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	<title>InfoJovem &#187; estudo</title>
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		<title>Jovens estão menos vulneráveis à violência, revela estudo</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2013/02/21/ivj-violencia-jovens-2013/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 19:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: Google)" /></p>O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Vi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: Google)" /></p><div id="attachment_14350" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-14350" alt="(Foto: Google)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">(Foto: focoemgeracoes.com.br)</p></div>
<p>O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Violência), apurado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou uma melhora nas taxas de violência sofrida por jovens de cidades de mais de 100 mil habitantes. Nesta edição, é feita uma comparação entre os anos de 2007 e 2010, para as 283 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes em 2010.</p>
<p>Foram considerados jovens de 12 a 29 anos de idade. O estudo trabalhou com os seguintes dados: homicídios e mortalidade no trânsito; pobreza, desigualdade socioeconômica; frequência dos jovens nas escolas; e o acesso ao mercado de trabalho.</p>
<p>“Consideramos que, nacionalmente, houve uma importante melhora do IVJ-Violência, possivelmente como resultado das políticas de maior proteção e inserção social dos jovens”, avalia Samira Bueno, secretária-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e responsável técnica pelo IVJ-Violência.</p>
<p>A cidade de Macaé, no Rio de Janeiro, foi a que mais reduziu sua vulnerabilidade à violência juvenil. Em 2007, a cidade era a sétima mais vulnerável e agora, ocupa a 185° colocação.</p>
<p>Apenas 13 cidades pioraram</p>
<p>A maior parte das cidades avaliadas reduziu sua vulnerabilidade à violência entre 2007 e 2010. Entre os 283 municípios avaliados, somente 13 se tornaram mais vulneráveis. São eles: Águas Lindas, Araucária, Porto Seguro, Bento Gonçalve, Paulo Afonso, Alvorada, Itapipoca, Parintins, Guarapuava, Abaetetuba, Nossa Senhora do Socorro, Araras e Pinhais.</p>
<p>A situação mais alarmante apontada pelo estudo foi a vivenciada pela cidade de Águas Lindas, em de Goiás (GO). O IVJ-Violência de Águas Lindas saltou de 0,237 para 0,363, perdendo 224 posições no ranking e se classificando como 38° cidade mais vulnerável à violência juvenil do Brasil.</p>
<p>Como entender os  números do estudo</p>
<p>O IVJ-Violência é medido em uma escala que varia de 0 (melhor resultado possível) a 1 (pior resultado possível) e classifica em primeiro lugar as cidades mais vulneráveis à violência. Funciona, portanto, como um “ranking inverso”, no qual a pontuação mais elevada representa maior vulnerabilidade do município. Ele foi desenvolvido a partir do Índice de Vulnerabilidade Juvenil, da Fundação Seade, de São Paulo, e incorpora em sua dimensão que mede homicídios e acidentes de trânsito a metodologia do Índice de Homicídios de Adolescentes, criada pelo Laboratório de Análise da Violência da UERJ.</p>
<p>Leia mais ou baixe o estudo completo no <a href="http://www2.forumseguranca.org.br/content/fbsp-lanç-o-ivj-violência" target="_blank">portal do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</a></p>
<p><em>Com informações do <a href="http://www2.forumseguranca.org.br/content/fbsp-lanç-o-ivj-violência" target="_blank">Fórum Brasileiro de Segurança Pública</a> e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/03/os-empregadores-mais-atraentes-segundo-jovens-profissionais/" target="_blank">Foco em Gerações</a></em></p>
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		<title>Sete essenciais ferramentas de estudo</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/12/20/sete-essenciais-ferramentas-de-estudo/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 23:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/12/educacao222-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Educação" /></p>Dicas de ferramentas que vão facilitar o processo de es [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/12/educacao222-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Educação" /></p><p><strong>Dicas de ferramentas que vão facilitar o processo de estudo durante o próximo ano<br />
