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	<title>InfoJovem &#187; Voluntariado</title>
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	<description>Portal de Informação Juvenil</description>
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		<title>Jovens unidos pelo bem</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 14:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas pessoas dizem que os jovens não querem nada com  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Cópia-de-Cópia-de-INNFOJOVEM-7.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19982" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Cópia-de-Cópia-de-INNFOJOVEM-7-300x300.png" alt="Cópia de Cópia de INNFOJOVEM (7)" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Muitas pessoas dizem que os jovens não querem nada com nada, só pensam em baderna, bebidas e drogas. Boa parte da sociedade desvalorizam a juventude, nos olham como a idade de gente imatura e sem responsabilidade.</p>
<p>Já dizia o Charlie Brown: “O jovem no Brasil não é levado a sério”, mas será que isso realmente é verdade ou é simplesmente um discurso antigo e irreal?</p>
<p>Se observarmos um pouco, poderíamos listar grandes nomes de jovens que através de projetos e grandes ideias transformadoras, deixaram o seu legado para um mundo melhor.</p>
<p>Aqui quero destacar apenas um projeto, que não é distante de mim, um projeto social a qual eu faço parte, e que mais de 70% do seu público é jovem, e além disso os idealizadores iniciaram antes dos 30 anos de idade.</p>
<p>A ONG se chama Hamburgada do Bem e tem como objetivo levar transformação social entre voluntários e crianças carentes de comunidades, tornando pessoas melhores para mudar o mundo ao seu redor.</p>
<p>A ação acontece em um dia inteiro, onde as crianças têm diversas atividades recreativas e educativas, sempre acompanhada de um voluntário, e um almoço delicioso de hambúrguer artesanal feito pelos próprios voluntário do time da cozinha, e com isso acontece uma grande integração entre todos, jovens dividindo suas experiências com outros, e passando bons princípios de cidadania para aquelas crianças, e muitas vezes mostrando um mundo a qual as crianças não conseguem enxergar, e assim despertando uma nova perspectiva de vida nelas.</p>
<p>O projeto é lindo, e eu poderia tentar descrever como é, mas isso foi apenas um resumo do que eu posso enxergar, mas a verdade é que olhando esse projeto e tudo que já destaquei aqui, não consigo olhar o jovem da mesma forma que algumas pessoas olham, como alguém que simplesmente não quer nada como nada.</p>
<p>Nesse projeto já passou mais de 50 mil voluntários em menos de 6 anos de existência, já disse acima sobre a porcentagem de jovens, ou seja, mais de 35 mil envolvidos é a Juventude, a ONG já chegou em mais de 5 países e atendeu mais de 90 mil crianças.</p>
<p>Eu poderia citar nomes de famosos e gente do mundo inteiro que ainda jovem se destacaram por mudar o mundo, mas as minhas maiores referências são meus amigos, pessoas que eu vejo de perto e que me inspiram todos os dias a ser um cidadão melhor, e a fazer o bem, Erick Watanabe, Tacio Watanabe e Tico Salles os Idealizadores desse projeto.</p>
<p>Os discursos negativos sobre os jovens podem continuar, mas a verdade é que a Juventude tem uma força que ninguém pode parar, e quando se unem para o bem, o mundo pode mudar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cesar Sousa</strong> é Subsecretário de Juventude de Guarulhos</p>
<p>&nbsp;<br />
—</p>
<p style="padding-left: 330px">Nota: As opiniões apresentadas nesse texto são de responsabilidade do autor e não refletem a linha editorial do Infojovem.</p>
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		<title>Projeto Nossa Voz cria grupo de acolhimento</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2020/07/11/projeto-nossa-voz-cria-grupo-de-acolhimento/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2020 19:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajuda Humanitária]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você tem se sente? Quais são seus anseios nos dias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Tati-de-Sampa.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19894" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Tati-de-Sampa-300x300.png" alt="Tati de Sampa" width="300" height="300" /></a><br />
Como você tem se sente? Quais são seus anseios nos dias atuais? O quanto o mundo externo tem te afetado?</p>
<p>Foi pensando nessas questões que diante da atual pandemia tem ganhado mais relevância, que quatro jovens mulheres paulistanas se uniram através do projeto Nossa Voz.</p>
<p>Tati de Sampa, Talita Caproni, Flávia Maia e Carol Monteiro são as voluntárias que lideram o projeto que pretende através de encontros virtuais semanais orientar e acolher aqueles que topam os desafios do autoconhecimento e da evolução pessoal.</p>
<p>Na visão de Tati de Sampa, idealizadora do projeto, o principal é conectar pessoa que estejam passando por situações ocasionadas pelas incertezas geradas nos últimos meses e ajudar a enxergar que é possível criar um universo de novas possibilidades diante do caos.</p>
<p>&#8220;Temos feito várias lives sobre diversos assuntos, mas esse tema ganhou muita relevância, então decidimos que era chegada a hora de dar a nossa contribuição. Esperamos que possamos ao longo do tempo evoluir tanto no número de pessoas e grupos, como também em número de pessoas voluntárias para coordenar novos grupos&#8221;, ressaltou Tati.</p>
<p>Para se inscrever, você deve acessar o link <a href="https://forms.gle/9nzN6tamSM1rwhhM8" target="_blank">https://forms.gle/9nzN6tamSM1rwhhM8</a> e preencher um formulário.</p>
