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	<title>InfoJovem &#187; drogas</title>
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		<title>Velhos vícios, novos jovens</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 01:49:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os jovens não abriram mão de vícios antigos como o álcool e as drogas, mas incorporaram outros à sua vida como dependência da tecnologia e a vigorexia]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12413" style="width: 256px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2011/11/09/velhos-vicios-novos-jovens/ilustracao-mariana-coan/" rel="attachment wp-att-12413"><img class="size-medium wp-image-12413" title="Ilustração Mariana Coan" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/11/Ilustração-Mariana-Coan-246x300.jpg" alt="" width="246" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração Mariana Coan</p></div>
<p><em>Os jovens não abriram mão de vícios antigos como o álcool e as drogas, mas incorporaram outros à sua vida como dependência da tecnologia e a vigorexia</em></p>
<p>O que é demais vira veneno. Assim é com o vício. Tudo bem jogar na internet e dar uma checada no Facebook todo dia. Tudo bem comprar uma sandália por mês, ou passar algumas horas bronzeando- se (com protetor, claro). Tudo bem adorar malhar ou, de vez em quando, cair de boca em uma caixa de bombons. O problema é quando isso sai do controle e passa a ocupar parte significativa da vida ou do pensamento das pessoas. Se certos hábitos acabam se transformando em vícios para os adultos, é um problema maior ainda para os jovens.</p>
<p>&#8220;Na adolescência a pessoa precisa lidar com muitas mudanças físicas e psicológicas, tornando-se mais suscetível a comportamentos do grupo ao qual pertence. Além disso, os vícios podem servir como alívio, ilusório, para seus questionamentos e dúvidas típicos da idade&#8221;, diz a psiquiatra Jocelyne Levy Rosenberg, autora do livro Lindos de morrer (Editora Celebris), que fala do vício do culto ao corpo.</p>
<p>Os vícios sempre fizeram parte da história da humanidade. Há relatos bíblicos sobre embriaguez até na Arca de Noé. Mas nada se compara à oferta que há hoje e que está à disposição de quem quiser e &#8211; principalmente &#8211; de quem tem predisposição a sucumbir seja às substâncias químicas, seja a novos hábitos. &#8220;A busca pelo prazer se disseminou. Não se trata mais apenas do consumo de substâncias químicas, mas também de inúmeros comportamentos, como a compulsão pelo uso da internet ou compras&#8221;, diz a psiquiatra Analice Gigliotti, do setor de dependência química da Santa Casa do Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>Além do exagero, o vício é marcado exatamente por essa busca do prazer imediato, característica que talvez os jovens carreguem de sua infância. É difícil convencer uma criança a poupar se ela tem o dinheiro na mão para comprar o que quer naquele momento. Da mesma forma o jovem que se vicia em algo quer, em um primeiro momento, obter a sensação boa que aquilo propicia, que pode ser uma &#8220;viagem&#8221;, relaxamento, ou até ser aceito dentro de um modelo.</p>
<p>Um levantamento realizado pela agência Namosca (SP), que busca entender o que se passa na cabeça dos jovens, identificou mais ou menos isso: eles estão mais preocupados com o prazer do que com o compromisso. Foram ouvidos estudantes de 15 universidades e apenas 16,1% deles disseram discordar totalmente da frase &#8220;baladas em jogos me motivam mais do que as aulas&#8221;. Mais de 50% admitiu fumar maconha.</p>
<p>Seja o vício provocado pelo uso de substâncias químicas ou por algum tipo de comportamento, o que acontece com o cérebro é bastante parecido. &#8220;Tudo leva a um aumento direto ou indireto dos níveis de dopamina, o principal neurotransmissor liberado pelo sistema de recompensa. Esse sistema é ativado pelo sexo, alimentação e pelas drogas de abuso&#8221;, explica o psiquiatra Arthur Guerra, do Centro de Informação sobre Saúde e Álcool (SP). &#8220;Note que a quantidade de dopamina liberada pelo uso de drogas de abuso é maior que a liberada pelos compensadores naturais, como sexo e comida. A menos que eles também saiam do controle&#8221;, completa o especialista.</p>