</strong></p>
<div id="attachment_12613" style="width: 160px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2011/12/20/sete-essenciais-ferramentas-de-estudo/lapices-de-colores-5/" rel="attachment wp-att-12613"><img class="size-thumbnail wp-image-12613" title="lápis" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/12/educacao222-150x150.jpg" alt="Educação" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Inicie 2012 com os seus estudos em dia</p></div>
<p><strong><br />
</strong>As férias nem bem começaram, mas nós já estamos pensando na volta às aulas. Daqui a 1 mês tudo começo novamente e vem a correria para comprar cadernos, canetas, livros e todo o material escolar.</p>
<p>Mas que tal se nessa volta às aulas você tiver algumas ferramentas especiais que vão facilitar o seu aprendizado? Além da lista que o seu professor costuma pedir sempre, veja algumas ferramentas de estudo que podem ser usadas na escola e em casa e deixam o processo de aprendizado muito mais simples.</p>
<p>1. Dicionários<br />
Os dicionários eletrônicos são uma ótima maneira de melhorar o seu conhecimento sobre as definições de uma palavra e até mesmo como soletrá-la. Alguns trazem, inclusive, ilustrações para facilitar o entendimento da palavra. </p>
<p>2. Enciclopédias<br />
As enciclopédias são bastante úteis para tirar informações básicas e referências sobre uma série de assuntos. Uma boa enciclopédia com ilustrações pode ajudar na sua compreensão e no seu texto. As enciclopédias digitais trazem mais vantagens ainda, devido aos vídeos que vem junto.</p>
<p>3. Computadores<br />
Se usados de forma consciente, os computadores podem ser de grande ajuda durante o aprendizado. Usado de forma correta, um computador pode apresentar grandes desenvolvimentos para o estudante. Mas é importante saber que aquela ferramenta deve ser usada exclusivamente com o intuito de melhorar o aprendizado e não de divertir-se. </p>
<p>4. Lápis, canetas e utensílios de escrita<br />
Pode parecer absurdo, mas escolher os objetos de escrita certos pode ajudar muito. Alguns lápis ou canetas mancham, dificultando a leitura. Outros são muito claros e forçam a vista ao ler. Pergunte ao seu professor quais são os utensílios mais indicados e teste, pouco a pouco, até encontrar lápis e canetas com os quais você se adapte.</p>
<p>5. Calculadoras<br />
As calculadoras são alvo de uma discussão eterna. Embora muitos pais e professores sejam absolutamente contra essa ferramenta, algumas vezes ela pode ser útil para fazer contas bastante complicadas. O ideal é conversar com os seus professores e discutir o uso da calculadora em determinadas situações. Isso pode facilitar a sua vida e até mesmo a do professor.</p>
<p>6. Réguas e instrumentos de medida<br />
Apesar de toda lista de material escolar conter uma régua, esquadros e compassos, os instrumentos certos fazem toda a diferença. É importante encontrar réguas com as medidas bem marcadas, que facilitem a leitura. </p>
<p>7. Livros<br />
Não espere pelo seu professor. Procure os livros que tenham relação com os assuntos que você vai aprender ao longo do ano, peça indicações de professores e especialistas. Seu conhecimento será ampliado e você terá melhores condições de entender o que está sendo discutido em sala de aula.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/12/19/899295/7-ferramentas-estudo-voce-precisa-ter.html" target="_blank">Universia Brasil</a></p>
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		<title>População do ES está mais jovem, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/09/populacao-do-es-esta-mais-jovem-aponta-ibge/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 18:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A população do Espírito Santo está ficando mais jovem, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta quarta-feira (8), o órgão divulgou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2009. O estudo mostra que o percentual de moradores com mais de 40 anos caiu de 2008 a 2009.