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		<title>Dia de Doar convida pessoas à se engajarem em causas sociais</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2019/12/02/dia-de-doar-convida-pessoas-a-se-engajarem-em-causas-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 12:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na esteira da Black Friday, liquidação importada da cul [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/12/arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19779" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/12/arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506-300x169.jpg" alt="arrecadacao-de-brinquedos-foi-uma-das-acoes-do-dia-de-doar-realizada-no-ano-passado-1574982993363_v2_900x506" width="300" height="169" /></a><br />
Na esteira da Black Friday, liquidação importada da cultura norte-americana e que inaugurou a temporada de compras natalinas na sexta-feira (29), uma outra data promete mobilizar brasileiros nos próximos dias. O mote, no entanto, deve passar longe do consumismo. No Dia de Doar, celebrado em 3 de dezembro, a meta será propagar atos de generosidade.</p>
<p>A ação, chamada de Giving Tuesday, a Terça da Doação, nos Estados Unidos, chegou ao Brasil em 2013, um ano depois de começar na terra do Tio Sam. Trata-se de uma mobilização criada na sequência de datas comerciais famosas no hemisfério norte, que, além da Black Friday, tem a Cyber Monday, a Segunda-feira Cibernética. A data é comemorada na primeira terça-feira após o Thanksgiving Day, o Dia de Ação de Graças.</p>
<p>&#8220;O movimento do Giving Tuesday começou com uma ONG de Nova York. Na época, percebeu-se que, por causa da crise econômica, as pessoas estavam doando menos. A ideia então foi estimular a cultura de doação, algo a que o mundo todo aderiu&#8221;, explica João Paulo Vergueiro, diretor executivo da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), entidade à frente do Dia de Doar no Brasil.</p>
<p>Hoje, a mobilização está presente em 190 países, a partir da metodologia &#8220;faça você mesmo&#8221;. No Brasil, optou-se, na tradução, por deixar a &#8220;terça-feira&#8221; fora da nomeação oficial. Ainda assim, o modelo é bem semelhante ao norte-americano. &#8220;Assim como nos Estados Unidos, nós promovemos a ideia e cada localidade pode fazer do seu jeito. Cada um faz acontecer, seja no interior no Amazonas ou no Rio Grande do Sul&#8221;, pontua Vergueiro.</p>
<p>Até o final da semana, mais de 120 ações de solidariedade haviam sido enviadas por organizações, como empresas, instituições de ensino e entidades sociais, à página do Dia de Doar na internet. As iniciativas convocam a sociedade para participar de campanhas diversas, como de doação de sangue, arrecadação de dinheiro, roupas, calçados ou de visitação a abrigos e casas que acolhem idosos, crianças e adolescentes.</p>
<p>Em Betim, Minas Gerais, por exemplo, o Lar de Idosos Naept fará um café para mobilizar voluntários a passarem um tempo com o público assistido. Já em São Paulo, o projeto Beija Flores Solidários receberá doações de materiais escolares para crianças de abrigos da região. É possível consultar a relação de atividades cadastradas no site.</p>
<p>&#8220;A pessoa pode doar dinheiro, materiais ou tempo dela. Não existe regra. O importante é participar, divulgando isso nas redes sociais com a hashtag #diadedoar. Quanto mais falarmos sobre doação, mais as pessoas vão participar&#8221;, observa o diretor da ABCR.</p>
<p>Segundo ele, no ano passado, o Dia de Doar resultou na arrecadação de R$ 1,2 milhão e impactou 22 milhões de pessoas nas mídias sociais.</p>
<p>O advogado catarinense Inácio Tanchella Nandi, de 37 anos, optou por doar trabalho na data. Ele é morador de Tubarão, a 130 quilômetros de Florianópolis (SC). A cidade, de 106 mil habitantes, contará no dia 3 de dezembro com um evento comunitário para estimular doações junto a 18 entidades locais.</p>
<p>&#8220;Vou ajudar na organização e na divulgação, até para que mais pessoas possam saber do evento e conhecer as instituições participantes&#8221;, comenta Nandi, que é voluntário fixo da Associação Tubaronense de Apoio às Famílias. &#8220;Comecei dando instrução jurídica para as mães atendidas, depois instruções de informática para as crianças. O voluntariado nos permite ter uma visão diferente do mundo&#8221;, define.</p>
<p>A ação da qual o advogado participará se chama Doa Tubarão e está sendo organizada pelo Fórum das Entidades Não-Governamentais do município. Além de tendas com as entidades na praça central, o Dia de Doar terá um concerto solidário. &#8220;A ideia é que nesse dia as pessoas possam conhecer as entidades, as causas e já fazerem a própria doação&#8221;, explica a coordenadora geral do Fórum, Silvana Zardo Francisco.</p>
<p>Pelo menos outras 25 campanhas que buscam incentivar a doação em uma comunidade específica, de forma mais ampla, já foram cadastradas junto ao movimento Dia de Doar. É o caso da Doa Maringá, no Paraná; Doa Mogi, em São Paulo; e Dia de Doar Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.</p>
<p><strong>Empresas</strong></p>
<p>Entre o empresariado, o Dia de Doar deve envolver o repasse de valores arrecadados a instituições e programas sociais. A Casa Bauducco, por exemplo, atuará como posto de arrecadação: vai transferir seu tradicional Dia Fatia, até então realizado no dia 25 de cada mês, para 3 de dezembro. Cem por cento da renda obtida com a venda de fatias de panetone e chocotone será doada ao Instituto Fazendo História, de São Paulo. A organização atua com cerca de 1,2 mil crianças e adolescentes em situação de acolhimento.</p>
<p>Setenta e uma lojas da Casa Bauducco em todo o país participarão da iniciativa. A estimativa é que sejam vendidas entre 10 mil e 15 mil fatias de panetone e chocotone na nova data, a um preço médio de R$ 8,90. &#8220;Vamos fazer a doação dos recursos para o programa Famílias Acolhedoras, que prepara crianças para retornar para suas famílias de origem ou ir para famílias adotivas. É uma iniciativa que faz muito sentido para os nossos valores&#8221;, diz o diretor de Marketing e Logística da Casa Bauducco, Paulo Cardamone.</p>
