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	<title>InfoJovem &#187; feminismo</title>
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		<title>Jovens cineastas mostram um Marrocos sem tabus em festival de cinema</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/12/09/jovens-cineastas-mostram-um-marrocos-sem-tabus-em-festival-de-cinema/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 20:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os olhares mais jovens do cinema marroquino encontraram na décima edição do Festival de Cinema de Marrakech um lugar onde mostrar seus trabalhos, que contam seu país sem tabus e com intenção crítica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8500" title="cinema-thumb" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/12/cinema-thumb-240x300.png" alt="" width="240" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os olhares mais jovens do cinema marroquino encontraram na décima edição do Festival de Cinema de Marrakech um lugar onde mostrar seus trabalhos, que contam seu país sem tabus e com intenção crítica.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez em seus dez anos de existência, o evento convocou, em paralelo à competição oficial, um concurso de curtas-metragens destinado exclusivamente a alunos dos institutos e escolas de cinema de todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante um júri presidido pelo diretor alemão Volker Schlöndorff e composto por cineastas, como a iraniana Marjane Satrapi, a palestina Hiam Abbass e o francês Xavier Beauvais, nesta semana foram exibidos os 14 filmes selecionados, todos assinados por diretores com menos de 30 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme Apneé (Apnéia) foi o escolhido por unanimidade pelo júri, e sua diretora, Mahassine El Hachadi, recebeu, emocionada, o prêmio das mãos da atriz americana de origem cubana Eva Mendes, que comemorou o fato de uma mulher ter vencido.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa decisão, os 300 mil dirhams (26.878 euros) para a realização de um novo curta-metragem que o festival dá como prêmio recompensa o filme que apresenta o asfixiante dia a dia de uma mulher que desempenha a função de cuidar do próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos dos curtas apresentados eram projetos de estudantes que estão quase se formando, outros participantes ainda estão no meio dos estudos, mas todos tiveram a oportunidade de usar o crachá de &#8220;cineasta&#8221; em um festival que recebe nomes como Francis Ford Coppola, Martin Scorsese e John Malkovich.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um país em que a liberdade de expressão nem sempre é respeitada, estes jovens diretores quebraram tabus ao abordarem temas tão pouco debatidos pelos marroquinos como a violência machista, a pluralidade de culturas dentro do Marrocos, o conflito do Saara Ocidental e o questionamento da tríade &#8220;Deus, pátria e rei&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seus filmes, nas quais abunda a crítica social, são recorrentes preocupações como &#8220;religião, família e patriarcado&#8221;, assinalou Schlöndorff.</p>
<p style="text-align: justify;">É o caso de &#8220;Anaruz&#8221;, um curta que reúne estes três temas através do retrato da família de uma aldeia rural cuja filha mais nova vai descobrindo que o papel que a sociedade reserva para ela é muito diferente do de seu irmão.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Queria fazer esse filme principalmente porque é um tema que me toca muito, e apresentá-lo no maior número de festivais que puder para que as pessoas saibam o que ocorre nesses pequenos povoados, porque a maioria não sabe&#8221;, explicou à Agência Efe a diretora, Samia Bulkaid.</p>
<p style="text-align: justify;">Histórias universais de amor, viagens e vingança tomam nestes filmes uma cor local, através de belas localizações e da reprodução de tradições e rituais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não faltam o humor, a experimentação estética, nem a indagação tecnológica, para tramas que vão desde a última noite de alguns emigrantes, até a surrealista história de um homem que passou toda a vida assistindo televisão.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A confiança no futuro é a principal linha editorial deste festival&#8221;, indicou o diretor artístico, Bruno Barde, para quem um dos objetivos do evento é &#8220;acolher os talentos do amanhã&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto esse amanhã não chega, estes 14 jovens marroquinos mostram através de suas câmaras uma panorâmica do presente de um país que herdaram, mas que já não é visto sob os mesmos véus que seus antepassados.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI4833206-EI1176,00-Jovens+cineastas+mostram+um+Marrocos+sem+tabus+em+festival+de+cinema.html" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI4833206-EI1176,00-Jovens+cineastas+mostram+um+Marrocos+sem+tabus+em+festival+de+cinema.html" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
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		<title>Movimento de Mulheres promove ato contra a violência</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/11/25/8341/</link>
		<comments>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/11/25/8341/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 21:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma vida sem violência é um direito das mulheres. É para difundir este tema, lideranças do Movimento de Mulheres do Estado estarão reunidas no Senadinho para distribuir panfletos e materiais informativos sobre formas de combater a violência contra a mulher. O evento, que acontece pela manhã do dia 25, é uma iniciativa da Ong Rede Acreana de Mulheres e Homens - RAMH, em parceria com a Prefeitura Municipal de Rio Branco. 

