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	<title>InfoJovem &#187; Juventude</title>
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		<title>Ministério da Cultura em conferência internacional sobre juventude</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2015/04/29/ministerio-cultura-conferencia-internaciona-juventude/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 13:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[marina]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teve início no dia 27 de abril &#8211; e prosseguirá at [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Teve início no dia 27 de abril &#8211; e prosseguirá até 29 -, o <strong>ciclo de conferências Envolvendo a Juventude no Caminho da Transformação</strong>. Ele é organizado pelo Programa sobre Pobreza e Governança do Centro de Democracia, Desenvolvimento e Estado de Direito de Stanford, em parceria com o Centro de Estudos Latino-Americanos, o Centro Bill Lane para a América do Oeste, a Iniciativa México em FSI e o Centro de Segurança e Cooperação Internacional.</p>
<p>O tema da vez é a <strong>busca de soluções para a questão da juventude e da violência criminal na América Latina e nos Estados Unidos</strong>. O Ministério da Cultura (MinC) está sendo representado no evento, sediado em Palo Alto, EUA, pela atual secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural, Ivana Bentes. Porém, também contará com a presença de ativistas sociais, empreendedores, representantes governamentais e agentes culturais da Agência de Redes para a Juventude e do Observatório de Favelas. <a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/04/photo_7.agencia_Agencia-de-Redes-para-a-Juventude.jpg"><img class=" size-medium wp-image-17062 alignright" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2015/04/photo_7.agencia_Agencia-de-Redes-para-a-Juventude-300x150.jpg" alt="photo_7.agencia_Agencia de Redes para a Juventude" width="300" height="150" /></a></p>
<p>A secretária Ivana Bentes apresentará projetos desenvolvidos pelo MinC. Dentre eles, a Política Nacional de Cultura Viva, que tem foco no estímulo e fortalecimento de uma rede de gestão cultural com base nos Pontos e Pontões de Cultura no Brasil.</p>
<p>Além disso, ela também será responsável por abordar o tema &#8220;Redes de colaboração e o Precariado Produtivo&#8221;: reflexão sobre a reestruturação da produção nos centros periféricos ricos em invenção e criação na esfera cultural, assim como a retratação do indivíduo da favela como agente de produção política e cultural. Acerca do tema, Bentes afirma que <em>&#8220;as periferias transformam a fábrica de miséria e morte em linguagens, moda, invenção e criação&#8221;</em>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasil.gov.br/cultura/2015/04/ministerio-da-cultura-participa-de-conferencia-internacional-sobre-juventude">Portal Brasil</a>, <a href="http://www.cultura.gov.br/">Ministério da Cultura</a></p>
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		<title>Plano Juventude Viva &#8211; RS</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2014/10/28/governo-do-rio-grande-do-sul-adere-ao-plano-juventude-viva/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 15:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Josy Gonçalves]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Governo do Rio Grande do Sul adere ao Plano Juventude V [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Governo do Rio Grande do Sul adere ao Plano Juventude Viva.</h2>
<div id="attachment_16199" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/04/juventude.jpg"><img class="size-medium wp-image-16199" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/04/juventude-300x199.jpg" alt="Foto: Divulgação" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p>O Governo do Rio Grande do Sul assinou o termo de adesão voluntária do Plano Juventude Viva, na última quinta-feira (23), o Plano prevê a diminuição da violência contra a juventude negra e da periferia. O governador do Estado, Tarso Genro, assinou a adesão em ato no Palácio Piratini, sede do governo estadual. O Plano formula ações de prevenção e combate a homicídios e crimes que atingem e tem tirado a vida de muitos jovens, a maioria negros, com idades entre 15 e 29 anos.</p>
<p>Executado pela Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral da Presidência da República e pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, o Plano visa reduzir e prevenir a violência contra a juventude negra, priorizando os territórios com os mais elevados índices de homicídios dessa parcela da população.</p>
<p>De acordo com o Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Juventude e Secretário- Executivo do Comitê Interministerial da Política da Juventude, Murilo Parrino Amatneeks, o Juventude Viva é uma das prioridades do governo federal e uma resposta concreta a um dos principais problemas de nossa democracia.  &#8220;Trata-se de uma demanda histórica dos movimentos sociais&#8221;, afirmou.</p>
