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	<title>InfoJovem &#187; Moradia</title>
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		<title>Jovens discutem sobre planejamento urbano &#8211; PR</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/06/09/jovens-planejamento-urbano-p/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 02:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>

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		<description><![CDATA[Alunos do curso de graduação em Geografia, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Bianca de Andrade e Thiago Coloda, estão fazendo estágio no Colégio Estadual Santa Maria (Ponta Grossa), nas aulas da professora Emanuele Rodrigues de Lima.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_10925" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-10925" href="http://infojovem.org.br/2011/06/09/jovens-planejamento-urbano-p/colegio-estadual-santa-maria-ponta-grossa/"><img class="size-full wp-image-10925  " title="Colégio Estadual Santa Maria Ponta Grossa" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/06/Colégio-Estadual-Santa-Maria-Ponta-Grossa.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Colégio Estadual Santa Maria Ponta Grossa</p></div>
<p>Alunos do curso de graduação em Geografia, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Bianca de Andrade e Thiago Coloda, estão fazendo estágio no Colégio Estadual Santa Maria (Ponta Grossa), nas aulas da professora Emanuele Rodrigues de Lima.</p>
<p>Eles aproveitaram o trabalho com o jornal para expandir suas experiências, e desenvolveram, com a turma do 7º Ano C, uma atividade sobre planejamento urbano. As matérias publicadas no Jornal da Manhã foram fundamentais para iniciar o debate sobre o assunto.</p>
<p>A coluna Fala Cidadão com denúncias dos moradores, as notícias sobre o planejamento de bairros, economia e financiamento de imóveis foram utilizadas no trabalho. A TV Pen Drive esteve presente também, onde os estagiários mostraram um vídeo sobre deslizamentos em encostas no Estado do Paraná.</p>
<p>O objetivo principal foi abordar a questão da infraestrutura nos bairros de Ponta Grossa, ouvindo os alunos sobre os problemas estruturais dos locais onde moram, e fazer a diferenciação entre áreas de risco e áreas mal planejadas. Os temas desmoronamento e alagamento também ganharam destaque nas discussões. “Os alunos se sentiram muito à vontade para contar quais são os problemas enfrentados pela falta de infraestrutura básica nos locais onde moram, citando as condições precárias, e também, é claro, a presença de algumas formas de planejamento”, comentam os estagiários.</p>
<p>A realidade dos bairros da cidade foi muito comentada, como núcleos habitacionais criados pelo Governo com verbas públicas e programas de incentivo à aquisição da casa própria. “Bem próximo à escola temos vários exemplos de núcleos que surgiram da invasão e improvisação de loteamentos, bem como as tentativas de regularização fundiária urbana (ex.: Jardim Ouro Verde), um Núcleo que foi planejado e conta com melhor estrutura (ex.: Jardim Cerejeiras) e, por fim, a situação do Núcleo Santa Maria, onde a escola está inserida. Temos um arroio poluído atrás da escola, já constatada sua contaminação através de análise da qualidade da água solicitado pelo vice-diretor Dennis de Carvalho”, explica a professora Emanuele.O trabalho rendeu muitas discussões, e para finalizar, os alunos produziram desenhos explicativos sobre áreas de risco sendo ocupadas e bairros planejados adequadamente.</p>
<p><strong>FIQUE POR DENTRO</strong></p>
<p><strong>Instituto Ecofuturo</strong></p>
<p>O Instituto Ecofuturo é uma Organização Não &#8211; Governamental que trabalha em projetos que entrelaçam educação e meio ambiente com a missão de gerar e difundir conhecimento e práticas para a construção coletiva de uma cultura de sustentabilidade com indivíduos e grupos sociais. Conheça alguns Programas e Projetos desenvolvidos pelo Ecofuturo:</p>
<p><strong>Ler é Preciso</strong> &#8211; O programa convida crianças, jovens e adultos de todo o País a ler, escrever, refletir, pensar e criticar. Em comum, ler e escrever se expressam pela palavra. Toda palavra carrega uma ideia, um significado. Saber fazer uso da palavra é conscientizar e atuar. Para o Ecofuturo, ela é a ferramenta que habilita a ser humano e sustentável.</p>
<p><strong>Prêmio Ecofuturo de Educação para Sustentabilidade</strong> &#8211; Destaca e premia os mais criativos projetos de aprendizado de sustentabilidade em seu sentido mais amplo, desenvolvidos por educadores de todo o Brasil.</p>
<p><strong>Investimento Reciclável</strong> &#8211; O programa oferece apoio às cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis visando ao aprimoramento dos processos produtivos, ao aperfeiçoamento da gestão, ao aumento da produtividade e à consequente melhoria na geração de receita.</p>
<p><strong>Reservas Ecofuturo</strong> &#8211; Os objetivos desse programa são estruturar e elaborar estratégias de manejo para unidades de conservação, dividindo-se em cinco módulos de consultoria e assessoria técnica. Envolve diagnóstico e avaliação de potenciais de uma área natural, treinamentos específicos, elaboração de programas de gestão e planos de manejo.</p>
