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	<title>InfoJovem &#187; Homicídios</title>
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		<title>Levantamento mostra que jovens são as principais vitimas de homicídios no país</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2012/01/05/mapa-da-violeoncia-201/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/US-cemetery-Colleville-sur-Mer-Calvados-Normandy-rows4-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="mortes, cemitério" /></p>Em sua 12ª edição, o Mapa da Violência 2012 revela que  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/US-cemetery-Colleville-sur-Mer-Calvados-Normandy-rows4-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="mortes, cemitério" /></p><div id="attachment_12702" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://infojovem.org.br/2012/01/05/mapa-da-violeoncia-201/2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa/" rel="attachment wp-att-12702"><img class="size-thumbnail wp-image-12702" title="2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa-150x150.jpg" alt="mapa da violência 2012, Instituto Sangari" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do levantamento do Instituto Sangari</p></div>
<p>Em sua 12ª edição, o Mapa da Violência 2012 revela que – apesar da estagnação da taxa global de homicídios no país – houve uma migração do crime para regiões que antes não passavam por essa situação. Outra constatação importante do estudo do Instituto Sangari é que as principais vítimas da violência continuam sendo os jovens.</p>
<p>Na conclusão do levantamento, o instituto registrou a necessidade de políticas públicas que considerem as reformulações dos deslocamentos populacionais. O estudo também ressaltou que a falta de diálogo entre as esferas governamentais afetam a política pública de segurança no país.</p>
<p><strong>População jovem morre mais</strong></p>
<p>Outro dado importante é a vitimização juvenil. Há uma elevada concentração dos casos de homicídios na população jovem do País. Entre 15 e 19 anos de idade, essa taxa é de 43,7%, já entre 20 e 24 pula para 60,9%, enquanto de 25 anos até 29 atinge 51,6%.</p>
<p><strong>Alterações no mapa da violência<br />
</strong><br />
Para justificar a disseminação dos casos de violência homicida, o pesquisador citou que o aumento dos pólos de crescimento econômico, trouxe violência aos municípios com menos infraestrutura. Além disso, muitas dessas cidades estão localizadas em zonas de fronteiras e enfrentam o turismo predatório; regiões marcadas por ações de desmatamento de sua mata original; e a bandidagem tradicional.</p>
<p>Saiba mais sobre o Mapa da Violência</p>
<p>O levantamento traz dados desde 1980 e, atualmente, possui dados de 27 unidades federativas, 33 regiões metropolitanas, 27 capitais e mais de cinco mil municípios. Todos esses dados permitem uma visão panorâmica da perspectiva do fenômeno da violência homicida no país.</p>
<p> O Mapa da Violência 2012 está disponível gratuitamente na Biblioteca Virtual do ANDI cujo endereço eletrônico é:  <a href="http://www.andi.org.br/inclusao-e-sustentabilidade/documento/mapa-da-violencia-2012">http://www.andi.org.br/inclusao-e-sustentabilidade/documento/mapa-da-violencia-2012</a></p>
<p><em>Com informações do</em> <strong>Portal ANDI</strong></p>
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		<title>Negros são maioria entre os jovens assassinados, diz estudo</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/07/04/jovens-negros-maioria-homicidios-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 14:19:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[unijuv2]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Homicídios]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos mostram que jovens negros são as principais vítimas de homicídios no Brasil]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a rel="attachment wp-att-11382" href="http://infojovem.org.br/2011/07/04/jovens-negros-maioria-homicidios-2011/violencia1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-11382" title="Violencia[1]" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/07/Violencia1.jpg" alt="" width="460" height="376" /></a></div>
<div></div>
<div>O número de jovens vítimas de homicídios no Espírito Santo chegou a 391 de janeiro a maio deste ano, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança. Levantamento do Núcleo de Estudos sobre Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) apontam que 77% são negros.</div>
