de ensino e entidades sociais, à página do Dia de Doar na internet. As iniciativas convocam a sociedade para participar de campanhas diversas, como de doação de sangue, arrecadação de dinheiro, roupas, calçados ou de visitação a abrigos e casas que acolhem idosos, crianças e adolescentes.</p>
<p>Em Betim, Minas Gerais, por exemplo, o Lar de Idosos Naept fará um café para mobilizar voluntários a passarem um tempo com o público assistido. Já em São Paulo, o projeto Beija Flores Solidários receberá doações de materiais escolares para crianças de abrigos da região. É possível consultar a relação de atividades cadastradas no site.</p>
<p>&#8220;A pessoa pode doar dinheiro, materiais ou tempo dela. Não existe regra. O importante é participar, divulgando isso nas redes sociais com a hashtag #diadedoar. Quanto mais falarmos sobre doação, mais as pessoas vão participar&#8221;, observa o diretor da ABCR.</p>
<p>Segundo ele, no ano passado, o Dia de Doar resultou na arrecadação de R$ 1,2 milhão e impactou 22 milhões de pessoas nas mídias sociais.</p>
<p>O advogado catarinense Inácio Tanchella Nandi, de 37 anos, optou por doar trabalho na data. Ele é morador de Tubarão, a 130 quilômetros de Florianópolis (SC). A cidade, de 106 mil habitantes, contará no dia 3 de dezembro com um evento comunitário para estimular doações junto a 18 entidades locais.</p>
<p>&#8220;Vou ajudar na organização e na divulgação, até para que mais pessoas possam saber do evento e conhecer as instituições participantes&#8221;, comenta Nandi, que é voluntário fixo da Associação Tubaronense de Apoio às Famílias. &#8220;Comecei dando instrução jurídica para as mães atendidas, depois instruções de informática para as crianças. O voluntariado nos permite ter uma visão diferente do mundo&#8221;, define.</p>
<p>A ação da qual o advogado participará se chama Doa Tubarão e está sendo organizada pelo Fórum das Entidades Não-Governamentais do município. Além de tendas com as entidades na praça central, o Dia de Doar terá um concerto solidário. &#8220;A ideia é que nesse dia as pessoas possam conhecer as entidades, as causas e já fazerem a própria doação&#8221;, explica a coordenadora geral do Fórum, Silvana Zardo Francisco.</p>
<p>Pelo menos outras 25 campanhas que buscam incentivar a doação em uma comunidade específica, de forma mais ampla, já foram cadastradas junto ao movimento Dia de Doar. É o caso da Doa Maringá, no Paraná; Doa Mogi, em São Paulo; e Dia de Doar Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.</p>
<p><strong>Empresas</strong></p>
<p>Entre o empresariado, o Dia de Doar deve envolver o repasse de valores arrecadados a instituições e programas sociais. A Casa Bauducco, por exemplo, atuará como posto de arrecadação: vai transferir seu tradicional Dia Fatia, até então realizado no dia 25 de cada mês, para 3 de dezembro. Cem por cento da renda obtida com a venda de fatias de panetone e chocotone será doada ao Instituto Fazendo História, de São Paulo. A organização atua com cerca de 1,2 mil crianças e adolescentes em situação de acolhimento.</p>
<p>Setenta e uma lojas da Casa Bauducco em todo o país participarão da iniciativa. A estimativa é que sejam vendidas entre 10 mil e 15 mil fatias de panetone e chocotone na nova data, a um preço médio de R$ 8,90. &#8220;Vamos fazer a doação dos recursos para o programa Famílias Acolhedoras, que prepara crianças para retornar para suas famílias de origem ou ir para famílias adotivas. É uma iniciativa que faz muito sentido para os nossos valores&#8221;, diz o diretor de Marketing e Logística da Casa Bauducco, Paulo Cardamone.</p>
<p>Cerca de 20 famílias voluntárias compõem o programa do Instituto Fazendo História. Elas recebem em suas casas crianças de 0 a 6 anos de idade, podendo ficar com elas por até um ano e meio. &#8220;São famílias que passam por seleção, treinamento de seis meses e que não podem estar na fila de adoção. Algumas já estão no quarto acolhimento&#8221;, relata a coordenadora de Desenvolvimento Institucional do Instituto Fazendo História, Daniela Vasconcelos.</p>
<p>Outro programa do Instituto Fazendo História que deve ser beneficiado pelo Dia de Doar é o Apadrinhamento Financeiro de Jovens, em que os padrinhos financiam bolsas mensais para jovens atendidos pela organização, nos valores de R$ 60, R$ 120 e R$ 240, ao longo de um ano. &#8220;Os valores mudam de acordo com a idade deles, começando com R$ 60, a partir dos 16 anos. Tudo que é gasto é justificado, do transporte a cursos que eles possam fazer&#8221;, explica Daniela.</p>
<p><strong>O que doar</strong></p>
<p>A participação no Dia de Doar pode ser feita de várias maneiras. Veja algumas sugestões da organização:</p>