<p>Todos os módulos buscam a excelência no gerenciamento da unidade de conservação e promovem o envolvimento comunitário e o desenvolvimento local.Busco o melhor lugar do mundo para soltar minhas palavras e delas gerar as sementes das futuras gerações.</p>
<p>Vamos reflorestar o homem! Juliana Brito Santana Leal, 12 anos, Goiânia (GO). Participante do 6.º Concurso de Redação Ler é Preciso</p>
<p><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<p><strong>Dia Mundial dos Oceanos</strong></p>
<p>Ontem, 8 de junho, foi o Dia Mundial dos Oceanos. Trazemos aqui um artigo de Marcell Moraes, presidente da GEAMO &#8211; Grupo Ecológico Amigos da Onça, com edição de Talita Moretto.</p>
<p><strong>Vamos refletir?</strong></p>
<p>Os oceanos estão sofrendo com a poluição, o que afeta a vida do mundo todo. Mas nós podemos começar a defender os nossos oceanos, promovendo a limpeza das praias, não comprando peixe que esteja em vias de extinção, respeitando os seres marinhos. Vamos tentar participar de atividades em defesa dos oceanos. Não podemos esquecer que milhões de pessoas dependem deles para sua sobrevivência.Os oceanos absorvem entre 30% a 50% do CO2 emitido no mundo pela queima de combustíveis fósseis, e os mares, que cobrem cerca de 65% do planeta, produzem metade do oxigênio que respiramos. Os oceanos promovem a existência da Humanidade, são o pulmão do planeta, mas mesmo assim, continuamos a espalhar óleos e efluentes tóxicos nas águas, a praticar pesca destrutiva para encontrar espécies de alto valor comercial; ainda matamos baleias, cortamos as barbatanas dos tubarões para satisfazer desejos, mandamos cada vez mais barcos para a pesca. Está passando da hora de começarmos a refletir sobre nossas ações na natureza.Vamos salvar os oceanos?</p>
<p>Fonte: <a title="JMNews" href="http://www.jmnews.com.br/noticias/vamos%20ler/21,9298,09,06,jovens-discutem-sobre-planejamento-urbano.shtml" target="_blank">JMNews</a></p>
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		<title>Jovens são atraídos por mercado imobiliário</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/01/11/jovens-sao-atraidospor-mercado-imobiliario/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 13:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado imobiliário]]></category>

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		<description><![CDATA[O boom imobiliário trouxe um novo perfil de consumidor para o segmento. Segundo empresários, o número de jovens entre 25 e 35 anos que buscam a compra do primeiro imóvel no Grande ABC já ultrapassou os 50% do percentual de interessados. Para eles, a facilidade no acesso ao crédito dos últimos anos e programas como o Minha Casa, Minha Vida que concedem benefícios e descontos, são os principais fatores para a mudança.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-8964 aligncenter" title="mercado imobiliário" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/01/mercado-imobiliário.jpg" alt="" width="259" height="194" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O boom imobiliário trouxe um novo perfil de consumidor para o segmento. Segundo empresários, o número de jovens entre 25 e 35 anos que buscam a compra do primeiro imóvel no Grande ABC já ultrapassou os 50% do percentual de interessados. Para eles, a facilidade no acesso ao crédito dos últimos anos e programas como o Minha Casa, Minha Vida que concedem benefícios e descontos, são os principais fatores para a mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento da procura pelo crédito, cresceram também os saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em 29% de janeiro a abril de 2010, frente ao mesmo período de 2009. O benefício pode ser utilizado na compra de imóveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Casais em busca do primeiro imóvel e sem filhos também são o foco de vendas dos empreendimentos do Grande ABC, segundo o empresário Milton Casari. &#8220;Temos de ter em mente que há mercado para todas as faixas de renda na região, mas os jovens são a maioria absoluta na busca por apartamentos menores, de 42 m² a 70 m² e com preços de até R$ 150 mil.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Cortejando esses consumidores, as empresas já modificam projetos e focam os novos empreendimentos do setor nesse público que prefere apartamentos menores. &#8220;Antes eles tinham muita dificuldade em conseguir crédito de R$ 50 mil até R$ 70 mil e hoje conseguem até R$ 200 mil. Eles foram trazidos para esse mercado e perceberam que têm poder de consumo para adquirir o sonho da casa própria&#8221;, explica Aparecido Viana, outro empresário do segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para atingir mais consumidores, uma empresa do setor lançou em Diadema empreendimentos que custam cerca de R$ 155 mil, sem vagas de garagem. A ideia é trazer preços menores para atingir, principalmente, os solteiros em busca da independência. &#8220;Queremos sentir como será a recepção desses conjuntos. Eles saem, em média, R$ 10 mil mais baratos do que os que possuem garagem e têm 46 metros quadrados. Sabemos que é nessa faixa de preço que há déficit habitacional e temos uma demanda enorme para receber esses imóveis&#8221;, explica Mauro Silva, sócio do empreendimento que será lançado neste mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do nicho de mercado, a escassez de terrenos na região já começa a mostrar as garras. É cada vez mais difícil para incorporadoras conseguir espaços para construir torres que entrem no valor do Minha Casa, Minha Vida &#8211; que contemplam preços de até R$ 130 mil. &#8220;Esperamos que neste ano o valor de subsídio possa chegar para imóveis de até R$ 150 mil.