<p>Os vícios antigos persistem. Mas a eles os jovens somaram outros: a compulsão por comprar, por alimentos, ou a necessidade doentia de cultuar o corpo. A vida hoje está mais perigosa para quem está brigando para entrar no mundo adulto. Entendamos quais são os principais vícios &#8211; novos ou antigos &#8211; que atingem a juventude.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Loucos por internet </strong></span></p>
<p>Uma pesquisa realizada em 11 países por uma empresa de tecnologia revela que um em cada três universitários considera a internet um recurso essencial como a água, o alimento e a moradia. A convicção dos estudantes e jovens brasileiros sobre a questão está bem acima da média mundial, passando dos 66%. Para 40% dos jovens, sair com os amigos ou ouvir música é menos importante do que ficar conectado. No Brasil, o número dos que pensam assim ficou em 72%. &#8220;Talvez a internet seja o vício mais genuinamente jovem, pois a primeira geração de nativos digitais está chegando à adolescência&#8221;, diz o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (AMITI-FMUSP).</p>
<p>Segundo Nabuco, para quem faz uso abusivo da tecnologia, há dois caminhos: o uso atinge um pico depois de um ano e começa a regredir, ou a pessoa torna-se viciada. O vício pela tecnologia é mais difícil de controlar porque ela está por toda parte. E mais: é socialmente aceita. &#8220;Um paciente de 13 anos, viciado em internet, ganhou da mãe um iPhone. Argumentei que isso era errado. Ela respondeu: &#8216;uma coisa é totalmente diferente da outra&#8217;. E é claro que não é.&#8221;</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Atividade física sem parar</strong></span></p>
<p>Esse vício tem um nome ainda desconhecido das pessoas: vigorexia. Apesar disso, seus males estão disseminados. Uma pesquisa feita pelo Centro de Estudos em Psicobiologia do Exercício, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostrou que 28% dos atletas brasileiros são viciados em atividade física. Isso leva à depressão, à ansiedade e às crises de abstinência. A vigorexia não escolhe idade, mas afeta intensamente os jovens, cuja personalidade está em formação e precisa se espelhar em um modelo.</p>
<p>&#8220;O vigoréxico é uma pessoa perfeccionista ao extremo, mas com baixa autoestima. Isso gera uma distorção da imagem corporal. Um comentário negativo sobre a aparência ou uma rejeição pode desencadear o problema&#8221;, diz a psiquiatra Jocelyne. É difícil traçar o limite entre a prática saudável e o vício. Mas ele se confirma quando o jovem passa a deixar de fazer outras atividades para malhar. É grande a lista de vícios relacionados à imagem. Uma pesquisa publicada nos Arquivos de Dermatologia, dos Estados Unidos (EUA), sugere que 53% daquelas pessoas que frequentam praia e piscina ficam dependentes da pele bronzeada.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Bebida como amiga </strong></span></p>
<p>Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Estudante, realizada pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde com 63 mil jovens de todo o país, sete em cada dez adolescentes entre 13 e 15 anos já consumiram álcool. O primeiro contato foi entre 12 e 14 anos. &#8220;Isso é um sério problema.</p>
<p>Na adolescência, o sistema nervoso central ainda encontra-se em desenvolvimento e, portanto, mais suscetível aos efeitos nocivos do álcool&#8221;, explica o psiquiatra Arthur Guerra. O limite entre o uso recreativo e o vício não está muito estabelecido. &#8220;Não é possível diagnosticá-lo apenas utilizando parâmetros como quantidade e frequência do consumo de bebidas alcoólicas. O diagnóstico é realizado a partir de critérios preestabelecidos, que levam fatores como mudança da rotina, mal desempenho acadêmico ou profissional e problemas com as relações pessoais&#8221;, completa o especialista.</p>
<p align="center"><strong><span style="color: #000000;">Os vícios antigos persistem. Mas a eles os jovens somaram outros: a compulsão por comprar, por alimentos, ou a necessidade doentia de cultuar o corpo</span></strong></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Alimentos, mas não muito </strong></span></p>
