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	<title>InfoJovem &#187; história</title>
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		<title>Você conhece a história dos Hackers?</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/06/27/jovens-hackers-historia-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 14:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[unijuv2]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[hackers]]></category>
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		<category><![CDATA[jovens]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos anos 50 e 60, um 'hack' era apenas uma solução inspirada ou elegante para um problema qualquer.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/06/infojovem.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-16717" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/06/infojovem.jpg" alt="infojovem" width="285" height="177" /></a>Depois da onda de invasão dos sites de orgãos federais, por hackers, nas últimas semanas, saiba mais sobre a história desses invasores de computadores alheios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A origem do termo hacker &#8211; hoje sinônimo de pessoas que anonimamente invadem sistemas de e-mails e websites &#8211; vem dos anos 50 e 60, quando um hack era apenas uma solução inspirada ou elegante para qualquer problema.</p>
<p>No Massachussetts Institute of Technology (MIT), onde a palavra teria surgido, os primeiros hacks eram trotes, brincadeiras. Em um deles, estudantes do instituto colocaram uma réplica de um carro de patrulha do campus no topo do prédio principal.</p>
<p>Ao longo do tempo, o termo ficou associado a programadores de computador, que começavam a ganhar espaço no MIT e em outras partes do mundo. Para esses pioneiros, um hack era uma façanha de programação.</p>
<p>Esses feitos era muito admirados por combinar conhecimento específico e instinto criativo.</p>
<p>Poder masculino</p>
<p>Os estudantes do MIT também começaram a moldar as características do atual mundo dos hackers. Naquela época, como hoje, os atos tendem a ser realizados principalmente por homens jovens e adolescentes.</p>
<p>A razão disso foi explicada em um livro sobre os primeiros grupos de hackers, escrito pelo autor de ficção científica Bruce Sterling.</p>
<p>Segundo ele, homens jovens se sentem frequentemente incapazes, impotentes. O conhecimento aprofundado de um assunto técnico dá a eles poder, mesmo que sobre máquinas.</p>
<p>&#8220;A profunda atração exercida por essa sensação de ser parte de uma elite de poder tecnológico não pode ser subestimada&#8221;, ele escreveu.</p>
<p>Esta primeira geração de hackers era formada por garotos que mexiam na rede de telefones, se infiltravam nos primeiros sistemas de computadores e se gabavam de seus feitos em murais.</p>
<p>Apelidos</p>
<p>Indivíduos começaram a adotar apelidos, enquanto grupos de hackers escolhiam nomes bombásticos como Legion of Doom (&#8220;Legião da Perdição&#8221;, em tradução livre), Masters of Deception (&#8220;Mestres do Artifício&#8221;) ou Neon Knights (&#8220;Cavaleiros de Neon&#8221;).</p>
<p>À medida em que a sofisticação dos hackers de computação foi aumentando, eles começaram a entrar no radar da polícia e do Poder Judiciário.</p>
<p>Nos anos 80 e 90, parlamentares americanos e britânicos aprovaram leis que permitiam que hackers fossem levados aos tribunais.</p>
<p>Uma série de operações veio em seguida, culminando com a chamada Operação Sundevil, liderada pelo serviço secreto americano em 1990.</p>
<p>Mas esses esforços não conseguiram parar os hackers. Com a internet cada vez mais onipresente, novos grupos surgiram, sempre ansiosos por mostrar suas habilidades.</p>
<p>Bem x Mal</p>
<p>Em 1998, integrantes de um grupo de hackers chamado L0pht disseram diante do Congresso americano que eles poderiam derrubar a internet em 30 minutos.</p>
<p>O hacker conhecido como Mafiaboy demonstrou o que podia fazer tirando do ar sites de grandes empresas como Yahoo, Amazon, Ebay e CNN.</p>
<p>Outro, autodenominado Dark Dante, usou seus conhecimentos ao manipular as linhas telefônicas de um programa de rádio para que ele pudesse ser o 102º a ligar e ganhar um Porsche 944.</p>
<p>Para Rik Ferguson, pesquisador na área de segurança na Trend Micro, ações como estas mostram como os hackers cruzam a linha entre atividades legais e ilegais.</p>
<p>&#8220;Os grupos podem ser tanto chapéu branco como chapéu preto, às vezes cinza, dependendo de sua motivação&#8221;, diz Ferguson.</p>
