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	<title>InfoJovem &#187; casamento</title>
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		<title>Jovens deixam casamento para planos futuros</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 16:06:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quase todos os jovens já chegaram a um momento de suas vidas em que pararam pra pensar: casar ou não casar? Essa dúvida permeia a cabeça de muitos, os obrigando a levantar questões sobre o que devem priorizar nesse momento. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 1990 a idade média dos homens brasileiros, ao se casarem pela primeira vez, era de 25,8 anos. Já as mulheres subiam ao altar pela primeira vez com média de idade de 22,8 anos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7376" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-7376" title="casamento_aneis1" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/casamento_aneis1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Alianças de casamento</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quase todos os jovens já chegaram a um momento de suas vidas em que pararam pra pensar: casar ou não casar? Essa dúvida permeia a cabeça de muitos, os obrigando a levantar questões sobre o que devem priorizar nesse momento. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 1990 a idade média dos homens brasileiros, ao se casarem pela primeira vez, era de 25,8 anos. Já as mulheres subiam ao altar pela primeira vez com média de idade de 22,8 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se comparados com dados de 2008 (último levantamento), entre a população masculina, a idade média aumentou três anos (29). No caso das mulheres, o acréscimo foi o mesmo, passando para 26 anos. A psicóloga, especialista em Medicina Comportamental, Giovanna Vasconcelos, acredita que casar com pouca idade era um costume do passado, que veio mudando conforme o tempo passou: hoje as pessoas estão mais atentas aos próprios desejos e, por isso, se permitem escolher o momento que consideram o mais adequado para assumir o compromisso do casamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O doutor em Comunicação e professor do Mestrado em Comunicação e Cultura, da Universidade de Sorocaba (Uniso), Paulo Schettino, afirma que isso se deve às inúmeras mudanças comportamentais da população, e se diz feliz por os jovens estarem casando mais tarde: se o casamento é deixado para planos futuros, para uma idade mais além, isso é ótimo. União de adolescentes sempre sobra filho para ser criado pelos pais de um dos parceiros do casal.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que explica essa atitude dos jovens, é que a juventude está tendo dificuldades, de ordens econômicas, em se manter sozinha, deixando os planos de sair de casa e encarar o mundo para depois. A impossibilidade de se manterem &#8211; roupa lavada, comida, estudo &#8211; e pagar o seu próprio sustento, os tem mantido em casa, a prolongar uma adolescência e retardar a saída do ninho, afirma Schettino.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a psicóloga, o ser humano possui certa resistência a situações novas, por isso existe essa acomodação da juventude: acabamos por nos acomodar com aquilo que já experimentamos, conhecemos e sabemos ser seguro, neste caso, a vida de solteiro. A escolha pelo casamento implica em algumas renúncias, mas, ao mesmo tempo que se abre mão de algumas coisas, também se ganha outras. Giovanna recomenda que os jovens coloquem todos os benefícios e malefícios do casamento na balança, antes de assumir um compromisso com outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo a tendência nacional em relação ao casamento, o estudante André Roberto Pereira, 23 anos, nem pensa em casar-se ainda. Ele afirma que prefere priorizar outras coisas em sua vida, para depois pensar em subir ao altar. Primeiro quero atingir uma estabilidade financeira, ter a minha independência, me formar na faculdade e curtir meus amigos até enjoar. Aí sim, casar com alguém especial, declara Pereira.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, o casamento não é uma instituição falida. Mas, com certeza, se eu me casar, será apenas uma vez, planeja. O modo de pensar do estudante pode ser explicado, de acordo com Giovanna, em os jovens acharem que o casamento pode ser incompatível com o que determinaram como prioridades, optando, então, por postergar a união matrimonial.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo os dados do IBGE, o estudante ainda tem tempo de se manter na média nacional, mas há aqueles que até já passaram dessa estimativa. O engenheiro Hugo Bessa tem 30 anos, e decidiu deixar os planos de casar-se para mais tarde, influenciado pelo fator econômico. Para pensar em casamento, é preciso ter uma vida financeira estável, pois dá certo medo de não poder sustentar uma família, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento, ele está namorando, mas prefere estar certo de que vai poder dar conta de todos os gastos que a união com outra pessoa traz, e então começar a planejar o casamento. É muito difícil achar alguém que pensa em nunca se casar. Quem fala que não quer, é porque ainda não encontrou a pessoa certa, comenta Bessa.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitas pessoas despreparadas para o compromisso, segundo Paulo Schettino, por isso ocorre esse adiamento na decisão sobre o casamento. Uma relação estável só existe quando há igualdade de condições em todos os níveis e um senso agudo de companheirismo, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Continue lendo <a href="http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=79&amp;id=351010" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">aqui </span></span></a></p>