<p>Cerca de 20 famílias voluntárias compõem o programa do Instituto Fazendo História. Elas recebem em suas casas crianças de 0 a 6 anos de idade, podendo ficar com elas por até um ano e meio. &#8220;São famílias que passam por seleção, treinamento de seis meses e que não podem estar na fila de adoção. Algumas já estão no quarto acolhimento&#8221;, relata a coordenadora de Desenvolvimento Institucional do Instituto Fazendo História, Daniela Vasconcelos.</p>
<p>Outro programa do Instituto Fazendo História que deve ser beneficiado pelo Dia de Doar é o Apadrinhamento Financeiro de Jovens, em que os padrinhos financiam bolsas mensais para jovens atendidos pela organização, nos valores de R$ 60, R$ 120 e R$ 240, ao longo de um ano. &#8220;Os valores mudam de acordo com a idade deles, começando com R$ 60, a partir dos 16 anos. Tudo que é gasto é justificado, do transporte a cursos que eles possam fazer&#8221;, explica Daniela.</p>
<p><strong>O que doar</strong></p>
<p>A participação no Dia de Doar pode ser feita de várias maneiras. Veja algumas sugestões da organização:</p>
<p>&#8211; Promover uma campanha de arrecadação na internet e reverter os valores para uma ONG;<br />
&#8211; Organizar um aniversário solidário, com presentes sendo trocados por doações, como alimentos, para uma entidade de sua cidade;<br />
&#8211; Oferecer-se para ser voluntário em instituições sociais, ensinando algo, prestando algum serviço ou visitando o público atendido;<br />
&#8211; Procurar um hemocentro para fazer uma doação de sangue;<br />
&#8211; Reunir roupas e calçados em bom estado e repassá-los para entidades que promovam &#8220;bazares do bem&#8221;.</p>
<p><strong>Plataformas que conectam</strong></p>
<p>Quem deseja fazer alguma doação neste 3 de dezembro também pode contar com a ajuda de algumas plataformas que conectam doares a instituições. A Benfeitoria e a Doa Brasil, por exemplo, reúnem projetos de todo o país que precisam arrecadar recursos financeiros para saírem do papel ou seguirem adiante.</p>
<p>Já a Atados conecta pessoas que querem doar tempo como voluntárias em causas de seu interesse. É possível encontrar no site não só ONGs, mas também vagas de voluntariado por estado.</p>
<p>Há ainda a Quero na Escola, que conecta voluntários a pedidos de estudantes da rede pública com demandas que vão além do currículo escolar obrigatório. É o caso de cursos de fotografia, palestras na área de psicologia e oficinas de defesa pessoal, por exemplo. A ONG faz a ponte entre o voluntário e a escola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal UOL, por Antoniele Luciano.</p>
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		<title>Mulheres se destacam em dia de mobilização nacional</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2019 15:56:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="189" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/10/EDIÇÃO-DE-FOTOS-PARA-O-INFOJOVEM-2-300x189.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="EDIÇÃO DE FOTOS PARA O INFOJOVEM-2" /></p>No último sábado, 05 de outubro de 2019, diversas ativi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="189" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/10/EDIÇÃO-DE-FOTOS-PARA-O-INFOJOVEM-2-300x189.png" class="attachment-medium wp-post-image" alt="EDIÇÃO DE FOTOS PARA O INFOJOVEM-2" /></p><p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/10/72337500_10214648450711055_8795803970908979200_n.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19729" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/10/72337500_10214648450711055_8795803970908979200_n-300x200.jpg" alt="72337500_10214648450711055_8795803970908979200_n" width="300" height="200" /></a></p>
<p>No último sábado, 05 de outubro de 2019, diversas atividades de mobilização ocorreram em todo o país com a temática &#8216;Renovar o Brasil, que faz parte das atividades do curso RenovaBR Cidades que conta com mais de 1.400 participantes.</p>
<p>Em João Pessoa, um mutirão realizado na Praça do Mercado, no bairro Valentina Figueiredo, revitalizou o espaço com a participação voluntária de muitos jovens. A organizadora da atividade foi Priscilla Gomes que estava extremamente feliz com o resultado da ação que contou simultaneamente com diversas atividades artísticas.</p>
<p><img class=" size-medium wp-image-19732 alignright" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/10/EDIÇÃO-DE-FOTOS-PARA-O-INFOJOVEM-2-300x189.png" alt="EDIÇÃO DE FOTOS PARA O INFOJOVEM-2" width="300" height="189" /></p>
<p>“Escolhi essa praça por dois motivos simples, o primeiro é por eu ser filha do bairro, ter nascido e me criado aqui, o outro é poder trazer um pouco de dignidade a juventude que ocupa esse espaço tão pouco cuidado pelo poder público”, reforçou Priscilla.</p>
<p>Em São Paulo o destaque ficou por conta do lançamento da plataforma &#8216;Empreender Comunidade&#8217; que foi pensada com o objetivo de promover e valorizar produtos e serviços das comunidades periféricas da capital paulista.</p>
<p>A responsável pelo desenvolvimento foi a aluna Tati de Sampa, que diante da sua trajetória de vida identificou o quanto é desenvolvido pelas comunidades e quão pouco isso é valorizado. Na visão dela, o empreendedorismo é uma estratégia capaz de mudar a realidade de muitas pessoas.</p>
<p>&#8220;Tive a oportunidade de trilhar muitos caminhos diferentes dos jovens da mesma comunidade onde nasci, mas vi que muitos ficaram pelo caminho e não foi por falta de esforço, mas sim de oportunidades. Com essa plataforma, queremos iniciar um processo de empoderamento de pessoas historicamente inviabilizadas.&#8221;, concluiu Tati.</p>