<p>Alimento é uma fonte de saúde. Para a maior parte das pessoas, também de prazer. Mas, para uma parcela dessas, vira um vício. A taxa de obesidade entre jovens vem crescendo a uma média de 0,5% ao ano. Não significa que todo mundo que engorda está viciado. O vício aparece quando a pessoa deixa de comer para suprir as necessidades do corpo, ou mesmo por prazer, e passa a ter um comportamento compulsivo. É o chamado transtorno de exagero alimentar. Os estudos comprovam que o consumo de alimentos aciona o mesmo mecanismo que causa o vício. Pesquisadores da Universidade de Yale (EUA) observaram o cérebro processando a informação sobre alimentos por meio de ressonância magnética. Ao receberem a oferta de um chocolate quente ou milkshake,&#8221;acendiam-se&#8221; no cérebro de voluntários as regiões chamadas córtex singular e orbitofrontal, as mesmas afetadas por outros tipos de vícios. Da mesma forma que os jovens tentam emagrecer para tornarem-se parte do grupo, o oposto pode ocorrer.</p>
<p>Um estudo publicado na revista científica Economics and Human Biology analisou o comportamento de 5 mil adolescentes e constatou que os jovens aderem aos maus hábitos dos amigos que estão acima do peso. No outro extremo do transtorno de exagero alimentar estão a bulimia e a anorexia. &#8220;A exemplo do vigoréxico, a pessoa com bulimia ou anorexia sente a exagerada necessidade de ter uma boa aparência, o que pode ser o gatilho para o problema&#8221;, explica Jocelyne.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Vivo para comprar </strong></span></p>
<p>Hoje o mundo se oferece para quem tem dinheiro. Adquirie-se praticamente tudo, até sem sair da frente do computador. Alguns não resistem a essas ofertas e sucumbem ao excesso na hora das compras. Esse hábito compulsivo leva o nome de oxiomania. O vício não escolhe idade, mas certamente afeta os jovens com intensidade e está associado à vaidade, à necessidade de ter o tênis da moda, três vestidos iguais, um de cada cor para exibir para as amigas.</p>
<p>Um estudo feito por pesquisadores da Ching Yu University (China) concluiu que boa parte das compras compulsivas se dá pela necessidade de ter os mesmos bens dos companheiros. Diz o estudo: &#8220;A aparência física pode ser importante para a maior parte dos estudantes da universidade porque eles se comparam uns aos outros. Um bom vestido pode ajudar a fazer amigos&#8221;.</p>
<p><strong>Veja onde você pode procurar ajuda</strong></p>
<p>Conheça algumas instituições que auxiliam pessoas com diferentes vícios.<br />
<strong>Ambulim </strong>- Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares Hospital das Clínicas Tel.             (11) 3069 6975<br />
<strong>Proata </strong>- Programa de Orientação e Assistência a Pacientes com Transtornos Alimentares Tel:            (11) 5579 1543<br />
<strong>Centros de Atenção Psicossocial do Álcool e Drogas</strong> &#8211; os endereços em todo o país podem ser obtidos por meio do site do Ministério da Saúde no endereço <a href="http://www.ccs.saude.gov.br/saudemental/index.php" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">www.ccs.saude.gov.br/saudemental/index.php</span></a><br />
<strong>GREA </strong>- Programa do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Droga Tel. (11) 2661 6960<br />
<strong>PrevFumo</strong> Tel. (11) 5904 8045<br />
<strong>Devedores Anônimos</strong> (DA) e-mail: <a href="mailto:contato@devedoresanonimos-sp.com.br" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">contato@devedoresanonimos-sp.com.br</span></a></p>
<p>Fonte: <a title="Revista Viva Saúde" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/103/artigo240713-2.asp" target="_blank">Revista Viva Saúde</a></p>
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		<title>Caminhada Piauí Sem Drogas acontece no próximo domingo</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/04/12/acontece-no-proximo-domingo/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 21:16:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Coordenadoria Estadual da Juventude (Cojuv) está organizando uma grande mobilização para levar os jovens a entrarem na campanha contra as drogas e participarem da 1ª Caminhada Piauí sem Drogas, que acontece no próximo domingo (17), a partir das 8 horas.