<p>A secretária da Justiça e dos Direitos Humanos, Juçara Dutra Vieira falou sobre a importância da adesão do Governo do Estado. &#8220;Este programa é essencial e compatível com as nossas políticas públicas no combate à violência, especialmente a juventude da periferia e negra, que demanda de políticas públicas por parte do Estado e da União&#8221;, disse. Para a Presidente do Conselho Estadual de Juventude pela Sociedade Civil, Rossana Prux, o programa soma as várias iniciativas já existentes no Estado. &#8220;O Juventude Viva faz uma articulação com todos os programas que já estão em andamento aqui no Rio Grande do Sul, como RS mais Igual, RS na Paz, e muitos outros que já existem?, explicou.</p>
<p>A Articuladora Nacional do Programa Juventude Viva, Malu Viana, destacou a importância da parceria do governo federal com o governo estadual para o enfrentamento do problema e a criação de novas oportunidades de vida para esses jovens. &#8220;Nós percebemos que a cada dez jovens mortos, nove são negros e de periferia, mas podemos reverter esse quadro com a ajuda dos nossos representantes&#8221;, disse.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.rs.gov.br/conteudo/206312/governo-do-estado-adere-ao-juventude-viva--programa-de-protecao-a-jovens-negros-e-da-periferia" target="_blank"> www.rs.gov.br</a></p>
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		<title>Aberta as inscrições para as eleições do Conjuve</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2014/04/16/aberta-as-inscricoes-para-as-eleicoes-do-conjuve/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Apr 2014 15:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Josy Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação]]></category>
		<category><![CDATA[CONJUVE]]></category>
		<category><![CDATA[eleições Conjuve 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir do dia 16 de abril, você já pode acessar o edi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 16 de abril, você já pode acessar o <a title="edital" href="http://participatorio.juventude.gov.br/file/download/220260" target="_blank">edital </a>com os detalhes da eleição para a sociedade civil do Conselho.</p>
<p><span id="more-16355"></span></p>
<p><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/04/BANNER_SITE-infojovem.png"><img class="alignleft  wp-image-16358" alt="BANNER_SITE infojovem" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/04/BANNER_SITE-infojovem.png" width="192" height="191" /></a>Entidades da sociedade civil organizada podem participar da eleição do Conselho Nacional de Juventude, nas categorias Movimentos, Associações, e Organizações da Juventude de atuação nacional, Fóruns e Redes e Entidades de Apoio às Políticas de Juventude &#8211; Conjuve. Os novos integrantes do Conselho serão escolhidos para mandato de dois anos, por meio de assembleia.</p>
<p>A novidade deste processo está na informatização das inscrições, que acontecerão exclusivamente na página <a title="Participatório- Observatório Participativo da Juventude" href="http://participatorio.juventude.gov.br/eleicoesconjuve#.U06hZvldWAV" target="_blank">Participatório- Observatório Participativo da Juventude</a>.  O edital com os detalhes da eleição e Comissão Eleitoral deverão ser publicados nos próximos dias também no Participatório. Acompanhe!</p>
<p>O novo processo eleitoral foi definido na última Reunião Ordinária do Conjuve, que aconteceu em Brasília nos dias 24 e 25 de fevereiro.</p>
<p><strong><a href="http://participatorio.juventude.gov.br/register" target="_blank">Inscreva-se</a></strong> e participe da <strong><a href="http://participatorio.juventude.gov.br/groups/profile/29133/conjuve-conselho-nacional-de-juventude" target="_blank">comunidade do CONJUVE no Participatório</a></strong>.</p>
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		<title>Juventude Empreendedora: participe do concurso internacional de empreendedorismo!</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2014/04/09/juventude-empreendedora-youth-citizen-entrepreneurship-competition/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 18:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Josy Gonçalves]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O concurso de empreendedorismo para a juventude cidadã  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/04/infojovem-youth.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-16243" alt="infojovem-youth" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/04/infojovem-youth-300x209.jpg" width="300" height="209" /></a>O concurso de empreendedorismo para a juventude cidadã (Youth Citizen Entrepreneurship Competition) é uma nova iniciativa internacional organizada conjuntamente pelas organizações Goi Peace Foundation, Stiftung Entrepreneurship e a UNESCO. Seu objetivo é engajar os jovens empreendedores e inovadores a serem agentes de uma mudança positiva em suas comunidades.</p>