<p>Os coletivos de hackers são geralmente classificados como &#8220;chapéus brancos&#8221; &#8211; os &#8220;mocinhos&#8221;, que informam às empresas sobre as falhas de segurança encontradas em seus sistemas e sites -, &#8220;chapéus pretos&#8221;, considerados como criminosos que pretendem lucrar com as informações confidenciais obtidas, e &#8220;chapéus cinza&#8221;, cujo principal objetivo seria fazer brincadeiras e causar danos leves em seus alvos.</p>
<p>Mas mesmo estas definições são relativas: quem é hacker para um pode ser &#8220;hacktivista&#8221; para outro.</p>
<p>Ameaça globalizada</p>
<p>Os hackers podem ter surgido nos Estados Unidos, mas se tornaram um fenômeno global.</p>
<p>&#8220;Mais recentemente, apareceram grupos ao redor do mundo em lugares como Paquistão e Índia, onde há uma competição acirrada entre os hackers&#8221;, diz Ferguson.</p>
<p>Na Romênia, grupos como o HackersBlog atacaram várias empresas. Na China e na Rússia, acredita-se que muitos hackers trabalhem como agentes do governo.</p>
<p>Atualmente, uma das práticas mais comuns é o hacker modificar o site atacado, deixando uma mensagem em destaque, algo semelhante à assinatura de um pichador.</p>
<p>Segundo o Zone-H, um website que monitora ataques de hackers, mais de 1,5 milhão de modificações deste tipo foram realizadas em 2010, o maior número já registrado.</p>
<p>O aumento desta prática não deve ser atribuído à melhor qualidade das aulas de computação nas escolas ou ao maior emprenho de jovens interessados em tecnologia.</p>
<p>Na verdade, a explosão talvez seja consequência direta da popularidade dos Attack Tool Kits (&#8220;Kits de Ferramentas de Ataque&#8221;), programas desenhados para explorar buracos na segurança dos websites e que estão disponíveis na internet.</p>
<p>O autor Bruce Sterling tem uma ideia do que isso pode representar no futuro.</p>
<p>&#8220;Se a confusão durar bastante, ela vai acabar se transformando em um novo tipo de sociedade &#8211; ainda o mesmo jogo de história, mas com novos jogadores, novas regras.&#8221; BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
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		<title>Educação Étnicorracial em Pernambuco</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/08/05/educacao-etnicorracial-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 15:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação]]></category>
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		<category><![CDATA[cultura afrobrasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Popular]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 10.639]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 11. 645]]></category>
		<category><![CDATA[Raça/Etnia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (05), o CEPIR (Comitê Estadual de Promoção da Igualdade Etnicorracial) e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/MEC), juntamente com os núcleos de estudos afrobrasileiros e indígenas da FUNESO e UNICAP, vão realizar um seminário para determinar o plano nacional de implementação dos NEABIs (Núcleo de Estudos Afro Brasileiros e Indígenas) em instituições de ensino público e particulares.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5592" title="racial" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/08/racial.jpg" alt="" width="268" height="254" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Nesta quinta-feira (05), o CEPIR &#8211; PE (Comitê Estadual de Promoção da Igualdade Etnicorracial) e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/MEC), juntamente com os núcleos de estudos afrobrasileiros e indígenas da FUNESO e UNICAP, vão realizar um seminário para determinar o plano nacional de implementação dos NEABIs (Núcleo de Estudos Afro Brasileiros e Indígenas) em instituições de ensino público e particulares.</p>
<p style="text-align: justify;">O Secretário Executivo do CEPIR &#8211; PE, Jorge Arruda, esclarece a real importância do CEPIR dentro das ações afirmativas na educação básica e superior, “o CEPIR tem a função de monitorar e articular a implementação das diretrizes curriculares, a história e cultura afrobrasileira e africana.”.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal objetivo é divulgar e monitorar o Plano Nacional de Implementação da lei 10. 639 -03. Para fortalecer tal debate, o Secretário conclui que “a importância é de sensibilizar os gestores educacionais e os Prefeitos, bem como os Reitores e Diretores das instituições educacionais, faculdades públicas e privadas, para a realização da abertura dos NEABIs.”.</p>
<p style="text-align: justify;">A política pública do CEPIR &#8211; PE já demonstra avanço nesse sentido e através do Comitê (Órgão vinculado ao Gabinete do Governador), Pernambuco já conta com dois NEABIs, na FUNESO e UNICAP, em que são oferecidos cursos de teologia e filosofia das religiões de matriz africana, afrobrasileira e indígena, bem como de cultura Yorubá, além de diversos cursos de ações afirmativas baseadas nas leis 10.639 (2003) e 11.645 (2008).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