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-10425" title="Intercambio" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/04/Intercambio1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Coordenadoria Estadual da Juventude (Cojuv) está organizando uma grande mobilização para levar os jovens a entrarem na campanha contra as drogas e participarem da 1ª Caminhada Piauí sem Drogas, que acontece no próximo domingo (17), a partir das 8 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador Plínio Augusto Dumont conversa nesta segunda e terça com os conselheiros estadual e municipal da juventude a fim de sensibilizarem o maior número de pessoas a abraçarem a causa.</p>
<p style="text-align: justify;">“O jovem é hoje o protagonista de sua história e esta é uma luta de toda a sociedade. Uma manifestação como essa faz com que a juventude mostre a sua cara, fortaleça a sua base e possa construir um futuro melhor”, afirma Plínio Dumont. Ele explica ainda que a Cojuv está sensibilizando os jovens que fazem partes das igrejas católica e evangélica, além de outras entidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador da juventude acrescenta que a reunião com o conselheiro estadual da juventude, Francisco Junior, e o conselheiro municipal da juventude, Geraldo Jarques, tratará não só da Caminhada, como também da formação de parcerias. “Os conselhos possuem um contato direto com entidades que compõem o representativo dos jovens. Vamos também estreitar nossos laços com eles”, declara Dumont.</p>
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		<title>Projeto atende crianças e jovens em situação de risco social</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 02:00:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; O Projeto Quixote é uma Organização Social de In [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-9709" href="http://infojovem.org.br/2011/02/17/projeto-criancas-e-jovens-risco-social/qxt4-150x150/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9709" title="QXT4-150x150" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/02/QXT4-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto Quixote é uma Organização Social de Interesse Público (Oscip), sem fins lucrativos e ligada à Universidade Federal de São Paulo – Unifesp. O projeto existe desde 1996 e atende crianças e jovens em situação de risco social, buscando trazer alternativas eficientes para dificuldades como violência, abandono e abuso de drogas.</p>
<p style="text-align: justify;">São oferecidos atendimento clínico, pedagógico e social integrados. Com o atendimento clínico é feito um perfil da pessoa e, então, é montado um plano individualizado e feito o encaminhamento de acordo com o caso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>História</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Criado em 1996 por um grupo de clínicos da Unifesp, o Quixote tinha como proposta inicial ser um projeto deatendimento, formação e pesquisa destinados a população de rua. Com o tempo, o foco ampliou e começou a incluir crianças, jovens e famílias em situação de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2000, surgiu a Agência Quixote Spray Arte, um programa de educação para o trabalho por meio do graffiti. E na mesma época, teve início também um programa de geração de renda para as famílias chamado Oficina das Mães.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de profissionalização da instituição começou em 2005, sendo estruturada uma área de captação de recursos, comunicação, comercial, administrativa, ensino e pesquisa. Em seguida, em 2006, nasceu a Usina de Imagem, um projeto que oferece oficinas multimídias aos jovens atendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em 2007, foi inaugurado o abrigo para crianças em situação de rua, na Bela Vista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto premiado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto Quixote ganhou diversos prêmios, como o Prêmio Best in Class do Recognition, em 2009; o Prêmio Itaú de Excelencia Social, em 2008; Prêmio Top Social ADVB, com o projeto Redesenhando o Futuro, em 2007; foi finalista do Prêmio Empreendedor Social 2006 da Folha de São Paulo em parceria com a Fundação Schwab, em 2006; Diploma de Mértio pela Valorização da Vida, conferido pela Secretaria Nacional Antidrogas – Senad, em 2002; finalista do Prêmio Itaú – Unicef, em 2001; Prêmio Ação Criança, Fundação Abrinq, em 1999; entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Projeto Quichote" href="http://www.projetoquixote.org.br/contentHome.aspx?area=1&amp;idContent=1" target="_blank">Conheça melhor o Projeto Quixote</a></p>
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		<title>Hospital das Clínicas terá novo prédio voltado para dependentes químicos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 14:24:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Hospital das Clínicas de São Paulo terá um novo prédio voltado exclusivamente para o tratamento de dependência química e de álcool. O edifício está previsto para começar a funcionar em 2013 em uma área de 3 mil metros quadrados ao lado do HC.