<p>Todos os jovens do mundo, com idades entre 15 e 30 anos, estão convidados a participar do concurso e a inscrever suas melhores ideias e projetos.</p>
<p>A <b>data limite</b> para enviar os dossiês dos projetos será <b>30 de junho de 2014</b>.</p>
<p>Os vencedores serão convidados para uma cerimônia de entrega de prêmios na Cúpula de Empreendedorismo de Berlim, em outubro de 2014, onde apresentarão suas ideias e seus projetos a um público internacional.</p>
<p>Os inscritos no concurso terão a possibilidade de receber uma formação gratuita online, em inglês, do Campus Empreendedorismo (Entrepreneurship Campus), e de ter seus dossiês revisados por especialistas e seus colegas de curso. As ideias e projetos inscritos serão comentados e submetidos a voto público mundial.</p>
<p>A todos os jovens participantes:</p>
<ul>
<li>Inscreva-se online;</li>
<li>Fique bem informado com o treinamento online gratuito do Entrepreneurship Campus;</li>
<li>Proponha suas melhores ideias e projetos;</li>
<li>Incentive seus amigos e colegas a votarem e comentarem; e</li>
<li>Faça parte de uma comunidade mundial de jovens empreendedores criativos que constroem juntos uma sociedade harmoniosa e sustentável para todos.</li>
</ul>
<p>Participe do concurso se inscrevendo no site (em inglês):<b> </b><a href="http://www.youth-competition.org/" target="_blank"><b>www.youth-competition.org</b></a></p>
<p>Fonte: <a title="Unesco" href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/become_an_entrepreneur_join_the_youth_citizen_entrepreneurship_competition-1/#.U0WHVvldWAW" target="_blank">Unesco</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Educação e economia solidária: que práticas e saberes estamos produzindo?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2014 14:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Josy Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia a dia de um coletivo de trabalhadoras/es, sabere [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/04/questionmark_infojovem.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-16211" alt="questionmark_infojovem" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/04/questionmark_infojovem-300x193.jpg" width="300" height="193" /></a>No dia a dia de um coletivo de trabalhadoras/es, saberes são constantemente elaborados e partilhados. Inclusive, hoje com a internet é possível que um coletivo cujas/os integrantes trabalham/ vivem em diferentes lugares desenvolva suas atividades diariamente em conjunto, trocando e construindo novos saberes[1].</p>
<p>Partimos assim do pressuposto que todas/os têm saberes e que o conhecimento pode ser partilhado tanto numa roda de conversa como numa reunião virtual. Talvez, isto não seja novidade. Afinal, estamos há mais de cinquenta anos debatendo e avançando em reflexões e práticas de educação popular. Mas, sempre os saberes são partilhados quando se está num coletivo? E, em que medida as ferramentas que temos para atividades à distância contribuem para o trabalho associativo e a ampliação de práticas da economia popular solidária?</p>
<p><b>Diversidade de coletivos: a prática como produtora de saberes</b></p>
<p>A economia solidária ou as práticas de trabalho associativo autogestionário apresentam diversas diferenças entre si, como o tamanho dos grupos, os produtos ou serviços oferecidos, a área de abrangência do trabalho, a participação de jovens, idosos, mulheres, homens e de tantas etnias. Esta diversidade é uma de nossas características, assim como a solidariedade com as pessoas que estão no coletivo que participamos, com a comunidade que vivemos e com o planeta onde habitamos. Solidariedade também é o valor que produzimos ao partilhar saberes.</p>
<p>Entendemos que as práticas geram os princípios com que costumamos explicar o que é a economia solidária: cooperação, autogestão, solidariedade, justiça, autonomia. Então, as práticas que um coletivo desenvolve poderão gerar relações de proximidade e partilha entre as pessoas envolvidas. Mas sabemos que na sociedade em que vivemos as práticas mais presentes na economia e no mundo do trabalho ainda são aquelas que levaram o capitalismo a se desenvolver até aqui e que geram competição, obediência, desigualdade e prestígio para apenas alguns.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a internet está trazendo a prática do compartilhar – apenas em um“clic”. Diferentes ferramentas permitem que as pessoas compartilhem o que estão vivendo, sabendo ou descobrindo. Compartilhar não é uma prática nova, afinal os encontros em família ou com amigos/as têm um significado especial quando as pessoas podem contar o que estão vivendo seja para rir um tanto ou para ter apoio em determinados momentos. O mesmo acontece com o ato de curtir uma postagem numa rede social da internet, pois há tempos sabe-se que o reconhecimento do outro é importante, que isto envolve olhar para o mundo e dialogar.</p>