<div>Esses dados foram apresentados na noite desta quinta-feira (30) no Plenário Dirceu Cardoso da Assembleia Legislativa (Ales), em sessão especial proposta pelo deputado Claudio Vereza (PT) para debater a “Juventude em Marcha Contra a Violência e Extermínio”. A intenção do parlamentar foi inserir o jovem na discussão, e o Plenário ficou cheio deles.</div>
<div>O presidente do Conselho Estadual dos Direitos Humanos, Gilmar Ferreira de Oliveira, opinou que as políticas voltadas para os jovens não podem ter a “lógica policialesca”, mas serem voltadas para a questão dos direitos humanos e da cidadania. Segundo ele, os jovens querem ser ouvidos para opinar sobre as políticas que querem.</div>
<div>O número de jovens vítimas de homicídios no Espírito Santo chegou a 391 de janeiro a maio deste ano, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. Levantamento do Núcleo de Estudos sobre Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos da Universidade Federal do Espírito Santo apontam que 77% são negros.</div>
<div>A coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Violência, Segurança Pública e Direitos Humanos da Ufes, professora Eugênia Raizer, foi a palestrante da noite. Mostrou estudo desenvolvido por ela e pela estudante de Serviço Social da Ufes, membro do Núcleo, Silvana Ribeiro da Silva. E começou tentando definir o que é um jovem.</div>
<div>Pensadores tentaram definir o termo juventude, e um brasileiro dividiu em categorias: a juventude dourada (classe alta ou média alta, de cor branca ou amarela), a trabalhadora (50% do total de 15 a 24 anos), os pobres, os vulneráveis (meninos de rua ou de classes baixas que vivem processo de exclusão social nas grandes cidades) e os infratores (pertence a várias camadas sociais e etnias).</div>
<div>A Política Nacional da Juventude considera jovem aquele que tem entre 15 e 29 anos, com subdivisões. Eugênia Raizer mostrou dados que indicam o crescimento do número de homicídios envolvendo jovens no Espírito Santo. Somavam 30,3% em 1998 e chegaram a 38,7% em 2008. Houve crescimento da média nacional, mas o Estado está acima dessa média.</div>
<div>A professora observou que no Espírito Santo o crescimento econômico não se reflete em benefícios sociais, as riquezas não implicam na superação das desigualdades sociais e o mapa da violência segue o das desigualdades. Mostrou um mapa de Vitória onde pontos vermelhos marcavam locais de homicídios em 2008: mais concentrados nas regiões carentes, quase inexistentes nos bairros abastados.</div>
<div>O Estado ocupa o terceiro lugar no triste ranking dos números de homicídios de jovens no Brasil. Em 2010, na Região Metropolitana da Grande Vitória, os municípios de Serra, Cariacica e Vila Velha tinham o maior número de ocorrências, seguidos de perto por Vitória. Em Viana, Guarapari e Fundão, o número foi bem menor.</div>
<div>De janeiro a maio deste ano, dos 735 assassinatos, 391 foram de jovens, números concentrados na faixa dos 18 aos 24 anos. Somente em abril foram 91 homicídios, cerca de três jovens mortos por dia, lamentou Eugênia Raizer. O número de jovens negros assassinatos gira em torno de 77% do total; 9% são brancos e em 14% dos casos a cor não é informada.</div>
<div>Hildete Emanuelle Nogueira de Souza, membro da coordenação da Campanha Nacional contra a Violência e o Extermínio de Jovens, assegurou que a violência não começa com o disparo de um tiro, mas muito antes, num histórico de exclusão, de racismo, de violência nas escolas, “que ninguém quer falar, ninguém quer debater”. Começa dentro de uma sociedade que vive com medo e “coisifica” o ser humano.</div>
<div>As Pastorais da Juventude do Brasil, ligadas a Igreja Católica, desencadearam a campanha, lembrou, acrescentando que é preciso ultrapassar os muros da igreja e buscar parcerias com movimentos sociais e casas legislativas. Eventos como a sessão desta quinta, que atraiu o secretário municipal de Direitos Humanos de Vitória, João José Barbosa Sana, e a secretária municipal de Assistência Social, Ana Petronetto, bem como o membro da coordenação estadual da campanha, José Luiz Augusto Bedoni.</div>
<div><strong>Fejunes lamenta ausência do Governo na Sessão</strong></div>
<div><strong> </strong><strong> </strong></div>