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6489" style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6489 " title="ibge" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/ibge.jpg" alt="" width="254" height="198" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Logomarca do IBGE</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">A população do Espírito Santo está ficando mais jovem, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta quarta-feira (8), o órgão divulgou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2009. O estudo mostra que o percentual de moradores com mais de 40 anos caiu de 2008 a 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Na faixa etária dos 40 aos 59 anos, o percentual caiu de 24,3% para 24%. Já as pessoas com idade entre 60 anos ou mais passaram de 11% para 10,8%. Ainda assim, juntos, eles continuam representando a maior parte da população do Estado. São pouco mais de 1,2 milhão de pessoas do total populacional de 3,4 milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, o número de pessoas com idades entre 25 a 39 anos cresceu 1.6 ponto percentual, passando de 22,7% em 2008 para 24,3% no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a participação das pessoas com 25 anos ou mais de idade no total da população vem aumentando ano a ano entre 2004 (53,7%) e 2009 (58,4%), enquanto a das pessoas na faixa até 24 anos de idade vem diminuindo e caiu 46,3% para 41,6% no mesmo período. Na comparação entre 2008 e 2009, houve redução de 642 mil pessoas na população até 24 anos de idade, enquanto a faixa etária de 25 a 59 anos aumentou em 1,8 milhão de pessoas. A taxa de fecundidade foi de 1,9 filhos por mulher em 2008 e 2009, contra 2,1 em 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">Na população de 60 anos ou mais o crescimento foi de 697 mil pessoas entre 2008 e 2009, o que representou um aumento de 3,3%, contra uma elevação de 1% no total da população residente do país. Em 2009, 11,3% dos brasileiros tinham 60 anos ou mais de idade, frente a 11,1% em 2008 e 9,7% em 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">A região Norte seguiu com as maiores concentrações relativas nos grupos etários mais jovens, sobretudo de pessoas de 5 a 14 anos de idade, 21,4% em 2009. Já as regiões Sul e Sudeste apresentaram os maiores percentuais na faixa de 40 a 59 anos (25,6% e 26,2%) e na faixa de 60 anos ou mais (12,7% e 12,3%).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></p>
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		<title>Estudo revela desigualdade entre escolas em 14 estados brasileiros</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 14:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O estudo mostra que 124 cidades se tornaram mais desiguais educacionalmente – ou seja, houve um aumento na diferença de desempenho entre as escolas. Dos municípios que cumpriram a meta do IDEB, 119 apresentaram maior variação de desigualdade na oferta do ensino e 62 menor.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5676 aligncenter" title="educacao" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/08/educacao.jpg" alt="" width="228" height="320" /></p>
<p style="text-align: justify;">O IDEB leva em conta dois fatores que interferem na qualidade da educação: rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e médias de desempenho na Prova Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo mostra que 124 cidades se tornaram mais desiguais educacionalmente – ou seja, houve um aumento na diferença de desempenho entre as escolas. Dos municípios que cumpriram a meta do IDEB, 119 apresentaram maior variação de desigualdade na oferta do ensino e 62 menor.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os dados, das 14 redes, quatro não atingiram as metas definidas pelo Ministério da Educação. Ou seja, ficaram aquém nas médias e ainda apresentaram maior variação de desigualdade na oferta do ensino.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As informações mostram que o país tem um desafio grande a enfrentar até a universalização da qualidade do ensino&#8221;, afirma Mozart Neves Ramos, membro do Conselho do Todos Pela Educação.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa também mostrou que quanto maior o IDEB, menor a variação na rede de ensino da cidade.<br />
<strong><br />
Método</strong>:<br />
O estudo foi dividido em duas partes: para avaliação da equidade nos anos finais do ensino fundamental foram utilizados os dados das escolas estaduais, já que esta etapa do ensino fica a cargo, principalmente, das unidades da federação; já a verificação da desigualdade nos anos iniciais do ensino médio, o estudo usou as informações das escolas municipais, pois as prefeituras são as maiores responsáveis por esta etapa do ensino.</p>
<p style="text-align: justify;">Na análise dos municípios, foram considerados somente os que têm 15 ou mais escolas com Ideb registrado em 2005 e 2009 – resultando num total de 205 redes.</p>
<p style="text-align: justify;">As análises levam em conta dois momentos: o cenário do Ideb em 2005 e o de 2009. Nestes quatro anos, mais escolas passaram a participar da Prova Brasil, que compõe o indicador. Um número maior de instituições participantes pode fazer com que uma rede fique mais ou menos desigual – o que pode ter alterado o cenário de 2005 para 2009.<br />
<strong><br />
Confira variação dos 14 estados:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estado  &#8211;  Variação da desigualdade (2009-2005)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Amapá   &#8211;  24%<br />
Alagoas  &#8211;   19,8%<br />
Tocantins   &#8211;  15,6%<br />
Paraíba  &#8211;   11,8%<br />
Rio de Janeiro  &#8211;   10%<br />
Rondônia  &#8211;   8,8%<br />
Espírito Santo   &#8211;  8,4%<br />
Sergipe  &#8211;  7%<br />
Santa Catarina   &#8211;  6,3%<br />
Acre   &#8211;  5,6%<br />
Pará   &#8211;  3,7%<br />
Rio Grande do Norte  &#8211;  3,7%<br />
Bahia  &#8211;  1,2%<br />
Roraima  &#8211;  1,1%<span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/08/cresce-desigualdade-no-ideb-entre-escolas-em-14-estados-diz-pesquisa.html" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo sobre a participação feminina nas gangues em Brasília &#8211; DF</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/07/23/estudo-sobre-a-participacao-feminina-nas-gangues-em-brasilia-df/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 19:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tendência é mundial. No Brasil, como no mundo, as meninas estão cada vez mais presentes em gangues e de forma mais ousada, enfática e participativa. Em paralelo a um processo crescente de vitimização e vulnerabilidade dos jovens, a multiplicação destas redes sociais já acontece em todo o país. Ironicamente, o Distrito Federal – sede do Governo brasileiro e onde são traçadas as diretrizes fundamentais para promoção dos direitos dos adolescentes – é a região na qual a questão social das gangues se delineia de forma mais dramática, apresentando o retrato mais característico de uma juventude brasileira que vive no limiar entre o legal e o ilegal.