<p>Na economia solidária, afirmamos que o conhecimento deve ser livre e que todos/as temos saberes. Se você observar as práticas do coletivo de que você faz parte: quais são as práticas de partilha e de reconhecimento de cada integrante? Há relações igualitárias entre trabalhadores/as e dos/as trabalhadores/as com organizações de apoio/ assessoria/ fomento?</p>
<p>Um olhar para nossas práticas pode fazer a gente perceber as práticas que temos realizado para partilhar saberes e produzir novos conhecimentos: numa reunião do coletivo, no diálogo com outros/as profissionais ou, ainda, quando estudamos com algumas pessoas do grupo para, então, ter um momento de formação com o coletivo todo. Quer dizer, educação em economia solidária não é somente quando há horário destinado para formação ou uma assessoria técnica realizada por uma organização. É todo momento de partilha de saberes entre as pessoas, seja no intervalo para o cafezinho, na hora do almoço, num almoço de integração num final de semana, ou seja, ocorre no dia a dia, a todo momento.</p>
<p>É preciso observar se a dinâmica de trabalho do coletivo está permitindo que as pessoas se encontrem, dialoguem, descubram temas ou problemas que podem e/ou precisam tratar juntas para que o coletivo se consolide, se articule com outros coletivos, se apresente para a sociedade como uma realidade que promove solidariedade. Os encontros, de distintas naturezas, são fundamentais para a partilha de saberes e precisam ser valorizados e incentivados como uma prática educativa, tão importantes quando os momentos previamente preparados de formação. Afinal, saberes são muitos, seja para se organizar coletivamente; para produzir ou prestar serviços de um jeito que fortaleça a economia solidária; saberes contábeis, financeiros, jurídicos que precisamos conhecer para, muitas vezes, ir para a peleia para mudá-los e tantos outros. Cada coletivo de trabalhadores/as traz consigo uma imensa bagagem de saberes e sentirá necessidade de outros tantos que irá criar e/ou buscar.</p>
<p>Neste sentido, uma dimensão também fundamental nos processos educativos está na apropriação de conhecimentos já produzidos. Seja em relação à sistematização de experiências de trabalho associativo autogestionário da mesma forma que em relação à disponibilização e acesso aos conhecimentos produzidos pelo meio acadêmico e nas diversas organizações de assessoria e fomento. A internet aparece como uma possibilidade viável para divulgação, mas por qual canal? Até aqui, temos que usar ferramentas de busca para achar os escritos, vídeos ou áudio produzidos na economia solidária. Não é contraditório que muito pouco do que produzimos de artigos, teses, dissertações, cartilhas, livros, músicas, vídeos seja disponibilizado no site do Fórum Brasileiro de Economia Solidária? Esta é uma iniciativa que cabe às /aos pesquisadores/as, assessorias, educadores/as, trabalhadores/as autogestionários: publicizar para o mundão o que estão produzindo de conhecimentos.</p>
<p><b>A distância e a partilha: ferramentas e organização popular</b></p>
<p>As mobilizações populares ocorridas especialmente a partir de 2008 por todo mundo, incluindo o Brasil mais recentemente, com pautas de distintas naturezas, como saúde, educação e críticas mais profundas ao sistema capitalista, são exemplos de como a internet foi e pode ser utilizada para organizar-se coletivamente. No campo específico da educação, uma integrante do movimento campesino ao avaliar uma ferramenta web desenvolvida para favorecer o contato e a troca de saberes e de informações entre participantes de curso em alternância que o movimento vinha realizando, ressaltou que era “uma ferramenta de luta!”.</p>
<p>O uso da internet e de ferramentas para educação não-presencial estão presentes em atividades da economia solidária e de outros movimentos sociais populares. Mas, quais são as reflexões e avaliações que temos sobre este uso e sua relação com a educação popular? Se nossa opção é pela organização popular, como um processo educativo à distância, que pode ser realizado individualmente e sem demandar necessariamente a relação com a turma, pode contribuir para a economia solidária? Estas perguntas inquietam? Pra gente, inquietam sim.</p>
<p>Se temos um território grande que dificulta o encontro entre pessoas de diferentes regiões, se temos uma estrutura que oferece condições para chegar em vários lugares uma EAD (educação à distância) e se já há oferta de cursos com temas que se relacionam com nosso projeto, o que fazer?</p>
<p>Um curso à distância pode ser uma maneira de conhecer e se relacionar com pessoas que estão na luta, atuando em movimentos sociais populares, construindo experiências vivas de autogestão no trabalho e em outros setores da vida. A questão está em qual postura temos numa atividade à distância. Por um lado, como também pode acontecer nos processos educativos presenciais, podemos reforçar a educação bancária, esperando os depósitos de conhecimento que virão de quem prepara o curso. Por outro lado, podemos interagir e refletir de modo coletivo o contexto mais amplo de nossa América Latina ou do território que articula aqueles/as que estão no curso.</p>