<p>Quem tiver interesse em contribuir com o projeto, acompanhar a evolução e adquirir produtos, pode acessar o site <a href="http://www.empreendercomunidade.com.br" target="_blank">www.empreendercomunidade.com.br</a>.</p>
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		<title>Mais de 1,5 milhão de crianças e jovens necessitam de ajuda humanitária após ciclone na África</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 13:28:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistênc [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/04/UN0291170_mocambique.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19671" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/04/UN0291170_mocambique-300x200.jpg" alt="UN0291170_mocambique" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Pelo menos 1,6 milhão de crianças precisam de assistência urgente – saúde, nutrição, proteção, educação, água e saneamento – um mês depois que o ciclone Idai devastou partes de Moçambique, Malawi e Zimbábue, afirma o UNICEF. Qualquer interrupção prolongada no acesso a serviços essenciais pode levar a surtos de doenças e picos de desnutrição, aos quais as crianças são especialmente vulneráveis.</p>
<p>As necessidades em Moçambique continuam maciças, com 1 milhão de crianças necessitadas de assistência, seguidas por mais de 443 mil no Malawi e 130 mil no Zimbábue.</p>
<p>Em Moçambique, os casos de cólera e malária aumentaram para 4.600 e 7.500, respectivamente, desde que o ciclone atingiu o país.</p>
<p>O UNICEF está particularmente preocupado com o acesso a serviços para as mais de 130 mil crianças que permanecem deslocadas após o ciclone, a maioria delas em Moçambique e no Malawi. Mais de 200 mil casas foram destruídas pela tempestade em Moçambique.</p>
<p>“As crianças que vivem em abrigos lotados ou longe de suas casas correm risco de doenças, exploração e abuso”, disse Henrietta Fore, diretora executiva do UNICEF, que visitou a Beira imediatamente após o ataque do ciclone. “O caminho para a recuperação será longo. É imperativo que os parceiros humanitários estejam presentes em cada etapa do caminho. Precisamos ajudar crianças e famílias para que sobrevivam e, depois, retomem sua vida”.</p>
<p>Nos três países, as águas da enchente recuaram, e algumas famílias afetadas começaram a voltar para casa. No entanto, milhares permanecem nos campos de evacuação porque suas casas foram danificadas ou destruídas. A segurança alimentar também é uma questão importante porque a tempestade destruiu as plantações semanas antes da colheita.</p>
<p>O UNICEF e seus parceiros continuam a responder às necessidades humanitárias urgentes de crianças e famílias. As ações do UNICEF até o momento incluem:</p>
<p><strong>Moçambique:</strong> o UNICEF forneceu vacinas para imunizar, com sucesso, 900 mil pessoas contra a cólera, iniciou a distribuição de 500 mil mosquiteiros para proteger as crianças da malária e ajudou a restaurar o abastecimento de água para 500 mil pessoas na cidade da Beira. Nas próximas semanas, as campanhas estão planejadas em torno da vacinação contra sarampo, desparasitação e reforços de vitamina A. O UNICEF também está apoiando o estabelecimento de várias clínicas de saúde nas áreas de reassentamento.</p>
<p><strong>Malawi:</strong> O UNICEF está fornecendo caminhões-pipa, banheiros e espaços amigos da criança nos centros de evacuação, bem como remédios e clínicas móveis, kits de educação e recreação e professores voluntários. Desde que o ciclone atingiu o Malawi, o UNICEF forneceu água potável para mais de 53 mil pessoas e banheiros para mais de 51 mil pessoas.</p>
<p><strong>Zimbábue:</strong> o UNICEF está distribuindo kits de higiene, reabilitando sistemas de água e restaurando instalações de saneamento; fornecendo suprimentos vitais de saúde e nutrição; e trabalhando com parceiros para fornecer apoio psicossocial a crianças vulneráveis em espaços amigos da criança. O UNICEF divulgou, para mais de 60 mil pessoas, informações essenciais sobre como prevenir doenças transmitidas pela água e, a partir da segunda-feira 15 de abril, lançará uma campanha de vacinação contra a cólera em parceria com o Ministério da Saúde e Assistência à Criança do Zimbábue e a Organização Mundial da Saúde (OMS) para proteger mais de 480 mil pessoas.</p>
<p>O UNICEF lançou um apelo para arrecadar US$122 milhões para apoiar sua resposta humanitária, nos próximos nove meses, às crianças e às famílias afetadas pelo ciclone em Moçambique, Zimbábue e Malawi.</p>
<p>Para fazer sua doação, acesse: <a href="https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia" target="_blank">https://secure.unicef.org.br/Default.aspx?origem=emergencia</a></p>
<p><em>Fonte: UNICEF Brasil</em></p>
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		<title>Conselho de Juventude de Pernambuco elege novos representantes</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 21:26:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na manhã deste sábado (30/03) na sede da Secretaria de  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/03/WhatsApp-Image-2019-03-30-at-23.37.33.jpeg"><img class="aligncenter wp-image-19652 size-medium" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2019/03/WhatsApp-Image-2019-03-30-at-23.37.33-300x225.jpeg" alt="WhatsApp Image 2019-03-30 at 23.37.33" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Na manhã deste sábado (30/03) na sede da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude ocorreu a eleição para os representantes da sociedade civil que vão integrar o Conselho Estadual de Políticas Públicas de Juventude de Pernambuco no biênio 2019/2021.</p>
<p>Ao todo foram preenchidas 14 vagas, divididas entre 10 para entidades de atuação estadual e 4 para entidades de atuação regional.</p>