<p>&#8211; Promover uma campanha de arrecadação na internet e reverter os valores para uma ONG;<br />
&#8211; Organizar um aniversário solidário, com presentes sendo trocados por doações, como alimentos, para uma entidade de sua cidade;<br />
&#8211; Oferecer-se para ser voluntário em instituições sociais, ensinando algo, prestando algum serviço ou visitando o público atendido;<br />
&#8211; Procurar um hemocentro para fazer uma doação de sangue;<br />
&#8211; Reunir roupas e calçados em bom estado e repassá-los para entidades que promovam &#8220;bazares do bem&#8221;.</p>
<p><strong>Plataformas que conectam</strong></p>
<p>Quem deseja fazer alguma doação neste 3 de dezembro também pode contar com a ajuda de algumas plataformas que conectam doares a instituições. A Benfeitoria e a Doa Brasil, por exemplo, reúnem projetos de todo o país que precisam arrecadar recursos financeiros para saírem do papel ou seguirem adiante.</p>
<p>Já a Atados conecta pessoas que querem doar tempo como voluntárias em causas de seu interesse. É possível encontrar no site não só ONGs, mas também vagas de voluntariado por estado.</p>
<p>Há ainda a Quero na Escola, que conecta voluntários a pedidos de estudantes da rede pública com demandas que vão além do currículo escolar obrigatório. É o caso de cursos de fotografia, palestras na área de psicologia e oficinas de defesa pessoal, por exemplo. A ONG faz a ponte entre o voluntário e a escola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal UOL, por Antoniele Luciano.</p>
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		<title>Mais de 1,5 milhão de crianças e jovens necessitam de ajuda humanitária após ciclone na África</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 13:28:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistênc [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/04/UN0291170_mocambique.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19671" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/04/UN0291170_mocambique-300x200.jpg" alt="UN0291170_mocambique" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistência urgente – saúde, nutrição, proteção, educação, água e saneamento – um mês depois que o ciclone Idai devastou partes de Moçambique, Malawi e Zimbábue, afirma o UNICEF. Qualquer interrupção prolongada no acesso a serviços essenciais pode levar a surtos de doenças e picos de desnutrição, aos quais as crianças são especialmente vulneráveis.</p>
<p>As necessidades em Moçambique continuam maciças, com 1 milhão de crianças necessitadas de assistência, seguidas por mais de 443 mil no Malawi e 130 mil no Zimbábue.</p>
<p>Em Moçambique, os casos de cólera e malária aumentaram para 4.600 e 7.500, respectivamente, desde que o ciclone atingiu o país.</p>
<p>O UNICEF está particularmente preocupado com o acesso a serviços para as mais de 130 mil crianças que permanecem deslocadas após o ciclone, a maioria delas em Moçambique e no Malawi. Mais de 200 mil casas foram destruídas pela tempestade em Moçambique.</p>
<p>“As crianças que vivem em abrigos lotados ou longe de suas casas correm risco de doenças, exploração e abuso”, disse Henrietta Fore, diretora executiva do UNICEF, que visitou a Beira imediatamente após o ataque do ciclone. “O caminho para a recuperação será longo. É imperativo que os parceiros humanitários estejam presentes em cada etapa do caminho. Precisamos ajudar crianças e famílias para que sobrevivam e, depois, retomem sua vida”.</p>
<p>Nos três países, as águas da enchente recuaram, e algumas famílias afetadas começaram a voltar para casa. No entanto, milhares permanecem nos campos de evacuação porque suas casas foram danificadas ou destruídas. A segurança alimentar também é uma questão importante porque a tempestade destruiu as plantações semanas antes da colheita.</p>
<p>O UNICEF e seus parceiros continuam a responder às necessidades humanitárias urgentes de crianças e famílias. As ações do UNICEF até o momento incluem:</p>
<p><strong>Moçambique:</strong> o UNICEF forneceu vacinas para imunizar, com sucesso, 900 mil pessoas contra a cólera, iniciou a distribuição de 500 mil mosquiteiros para proteger as crianças da malária e ajudou a restaurar o abastecimento de água para 500 mil pessoas na cidade da Beira. Nas próximas semanas, as campanhas estão planejadas em torno da vacinação contra sarampo, desparasitação e reforços de vitamina A. O UNICEF também está apoiando o estabelecimento de várias clínicas de saúde nas áreas de reassentamento.</p>
<p><strong>Malawi:</strong> O UNICEF está fornecendo caminhões-pipa, banheiros e espaços amigos da criança nos centros de evacuação, bem como remédios e clínicas móveis, kits de educação e recreação e professores voluntários. Desde que o ciclone atingiu o Malawi, o UNICEF forneceu água potável para mais de 53 mil pessoas e banheiros para mais de 51 mil pessoas.</p>