A panfletagem faz parte da programação idealizada pelo movimento social para a Campanha Internacional dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que reafirma a violência contra a mulher como violação dos direitos humanos e articula instituições e pessoas para esta causa. 

"'É uma forma de mostrar para a sociedade que esse problema precisa ser enxergado pelas pessoas. Por isso, a idéia é unir forças, junto às instituições para conscientizar e minimizar a situação em que se encontram muitas mulheres", comenta a secretária de Administração e Finanças da RAMH, Lázara Marcelino. 

Ainda segundo ela, neste ano o objetivo é envolver mais os homens, por isso serão distribuídas filipetas e fitas de punho com o slogan "Homens pelo fim da violência praticada contra as Mulheres". Na oportunidade também serão veiculados spots e músicas sobre, que contêm orientações sobre como procurar ajuda e como proceder diante de uma situação de violência. 
os spots e músicas sobre, que contêm orientações sobre como procurar ajuda e como proceder diante de uma situação de violência. 

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_8342" style="width: 241px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-8342 " title="feminismo" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/11/feminismo-231x300.png" alt="" width="231" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Feminismo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma vida sem violência é um direito das mulheres. É para difundir este tema, lideranças do Movimento de Mulheres do Estado estiveram reunidas no Senadinho para distribuir panfletos e materiais informativos sobre formas de combater a violência contra a mulher. O evento, que aconteceu pela manhã do dia 25, é uma iniciativa da Ong Rede Acreana de Mulheres e Homens &#8211; RAMH, em parceria com a Prefeitura Municipal de Rio Branco.</p>
<p style="text-align: justify;">A panfletagem faz parte da programação idealizada pelo movimento social para a Campanha Internacional dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que reafirma a violência contra a mulher como violação dos direitos humanos e articula instituições e pessoas para esta causa.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;&#8216;É uma forma de mostrar para a sociedade que esse problema precisa ser enxergado pelas pessoas. Por isso, a idéia é unir forças, junto às instituições para conscientizar e minimizar a situação em que se encontram muitas mulheres&#8221;, comenta a secretária de Administração e Finanças da RAMH, Lázara Marcelino.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo ela, neste ano o objetivo é envolver mais os homens, por isso serão distribuídas filipetas e fitas de punho com o slogan &#8220;Homens pelo fim da violência praticada contra as Mulheres&#8221;. Na oportunidade também serão veiculados spots e músicas sobre, que contêm orientações sobre como procurar ajuda e como proceder diante de uma situação de violência.</p>
<p style="text-align: justify;"> Fonte: Agência de Notícias do Acre</p>
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		<title>Jovens participam do Seminário sobre Pedagogia Feminista</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/11/18/8307/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 20:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 11, 12 e 13 novembro de 2010 foi realizado no Recife Praia Hotel, localizado em Recife – PE, o Seminário sobre a Pedagogia Feminista. O evento reuniu mulheres que atuam no Movimento Feminista nas diferentes regiões do país e contou com a participação das jovens feministas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8308" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-8308 " title="DSC00240" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/11/DSC00240-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Jovens feministas</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Nos dias 11, 12 e 13 novembro de 2010 foi realizado no Recife Praia Hotel, localizado em Recife – PE, o Seminário sobre a Pedagogia Feminista. O evento reuniu mulheres que atuam no Movimento Feminista nas diferentes regiões do país e contou com a participação das jovens feministas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a participação das jovens afirmou <strong>Viviana, 30 anos</strong> &#8211; <em>“Este encontro possibilita a gente, enquanto juventude, trocar com pessoas que tenham uma experiência maior, que já estão no processo há mais tempo e, no entanto, não naquela condição de vir aqui apenas como aprendiz, mas também de dizer, demandar, pautar as nossas questões, oferecer o nosso olhar contemporâneo, atualizador e mostrar o que significa as nossas questões neste mundo tão cibernético.