<p>Os trabalhos foram conduzidos por Antônio Mendes, Gerente de Juventude do Governo de Pernambuco e atual presidente do conselho, que avaliou positivamente o resultado final, já que o momento que o país atravessa demonstra que é necessário unir esforços na construção de políticas que transformem a vida dos jovens.</p>
<p>&#8220;Houve uma procura muito grande por informações ao longo de todo processo eleitoral, uma parte significativa das organizações e movimentos de juventude do estado estiveram ativamente empenhados na construção desse momento, o qual representa a grandeza e a diversidade do nosso estado&#8221;, ressaltou Mendes.</p>
<p>A nova gestão vai contar com a presença de representantes das seguintes organizações:</p>
<p>Atuação Estadual: Movimento Negro Unificado de Pernambuco &#8211; MNU; Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Pernambuco &#8211; FETAPE; Centro de Integração Empresa Escola de Pernambuco- CIEE/PE; Serviço de Tecnologia Alternativa – SERTA; União Nacional dos Estudantes – UNE; União dos Estudantes de Pernambuco Cândido Pinto – UEP; Diretório Central dos Estudantes Odjas Carvalho de Souza &#8211; UFRPE; Diretório Acadêmico Identidade &#8211; FENSG/PE; Fórum de Juventudes de Pernambuco – FOJUPE e Juventude Socialista Brasileira de Pernambuco &#8211; JSB/PE</p>
<p>Atuação Regional: Visão Mundial Brasil; Instituto de Protagonismo Juvenil – IPJ; Sindicado dos Professores no Estado de Pernambuco – SINPRO e Comissão de Jovens Multiplicadores(as) da Agroecologia – CJMA.</p>
<p>O Secretário Executivo de Criança e Juventude, Félix Aureliano, acompanhou a eleição e avaliou que a nova gestão terá um papel fundamental na construção das políticas de juventude no próximo período.</p>
<p>Aureliano afirma que &#8220;mesmo com o pouco tempo que estamos a frente da secretaria executiva e os desafios que o período histórico nos impõe, vamos com muita disposição e diálogo reforçar a nossa parceria com o Conselho Estadual. Nossa missão é garantir que a juventude pernambucana tenha os instrumentos necessários para continuar se destacando pelo Brasil e pelo mundo.</p>
<p>A posse dos novos representantes e eleição da nova mesa diretora será realizada na segunda quinzena de abril.</p>
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		<title>Jovem de Diadema vende livros de mão em mão para ir à Alemanha</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 23:28:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma foto da escritora negra Carolina de Jesus (autora d [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19581" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/12/Fotografia-por-Lucas-Sampaio-1600x1067.jpg"><img class="size-medium wp-image-19581" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/12/Fotografia-por-Lucas-Sampaio-1600x1067-300x200.jpg" alt="Crédito: Lucas Sampaio/Divulgação" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Lucas Sampaio/Divulgação</p></div>
<p>Uma foto da escritora negra Carolina de Jesus (autora de “Quarto de Despejo” e que viveu entre 1914-1977) e diversos discos de rap enfeitam o escritório improvisado na casa do produtor cultural Alexandre Ribeiro, 20, no bairro Canhema, em Diadema, na Grande São Paulo. Os itens decorativos são as pistas para conhecer os gostos e hábitos do jovem escritor, jornalista e militante no movimento hip hop.</p>
<p>Em maio deste ano, ele lançou o primeiro livro da carreira. A produção ganhou o nome de “Inflorescência” e conta com 25 poesias. Com o objetivo de levantar verba para custear parte de uma bolsa de trabalho voluntário na Alemanha, Ribeiro decidiu vender o livreto da maneira que domina: de mão em mão pelas ruas de São Paulo.</p>
<p>“Foi feito em um formato pequeno para eu conseguir vender na rua. Eu já tinha a experiência de fazer isso com CDs de rap. Vendi 2.000 exemplares de mão em mão desde maio. O preço é totalmente livre. Chego nas pessoas e conto o projeto. Explico que o livro tem toda a minha bagagem e que nasceu para apoiar um sonho”, disse.</p>
<p>“Inflorescência significa algo bem técnico, mas usei para buscar as flores que habitam em mim em meio à guerra que vivemos. O livro foi pensado com poemas para florescer. Fiz até uma curadoria para colocar os mais introspectivos”, analisou.</p>
<p>Além do dinheiro arrecadado com a venda dos exemplares, Ribeiro começou a campanha #DaQuebradaProMundo na plataforma Catarse – site de financiamento coletivo, também conhecido como “vaquinha” virtual. A meta era conseguir R$ 8,5 mil. O projeto superou as expectativas e chegou a cerca de R$ 10 mil no final de novembro.</p>
<p>“Durante a viagem, vou fazer trabalho voluntário em instituições sociais, aprimorar o alemão, que atualmente estou no nível intermediário, e expandir a minha literatura”, explicou.</p>
<p>O ativismo sempre esteve presente na vida do jovem escritor. Com 13 anos, começou a se envolver com o movimento hip hop por meio das batalhas de MC’s. “Comecei a rimar, mas eu era muito ruim, então parei”, brinca.</p>
<p>Aos 17, participou da primeira ocupação contra a reorganização escolar do governo estadual, na escola estadual Diadema (antigo Cefam, no centro da cidade). O projeto causou polêmica, pois previa o fechamento de salas de aula e a transferência de estudantes para unidades mais distantes. Alunos e professores questionaram a falta de diálogo para as ações. Na época, em 2015, as manifestações barraram o projeto.</p>
<p>Essas e outras experiências de vida são refletidas nas poesias de Ribeiro, que misturam afeto, política e questões sociais.</p>
<p>Ele perdeu o pai quando tinha 11 anos. “Ele não era um leitor assíduo, mas me obrigava a ler pelo menos cinco páginas antes de dormir. Eu peguei o costume quando pivete e, depois, a leitura serviu para eu tentar resgatar algumas coisas dele. É uma memória afetiva que funciona muito para mim”, ressalta. “Quando ele morreu foi um choque muito grande.”</p>