Além de ter 40 leitos, o prédio também abrigará centros de pesquisa, salas de aula, salas de reuniões para familiares, uma unidade do Centro de Atenção Psicossocial, com capacidade para atender 25 pacientes de alta complexidade por dia, uma unidade do Centro de Referência Especializado de Assistência Social, que poderá receber 14 famílias diariamente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-9497 aligncenter" title="-Casa-de-recuperacao-Clinica-de-recuperacao-e-reabilitacao-de-Dependentes-Quimicos-Sao-Paulo-1285616473" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/02/1285616473_124490087_5-Casa-de-recuperacao-Clinica-de-recuperacao-e-reabilitacao-de-Dependentes-Quimicos-Sao-Paulo-1285616473-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Hospital das Clínicas de São Paulo terá um novo prédio voltado exclusivamente para o tratamento de dependência química e de álcool. O edifício está previsto para começar a funcionar em 2013 em uma área de 3 mil metros quadrados ao lado do HC.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de ter 40 leitos, o prédio também abrigará centros de pesquisa, salas de aula, salas de reuniões para familiares, uma unidade do Centro de Atenção Psicossocial, com capacidade para atender 25 pacientes de alta complexidade por dia, uma unidade do Centro de Referência Especializado de Assistência Social, que poderá receber 14 famílias diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para sua implantação, cerca de R$ 11 milhões já estão empenhados, por meio de uma parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). Os recursos serão exclusivos para as obras e outros R$ 400 mil por ano estão previstos para manutenção do prédio.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos finalizando o projeto e em março os editais de licitação deverão ser lançados”, disse o psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, especialista em tratamento de dependências químicas do Instituto de Psiquiatria do HC. As obras devem começar no fim deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Andrade, o objetivo é que o novo espaço seja referência na formulação de políticas públicas nacionais, realização de pesquisas e tratamento. “O foco não pode estar apenas no médico, mas também na assistência social. A intervenção médica é mais eficaz quando se tem um diagnóstico social do paciente”, disse o psiquiatra, acrescentando que a internação deve ser usada somente em último caso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para traçar esse diagnóstico social, o centro contará com equipes multidisciplinares, com assistentes sociais, enfermeiros e psicólogos, responsáveis por conhecer melhor o paciente. Esses profissionais descobrirão se ele tem emprego e família, quem são seus amigos e se o uso de drogas e álcool é constante. “Essa equipe terá um papel fundamental na prevenção de recaídas. Serão jovens residentes, atuando em moldes semelhantes à Residência Médica.”</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: G1</p>
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		<title>Os jovens, a família e as drogas</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/01/26/os-jovens-a-familia-e-as-drogas/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:16:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando os compositores Arnaldo Antunes e Tony Bellotto compuseram a canção Família, interpretada pelos Titãs na década de1980, provavelmente não faziam ideia do valor de almoçar “junto todo dia” e nunca perder “essa mania”. Três décadas depois, uma pesquisa feita por alunos da Universidade de San Diego, na Califórnia (Estados Unidos), confirma a importância do hábito: uma refeição diária na companhia dos familiares pode reduzir em até 80% as chances de os filhos se envolverem com drogas, prostituição ou atos de violência.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9274" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-9274" title="drogas-2" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/01/drogas-2-300x97.jpg" alt="" width="300" height="97" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Drogas</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando os compositores Arnaldo Antunes e Tony Bellotto compuseram a canção Família, interpretada pelos Titãs na década de1980, provavelmente não faziam ideia do valor de almoçar “junto todo dia” e nunca perder “essa mania”. Três décadas depois, uma pesquisa feita por alunos da Universidade de San Diego, na Califórnia (Estados Unidos), confirma a importância do hábito: uma refeição diária na companhia dos familiares pode reduzir em até 80% as chances de os filhos se envolverem com drogas, prostituição ou atos de violência.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo foi feito a partir de entrevistas com 806 jovens de 15 a 25 anos que moravam na Califórnia. Depois de analisar o passado deles, os pesquisadores dividiram-nos em dois grupos: os que se alimentavam com a família e os que não tinham esse costume. Após 27 meses comparando os dados, a equipe de cientistas concluiu que os jovens que tinham a presença dos pais em pelo menos uma refeição diária estavam menos propensos a se envolver com esses problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">— Ao avaliar a vida daqueles jovens, percebeu-se a importância do momento em família para a vida deles. Estar com os familiares dá mais liberdade para o jovem falar dos problemas. A presença dos pais nas refeições facilita uma troca de vivências, e a prevenção de possíveis problemas de envolvimento com vícios — afirma o psiquiatra Fábio Barbirato, que