<p>Uma atividade educativa da economia solidária que tem a participação de pessoas de diferentes lugares realizada de modo não-presencial é uma oportunidade para organizar a ação do movimento. É uma oportunidade para perceber os rumos que estamos tomando a partir das experiências presentes, ainda que à distância.</p>
<p>Mas, ainda que o virtual possa ser ferramenta de apoio para a construção de um outro mundo, o encontro presencial não é dispensado. Estar no mesmo espaço físico, face a face, para juntos/as aprendermos uns com as/os outros/as, sentir um/a ao outro/a e, porque não, fazer uma ação com a comunidade local onde o curso/oficina/congresso/simpósio acontece, é fundamental. A pedagogia da alternância articulada à educação popular tem sido uma prática educativa que reconhece as lutas locais, as distâncias territoriais e contribui para a organização popular pelo encontro das pessoas presencialmente e à distância.</p>
<p>Neste início do século XXI, as distâncias aparentemente desapareceram com o mundo virtual. Mas, lembremos, a internet é uma ferramenta utilizada por apenas uma pequena parte dos/as brasileiros/as. No Brasil, mais da metade de população não tem acesso à internet, segundo dados fornecidos pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD, 2011), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No que diz respeito à população rural, apenas 1,7% de trabalhadores/as usam a internet e a grande concentração de acesso está na população com mais de três salários mínimos.</p>
<p>É preciso estar sensível à questão do acesso à internet e sua potencialidade para as lutas sociais. E, vale reforçar que, a verdadeira luta não é por democratização de acesso, para que todas/as se incluam no sistema capitalista. Não. A luta é por um planeta democrático radicalmente e as experiências que já estamos fazendo, partilhando, refazendo com uso ou não da web podem construir este outro mundo.</p>
<p>Notas</p>
<p>* Fernanda Nagem e Rosana Kirsch fazem parte da EITA – Cooperativa de Trabalho Educação, Informação e Tecnologia para Autogestão (eita.org.br).</p>
<p>[1] Coletivos que trabalham com tecnologia da informação, por exemplo, organizam-se para trabalhar à distância, mas em conjunto com associados/as da cooperativa e com quem contrata seus serviços.</p>
<p>Fonte: <a title="Agência Jovem de Notícias" href="http://www.agenciajovem.org/wp/?p=18995" target="_blank">Agência Jovem de Notícias</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Facção &#8211; Encontro Latinoamericano de Midiativismo &#8211; Inscreva-se!</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2013 14:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 22 a 24 de novembro de 2013 acontecerá no Rio  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15700" style="width: 240px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/11/Screen-Shot-2013-11-19-at-12.18.26.png"><img class="size-medium wp-image-15700 " alt="Facção" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/11/Screen-Shot-2013-11-19-at-12.18.26-230x300.png" width="230" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Facção</p></div>
<p>Nos dias 22 a 24 de novembro de 2013 acontecerá no Rio de Janeiro o encontro latino americano de midiativismo &#8211; FACÇÃO. O encontro reunirá centenas de pessoas do Brasil e da América Latina, entre jornalistas, comunicadores, movimentos sociais, blogueiros, artistas, agentes culturais e desenvolvedores de tecnologia livre nos dias 22 a 24 de novembro para debates e atividades, que construirão propostas para a democratização da comunicação.</p>
<p>As atividades são organizadas em volta de quatro eixos temáticos:</p>
<p><strong>Políticas públicas</strong> para as Mídias Livres e direito, acesso e democratização dos meios de comunicação são os dois temas que orientam o Eixo de debates das Políticas Públicas. A Comunicação como Direito, as propostas de democratização e regulação dos meios de Comunicação frente ao monopólio da mídia e o enfrentamento ao coronelismo digital. O Marco Civil para a Internet, o Projeto de Lei da Comunicação e a Lei de Meios brasileira.</p>
<p>O eixo <strong>Tecnologia</strong> traz as discussões sobre a liberdade tecnológica e política na concepção, distribuição e modificação de redes, plataformas, hardwares e softwares. A neutralidade da rede, a garantia do acesso igualitário e do livre tráfego de informações, é um dos pontos centrais da discussão, que também abarca temas com a segurança e a vigilância na rede, a difusão e produção descentralizada, plural e colaborativa, a inclusão digital e a representatividade cultural e étnica dos conteúdos, plataformas. Rádio e TV digital, software livre, apropriação tecnológica.</p>