<p><em>“É complicado falar de política</em><br />
<em>muitas vezes se fala, e nós nem sabemos</em><br />
<em>ex.: nas esquinas da sua casa têm três biqueiras</em><br />
<em>e a biblioteca mais próxima fica a 3km</em><br />
<em>política é escolher um livro</em><br />
<em>e fazer diferente”</em><br />
Poema “Acesso”, do livro “Inflorescência”.</p>
<p><strong>O PRIMEIRO ROMANCE</strong></p>
<p>Além de começar o intercâmbio em agosto, Ribeiro vai lançar o primeiro romance em fevereiro. O livro, que está em processo de edição, já tem nome: “Reservado”.</p>
<p>A publicação vai contar a história de um menino periférico, o personagem João Victor. “É um moleque nem tão preto e nem tão branco. Faço essa brincadeira do Brasil que eu enxergo, dessas pessoas que estão no limbo de nem tão preto e nem tão branco. Vou tentar trazer um debate mais profundo”, disse.</p>
<p>Foi neste ano, durante uma viagem por Moçambique e pela África do Sul, que ele começou a refletir sobre o tema. “É um choque cultural bem forte. O brasileiro periférico, que tem um pouco de instrução na vida, se politiza como pessoa preta e tem um romance com essa parada de ser preto no mundo. Na África, fui chamado de branco. Foi quando caí na minha realidade”, afirmou.</p>
<p>“Posso bater no peito e falar que sou preto em vários lugares, mas só nos lugares acadêmicos que vão falar que sou preto. Na minha quebrada os moleques falam que estou tentando ser negão. Eu tomo menos enquadro da polícia do que meus parceiros que tem a pele mais escura. É um fato e temos que entender”, explicou.</p>
<p>Em alguns momentos, o livro parece flertar com a própria trajetória do escritor. “João Victor é um moleque favelado, a mãe é faxineira que nem a minha, o pai falecido que nem o meu. João Victor somos nós. Ele é simples, comum, mas tem uma vida de periferia que fala com muita gente.”</p>
<p><em></p>
<p>Fonte: Agência Mural de Jornalismo das Periferias, por Diego Brito.</em></p>
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		<title>Cresce o número de brasileiros que realizam trabalho voluntário</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2018 14:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; A pesquisa Outras Formas de Trabalho 2017, divul [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19488" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/04/992010-24122015-dsc_2268.jpg"><img class="wp-image-19488" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2018/04/992010-24122015-dsc_2268-300x200.jpg" alt="992010-24122015-dsc_2268" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa Outras Formas de Trabalho 2017, divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que 7,4 milhões de pessoas realizaram trabalho voluntário, o equivalente a 4,4% da população de 14 anos ou mais de idade. O aumento foi de 12,9% em comparação a 2016. Os dados são baseados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), da mesma instituição, que considera trabalho voluntário aquele não compulsório, realizado por pelo menos uma hora na semana, sem receber remuneração ou benefícios em troca, e realizado em apoio a pessoas que não moram no mesmo domicílio do entrevistado e não são de sua família.</p>
<p>O perfil dos voluntários no país é prioritariamente de mulheres que têm uma série de atividades extras, além de trabalho e afazeres domésticos. Os que desenvolviam atividades voluntárias em 2017 eram 5,1% das mulheres e 3,5% dos homens, fato observado em todas as grandes regiões.</p>
<p>Para analisar a intensidade do trabalho voluntário, o IBGE considera a média de horas despendidas na semana em tais atividades. Em 2017, a média foi de 6,3 horas semanais, inferior às 6,7 horas constatadas no ano anterior. A região com maior média de horas foi a Norte (7,1 horas) e a com menor média, a Sudeste (6 horas). A única região com aumento da dedicação ao trabalho voluntário foi a Sul. A região Norte ficou estável e as demais tiveram queda.</p>
<p><strong>Detalhamento</strong><br />
A quantidade de horas dedicadas ao trabalho voluntário é equivalente entre os homens e as mulheres que realizam esse tipo de atividade. Já dedicação ao trabalho voluntário é maior entre os que têm uma ocupação (4,7% do total) do que entre os não ocupados (3,9%).</p>
<p>Em relação à idade, a participação nessas atividades é maior entre as pessoas mais velhas: em 2017, 2,9% dos que têm 14 a 24 anos faziam trabalho voluntário; a proporção sobe para 4,6% entre os de 25 a 49 anos; e para 5,1% entre os que têm 50 anos ou mais. Nas regiões Norte e Nordeste, no entanto, a maior taxa foi a do grupo de pessoas de 25 a 49 anos de idade (6,9% e 3,6%, respectivamente).</p>
<p>Se considerado o grau de escolarização, a participação é maior entre os que têm nível superior completo (8,1%) do que os que não têm instrução ou têm o fundamental incompleto (2,9%). Para a analista de Trabalho e Rendimento do IBGE, Alessandra Brito, este aumento &#8220;pode ser por causa do maior acesso à informação da população graduada, que sabe onde realizar esse tipo de trabalho, uma vez que as pessoas com nível superior completo costumam estar melhor inseridas no mercado, com mais tempo livre, e podem por isso mesmo ter uma maior conscientização frente aos menos escolarizados&#8221;.</p>
<p><strong>Vínculo com associações</strong><br />
A maioria dos que desempenham trabalho de voluntariado mantém vínculos com instituições, 91% do total. Pelos dados, 79,8% das pessoas que realizaram trabalho voluntário o fizeram em congregação religiosa, sindicato, condomínio, partido político, escola, hospital ou asilo. O percentual de vínculo com instituições reduziu 1,7 ponto percentual de 2016 para 2017. Regionalmente, o Centro-Oeste apresentou o maior percentual (86,1%), enquanto o Sul teve o menor (74,8%).</p>