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Com o casamento a caminho, Rafael Mônico é um dos muitos jovens que se apoiaram no programa federal para realizar o sonho da casa própria. Ele e a namorada, moradores de Santo André, compraram em Mauá um apartamento de 52 m² por R$ 115 mil. &#8220;Meu financiamento é diferente porque não tenho comprovação de renda por holerite e tive de fazer por comprovação bancária. Apresentei a documentação ao banco, que percebeu que minha renda ficava dentro do valor de subsídio. Por isso, no apartamento que valeria R$ 111 mil, ainda consegui R$ 14 mil pela Caixa. Vou pagar em 25 anos. A primeira parcela é de R$ 581 e a última, de R$ 300.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, Mônico deixa claro que a perspectiva da família é migrar para um espaço maior em breve. &#8220;Sempre morei em apartamento pequeno, e se tiver só um filho dá para morar no apartamento, mas meu sonho ainda é morar em uma casa.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Diário do Grande ABC</p>
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		<title>Direito à moradia e déficit habitacional</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/01/03/direito-a-moradia-e-deficit-habitacional/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 15:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Ter um lugar para morar é direito de todos os br [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8755" style="width: 222px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-8755 " title="moradia1" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/01/moradia1-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Moradia</p></div>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ter um lugar para morar é direito de todos os brasileiros e está garantido pela Constituição Federal de 1988 (capítulo II &#8211; Dos Direitos Sociais &#8211; Art. 6º), mas no país o déficit habitacional é grandioso, preocupante e sem sinal de solução em curto ou médio prazos, o que transforma a lei em letra morta.O governo tenta enfrentar o problema através do programa Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de seis milhões de famílias não têm acesso ao direito à moradia. O problema fica mais grave nas regiões urbanas onde os aglomerados espontâneos avançam sobre encostas de morros e áreas de preservação ambiental. As consequências são os registros sucessivos e frequentes de desastres com vitimas fatais após períodos de chuvas volumosas ou seca intensa.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas garantem que investir no direito à moradia não basta, é preciso garantir também a preservação do ambiente, a geração de empregos e a oferta de serviços públicos de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a secretária nacional de habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, &#8220;normalmente essas famílias saem de situações muito precárias, de risco, e vão para uma unidade habitacional onde terão que pagar água, energia, condomínio. Elas necessitam de um acompanhamento para mudar a maneira pela qual elas se relacionam com a própria casa&#8221;, avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=10&amp;id_noticia=144665"><span style="text-decoration: underline; color: #ff6600;">Fonte</span></a></p>
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		<title>Cerca de mil desabrigados após chuvas aguardam moradia digna</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/12/20/cerca-de-mil-desabrigados-apos-chuvas-aguardam-moradia-digna/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 18:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos e deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>

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		<description><![CDATA[A enchente de junho não deixou outra opção para 26.996 pessoas a não ser ir morar num abrigo. A grande maioria delas já tem outro lar — seja o antigo, recuperado, seja um novo, alugado. Apenas 965 seguem vivendo nos 17 abrigos de 13 cidades. As cidades estão se reconstruindo, com obras para hospitais, pontes e casas para quem perdeu a sua. Mas, para as famílias alojadas em abrigos, a condição de vida precária, principalmente pelo calor e falta de higiene, faz os seis meses de improviso parecerem uma eternidade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8659 aligncenter" title="Enchente-PE" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/12/Enchente-PE-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A enchente de junho não deixou outra opção para 26.996 pessoas a não ser ir morar num abrigo. A grande maioria delas já tem outro lar — seja o antigo, recuperado, seja um novo, alugado. Apenas 965 seguem vivendo nos 17 abrigos de 13 cidades. As cidades estão se reconstruindo, com obras para hospitais, pontes e casas para quem perdeu a sua. Mas, para as famílias alojadas em abrigos, a condição de vida precária, principalmente pelo calor e falta de higiene, faz os seis meses de improviso parecerem uma eternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O clamor de famílias, como a de Rosineide Silva, 24 anos, é pela nova casa. Desempregada, com quatro filhos, moradora temporária numa das 70 cabanas localizadas no Centro Social Urbano, em Palmares, ela espera a mudança para a nova morada para dar o passo inicial do recomeço de suas vidas após perderem praticamente tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a tragédia, os filhos de Rosineide estão fora da escola. Após ter de deixar a casa, localizada à beira do Rio Una, destruída pela chuva, para morar no abrigo, a distância da escola afastou temporariamente a possibilidade das crianças estudarem. Dos quatro filhos, com idades até 13 anos, apenas um ainda frequenta uma creche. &#8220;Não sei se eles vão estudar no ano que vem, depende se já estivermos numa nova casa. Não tenho como levar eles para as aulas por conta da distância. Esse ano prometeram a entrega de 40 casas, mas não é para quem está nas cabanas&#8221;, lamentou.</p>