<p>O eixo <strong>Ativismo</strong> faz um balanço das Jornadas de Junho e dos movimentos globais, coloca em questão a tensão entre estado e sociedade, a violação do direito à liberdade de expressão e a repressão aos manifestantes. O eixo irá explorar formas de promover mudanças sociais, políticas, econômicas e ambientais. A emergência de novas redes e movimentos de ativismo, midiativismo, ativismo digital, ações diretas, campanhas, boicotes, protestos, desobediência civil, ocupações, greves de fome e outras formas de ação serão debatidas como alternativas de pressão e transformação da realidade.</p>
<p>Quais as <strong>Linguagens</strong> que surgem das práticas ativistas? O eixo Linguagens problematiza a lógica de produção do discursos e aponta para novas estéticas, explorando práticas de subversão dos lugares de fala cristalizados e disputando simbolicamente novas narrativas. A revolução das transmissões ao vivo, as instalações, ocupações culturais, os escrachos, as projeções e o fotojornalismo 2.0 são alguns dos temas que refletem experimentações em torno de novas estéticas do fazer político, fundadas em uma inteligência colaborativa e horizontal O eixo também vai discutir a midia-multidão, as linguagens audiovisuais, as rádios, o cinema, a música, o teatro/performnce, e as relações entre estética e política.</p>
<p><strong>Programação? Contribua!</strong></p>
<p>Qualquer pessoa ou coletivo pode propor suas atividades na programação de forma livre! Participe inscrevendo sua proposta de atividade em um dos formatos propostos: Formação Livre, Apresentação artística e Apresentação de Case.</p>
<p>Para contribuir, <a title="Programação" href="https://docs.google.com/forms/d/1q7B2zt1fubSLTUcUL1sHSEalvMZFBDrkmzhd7vFmXxU/viewform" target="_blank">ofereça a sua palestra</a>!</p>
<p><strong>Participe!</strong></p>
<p><a title="Inscrição" href="https://docs.google.com/forms/d/1NZcZZvYshEFeQkHi_G8UbDKVo_QGxBnZDUUYujk6PJ0/viewform" target="_blank">Inscreva-se</a>!</p>
<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<p><a title="FACÇÃO" href="http://faccao.hotglue.me" target="_blank">FACÇÃO</a></p>
<p>Fonte: Facção e Infojovem</p>
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		<title>Tá resolvido?</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Nov 2013 16:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Josy Gonçalves]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente, um amigo médico estava conversando comigo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-15581" alt="04-23-13" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/10/04-23-13-300x181.png" width="300" height="181" /></p>
<p>Recentemente, um amigo médico estava conversando comigo sobre as atribulações do seu cargo. Ele disse que a correria do dia-a-dia foge ao controle e chegamos a discutir em que medida as instituições educacionais contribuem para o desenvolvimento do perfil de profissionais de que precisamos.<span id="more-15592"></span></p>
<p>Do ponto de vista corporativo, comentei que tais expectativas do mercado se refletiram em currículos repletos de expressões como “habilidades com multitarefa”, “profissional dinâmico”, “flexível à mudança”, entre muitas outras variantes. De fato, queremos ser percebidos de maneira positiva por aqueles que podem nos dar um emprego, e isso, desde que seja genuíno, pode nos perdoar pelo uso dos clichês. A partir do momento em que todos utilizam expressões muito semelhantes, o desafio da empresa em identificar o que é verdade e o que não é, e o que pode fazer sentido para uma vaga ou não, fica a critério da leitura de currículos e da interpretação de comportamentos durante as entrevistas.</p>
<p>Afinal, o que será que as empresas esperam? Meus amigos, sempre presentes nos diferentes textos que escrevo, permitem que eu redimensione minha perspectiva, não sob uma ótica consultiva, mas muito mais humana e cotidiana.</p>
<p>“Você é bom se você resolve”. Essas foram às palavras que meu amigo médico utilizou para resumir sua percepção de sucesso. Ele não trabalha propriamente em um ambiente de mercado tradicional, mas sua noção de sucesso ao tratar da saúde dos outros pode nos ajudar a pensar sobre o nosso desempenho profissional. Olhe para seu currículo e para sua carreira e avalie: o que você resolveu ao longo de sua carreira? O seu currículo traz o resumo de tudo que você é capaz e conseguiria resolver?</p>
<p>Lembre-se de que seu currículo pode ser elegante e brilhar em termos de formação educacional, experiência profissional e habilidades em todo tipo de tecnologia. Todavia, nunca se esqueça de se perguntar: será que eu tenho condições de resolver os problemas – pelo menos alguns – da empresa para a qual estou entrevistando? Espere sempre que sim.</p>
<hr />
<p><img class="size-full wp-image-15013 alignleft" style="border: 0px; margin: 0px 10px;" alt="Felipe__Cronemberger11-150x150" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/09/Felipe__Cronemberger11-150x150.jpg" width="150" height="150" /><br />