<p>Por outro lado, aumentou em 0,6 ponto o percentual de realização de trabalho voluntário vinculado associação de moradores, associação esportiva, organização não governamental (ONG), grupo de apoio ou outra organização, fechando em 13% em 2017.</p>
<p>Para aprimorar a pesquisa, Alessandra ressaltou que é necessária uma maior disseminação do conceito de trabalho voluntário. &#8220;Muitas pessoas ainda relacionam voluntariado a apenas fazer algo para um asilo ou uma organização não governamental. Precisamos lembrar que levar a vizinha ao médico, ajudar um amigo com alguma tarefa ou ficar com a neta do vizinho para ele ir trabalhar também são exemplos de trabalho voluntário individual&#8221;, disse, em referência aos 9% que se voluntariam sem estar vinculados a instituição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil/EBC</p>
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		<title>Jovem une moda e solidariedade para ajudar moradores de rua em SC</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2016/04/17/jovem-une-moda-e-solidariedade-para-ajudar-moradores-de-rua-em-sc/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2016 21:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa é parte do trabalho de conclusão de curso em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Re-Solidario.jpg"><img class=" size-medium wp-image-18330 alignnone" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Re-Solidario-300x239.jpg" alt="Re Solidario" width="300" height="239" /></a></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Iniciativa é parte do trabalho de conclusão de curso em Design de Moda.<br />
Projeto recolhe doações na Grande Florianópolis.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Com um projeto da faculdade, uma jovem de Florianópolis</span></span></span><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"> e</span></span></span><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">stá realizando o sonho de melhorar a vida de moradores de rua. Jaqueline Soares Lopes tem passado os últimos dias fazendo a triagem de roupas doadas para o projeto Re Solidário, criado a partir do trabalho dela para conclusão do curso em Design de Moda.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333">“</span><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">A ideia é unir moda, sob um ângulo social e sustentável, já que a gente está em um momento de inevitável conscientização para ajudar os outros”, disse a estudante.<br />
</span></span></span><strong><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><b>Experiência</b></span></span></span></strong><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><b><br />
</b></span></span></span><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">A ideia de Jaqueline é organizar uma loja ao ar livre em que cada um poderá escolher o que mais precisa e agrada.  A estudante vai entregar aos moradores de rua uma simulação de notas de dinheiro. Ela diz que será uma forma de proporcionar a estas pessoas uma experiência de consumo.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333">“</span><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">A proposta é inserir os moradores de rua na ideia da compra, para que participem, desde a entrada, na escolha, pagamento e entrega da mercadoria. Como a pessoa que entra em uma loja e realiza uma compra”, explica Jaqueline.<br />
</span></span></span><strong><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><b>Superação</b></span></span></span></strong><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><b><br />
</b></span></span></span><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Jaqueline tem 22 anos e uma história de superação. Ela foi separada da irmã gêmea após o nascimento e encontrada pelo pai nas ruas pedindo esmola aos 2 anos. Depois, foi adotada pela família da irmã gêmea e, atualmente, serve de inspiração para muita gente.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333">“<span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Eu já estive inserida nesse meio, por mais que eu não lembre, mas meus princípios e valores, carrego dentro de mim. Certamente, toda minha experiência de vida me fez chegar aqui e escolher este projeto. Meu maior desejo é que os moradores sintam todo o carinho colocado nessa triagem, todo o amor que lhes foi dedicado”, emociona-se a jovem.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Veja a página do projeto no Facebook: <a href="https://www.facebook.com/Re-Solidário-1681184762169331/">https://www.facebook.com/Re-Solid%C3%A1rio-1681184762169331/</a><br />
As doações de roupas e calçados em bom estado de conservação estão sendo recolhidas em diferentes pontos da Grande Florianópolis, na capital, em São José e em Palhoça até 30 de abril.</span></span></span></p>
<p class="western"><strong><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><b>Postos de coleta</b></span></span></span></strong></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><b>Em São José:</b></span></span></span><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><br />
Faculdades Estácio de Sá, no bairro Barreiros, na rua Leoberto Leal, 431.<br />
Loja Laço de Seda, no bairro Kobrasol, na rua José Gonzaga Regina de Lima, 153.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><b>Em Palhoça:</b><br />
Rodrigo Costa Fotografias, no bairro Ponte do Imaruim, na rua Aniceto Zacchi, 947.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium"><b>Em Florianópolis:</b><br />
Garimpo Re, no bairro Estreito, na rua Antonieta de Barros, 137. Sobreloja.<br />
Academia Racer, no bairro Trindade, na rua Lauro Linhares, 1374.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Fonte: G1</span></span></span></p>