acompanhou o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Troca de experiências. Segundo Barbirato, esse ponto é fundamental. Apenas sentar-se à mesa, mas não conversar, diz o psiquiatra, não trará bons resultados. Por isso, é importante deixar de lado as invenções modernas que dispersam a atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">— É necessário ir além de uma simples reunião. Não adianta nada ficar à mesa e, ao mesmo tempo, falar ao telefone, navegar na internet ou assistir à televisão. A ideia é criar uma relação familiar. Aquela hora é de se ligar na família — afirma o médico, que é chefe de Psiquiatria na Santa Casa do Rio de Janeiro e coautor do livro A mente do seu filho: como estimular crianças e identificar distúrbios psicológicos na infância (Agir), com Gabriela Dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alternativas</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">Para aquelas famílias que não conseguem uma forma de se reunir à mesa diariamente, o psicólogo Flávio Guimarães, mestre em psicologia clínica e terapeuta de família e casais, ressalta que a refeição é apenas uma das opções que se tem para construir a intimidade no lar. Um sofá e muita história para contar, por exemplo, já dão conta do recado.</p>
<p style="text-align: justify;">— Uma família que gasta algumas horas fazendo outra atividade que permita a interação pode ter resultados igualmente benéficos. O essencial não é a refeição, e sim o acompanhamento e a presença dos familiares — afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Fábio Barbirato, a ausência desses momentos em família pode trazer reflexos “lamentáveis” e, na maioria das vezes, “irreversíveis” à vida dos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">— Uma família desagregada quase sempre forma adultos que vão repetir o modelo mais tarde. Uma criança que não tem contato com os pais está aberta a violências físicas e psicológicas como o bullying — alerta.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: CORREIO BRAZILIENSE</p>
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		<title>Famílias cadastradas receberão auxílio contra drogas e busca de empregos</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/01/12/bolsa-familia/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 14:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Maringá pretende implantar, ainda em janeiro, ações sociais ligadas ao programa do Governo Federal Bolsa Família. As famílias cadastradas, além do auxílio financeiro, receberão apoio para participar de programas de qualificação profissional e acompanhamento para evitar envolvimento com drogas e alcoolismo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-9002 aligncenter" title="bolsa familia" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/01/bolsa-familia.jpg" alt="" width="234" height="215" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A Prefeitura de Maringá pretende implantar, ainda em janeiro, ações sociais ligadas ao programa do Governo Federal Bolsa Família. As famílias cadastradas, além do auxílio financeiro, receberão apoio para participar de programas de qualificação profissional e acompanhamento para evitar envolvimento com drogas e alcoolismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última terça-feira (11), cerca de 60 funcionários da Secretaria de Asssitência Social participaram de um treinamento para conhecer as ações que serão implantadas com as 5.868 famílias cadastradas no programa em Maringá.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vamos focar as nossas ações junto a essas famílias em duas frentes: contra os vícios e apoio ao emprego. Percebemos que muitas vezes os cadastrados do Bolsa Família têm problemas com drogas e álcool, o que acaba colaborando com o aumento da criminalidade. Vamos fazer um acompanhamento mais próximo, dando apoio psicológico e tratamento de reabilitação, para recuperação das pessoas atingidas&#8221;, fala o secretário de Ação Social, Ulisses Maia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro projeto importante é a capacitação profissional dos jovens cujas famílias estão cadastradas no programa do Governo Federal. &#8220;Existem muitos cursos técnicos gratuitos que anunciam vagas e não recebem inscrições. Vamos fazer o trabalho inverso, buscando o jovem para estudar. Quando alguém dessas famílias estiver desempregado, nós vamos impulsioná-lo a entrar em um curso técnico e ajudálo a conseguir um trabalho&#8221;, explica o secretário.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo será feito, junto a Agência do Trabalhador, para verificar as necessidades do mercado de trabalho. Posteriormente, os jovens serão encaminhados para instituições que promovam a capacitação. &#8220;Temos hoje uma falta de 800 caminhoneiros em Maringá. Porque não transformarmos esses jovens que recebem o benefício social, em motoristas?&#8221;, argumenta Maia.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o secretário, a intenção é iniciar o programa de auxílio no combate às drogas e ao álcool em janeiro, e os cursos de capacitação em fevereiro. &#8220;Temos convênios com o Senac, Senai, secretaria da Mulher e da Industria e Comércio&#8221;, conta Ulisses Maia.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação nos programas não será obrigatória. &#8220;Não vamos retirar o benefício de quem não participar, mas vamos conscientizar para que aqueles que se enquadrem sejam ativos. É uma forma de ajudá-los a melhorar de vida, sem depender do benefício do Bolsa Família&#8221;, fala o secretário.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Odiario.com</p>