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5466" title="ganges femininas" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/07/ganges-femininas.jpg" alt="" width="208" height="146" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A tendência é mundial. No Brasil, como no mundo, as meninas estão cada vez mais presentes em gangues e de forma mais ousada, enfática e participativa. Em paralelo a um processo crescente de vitimização e vulnerabilidade dos jovens, a multiplicação destas redes sociais já acontece em todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">Ironicamente, o Distrito Federal – sede do Governo brasileiro e onde são traçadas as diretrizes fundamentais para promoção dos direitos dos adolescentes – é a região na qual a questão social das gangues se delineia de forma mais dramática, apresentando o retrato mais característico de uma juventude brasileira que vive no limiar entre o legal e o ilegal.</p>
<p style="text-align: justify;">A socióloga Miriam Abramovay, coordenadora de pesquisa da Rede de Informação Tecnológica Latino-americana (Ritla), acompanha o incremento da participação feminina nas gangues há mais de 10 anos – época em que publicou, pela Unesco, um livro-pesquisa sobre a relação entre a juventude e a violência brasilienses. &#8220;Desde aquele momento, percebi que as poucas meninas que já integravam estas redes desempenhavam papéis muito subordinados: essencialmente, elas ajudavam os namorados &#8216;gangueiros&#8217;. Chamou minha atenção também não encontrar por aqui gangues exclusivamente femininas, como as que existem nos Estados Unidos, por exemplo&#8221;, explica Miriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa curiosidade a fez mobilizar esforços para uma nova pesquisa, agora com foco nas relações e representações de gênero nas gangues do Distrito Federal, que durou três anos. O resultado está nas 314 páginas do livro “Gangues, gênero e juventudes: donas de rocha e sujeitos cabulosos&#8221;, lançado em junho e que representa um passo inédito no estudo da questão de gênero dos grupos de jovens brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa obteve diversas conclusões no que diz respeito à questão das relações de gênero dentro das gangues de Brasília. Questões como gravidez não planejada, abortos, sofrimento por amores rompidos, disputa entre mulheres por homens – comumente líderes nas gangues -, namoros, traições e as experiências de “ficar” e “pegar” permearam as entrevistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os meninos de gangues reproduzem padrões tradicionais de comportamento machista: apelidam as meninas com nomes depreciativos e separam as que acham que podem namorar, “ficar” ou ter algum tipo de aventura. Eles ainda tendem a qualificá-las como fracas, falsas e não confiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, de acordo com o estudo, há aquelas que são respeitadas, consideradas brothers, companheiras de aventura e protegidas nas festas e brigas. As que merecem este tratamento, parece ser muito mais por demonstrarem valentia e lealdade à gangue e serem “boas de briga”, do que por terem algum tipo de relação de afeto ou sexual com outros gangueiros. Muito poucas são consideradas &#8220;donas de rocha&#8221;, gíria dos gangueiros para definir as mulheres valentes, enquanto muitos meninos podem ser &#8220;sujeitos cabulosos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">As meninas não necessariamente passam a idéia estereotipada de fragilidade ou submissão. “Em relação às questões de gênero, muita coisa mudou e muita coisa ainda é igual: se antes as meninas eram apenas namoradas e ajudavam, hoje as gangues possuem alas e setores femininos e as mulheres têm funções mais definidas. Elas não desempenham somente um papel acessório. Mas ainda há gangues exclusivas de meninos, que tratam as jovens de maneira pejorativa”, afirma Miriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a pesquisa, o poder feminino nas gangues é comumente exercido sobre outras meninas ou novatas. Nas entrevistas e grupos focais, os pesquisadores puderam notar que as meninas falam mais entre elas, se contam vantagens, mas na presença dos homens elas se calam e são eles que detêm o privilégio da palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o grupo de estudiosos observou que nem todas as meninas rompem com a divisão sexual do trabalho e muitas permanecem desempenhando papéis bem subordinados – despistar a polícia, servir de isca e carregar a lata de spray. Mas há também aquelas que não aceitam passivamente esta restrição e picham, brigam, enfrentam