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		<title>Jovem português cria organização para levar crianças à escola em zonas de conflito</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2016 14:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro objetivo é a construção de um espaço de recr [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18113" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2016/03/campo-de-refugiados-libano.jpg"><img class="size-medium wp-image-18113" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2016/03/campo-de-refugiados-libano-300x197.jpg" alt="Imagem: EPA/Wael Hamzeh" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: EPA/Wael Hamzeh</p></div>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">O primeiro objetivo é a construção de um espaço de recreação numa escola no Vale do Bekaa, no Líbano</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">O português José Figueiredo criou uma organização sem fins lucrativos para aumentar o número de crianças que vão à escola nas zonas de conflito armado: a primeira conquista será a construção de um recreio no Líbano.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 40% das crianças que não vão à escola vivam em regiões de conflito armado e é precisamente para combater esta estatística que a organização &#8216;A Book Can Change&#8217; existe, dando seguimento ao quarto Objetivo do Milénio da ONU de garantir que, até 2030, todas as crianças completam o ensino primário e secundário de qualidade.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">José Figueiredo, 27 anos, tem no percurso paragens em vários continentes: em 2011, foi para Londres, depois para São Paulo, onde em 2013 lançou a sua primeira empresa tecnológica. Já com vontade de regressar à Europa, foi para Berlim e as pessoas que ali conheceu levaram-no para a Nigéria, onde instalou uma empresa de comparação de serviços financeiros.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Já no final de 2015, decidiu que era tempo de voltar a Portugal e de &#8220;usar as [suas] capacidades para lançar um projeto com um impacto social&#8221;, concluindo que educação e guerra são dois temas que lhe interessam e que era aqui que queria atuar.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">&#8220;A educação foi algo que sempre tive como garantido, nunca sequer pensei o que seria não ter tido educação. E, quando percebi que há crianças que nunca terão oportunidade de ir à escola, vi que estas crianças ficam entregues ao destino&#8221;, afirmou, acrescentando que &#8220;a maior barreira à educação hoje em dia tem a ver com conflito armado&#8221;.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Foi com estas duas realidades na cabeça que começou a idealizar a &#8216;A Book Can Change&#8217;, uma organização sem fins lucrativos que acredita que um livro pode mesmo fazer a diferença.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">O primeiro objetivo é a construção de um recreio numa escola em Bekaa Valley, no Líbano, junto à fronteira com a Síria, onde José esteve em dezembro de 2015. Atualmente, o Líbano acolhe mais de um milhão de refugiados sírios e cerca de metade são crianças.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Mas, antes de ir, houve um caminho a percorrer, que será replicado em todos os projetos. O primeiro passo é identificar uma região em conflito e as organizações que lá operem e que forneçam serviços educativos semelhantes.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Em causa estão construções de escolas, banheiros e recreios escolares, e ainda o financiamento do percurso escolar de alunos ou de formação a professores.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Selecionado o projeto, a &#8216;A Book Can Change&#8217; vai ao local, faz um documentário e depois promove o projeto na sua plataforma &#8216;online&#8217; para angariar os fundos necessários.<br />
Esta plataforma &#8216;online&#8217;, que está agora em fase de construção, é um &#8216;site&#8217; de &#8220;doação direta&#8221; para as causas apoiadas, &#8220;mas tem uma característica exponencial de doação&#8221;, conta José Figueiredo, dando um exemplo de família.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">&#8220;Quando a minha mãe fez 50 anos, convidou os amigos e à entrada do restaurante colocou três caixas, uma para cada instituição. No convite, disse que não queria presentes e pediu aos amigos para fazerem uma doação para uma das instituições&#8221;, relatou José, concluindo que &#8220;a ideia é pegar neste conceito e passá-lo para o digital&#8221;.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Ou seja, quem quiser financiar a construção de uma escola nestes locais pode fazer um donativo diretamente, mas pode também criar um perfil, definir um objetivo monetário e convidar a sua rede de contactos a doar também para que, juntos, cumpram aquele objetivo.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Angariado o dinheiro, começa a fase da construção &#8211; nove meses para uma escola, por exemplo &#8211; e depois, passado este tempo, há uma nova visita para confirmar que o projeto foi executado e para realizar &#8220;um relatório detalhado&#8221; para os financiadores.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: medium">Questionado sobre onde quer estar daqui a três anos, a resposta de José foi simples: &#8220;Eu não sei onde quero estar, mas quero que a &#8216;A Book Can Change&#8217; esteja a funcionar perfeitamente, a construir muitas escolas e a levar muitas crianças para a escola&#8221;.</span></span></span></p>
<p class="western"><span style="color: #333333"><span style="font-family: Arial, sans-serif"><span style="font-size: small">Com informações do Diário de Notícias/Portugal</span></span></span></p>
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