<p style="text-align: justify;">A enchente de junho não deixou outra opção para 26.996 pessoas a não ser ir morar num abrigo. A grande maioria delas já tem outro lar — seja o antigo, recuperado, seja um novo, alugado. Apenas 965 seguem vivendo nos 17 abrigos de 13 cidades. As cidades estão se reconstruindo, com obras para hospitais, pontes e casas para quem perdeu a sua. Mas, para as famílias alojadas em abrigos, a condição de vida precária, principalmente pelo calor e falta de higiene, faz os seis meses de improviso parecerem uma eternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais <a href="http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/noticia/2010/12/18/cerca-de-mil-desabrigados-apos-chuvas-aguardam-moradia-digna-248922.php"><span style="text-decoration: underline; color: #ff6600;">aqui</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: JC Online</p>
]]></content:encoded>
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		<title>IBGE: urbanização atinge 80% da população brasileira</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/12/15/ibge-urbanizacao-atinge-80-da-populacao-brasileira/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanização]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro ponto analisado pelos mapas do Atlas é o papel do Brasil no mundo utilizando a cartografia do mundo segundo o tamanho territorial e populacional dos países e daquela referente à diversidade natural e à desigualdade socioeconômica. Os mapas revelam que a diversidade de recursos naturais revaloriza o papel geopolítico do País, mas também apontam uma ampliação da desigualdades social.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8567 aligncenter" title="urbanização" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/12/urbanização-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto analisado pelos mapas do Atlas é o papel do Brasil no mundo utilizando a cartografia do mundo segundo o tamanho territorial e populacional dos países e daquela referente à diversidade natural e à desigualdade socioeconômica. Os mapas revelam que a diversidade de recursos naturais revaloriza o papel geopolítico do País, mas também apontam uma ampliação da desigualdades social.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão da litoralização e interiorização também se destaca no cenário da última década do País, aparecendo um processo que se aprofunda e se expressa pela expansão das cadeias produtivas de carne, grãos e algodão em direção ao Centro-Oeste e ao Norte. Isso revela uma modificação na geografia brasileira, aprofundando o processo de interiorização e alterando o traçado da rede urbana nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, houve também uma revalorização do litoral, graças à expansão de atividades econômicas como o turismo, a exploração do petróleo e a logística portuária e aérea, que, além do adensamento da população e dos centros urbanos situados próximos ao mar.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a geógrafa Adma Hamam de Figueiredo, coordenadora do projeto do IBGE, o Atlas reúne informações variadas e é responsável pela difusão do conhecimento geográfico do Brasil entre estudantes de todos os níveis de ensino e para a população em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um enorme conjunto de informações sobre o território brasileiro, desde a parte física, de recursos naturais, até aspectos sociais, na esfera socioeconômica. Trata-se de um retrato bastante complexo da realidade territorial do país&#8221;, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">A publicação se estrutura em torno de quatro grandes eixos: O Brasil no Mundo; Território e Meio Ambiente; Sociedade e Economia; e Redes Geográficas. O primeiro trata da inserção do Brasil no cenário mundial e aborda questões como a desigualdade social, o acesso a informações, as redes geográficas e as fontes energéticas. Ressalta que as diversas formas de inclusão do Brasil no mundo afetam a própria geografia do país, pois grande parte das atividades aqui desenvolvidas relaciona-se à competição mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação entre território e meio ambiente enfatiza que o espaço geográfico representa um dos fundamentos da identidade nacional, o que torna o mapa uma referência central de seu reconhecimento no mundo. Trata da divisão política, da regionalização e do meio ambiente, destacando que o território brasileiro está submetido a tensão constante entre forças que induzem à interiorização da ocupação do território e, simultaneamente, ao reforço do processo histórico de litoralização.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Correio do Estado</p>