<div>O Coordenador do Fórum Estadual de Juventude Negra – Fejunes, Luiz Inácio, criticou a ausência de representantes do Governo no debate. “Infelizmente essa ausência não é pontual, ela se dá em diversos momentos. Existe uma resistência muito grande das autoridades em dialogar sobre esse tema. Enquanto isso dezenas de jovens são exterminados em nosso estado”, enfatizou.</div>
<div>Luiz Inácio ainda cobrou retorno da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social que, segundo ele, até o momento não convidou os articuladores da Campanha para uma nova rodada de conversa a respeito do projeto “Juventude pela Vida” proposto pelas organizações juvenis ao Governo e que visa o protagonismo da juventude no enfrentamento da violência.</div>
<div>“Já faz mais de dois meses que aguardamos retorno da SESP para dialogarmos sobre a implementação de um projeto que visa o envolvimento da juventude no enfrentamento da violência”, disparou.</div>
<div>Os secretários Rodrigo Coelho, da Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Assistência Social, e Henrique Herkenhoff, da Secretaria Estadual de Segurança Pública foram convidados, mas não comparecerem.</div>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.al.es.gov.br/portal/frmShowContent.aspx?i=28375" target="_blank">Assembléia Legislativa do Estado do Espirito Santo</a></div>
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		<title>Brasil ocupa o 6º lugar no ranking de homicídios de jovens</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/02/25/homicidios-de-jovens/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 19:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[jovens]]></category>

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		<description><![CDATA[Taxa de homicídios entre jovens no Brasil é de 52,9 por cem mil habitantes. Ranking é liderado por El Salvador. Na América Latina, Cuba tem a menor taxa.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-9925" title="jovem-violencia" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/02/jovem-violencia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil ocupa o sexto lugar no ranking de homicídios de jovens, com uma taxa de 52,9 homicídios por cem mil habitantes. El Salvador lidera o ranking, seguido por Ilhas Virgens, Venezuela, Colômbia e Guatemala. Os dados referentes ao Brasil são de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números fazem parte do “Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil”, divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Ministério da Justiça. Foram tabulados os resultados de cem países cujo único critério de seleção foi possuir dados para o período entre 2004 e 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo tem como fonte os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. No mapa, foram adotadas as definições da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), nas quais o período da juventude vai dos 15 aos 24 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, que coordenou o estudo, afirmou que a situação no Brasil é “epidêmica”. “A taxa de homicídios entre jovens está três vezes acima da média internacional. Ainda é muito elevada”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o estudo, nos últimos anos, países da América Central, como El Salvador e Guatemala, superaram vários países da América do Sul no ranking da violência internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os índices de El Salvador e Guatemala crescem de forma drástica, aproximadamente, na mesma época, a partir de mecanismos de violência ligados, principalmente, a gangues juvenis. Com isso, se no continente Sul observa-se um arrefecimento, o crescimento dos índices na América Central fazem com que países dessa região ultrapassem os níveis de violência homicida tanto do Brasil quanto, e principalmente, da Colômbia, fato inédito nas últimas décadas&#8221;, diz trecho do estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o estudo, a menor taxa de homicídios de jovens é a de Cuba, com 6,7 homicídios por cem mil habitantes. O país ocupa a 31º posição no ranking. O estudo afirma que a taxa ainda é bem superior a de muitos países da Europa, cujos índices não chegam a 2 homicídios por cem mil habitantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte<a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/02/brasil-ocupa-o-6-lugar-no-ranking-de-homicidios-de-jovens.html" target="_blank">: G1</a></p>
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