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Para<strong> Lyvia, 21 anos </strong>– <em>“Este evento é um local para estabelecer referências mútuas, sem ter que se colocar numa posição subalterna por ter menos experiências devido a sua idade&#8230; Acho muito importante as jovens se inserirem neste espaço não como uma renovação do Movimento Feminista, mas como uma própria constituição orgânica do Movimento”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mariana, 24 anos </strong>– afirma<em> “Estou participando deste evento por acreditar que a juventude também tem que ter esta pauta, porque a gente enquanto feminista jovem identifica que a pedagogia feminista perpassa não só os espaços escolares e demais espaços formais de educação, ela não está apenas na sala de aula, ela também está nas lutas feministas e a juventude deve estar se inserindo neste processo para somar, se fortalecer e principalmente agregar as lutas da juventude às lutas do Movimento Feminista”. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><br />
</em></p>
<div id="attachment_8309" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-8309  " title="DSC00202" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/11/DSC00202-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Seminário Pedagogia Feminista</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Em setembro de 2008, o Instituto Feminista para a Democracia &#8211; SOS Corpo realizou em Recife um seminário nacional &#8216;Feminismo e Práticas Educativas no Movimento de Mulheres&#8217;, reunindo 120 participantes para intercâmbio, mostras de vídeos e livros, oficinas de reflexão, exposições e debates. Nesta ocasião as feministas discutiram sobre a relação entre educação feminista, ação política e produção do conhecimento, e realizaram várias oficinas e apresentação de experiências. Na plenária final foi decidido manter um espaço de conversa e de trocas que possibilitasse aprofundar reflexões pedagógicas e somar esforços na construção do movimento feminista.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_8310" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-8310 " title="DSC00226" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/11/DSC00226-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Jovens Feministas</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Em setembro de 2009 foi realizado em Olinda um encontro que reuniu 45 feministas, a maioria com larga experiência em ação educativa, onde foi discutido a questão da metodologia feminista e da sistematização, o desafio da formação de educadoras feministas e a relação entre prática educativa, organização e ação política no feminismo.    Neste momento foi decidido manter este espaço de trocas de forma mais articulada, onde foi construído um grupo, com educadoras feministas de várias organizações, para organizar este seminário de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições responsáveis pela organização do evento foram: Malunga, Observatório Negro, Cfemea, Coletivo Leila Diniz, Ser Mulher, FMAP- Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense, e Instituto Feminista para a Democracia &#8211; SOS Corpo.</p>
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		<title>Jovens participam do Seminário sobre Pedagogia Feminista</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/11/18/jovens-participam-do-seminario-sobre-pedagogia-feminista/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 19:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 11, 12 e 13 novembro de 2010 foi realizado no Recife Praia Hotel, localizado em Recife – PE, o Seminário Nos dias 11, 12 e 13 novembro de 2010 foi realizado no Recife Praia Hotel, localizado em Recife – PE, o Seminário sobre a Pedagogia Feminista. O evento reuniu mulheres que atuam no Movimento Feminista nas diferentes regiões do país e contou com a participação das jovens feministas.