a polícia e as gangues rivais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mergulho profundo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para entender o papel das meninas nas gangues candangas, a equipe de pesquisa mergulhou no universo das gangues de Brasília. A pesquisa mapeou o cotidiano dos 13 principais grupos de pichadores que atuam na capital federal – tanto no Plano Piloto quanto nas periferias -, traçando um perfil dos jovens que as integram por meio da imersão na pesquisa de campo, com acompanhamento contínuo e entrevistas com 73 membros. &#8220;Selecionamos gangues essencialmente de pichação. Individualmente, eles podem até vender droga, mas a atividade não pode ser caracterizada como tráfico&#8221;, explica Miriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a pesquisadora, o que estes jovens querem, de fato, é ocupar os espaços da cidade. Basicamente, muros. E eles fazem isso através da pichação. A coordenadora do estudo explica que os membros de gangues têm muita dificuldade em se relacionar com a cidade e seus espaços, e por isso querem marcá-la publicamente com suas assinaturas.</p>
<p style="text-align: justify;">No prefácio do livro, o antropólogo Luiz Eduardo Soares define as gangues como &#8220;redes sociais de jovens que empregam suas energias em intervenções transgressoras no espaço urbano, mobilizando a violência como forma de linguagem ordinária&#8221;. &#8220;Seu sentimento em relação à sociedade é de raiva e revolta. Se consideram injustiçados e sem espaço. Falam muito mal da polícia e dos políticos&#8221;, afirma Miriam.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem destes jovens é distinta. Se há 10 anos, em seu primeiro estudo, a socióloga detectou gangues distintas no Plano Piloto e na periferia de Brasília, hoje, segundo ela, o cenário é mais homogêneo. &#8220;Tudo está misturado, classe média com classe baixa. As gangues não têm mais localidades geográficas específicas, elas atuam e podem estar em vários lugares&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo concluiu que a idade média dos gangueiros oscila entre 16 e 17 anos, embora haja exceções. Seu cotidiano varia, mas grande parte deles está na escola, trabalha e alguns até cursam faculdade. Eles contaram aos pesquisadores que costumam começar a pichar na escola &#8211; já que não se interessam em aprender o conteúdo que é ali ensinado, os ensinos Fundamental e Médio servem para o aprendizado e aprimoramento do grafite e para o treino sua assinatura, sua identidade dentro da gangue.</p>
<p style="text-align: justify;">A gangue é parte de uma vida dupla que eles tocam. Estar ali, pertencer a ela e pichar em lugares ousados e arriscados é a adrenalina que move a participação destes jovens. Muitos integrantes vão envelhecendo e não conseguem largar o grupo. A pichação é praticamente um vício&#8221;, revela Miriam, a partir do contato que travou com as gangues. Ela conta que ficou surpresa quando soube que muitos dos gangueiros entrevistados conheciam seu livro sobre o tema e que faziam questão de participar da pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo de pesquisadores aproveitou esta empolgação e levou muitos jovens de volta às escolas, já que estipulou a frequênica às aulas como pré-requisito para participar dos grupos focais. &#8220;Os adolescentes foram muito cooperativos com nossa equipe. Foi uma relação de troca, pois eles recorriam e contavam conosco em diversos momentos de necessidade &#8211; situações como detenção, gravidez e parto, etc. São jovens completamente desprotegidos, não têm apoio algum do Estado e nem mesmo de suas famílias, fragilizadas, impotentes e incapazes de interferir na atuação dos filhos nas gangues&#8221;, detalha Miriam.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro é fruto de parceria entre a Ritla, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e também a Central Única de Favelas (Cufa-DF). Max Maciel, coordenador geral da Cufa-DF e co-autor do livro, explica que a Central serviu como ponte de aproximação entre o grupo de pesquisa e as gangues. Ele diz ter tido uma trajetória de vida muito parecida com as dos gangueiros e gangueiras brasilienses: busca pela auto-afirmação, reconhecimento, poder e prestígio. Mesmos problemas e anseios, porém rumos distintos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As Cufas são comunidades que convivem com várias práticas urbanas, inclusive as gangues. Por isso, servimos como ponte de aproximação e, é claro, como uma interface de confiança, com linguagem bem próxima destes jovens. A Cufa vivencia com proximidade a realidade deles, mas ajudar a promover esta pesquisa é, para nós, uma maneira de saber, de fato, quem realmente são estes jovens, tantas vezes taxados como delinquentes e marginais, e como se articulam e se organizam. Sabemos com clareza, hoje, que eles não são delinquentes – apesar de alguns cometerem delitos –, mas sim jovens de potencial desperdiçado pela ausência de uma rede de controle social”, defende Max.</p>