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		<title>Conheça as novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/12/09/conheca-as-novas-regras-do-programa-minha-casa-minha-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 18:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
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		<description><![CDATA[O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) terá novas regras para a produção de moradias em 2011. Na semana passada, o governo publicou no Diário Oficial a medida provisória 514, que prevê uma série de mudanças para a segunda etapa do projeto. Entre elas, a possibilidade de construção de áreas comerciais dentro dos condomínios e o uso de terrenos em processo de regularização, a exemplo de favelas, para construção de novas casas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8473" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-8473" title="MinhaCasaMinhaVida" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/12/MinhaCasaMinhaVida-300x294.png" alt="" width="300" height="294" /><p class="wp-caption-text">Programa Minha Casa, Minha Vida</p></div>
<p style="text-align: justify;">O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) terá novas regras para a produção de moradias em 2011. Na semana passada, o governo publicou no Diário Oficial a medida provisória 514, que prevê uma série de mudanças para a segunda etapa do projeto. Entre elas, a possibilidade de construção de áreas comerciais dentro dos condomínios e o uso de terrenos em processo de regularização, a exemplo de favelas, para construção de novas casas.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra novidade  se refere ao critério de renda da população para contratação dos imóveis. Segundo o Ministério das Cidades, o valor não será mais calculado com base no salário mínimo. A ideia é de que sejam fixados valores em reais para cada uma das modalidades do programa, com intuito de ampliar o número de pessoas contempladas.</p>
<p style="text-align: justify;">As intervenções em edifícios desocupados também devem aumentar. Nesse caso, o governo compra propriedades abandonadas ou ainda se utiliza de prédios públicos desativados para a construção de novas habitações, que serão colocadas à venda pelo programa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Luiz Augusto Amoedo, esse será “um negócio fantástico”. “As pessoas de baixa renda representam cerca de 85% do mercado. É um nicho grande, onde há um grande déficit de habitação e que pode gerar boas oportunidades”, disse.<br />
A nova legislação também prevê mecanismos para impedir que um mesmo imóvel seja adquirido duas vezes através do MCMV, ou que uma mesma família seja beneficiada duas vezes. Conforme a MP, o subsídio só será concedido numa única oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da instalação de pontos comerciais dentro dos empreendimentos, o Ministério das Cidades explica que essa foi a saída encontrada para financiar os custos de condomínio como, por exemplo, da instalação de elevadores. O dinheiro recebido com o aluguel seria usado para bancar essas despesas adicionais.<br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>PAC</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A partir do próximo ano, o Minha Casa, Minha Vida passa a integrar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), por conta da necessidade de reassentamento de famílias que moram em favelas. Com isso, as obras do governo nessas áreas serão executadas com recursos e modelagem do MCMV.</p>
<p style="text-align: justify;">As mudanças na legislação permitirão que imóveis em processo de desapropriação, em assentamentos precários e comunidades de baixa renda, sejam adquiridos, assim como os direitos reais de uso e posse sejam transferidos aos beneficiários do MCMV. De acordo com o Ministério das Cidades, as famílias de baixa renda que moram nessas condições e que sejam contempladas com o programa terão subsídio integral, ou seja, não pagarão pela moradia.</p>
<p style="text-align: justify;">Augusto Amoedo acredita que as mudanças devem refletir positivamente no mercado baiano, mas que o assunto ainda precisa ser discutido. “As mudanças são bem vindas, mas precisamos estudar a viabilidade. Se forem viáveis, os empresários, com certeza, vão investir”, pontua.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, o MCMV teve bons resultados na Bahia no primeiro ano. “O empresariado aceitou bem e nós conseguimos atingir 100% da meta em todo o estado. Esperamos que, para a segunda etapa, nós possamos manter o mesmo ritmo de crescimento”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/conheca-as-novas-regras-do-programa-minha-casa-minha-vida/" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Seminário debate moradia para universitário</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/11/05/seminario-debate-moradia-para-universitario/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 16:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
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		<description><![CDATA[A criação de moradias para estudantes em Curitiba está sendo discutida nesta sexta-feira (5) no seminário "Internacionalização das Universidades e a demanda de Residências Universitárias da Cidade de Curitiba".