As instituições responsáveis pela organização do evento foram: Malunga, Observatório Negro, Cfemea, Coletivo Leila Diniz, Ser Mulher, FMAP- Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense, e Instituto Feminista para a Democracia - SOS Corpo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bk2ixMUse5w?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bk2ixMUse5w?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Entidades lançam plataforma para a legalização do aborto no Brasil</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/28/entidades-lancam-plataforma-para-a-legalizacao-do-aborto-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 19:33:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entidades feministas lançaram nesta terça-feira (28), Dia Latino Americano e Caribenho pela Despenalização do Aborto, a Plataforma para a Legalização do Aborto no Brasil. Segundo a coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, Paula Viana, o texto traz argumentos pela descriminalização baseado na defesa dos direitos humanos, no direito das mulheres e em dados da saúde pública.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7098" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-7098" title="Frente - campanha aborto - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Frente-campanha-aborto-ok-300x145.png" alt="" width="300" height="145" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Frente contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Entidades feministas lançaram nesta terça-feira (28), Dia Latino Americano e Caribenho pela Despenalização do Aborto, a Plataforma para a Legalização do Aborto no Brasil. Segundo a coordenadora do grupo feminista pernambucano Curumim, Paula Viana, o texto traz argumentos pela descriminalização baseado na defesa dos direitos humanos, no direito das mulheres e em dados da saúde pública.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os países que criminalizam o aborto são os mesmos que registram um grande número de mortes maternas, atendimento precário para situação de abortamento e violações dos direitos humanos&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Paula destaca que o objetivo da plataforma é reduzir a mortalidade materna, estimular o planejamento familiar e, inclusive, reduzir o número de abortos. &#8220;Não somos a favor do aborto, gostaríamos que diminuíssem, mas queremos que o Brasil se iguale a outros países desenvolvidos. Quem critica o aborto são os grupos religiosos fundamentalistas&#8221;, critica.</p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma defende a retirada da prática de aborto do Código Penal brasileiro e a garantia do atendimento, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a mulheres que por livre decisão queiram interromper a gestação até a 12ª semana. O documento também prevê o atendimento público para abortos, até a 20ª semana, em casos de gravidez resultante de violência sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o texto, o aborto é o último recurso das mulheres diante de uma gravidez indesejada e a criminalização não impede que ele seja realizado nem reduz sua incidência, mas aumenta as condições de risco de vida para as mulheres, em especial para as mulheres mais pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento será encaminhado a diversas organizações que integram a Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto. Entidades profissionais de médicos, enfermeiros e juristas, além de parlamentares, também receberão o texto. O intuito é sensibilizar essas categorias a respeito do tema e buscar adesões e contribuições para a elaboração de uma lei que descriminalize o aborto e regulamente a assistência gratuita à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A plataforma foi lançada hoje em Recife durante um ato público. O evento foi promovido pelo Fórum de Mulheres de Pernambuco – FMPE, pela Frente contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto e Articulação de Mulheres Brasileiras – AMB.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Jornal do Comércio – RS / Tribuna do Norte</p>
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		<title>Edital apoia pesquisas nas áreas de relações de gênero, mulheres e feminismos</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/15/edital-apoia-pesquisas-nas-areas-de-relacoes-de-genero/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 14:10:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com o intuito de estimular e fortalecer a produção de pesquisas e estudos relacionados aos temas relações de gênero, mulheres e feminismos, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento (CNPq), a Secretária de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) lançam Edital conjunto para selecionar projetos de pesquisa com mérito científico que contribuam para o desenvolvimento dessas temáticas no Brasil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6651 aligncenter" title="Edital - Gênero - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Edital-Gênero-ok-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com o intuito de estimular e fortalecer a produção de pesquisas e estudos relacionados aos temas relações de gênero, mulheres e feminismos, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento (CNPq), a Secretária de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) lançam Edital conjunto para selecionar projetos de pesquisa com mérito científico que contribuam para o desenvolvimento dessas temáticas no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O Edital, inserido nas ações do <a href="http://200.130.7.5/spmu/docs/Livreto_Mulher.pdf" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres</span></span></a>, irá apoiar financeiramente projetos de pesquisa científica e tecnológica que visem a ampliar estudos nas referidas áreas, procurando contemplar centros emergentes, pesquisadoras e pesquisadores em início de carreira, a distribuição regional de recursos e a intersecção com as seguintes abordagens: classe social, geração, raça, etnia e sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessado deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes e ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até o dia 7 de Outubro.</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse na integra o Edital <a href="http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/020.htm" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: IJC</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mulheres são maioria entre bolsistas, mas perdem para homens em altos cargos de ciência</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/08/05/mulheres-sao-maioria-entre-bolsistas-mas-perdem-para-homens-em-altos-cargos-de-ciencia/</link>