<p style="text-align: justify;">A epígrafe do livro traz uma música da funkeira Tati Quebra Barraco, cuja letra exalta a valentia da mulher. O grupo de co-autores chegou a considerar a hipótese de convidar os gangueiros, tão importantes para a pesquisa, para seu lançamento, mas logo abandonou a ideia. &#8220;Ficamos com medo de reuni-los num só local pois eles pertencem a gangues rivais. E o sentimento de vingança e rixa é muito grande&#8221;, conta Miriam Abramovay.</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade observada minuciosamente no livro é bem peculiar aos jovens do DF. Ainda em seu prefácio à publicação, Luiz Eduardo Soares a define como uma &#8220;cartografia hermenêutica de um drama social específico&#8221;, ressaltando o quanto a cidade de Brasília já é caracterizada pela presença das gangues.<br />
<strong><br />
Arquitetura estimula formação de gangues</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para Miriam, a arquitetura da cidade &#8211; planejada por Oscar Niemeyer e internacionalmente conhecida &#8211; estimulou a formação de gangues. &#8220;A arquitetura de Brasília é das mais pérfidas que existe. Ela não possibilita nenhum tipo de mistura social. A questão das rixas entre grupos de quadras diferentes já existe há muito tempo, data quase da construção da cidade&#8221;, polemiza Miriam. O estudo, portanto, não se pretende um instrumento de orientação para análise de padrões flagrados fora da órbita de Brasília e das cidades-satélite do DF.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela crê que a opinião generalizada sobre a juventude é negativa. Em relação às gangues, sobre as quais a sociedade mal sabe quem é quem, a lógica e dinâmica que regem estes grupos, a opinião, logo, é pior ainda. &#8220;A sociedade tem medo do jovem, em geral. Nós mesmos acabamos criminalizando nossa juventude. Brasília tem que ser mais inclusiva. As secretarias de Educação, Saúde e Segurança Pública precisam se unir para propor políticas de inclusão para estes adolescentes&#8221;, propõe.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ter acesso à íntegra da pesquisa, <a href="http://www.cufadf.org/pesquisa_cufa_gangues.pdf" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">clique aqui</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.comunidadesegura.org/pt-br/MATERIA-meninas-valentes-do-distrito-federal" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
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		<title>Pós-graduação e doutorado – Bolsa na Alemanha</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 20:07:27 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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		<description><![CDATA[A fundação alemã Heinrich Böll Stiftung está oferecendo bolsas de estudos de pós-graduação e doutorado. As inscrições vão até 1º de setembro.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-5324" href="http://infojovem.org.br/2010/07/20/pos-graduacao-e-doutorado-%e2%80%93-bolsa-na-alemanha/bolsa-de-estudo-alemanha-ok/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5324" title="Bolsa de Estudo - Alemanha - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Bolsa-de-Estudo-Alemanha-ok-300x55.jpg" alt="" width="300" height="55" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A fundação alemã Heinrich Böll Stiftung está oferecendo bolsas de estudos de pós-graduação e doutorado. As inscrições vão <strong>até 1º de setembro</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na <a href="http://www.boell.de/downloads/scholarships/A1-1_Bewerbung_Studierende_engl_0909.pdf" target="_blank">categoria de pós-graduação</a>, podem concorrer pessoas de fora da União Europeia que tenham diploma de Ensino Superior e que comprovem ter bom conhecimento da língua alemã. Já para as <a href="http://www.boell.de/downloads/scholarships/A2-1_Bewerb_Prom_engl_0909.pdf" target="_blank">bolsas de doutorado</a> é necessário, além de comprovar bons conhecimentos no idioma, ter concluído o mestrado e ter sido aceito em alguma instituição alemã de Ensino Superior.</p>