<p><strong>Zimbábue:</strong> o UNICEF está distribuindo kits de higiene, reabilitando sistemas de água e restaurando instalações de saneamento; fornecendo suprimentos vitais de saúde e nutrição; e trabalhando com parceiros para fornecer apoio psicossocial a crianças vulneráveis em espaços amigos da criança. O UNICEF divulgou, para mais de 60 mil pessoas, informações essenciais sobre como prevenir doenças transmitidas pela água e, a partir da segunda-feira 15 de abril, lançará uma campanha de vacinação contra a cólera em parceria com o Ministério da Saúde e Assistência à Criança do Zimbábue e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para proteger mais de 480 mil pessoas.</p>
<p>O UNICEF lançou um apelo para arrecadar US$122 milhões para apoiar sua resposta humanitária, nos próximos nove meses, às crianças e às famílias afetadas pelo ciclone em Moçambique, Zimbábue e Malawi.</p>
<p>Para fazer sua doação, acesse: <a href="https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia" target="_blank">https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia</a></p>
<p><em>Fonte: UNICEF Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Ajude as vítima do ciclone em Moçambique, Zimbábue e Malauí</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2019/03/24/ajude-as-vitima-do-ciclone-em-mocambique-zimbabue-e-malaui/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Mar 2019 22:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
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		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[O ciclone tropical Idai chegou à terra durante a noite  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/03/image560x340cropped1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19634" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/03/image560x340cropped1-300x182.jpg" alt="image560x340cropped" width="300" height="182" /></a></p>
<p>O ciclone tropical Idai chegou à terra durante a noite de 14 para 15 de março de 2019, perto da cidade de Beira, província de Sofala, no centro de Moçambique. O ciclone provocou chuvas torrenciais e ventos nas províncias de Sofala, Zambézia, Manica e Inhambane.</p>
<p>A cidade da Beira, na província de Sofala, região central de Moçambique, perdeu a comunicação. O impacto total do ciclone ainda está por ser estabelecido. No entanto, os relatórios iniciais indicam pelo menos 500 mortos e danos significativos na infraestrutura em Beira e arredores.</p>
<p>O ciclone Idai continuou em terra como uma tempestade tropical e atingiu o leste do Zimbábue com fortes chuvas e fortes ventos. A tempestade causou ventos fortes e precipitação intensa nos distritos de Chimanimani e Chipinge, causando inundações ribeirinhas e repentinas e mortes subsequentes, bem como destruição de meios de subsistência e propriedades.</p>
<p><strong>Saiba abaixo como ajudar</strong><br />
A ONU coordena respostas de emergência como a provocada pelo ciclone Idai por meio do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA). Doações podem ser feitas pelo site https://crisisrelief.un.org/Mozambique-flash-appeal. Informações adicionais sobre a resposta coordenada pelo OCHA estão disponíveis clicando em <a href="https://www.unocha.org/southern-and-eastern-africa-rosea/cyclone-idai" target="_blank">https://www.unocha.org/southern-and-eastern-africa-rosea/cyclone-idai</a>.</p>
<p>O Programa Mundial de Alimentos (PMA) é uma das agências da ONU que lideram a resposta de emergência na região. Para doar, acesse: <a href="https://give.wfp.org" target="_blank">https://give.wfp.org</a>.</p>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) abriu um canal direto para doações. Acesse em <a href="https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia" target="_blank">https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia</a>.</p>
<p>A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está atuando na região e recebe doações pelo link <a href="https://doar.acnur.org" target="_blank">https://doar.acnur.org</a>.</p>
<p>Acompanhe os esforços humanitários das Nações Unidas nos três países atingidos clicando em <a href="https://news.un.org/pt/story/2019/03/1665111" target="_blank">https://news.un.org/pt/story/2019/03/1665111</a> e <a href="https://nacoesunidas.org/?post_type=post&amp;s=Moçambique" target="_blank">https://nacoesunidas.org/?post_type=post&amp;s=Moçambique</a>.</p>
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<p>Fonte: ONU Brasil</p>
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