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_hUx9CFeLNyE/S4WutOlD8kI/AAAAAAAAABQ/Po_0XEoVRXQ/s320/apertamento.jpg&amp;imgrefurl=http://www.idilica.com.br/2010_02_02_archive.html&amp;usg=__EMN3opE_cwo0Vw57UpiRqGOjtco=&amp;h=211&amp;w=320&amp;sz=17&amp;hl=pt-br&amp;start=42&amp;zoom=1&amp;tbnid=xCGJHRgQwASUKM:&amp;tbnh=112&amp;tbnw=154&amp;prev=/images%3Fq%3Dmoradia%2Bpara%2Bestudantes%26hl%3Dpt-br%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26biw%3D1358%26bih%3D536%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:10%2C992&amp;itbs=1&amp;iact=hc&amp;vpx=457&amp;vpy=222&amp;dur=1249&amp;hovh=168&amp;hovw=256&amp;tx=137&amp;ty=104&amp;ei=XzTUTIyRKcWclgfLgMG-BQ&amp;oei=DjTUTPGFMYSq8AaytLXIBQ&amp;esq=11&amp;page=3&amp;ndsp=21&amp;ved=1t:429,r:16,s:42&amp;biw=1358&amp;bih=536"><img class="size-medium wp-image-8143 aligncenter" title="apertamento" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/11/apertamento-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A criação de moradias para estudantes em Curitiba está sendo discutida nesta sexta-feira (5) no seminário &#8220;Internacionalização das Universidades e a demanda de Residências Universitárias da Cidade de Curitiba&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento acontece na Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre) e reúne representantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Prefeitura de Curitiba, Universidade Nacional de Rosário e Universidade de Buenos Aires, ambas da Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário do Governo Municipal, Luiz Fernando Jamur, participou da abertura do evento, às 9 horas. &#8220;Muitos estudantes aqui da América Latina fazem intercâmbio e é preciso ofertar residências universitárias, que atendam o perfil sócio-econômico deles&#8221;, disse Jamur.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação de novas moradias para universitários depende de uma ação conjunta entre o poder público, as universidades e a sociedade, de acordo com o secretário. O assunto será debatido durante toda essa sexta-feira na Unilivre. Jamur explicou aos presentes que o programa &#8220;Novo Centro&#8221;, da Prefeitura, vem de encontro com a necessidade da criação de novas moradias para estudantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente na revitalização da rua Riachuelo a Prefeitura investiu R$ 800 mil para fazer a intervenção num trecho de oito quadras, entre as praças Generoso Marques e 19 de Dezembro. Também houve a revitalização do Paço Municipal dentro do programa &#8220;Centro Vivo&#8221;, em parceria com a Associação Comercial do Paraná (ACP).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Fizemos uma legislação para incentivar a ocupação dos imóveis para moradias e prestação de serviços na área da Riachuelo e do entorno. Ali existem vários imóveis que são subutilizados&#8221;, disse Jamur. O secretário do Governo também explicou que há descontos do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) e do ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) para incentivar o uso de imóveis na região central da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Com a melhor ocupação desses imóveis vai aumentar a frequência de pessoas circulando pelo Centro. Esses incentivos vêm de encontro com a discussão que estamos tendo hoje sobre a importância de aumentar as residências para estudantes de outros países que fazem intercâmbio aqui em Curitiba&#8221;, definiu Jamur.</p>
<p style="text-align: justify;">O reitor da UFPR, professor Zaki Akel Sobrinho, afirmou que esse debate é fundamental para a cidade. &#8220;Estamos contentes com o alinhamento da Prefeitura, com o programa Novo Centro. Agora é o momento de mais empresários investirem em moradias para estudantes. Nos próximos cinco, dez anos vão ter grandes demandas em Curitiba para novas residências para abrigar estudantes&#8221;, disse o reitor.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.bemparana.com.br/index.php?n=162322&amp;t=seminario-debate-moradia-para-universitario" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reformas da Casa do Estudante Universitário começam em março</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 16:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reivindicação antiga dos alunos da Universidade de Brasília (UnB), a reforma da Casa do Estudante Universitário (CEU) está prevista para começar em março do ano que vem. Moradores reclamam de problemas estruturais nos dois blocos, com 46 apartamentos cada e que abrigam 368 pessoas .]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7551" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-7551" title="UNB" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/UNB1-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /><p class="wp-caption-text">Imagem: UNB</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Reivindicação antiga dos alunos da Universidade de Brasília (UnB), a reforma da Casa do Estudante Universitário (CEU) está prevista para começar em março do ano que vem. Moradores reclamam de problemas estruturais nos dois blocos, com 46 apartamentos cada e que abrigam 368 pessoas .</p>
<p style="text-align: justify;">Será a primeira grande obra dos edifícios, construídos em 1973. O investimento estimado é de R$ 2,2 milhões. O dinheiro é proveniente do Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), do Ministério da Educação. A troca dos sistemas hidráulico e elétrico e a manutenção externa e interna das edificações (como mudança de piso, cerâmica, esquadrias) estão incluídas no plano de reforma.</p>