Felippe Cronemberger é bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Mestre em Administração de Empresas pela University at Albany em Nova Iorque. Atuou em diversos projetos nos EUA além de ter acompanhado o recrutamento de jovens e profissionais experientes em diversos segmentos. Suas especialidades são pesquisa em tecnologia e inovação para Recursos Humanos, ensino, educação corporativa e práticas multidisciplinares para desenvolvimento da força de trabalho e da organização.</p>
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		<title>Conheça a Agência de Emprego Jovem</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2013/10/23/agencia-emprego-jovem/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 22:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto Empreender lança a Agência de Emprego Jovem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object width="425" height="350" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3Klh7t_F2qc" /><embed width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/3Klh7t_F2qc" /></object></p>
<p style="text-align: left;">O Instituto Empreender lança a <a title="Agência de Emprego Jovem" href="http://www.agenciaempregojovem.org" target="_blank">Agência de Emprego Jovem</a>, cadastre o seu currículo, ou oferece a sua vaga.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escolas Empreendedoras</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2013/09/26/escolas-empreendedoras/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2013 17:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Brasil Júnior lança uma ação nacional do Movimento Em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object width="425" height="350" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CFyfo8hoeZI" /><embed width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/CFyfo8hoeZI" /></object></p>
<p style="text-align: left;">A Brasil Júnior lança uma ação nacional do Movimento Empresa Júnior para a Semana Global do Empreendedorismo, o ESCOLAS EMPREENDEDORAS.</p>
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		<title>Daniel Senise fala sobre sua experiência de expor na Maré</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2013/08/02/artes-plasticas-mare-201/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Aug 2013 17:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS3-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="DS3" /></p>O evento TRAVESSIAS 2 – Arte Contemporânea na Maré, pro [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS3-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="DS3" /></p><p>O evento <a href="http://2013.travessias.org.br" target="_blank"><i>TRAVESSIAS 2 – Arte Contemporânea na Maré</i></a>, promovido pelo Observatório de Favelas da Maré – com curadoria de Felipe Scovino e Raul Mourão, reuniu no Galpão Bela Maré produções inéditas de renomados artistas visuais para uma grande troca de experiências estéticas, articulando um produtivo diálogo entre artistas consagrados e artistas locais. Um dos artistas convidados para o Travessias era Daniel Senise, que desenvolveu a obra “Parede com cinco buracos” especialmente para a exposição. Abaixo seguem algumas percepções do artista sobre a experiência de expor na Maré:</p>
<p><strong>IE: Como surgiu o convite para a segunda edição do Travessias?</strong></p>
<p><strong>DANIEL:</strong> O Travessias é um projeto que começou a ser feito na comunidade da Maré, no Galpão Bela Maré, ministrado pelo Jailson de Souza. Este ano, na segunda edição, os curadores eram o Felipe Scovino e o Raul Mourão&#8230; Pra mim foi muito bom, porque sempre quis fazer um trabalho social, mas não sabia por onde começar, e esta foi uma grande oportunidade. O trabalho foi incrível.</p>
<div id="attachment_14879" style="width: 342px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14879   " alt="DS3" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS3.jpg" width="332" height="221" /><p class="wp-caption-text">(Foto: oesquema.com.br)</p></div>
<p><b>IE:</b> Você fez um trabalho especial para esta exposição?</p>
<p><strong>DANIEL: </strong>Fiz, foi um <i>site especific*</i>&#8230; a decisão não foi imediata. Aconteceu depois de algumas visitas ao Galpão, e conversas com o Raul. A <i>Parede com cinco buracos</i> é bem diferente da minha atual produção. Era uma parede, na entrada da exposição, com cinco pequenos buracos. No primeiro buraco você via um museu de Paris, no segundo o MoMa de Nova Iorque, no terceiro era o National Gallery, de Londres, o quarto era o MAM, do Rio de Janeiro, e o último era o próprio espaço do Galpão Bela Maré.</p>
<p>Acho difícil este trabalho ser exposto em outro lugar, pois em qualquer outro lugar ele muda seu significado, por isso é um <i>site specific</i>&#8230; e sobre tudo para aquele lugar, não só pelo museu, mas para aquela comunidade, por uma questão de acesso ao circuito cultural.</p>