<p style="text-align: justify;">Os processos de seleção das duas modalidades dividem-se em três etapas: submissão dos documentos de candidatura, entrevista com representantes da instituição e seleção dos projetos por meio de entrevistas individuais e de discussões em grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para concorrer às bolsas os candidatos precisam de formulário de inscrição preenchido (disponível no site www.boell.de), carta de apresentação justificando os motivos que levaram o candidato a concorrer à bolsa, um currículo, cópia dos certificados de graduação exigidos para cada tipo de bolsa, referências pessoais de orientadores de projetos, sinopse do projeto de pesquisa, descrição detalhada dos propósitos do projeto, confirmação de aceite da instituição alemã e o certificado de proficiência no idioma alemão.</p>
<p style="text-align: justify;">Maiores Informações pelo e-mail <a href="mailto:studienwerk@boell.de">studienwerk@boell.de</a> ou pelo site <a href="http://www.boell.de/">www.boell.de</a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Portal Universia</p>
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		<title>Programa Banda Larga nas Escolas</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 01:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
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		<description><![CDATA[Cerca de 70% das escolas públicas urbanas do Brasil estão conectadas à internet em banda larga gratuita.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/05/Programa-Banda-Larga-ok.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4723" title="Programa Banda Larga - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/05/Programa-Banda-Larga-ok.jpg" alt="" width="240" height="163" /></a></p>
<p>Cerca de 70% das escolas públicas urbanas do Brasil estão conectadas à internet em banda larga gratuita. Desde o lançamento do Programa Banda Larga nas Escolas, em abril de 2008, aproximadamente 44 mil escolas públicas urbanas de todo o país estão conectadas à internet banda larga. Esse número representa quase 68% das 64.879 instituições abrangidas pelo projeto. De acordo com o último balanço divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações, 1.371 escolas foram conectadas no primeiro trimestre de 2010. Os balanços são fechados pela Anatel a cada três meses.</p>
<p>A meta é que até o fim deste ano, todas as escolas públicas urbanas do país estejam conectadas, contemplando cerca de 37 milhões de estudantes.</p>
<p>Segundo a Anatel, que fiscaliza as obrigações assumidas pelas concessionárias de telefonia em relação às conexões, os estados com mais escolas conectadas são Minas Gerais (5.282), São Paulo (5.045), Rio de Janeiro (4.113) e Bahia (4.109). Já as unidades da federação com menos instituições contempladas são Roraima (75), Amapá (137) e Acre (187). De acordo com a agência, todos os estados serão completamente atendidos até o fim de 2010.</p>
<p>O Programa Banda Larga nas Escolas foi desenvolvido pelo Ministério das Comunicações e vem sendo implementado em parceria com o Ministério da Educação e as empresas operadoras de telefonia fixa. A vigência do programa – que não tem ônus para a União, estados, Distrito Federal ou municípios &#8211; vai até 2025, com compromisso de ampliação periódica da velocidade.</p>
<p>A iniciativa resulta de um compromisso voluntário das concessionárias de telefonia fixa firmado na ocasião da mudança do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU) do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC). O Ministério das Comunicações trabalhou para que as empresas de telefonia trocassem a obrigação de levar os Postos de Serviços de Telecomunicações a todos os municípios até o fim de 2010 pelo compromisso de instalar o chamado backhaul, a rede de telecomunicações de alta velocidade capaz de chegar aos municípios do país.</p>
<p>Por meio de aditivos contratuais, a mudança assegurou também a conexão das escolas públicas urbanas. Conforme o compromisso assumido pelas empresas, mesmo as novas escolas que surgirem durante a execução do programa estarão conectadas até o fim de 2010. Na época da assinatura do termo aditivo pelas operadoras, em 2008, havia cerca de 56 mil escolas públicas urbanas no país. Desde então, foram implantadas mais de 8 mil novas escolas, chegando ao número atual de 64.879 instituições que serão abrangidas pelo projeto. Os dados são do último censo escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), vinculado ao Ministério da Educação.</p>
<p>Fonte: Assessoria de Comunicação Social – Ministério das Comunicações</p>
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