<p style="text-align: justify;">A obra, que será concluída em oito meses, não vai alterar o desenho arquitetônico dos blocos. Os estudantes deverão desocupar os apartamentos em fevereiro — período de férias na Universidade de Brasília (UnB). Durante a reforma, os moradores receberão uma ajuda financeira de R$ 510 mensais para custear um novo lugar para morar. “É o suficiente, considerando que a moradia deve ser na característica de uma moradia coletiva, que é o padrão da universidade (em cada apartamento residem quatro pessoas)”, explica a decana de Assuntos Comunitários, Rachel Nunes da Cunha. O montante do auxílio, no valor de R$ 1,5 milhão, também virá do Pnaes.</p>
<p style="text-align: justify;">Membro da Associação dos Moradores da Casa do Estudante Universitário (Amceu), o paulista Thiago Rocha, 24 anos, participou da mesa de negociações entre a comunidade estudantil e a administração da universidade sobre a reforma. As partes chegaram ao consenso na última terça-feira. “Desde quando cheguei aqui , há quatro anos, se discute essa obra.</p>
<p style="text-align: justify;">O prédio precisa de ser renovado. Os problemas estruturais não oferecem risco de desabamento, pelo menos por enquanto. Mas a armação do ferro já começa a ficar exposta sob o concreto e o encanamento está bem deteriorado. A água sai com ferrugem da torneira”, conta o estudante de engenharia mecatrônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, o aluno de comunicação social Thiago Vaz, 26 anos, tentava resolver o problema elétrico do apartamento que divide com mais três colegas. “Tem horas que a luz funciona, outras horas, não. A lâmpada não está queimada, a falha é da fiação mesmo”, disse. Ele conta que uma vez um quebra sol caiu de uma das janelas do bloco A. “Então, eles resolveram arrancar todos”, lembra. Além do desgaste estrutural, o estudante afirma que os moradores da CEU enfrentam outras situações difíceis. Segundo ele, visitantes indesejáveis como ratos e baratas têm se tornado comuns. “Por mais que a mudança dê trabalho, a reforma é muito necessária”, analisa.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudante de ciências sociais Ricardo Rodrigues, 22 anos, concorda com o vizinho: “A obra é muito bem vinda”. Mas ele está preocupado com a mudança de endereço. “Acho que a UnB deveria adiantar os oito meses de auxílio, não sei como vamos conseguir locar uma quitinete ou um apartamento sem ter fiador, uma vez que todos nós que moramos na CEU não temos famílias em Brasília.” A decana de Assuntos Comunitários adiantou que a instituição apoiará os estudantes durante o momento de transição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância incômoda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para a baiana Mariana Souza, 22 anos, aluna do 8º semestre de antropologia, a Casa do Estudante Universitário (CEU) necessita mais do que uma reforma física. Segundo a ela, a concepção e a localização das moradias dos estudantes precisam ser reavaliadas. “A estrutura não facilita uma convivência tranquila, devido à falta de privacidade. Além disso, estamos longe da farmácia, do supermercado e a maioria esmagadora não tem carro”, sustenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto para a construção de outras 150 moradias deverá ser finalizado no fim deste semestre letivo, de acordo com a decana Rachel Nunes da Cunha. Serão mais cinco blocos que abrigarão 600 estudantes. Eles devem ser construído próximo ao Centro Olímpico. “A organização e a distribuição dos edifícios será similar às das superquadras do Plano Piloto”, adianta a decana.<br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROTESTO POR MELHORIAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De 8 a 26 de junho de 2009, alunos da Universidade de Brasília (UnB) ficaram acampados no Salão de Atos do Gabinete do reitor José Geraldo Sousa Júnior em busca de melhorias para os estudantes. Entre as reivindicações, a reforma dos dois blocos (A e B) da Casa do Estudante Universitário (CEU), que fica próximo ao Centro Olímpico (CO), e a construção de novos espaços de moradia para os universitários. A lista de propostas também incluiu mudanças na área de segurança, transporte, saúde e auxílio financeiro</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Correio Braziliense</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pobreza nas cidades afeta mais os jovens abaixo de 25 anos</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/10/07/pobreza-nas-cidades-afeta-mais-os-jovens-abaixo-de-25-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 18:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura de Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>