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		<title>Parlamento da Argentina aprova casamento homossexual</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 21:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Argentina se tornou na madrugada desta quinta-feira ( [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-5256" href="http://infojovem.org.br/2010/07/19/parlamento-da-argentina-aprova-casamento-homossexual/casamento-homossexual-ok/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5256" title="Casamento Homossexual - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Casamento-Homossexual-ok-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>A Argentina se tornou na madrugada desta quinta-feira (15) o primeiro país da América Latina a aprovar uma lei federal permitindo o casamento entre homossexuais após o Senado sancionar o projeto de lei apoiado pelo governo em uma longa sessão. Por 33 votos a 27, com três abstenções, a medida dá aos homossexuais os mesmos direitos responsabilidades e proteções legais dos casais heterossexuais no país. A votação ocorreu pouco depois das 4h em uma sessão de quase 16 horas. A Câmara dos Deputados havia aprovado o projeto em maio, apoiado pela presidente Cristina Kirchner.</p>
<p>A Igreja Católica argentina e grupos evangélicos haviam organizado uma forte campanha contra a iniciativa, que incluiu uma manifestação com cerca de 60 mil pessoas em frente ao Congresso. Nove casais homossexuais já conseguiram se casar na Argentina após convencerem juízes de que a igualdade prevista na Constituição se aplica neste caso, mas algumas dessas uniões logo foram invalidadas. Fora do Congresso, manifestantes a favor e contra a lei fizeram vigília durante a noite, apesar do frio do inverno portenho.</p>
<p>As uniões civis entre homossexuais são legais no Uruguai, em Buenos Aires e em alguns Estados do México e do Brasil. A Cidade do México legalizou o casamento gay. A Corte Constitucional da Colômbia concedeu aos casais do mesmo sexo os direitos de herança e a possibilidade de aparecerem como dependentes em seguros-saúde.</p>
<p>No entanto, a Argentina é o primeiro país latino-americano a legalizar o matrimônio entre homossexuais em todo seu território dando a eles mais direitos que em uma união civil, entre eles o de adotar crianças e tornarem-se herdeiros. Segundo o texto do projeto, &#8220;o matrimônio terá os mesmos requisitos e efeitos, independentemente de&#8221; os envolvidos serem do mesmo ou de diferente sexo.</p>
<p>Autoridades turísticas da Cidade do México anunciaram que a capital mexicana vai dar de presente a lua-de-mel ao primeiro casal gay que contrair matrimônio na Argentina. A medida é uma forma de demonstrar apoio às reformas que legalizaram os casamentos entre homossexuais no país sul-americano.</p>
<p>O secretário de Turismo local, Alejandro Rojas, informou hoje, em comunicado, que as autoridades pagarão a passagem de avião do casal e que vai buscar apoio no setor turístico privado para hospedar e garantir a alimentação do casal. O presente deve ser entendido &#8220;como um reconhecimento à tolerância, mas sobretudo para estimular o turismo &#8216;gay friendly&#8217; (simpatizante) no México&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A legalização hoje do casamento entre pessoas do mesmo sexo fez da Argentina o primeiro país da América Latina a reconhecer esse tipo de união. Dois meses atrás, a Cidade do México legalizou o casamento gay e foi a primeira localidade latino-americana a tomar tal medida. Nenhuma outra cidade mexicana tornou legal esse tipo de união.</p>
<p>A Suprema Corte do México analisa a legalidade da reforma na capital do país. Espera-se que até agosto o tribunal emita um pronunciamento sobre o assunto. O governo da capital informou na semana passada que desde a legalização, em março, já foram realizados 271 casamentos entre pessoas do mesmo sexo na cidade.</p>
<p>No Brasil</p>
<p>Alguns tribunais brasileiros já firmaram jurisprudência em conceder a casais homossexuais direitos em relação à herança (metade do patrimônio construído em comum pode ficar para o parceiro); plano de saúde (inclusão do parceiro como dependente); pensão em caso de morte (recebimento se o parceiro for segurado do INSS); guarda de filho (concessão em caso de um dos parceiros ser mãe ou pai biológico da criança) e emprego (a opção sexual não pode ser motivo para demissão).</p>
<p>Fonte: JC Online e Veja Online</p>
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