<p>Tive que justificar pra mim mesmo que este é um trabalho meu, porque é muito diferente do que eu faço. Foi um grande esforço coletivo em dois meses, foi tudo feito aqui no ateliê, as maquetes&#8230; Íamos descobrindo as coisas enquanto produzíamos. Terceirizei algumas coisas também.</p>
<div id="attachment_14878" style="width: 346px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14878   " alt="(Foto: oesquema.com.br)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS2.jpg" width="336" height="225" /><p class="wp-caption-text">(Foto: oesquema.com.br)</p></div>
<p><strong>IE: Este quinto buraco do trabalho, tem a real intenção de mostrar que o Galpão Bela Maré é um polo de arte tanto quanto os outros mostrados nos outros buracos?</strong></p>
<p><strong>DANIEL :</strong> É um lugar de arte. Não tão sofisticado como os outros, talvez. O meu desejo é fazer o trabalho em que as leituras que venham dele sejam da autoria do observador obviamente induzido por mim, e que o trabalho tenha uma visão positiva do lugar, onde você pode ver os museus do mundo e ver o lugar que está incluído nesta série. O outro desejo é que seja algo informativo, mas antes disso tudo é que seja algo sofisticado, (há alguns trabalhos contemporâneos incríveis, mas que só funcionam por enquanto em um MoMa, enfim&#8230;) Queria que as pessoas ficassem surpresas, que achassem bonito, que questionassem como era feito, por sua complexidade de produção&#8230; compreendendo que houve um grande esforço para ser apresentado ali.</p>
<p><strong>IE: Como foi o <i>feedback</i> da comunidade a este trabalho? Você percebe que as questões dialogadas na exposição foram compartilhadas e percebidas pelos moradores locais?</strong></p>
<p><strong>DANIEL:</strong> Este trabalho obteve uma resposta muito intensa, e terá desdobramentos, que era o que eu queria. Um deles, o mais importante, é que haverá um projeto de aulas de desenho de observação, ministradas por mim, para crianças da comunidade.</p>
<p>Quanto ao real feedback da comunidade, eu não sei, pois não sei com o quanto da comunidade eu falei. Para chegar em uma comunidade dessas, que está oprimida pelo tráfico, que não tem liberdade de pensamento, e chega alguém da zona sul, com uma “cultura sem fronteiras”, às vezes tem uma resistência a ser enfrentada, pois esse lugar tem sua cultura local&#8230; na música, na moda, no grafite&#8230; Então os dois lados tem que saber como se comunicar. Esse trabalho do Galpão, do Jailson, do Raul Mourão, da Luísa Mello, tem a intenção de integrar esses grupos urbanos que estão separados por essa questão social em que vivemos. Então chegar lá com a melhor das intenções pode dar pouco resultado. Na inauguração tinha muita gente da zona sul. O quanto que isso repercute na comunidade local eu não sei, depende da organização. É complicado, mas é um começo.</p>
<p>Como essas informações são digeridas depois, é algo que está além da nossa capacidade. Cada um tem sua maneira, tem seu sistema e pensamentos, mas temos que pensar em quais outros produtos podemos oferecer para essas pessoas.</p>
<div id="attachment_14880" style="width: 249px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-14880 " alt="(Foto: casa.com.br)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/08/DS6.jpg" width="239" height="360" /><p class="wp-caption-text">(Foto: casa.com.br)</p></div>
<p><strong>IE: Você pretende desdobrar mais trabalhos para a comunidade da Maré, ou para outras comunidades?</strong></p>
<p><strong>DANIEL:</strong> Há dois anos atrás dei um curso de história da arte na Biblioteca de Manguinhos, para a comunidade de Manguinhos. O público foi diminuindo ao longo das aulas, e foi sendo substituído por algumas pessoas da zona sul. Quando pensei em dar o curso novamente, me senti incomodando com aquilo, por saber que a comunidade mesmo não comparecia, mas sabia que, em primeiro lugar, eu não era um professor com uma didática incrível e não tinha a menor prática de sala de aula, embora fosse a intenção bem pragmática, de situar minimamente o que é a história da arte.</p>
<p>Recentemente estive em Xerém, em uma ONG que trás as crianças da comunidade, que estão no ensino fundamental, para ter aulas de arte. Os professores são voluntários, e estão lá para ter uma troca de conhecimento. Tive uma breve experiência com uma das crianças que estava desenhando, e conversando com ela sobre o seu desenho, percebi na prática daquele contexto o que já sabia na teoria, que o desenho é um grande instrumento para trazer a pessoa para o pensamento, para sua realidade em volta e se expressar sobre ela. Como a troca aconteceu de forma fácil, pois tenho o domínio da técnica do desenho, e eles ainda não tem uma resistência tão forte em relação ao mundo externo a comunidade, pensei dar aula para essa galera.</p>
<p><em>* Site especif </em>é uma expressão das artes plásticas que  denomina uma obra elaborada e construída para um espaço, tempo, contexto e público específico.</p>
<p><em>por Aline Dantas, Instituto Empreender Cultura</em></p>
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