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		<title>Consumo de drogas aumenta num período em que os jovens bebem e fumam menos</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/12/15/consumo-de-drogas-aumenta/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
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		<description><![CDATA[Um estudo da OMS mostrou que os adolescentes portugueses bebem e fumam menos. De acordo com o mesmo estudo, um em cada dez adolescentes que frequentam o 6.º, 8.º e 10.º ano bebem bebidas destiladas todas a semanas ou mesmo meses. Ainda assim, o consumo de álcool registra uma estabilização desde 2002.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8561 aligncenter" title="tudo-sobre-drogas" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/12/tudo-sobre-drogas-295x300.gif" alt="" width="295" height="300" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo da OMS mostrou que os adolescentes portugueses bebem e fumam menos. De acordo com o mesmo estudo, um em cada dez adolescentes que frequentam o 6.º, 8.º e 10.º ano bebem bebidas destiladas todas a semanas ou mesmo meses. Ainda assim, o consumo de álcool registra uma estabilização desde 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">Também o consumo de cigarro é mais baixo  e, atualmente, 88% dos jovens não fumam. No entanto, observa-se a situação inversa no que concerne a droga ilicita. De acordo com a coordenadora do estudo, a subida é preocupante pois é &#8220;uma subida de décimas em todos os produtos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível da violência doméstica, há uma descida nos valores. Em 2006, quatro em cada dez alunos estavam envolvidos em lutas. Atualmente, a proporção desceu para três em dez. A mesma coordenadora deu conta que &#8220;as lutas na escola, o porte de arma e provocações têm vindo a diminuir&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Também relativamente aos hábitos saudáveis, cerca de metade dos alunos dos mesmos anos garantem que praticam exercício físico três ou mais vezes por semana contra 3,8% que assume nunca praticarem.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso do preservativo também aumentou entre a camada mais jovem. Observou-se que a cada dez alunos, dois já tiveram relações sexuais e 82,5% afirmam ter usado preservativo na última relação, prática que aumentou 10 por cento nos últimos oito anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20101214/consumo-de-drogas-aumenta-num-periodo-em-que-os-jovens-bebem-e-fumam-menos"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20101214/consumo-de-drogas-aumenta-num-periodo-em-que-os-jovens-bebem-e-fumam-menos"><span style="text-decoration: underline; color: #ff6600;">Fonte</span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estudo diz: 14% dos adolescentes já experimentaram algum tipo de droga</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/10/04/segundo-estudo-14-dos-adolescentes-ja-experimentaram-algum-tipo-de-droga/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 15:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Aos 13 anos, André* experimentou a sensação do uso de drogas pela primeira vez. O entorpecente usado por ele e seus amigos de escola era um colírio terapêutico que, em vez de ser aplicado nos olhos, era aspirado pelo nariz e causava uma certa tontura. Os anos seguintes foram preenchidos pela curiosidade em experimentar outras substâncias que provocavam sensações diferentes — de dormência, alegria e liberdade. André, além do álcool e do cigarro, ainda conheceu a cocaína e o crack.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7366" title="droga" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/droga.jpg" alt="" width="250" height="248" /></p>
<p style="text-align: justify;">Aos 13 anos, André* experimentou a sensação do uso de drogas pela primeira vez. O entorpecente usado por ele e seus amigos de escola era um colírio terapêutico que, em vez de ser aplicado nos olhos, era aspirado pelo nariz e causava uma certa tontura. Os anos seguintes foram preenchidos pela curiosidade em experimentar outras substâncias que provocavam sensações diferentes — de dormência, alegria e liberdade. André, além do álcool e do cigarro, ainda conheceu a cocaína e o crack.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 19, o rapaz passou pela primeira das três overdoses que sofreu ao longo da vida. Na última delas, teve 14 convulsões em menos de 24 horas. De tanto se debater, ainda sob os efeitos da droga, hoje carrega no rosto duas cicatrizes, uma no queixo e outra na boca. Agora aos 31, ele ainda luta contra o vício que lhe custou os estudos, o casamento e a vida profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como André, de acordo com estimativa da Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 14% dos adolescentes brasileiros com idade entre 12 e 16 anos já experimentaram algum tipo de droga que não álcool ou cigarro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, Dikran Armaganijan, os dados preocupam a equipe médica, já que quando esses jovens chegam aos prontos- socorros com dores no peito causadas por overdoses, dificilmente admitem o uso dessas substâncias, o que prejudica o diagnóstico e o tratamento. “Hoje, os plantonistas devem ter em mente a possibilidade de overdose quando recebem uma criança ou adolescente com arritmia cardíaca ou agitação psicomotora”, alerta. “O uso dessas substâncias aumenta o risco de esses adolescentes desenvolverem doenças cardiovasculares, como a trombose.”</p>