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		<description><![CDATA[Sob o tema “Cidade Melhor, Vida Melhor”, as Nações Unidas comemoraram no último dia 4, a primeira segunda-feira de outubro, o Dia Mundial do Habitat, data destinada a destacar medidas políticas para elevar o bem-estar de milhões de pessoas em comunidades carentes em todo o mundo. A redução do número de pessoas que vivem em favelas é um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7488" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-7488 " title="Dia Mundial do habitat - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/Dia-Mundial-do-habitat-ok-296x300.jpg" alt="" width="296" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Dia Mundial do habitat</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Sob o tema “Cidade Melhor, Vida Melhor”, as Nações Unidas comemoraram no último dia 4, a primeira segunda-feira de outubro, o Dia Mundial do Habitat, data destinada a destacar medidas políticas para elevar o bem-estar de milhões de pessoas em comunidades carentes em todo o mundo. A redução do número de pessoas que vivem em favelas é um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa mensagem sobre o dia, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a pobreza em áreas urbanas atinge, na maior parte, menores de 25 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas populações não têm acesso à água potável, à eletricidade, saneamento básico e serviços de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro problema sofrido pelos jovens é a exposição à corrupção e à violência.</p>
<p style="text-align: justify;">A relatora das Nações Unidas para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik, disse à Rádio ONU, de São Paulo, que a situação precária dos jovens compromete o futuro deles.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Para um jovem viver a vida inteira desprovido de acesso às condições básicas de urbanidade, equipamentos, serviços, significa condená-lo à impossibilidade de um desenvolvimento humano, econômico em seu futuro&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ban Ki-moon lembrou que cidades inteligentes adotam normas de boa governança, de prestação de serviços e espaços seguros para mulheres e crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">O Secretário-Geral da ONU encerrou a mensagem dizendo que a criação de melhores cidades é resultado de um esforço conjunto dos Estados, da sociedade civil e do setor privado além de agências das Nações Unidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Onda Jovem</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um quarto de bilhão de pessoas em todo o mundo deixaram suas favelas</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/03/30/um-quarto-de-bilhao-de-pessoas-em-todo-o-mundo-deixaram-suas-favelas-na-ultima-decada/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 18:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos e deveres]]></category>

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		<description><![CDATA[A ONU afirma que quase um quarto de bilhão de pessoas em todo o mundo deixaram suas favelas na última década, segundo o relatório State of the World's Cities 2010/2011. O relatório afirma que China e Índia deram "passos gigantes" para melhorar as condições de moradia de suas populações. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/03/CasasPopulares11.jpg"><img class="size-full wp-image-4292 aligncenter" title="CasasPopulares1[1]" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/03/CasasPopulares11.jpg" alt="" width="316" height="238" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A ONU afirma que quase um quarto de bilhão de pessoas em todo o mundo deixaram suas favelas na última década, segundo o relatório State of the World&#8217;s Cities 2010/2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório afirma que China e Índia deram &#8220;passos gigantes&#8221; para melhorar as condições de moradia de suas populações.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o crescimento populacional e o êxodo rural fizeram com que no total o número de favelados crescesse de 77,7 milhões para 827,6 milhões durante a década.</p>
<p style="text-align: justify;">Os autores do estudo calculam que, mantida a taxa atual, o número de habitantes de favelas chegará a 889 milhões em 220.</p>
<p style="text-align: justify;">Metade deste crescimento veio de pessoas que já viviam em favelas, um quarto de migrantes do campo para áreas urbanas e outro quarto de pessoas que viviam em áreas rurais nas bordas das cidades e que tiveram suas residências engolidas pelo crescimento urbano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasil </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O relatório afirma que o Brasil reduziu em 16% a população de habitantes de favelas. Cerca de 10,4 milhões de pessoas deixaram este tipo de habitação.</p>
<p style="text-align: justify;">A fatia de pessoas que moram em favelas diminuiu de 31.5% para 26,4% em dez anos devido a adoção de políticas econômicas e sociais, a diminuição da taxa de natalidade e da migração do campo para a cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a criação do ministério das Cidades, a adoção de uma emenda constitucional afirmando o direito do cidadão à moradia e os subsídios de materiais de construção, terrenos e serviços são apontados como responsáveis pela diminuição do número de favelados.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos países pesquisados, o Brasil está atrás apenas de China, Índia e Indonésia. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,um-quarto-de-bilhao-de-pessoas-deixou-favelas-na-ultima-decada-diz-onu,525918,0.htm" target="_blank"><span style="color: #ff4c00;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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