		<comments>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/08/05/mulheres-sao-maioria-entre-bolsistas-mas-perdem-para-homens-em-altos-cargos-de-ciencia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 17:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[As mulheres são mais da metade das bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no país. Quando se trata dos cargos mais altos de ciência e tecnologia, elas perdem para os homens. A constatação é da professora emérita da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Alice Abreu.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Constatação é de professora emérita da UFRJ apresentada da 62ª Reunião Anual da SBPC</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5600 aligncenter" title="gender" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/08/gender.gif" alt="" width="305" height="322" /></p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres são mais da metade das bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no país. Quando se trata dos cargos mais altos de ciência e tecnologia, elas perdem para os homens. A constatação é da professora emérita da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Alice Abreu.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisadora relata que, apesar de quatro brasileiras já terem recebido o maior prêmio de pesquisa da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), os homens chefiam os principais cargos no setor. A afirmação foi feita durante a 62ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).</p>
<p style="text-align: justify;">- Temos pessoal qualificado. É algo a se analisar. São processos que a gente tem de entender e como essas escolhas são feitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mais recentes estudos nacionais e internacionais revelam que as brasileiras preferem as ciências biológicas e sociais. De acordo com dados da professora, nessas áreas, o sexo feminino representa mais de 50%. Já nas ciências exatas e na engenharia, elas não chegam a 40%.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a pesquisadora, os estereótipos impostos a ambos os sexos podem explicar a preferência delas.</p>
<p style="text-align: justify;">- Certamente, isso se dá na infância [escolha da área científica. É um tipo de curiosidade individual. É necessário cumprir o estereótipo nessa época. A menina só pode brincar de boneca e o menino brincar de carrinho e desmontar o brinquedo. Não está nas normas, por exemplo, a garota arrancar a cabeça da boneca.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro diagnóstico mundial é que as mulheres ainda encontram dificuldades em conciliar o crescimento na carreira com a maternidade e o casamento. Essa é uma das explicações para o fato de serem maioria no período da iniciação científica e desse percentual reduzir à medida que as pesquisas passam a exigir dedicação e alta qualificação. Segundo a professora, &#8220;a maioria das grandes cientistas do mundo é solteira ou casada com outros pesquisadores&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O maior evento científico do país, a reunião anual da SBPC, terminou na última sexta-feira(30) &#8211; com média diária de 15 mil visitantes, entre estudantes, professores e cientistas. O tema principal da edição de 2010 foi o desenvolvimento e desafios das ciências do mar. Foram promovidas discussões também sobre educação, doenças, mudanças climáticas e concessão de bolsas de pesquisa. O encontro do próximo ano será realizado em Goiás.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.feminismo.org.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1868:mulheres-sao-maioria-entre-bolsistas-mas-perdem-para-homens-em-altos-cargos-de-ciencia&amp;catid=81:educacao&amp;Itemid=109" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>5º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero prorroga inscrições</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2009/11/30/5%c2%ba-premio-construindo-a-igualdade-de-genero-prorroga-inscricoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos e deveres]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[As inscrições para o 5º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero foram prorrogadas para o dia 11 de dezembro. O Prêmio consiste num concurso nacional de redações e artigos científicos sobre relações de gênero, mulheres e feminismos. A premiação revela o pensamento de adolescentes, e adultos sobre os grandes temas sociais do Brasil e os novos talentos do ensino médio e universidades.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-3365 aligncenter" title="genero" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2009/11/genero-300x193.jpg" alt="genero" width="300" height="193" /></p>
<p style="text-align: justify;">As inscrições para o <strong>5º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero</strong> foram prorrogadas para o dia 11 de dezembro. O Prêmio consiste num concurso nacional de redações e artigos científicos sobre relações de gênero, mulheres e feminismos. A premiação revela o pensamento de adolescentes, e adultos sobre os grandes temas sociais do Brasil e os novos talentos do ensino médio e universidades.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande novidade desta edição é a diversificação das modalidades de participação universitária e a criação da categoria Escola Promotora da Igualdade de Gênero. O concurso é organizado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), Ministério da Educação (MEC) e Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As modalidades de participação são as seguintes:</strong><br />
&#8211; Artigos científicos para mestres e estudantes de doutorado;<br />
&#8211; Artigos científicos para graduados, especialistas e estudantes de mestrado;<br />
&#8211; Artigos científicos para estudantes de graduação;<br />
&#8211; Concurso de redação para estudantes do Ensino Médio;<br />
&#8211; Escola Promotora de Igualdade de Gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações no site do <a href="http://www.cnpq.br/premios/2009/ig/index.html" target="_blank"><span style="color: #ff4c00;"><span style="text-decoration: underline;">CNPq</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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