<p style="text-align: justify;">Rui Ramos, chefe da unidade coronária do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, explica que os efeitos de drogas baseadas na cocaína, como a merla e o crack, alteram a quantidade de dopamina no organismo, causando aumento na pressão sanguínea e taquicardia. “A substância compete com os hormônios e outras substâncias naturais do organismo, causando uma série de efeitos colaterais.”</p>
<p style="text-align: justify;">O especialista afirma que o tratamento dado a pacientes com infarto deve ser diferente no caso do consumo de substâncias elaboradas à base de cocaína. “Os medicamentos podem interagir com a droga no organismo e causar um efeito pior. Então, ao invés de o paciente melhorar, ele piora”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Ramos, algumas dessas combinações podem induzir ataques convulsivos ou derrames. “Muitas vezes, quando esses jovens negam o uso de substâncias ilícitas, tenho que ser firme e claro com eles e aviso que o remédio que vou aplicar, se combinado à droga, pode fazer muito mal. Só assim ocorre a confissão, mas não é sempre”, lamenta. Para o médico a prevenção deve começar nas escolas, com a orientação de professores e familiares.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa realizada pelo Centro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Universidade Federal de São Paulo confirma a expectativa dos médicos da Sociedade de Cardiologia. No estudo, realizado em 2004, mais de 48 mil estudantes de escolas de ensino fundamental e médio das capitais brasileiras responderam a um questionário sigiloso.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a pesquisa constatou que 12,7% das crianças com idade entre 10 e 12 anos já tinham experimentado alguma droga psicotrópica, que não álcool ou tabaco, pelo menos uma vez na vida. E 29,2% dos adolescentes com idade entre 16 e 18 anos também assumiram já ter consumido essas substâncias. Quase 5% dos adolescente admitiram que utilizaram entorpecentes ao menos seis vezes nos últimos 30 dias que antecederam a pesquisa. Em Brasília, mais de um terço dos adolescentes com idade entre 16 e 18 anos já consumiram droga ilícita alguma vez na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Continue lendo <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/10/02/brasil,i=215967/SEGUNDO+ESTUDO+14+DOS+ADOLESCENTES+JA+EXPERIMENTARAM+ALGUM+TIPO+DE+DROGA.shtml" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">aqui </span></span></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Os jovens americanos e as drogas</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/20/os-jovens-americanos-e-as-drogas/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 14:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quase 22 milhões de americanos usam drogas ilegais, segundo uma pesquisa divulgada na última quinta-feira com dados relativos a 2009. Esse número (que leva em conta pessoas maiores de 12 anos de idade) representa 8,7% da população, um aumento em relação à taxa de 8% verificada em 2008.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6806" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6806 " title="drogas" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/drogas.jpg" alt="" width="200" height="198" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Drogas</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quase 22 milhões de americanos usam drogas ilegais, segundo uma pesquisa divulgada na última quinta-feira com dados relativos a 2009. Esse número (que leva em conta pessoas maiores de 12 anos de idade) representa 8,7% da população, um aumento em relação à taxa de 8% verificada em 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa, feita todos os anos pelo órgão do Departamento de Saúde encarregado de serviços relacionado a abuso de substâncias e saúde mental, inclui também o uso de medicamentos sem receita médica. No entanto, os números são puxados principalmente pelo consumo de maconha.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a pesquisa, 16,7 milhões de pessoas consomem a droga nos Estados Unidos. Logo após a divulgação da pesquisa, a Casa Branca distribuiu um comunicado, assinado pelo diretor de políticas de controle de drogas, Gil Kerlikowske. &#8220;Os resultados são decepcionantes, mas não surpreendentes&#8221;, disse Kerlikowske. Segundo ele, os jovens americanos vêm demonstrando nos últimos anos uma atitude mais relaxada em relação aos perigos do consumo de drogas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
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		<title>O que você acha da política de drogas no Brasil?</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/08/26/politica-de-drogas-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 21:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção de Violência]]></category>
		<category><![CDATA[redução de danos]]></category>

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		<description><![CDATA[A campanha do Viva Favela também foi veiculada pelo Outro Olhar da TV Brasil!  O vídeo foi uma edição dos materiais que já estavam postados aqui no site. Neste mesmo dia - 23 de junho de 2010 - a ONU publicou um relatório mundial sobre drogas. A ideia era oferecer um contraponto às notícias do dia com as opiniões de quem propõe mudanças nesta política aqui no país.Envie seu vídeo para o Viva Favlea e para o Outro Olhar. Participe!!!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/O82898jRK0U" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/O82898jRK0U"></embed></object></p>
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