O que é a Lei 10.639?</strong><br />
A Lei obriga o ensino de história e cultura afrobrasileira e africana dentro da grade curricular da instituição de ensino.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é a Lei 11. 645?</strong><br />
A Lei obriga o ensino de história e cultura indígena dentro da grade curricular da instituição de ensino.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ações principais para a Educação Superior (NEABI) – Plano Nacional de implementação das diretrizes curriculares e Lei 10.639 – 03:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">a) Adotar a política de cotas raciais e outras ações afirmativas para o ingresso de estudantes negros, negras e indígenas ao ensino superior;</p>
<p style="text-align: justify;">b) Ampliar a oferta de vagas na educação superior, possibilitando maior acesso dos jovens, em especial dos afro-descendentes, a esse nível de ensino;</p>
<p style="text-align: justify;">c) Fomentar o Apoio Técnico para a formação de professores e outros profissionais de ensino que atuam na escola de educação básica, considerando todos os níveis e modalidades de ensino, para a Educação das Relações Etnicorraciais;</p>
<p style="text-align: justify;">d) Implementar as orientações do Parecer CNE/CP 03/2004 e da resolução CNE/ CP 01/2004, no que se refere a inserção da Educação das Relações Etnicorraciais e temáticas que dizem respeito aos afro-brasileiros entre as IES que oferecem curso de licenciatura;</p>
<p style="text-align: justify;">e) Construir, identificar, publicar e distribuir material didático e bibliográfico sobre as questões relativas à Educação das Relações Etnicorraciais para todos os cursos de graduação.</p>
<p style="text-align: justify;">f) Incluir os conteúdos referentes à Educação das Relações Etnicorraciais nos instrumentos de avaliação institucional, docente e discente e articular cada uma delas à pesquisa e à extensão, de acordo com as características das IES.<br />
<strong><br />
Serviço:</strong><br />
Local: Auditório da Secretaria de Educação da Cidade de Olinda (Olinda-PE)<br />
Hora: 14h às 18h<br />
Data: Quinta-feira (05) – Agosto</p>
<p style="text-align: justify;">Essa ação tem a parceria com a Prefeitura da Cidade de Olinda</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Mais informações: </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MNU/PE<br />
Coordenação Geral MNU/PE:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Marta Almeida<br />
81-88231712</p>
<p style="text-align: justify;">Hingles Custodio<br />
81-97527724</p>
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		<title>Prédio histórico da UNE será reconstruído</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[unijuv3]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[movimento estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi dado parecer pela aprovação da reconstrução do prédio histórico da UNE, no Rio de Janeiro, pelo deputado federal Márcio França (PSB-SP)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2009/12/mypictr_357x500.jpg"><img class="size-medium wp-image-3613 alignnone" title="mypictr_357x500" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2009/12/mypictr_357x500-214x300.jpg" alt="mypictr_357x500" width="214" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">Foi dado parecer pela aprovação da reconstrução do prédio histórico da UNE, União Nacional dos Estudantes, no Rio de Janeiro, pelo deputado federal Márcio França (PSB-SP) relator do Projeto de Lei 3931/08 na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p style="text-align: left;">O projeto de lei prevê que o prédio que foi destruído pela ditadura militar em 1964, seja recuperado pelo governo, por reconhecer a responsabilidade do Estado brasileiro pela destruição do imóvel durante a ditadura militar. Para isso foi criada uma comissão interministerial para estabelecer o valor e a forma de indenização a que a UNE terá direito.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;A UNE é uma instituição histórica que tem muita importância no fortalecimento da democracia e no movimento estudantil.&#8221; Disse Márcio França, ressaltando seu apoio à militância política.</p>
<p style="text-align: left;">Fonte:  <span style="color: #ff4c00;"><a href="http://www.marciofranca.com.br/noticia/visualizarNoticia.asp?ID=428" target="_blank">http://www.marciofranca.com.br/noticia/visualizarNoticia.asp?ID=428</a></span></p>
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