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	<title>InfoJovem &#187; mulheres</title>
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		<title>Mulheres começam a ganhar espaço no mercado de construção civil</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 15:23:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O programa nacional Doutores da Construção Civil, com cursos gratuitos e mantido pela indústria e lojistas do setor, contabiliza 13% de mulheres entre o total de seus capacitados. Em todo o Brasil, são 7 mil alunas entre as 52,7 mil pessoas que já passaram pelo programa.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8717" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-8717" title="mulheres-construção-civil" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/12/mulheres-construção-civil.jpg" alt="" width="300" height="218" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Mulheres-construção-civil</p></div>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O programa nacional Doutores da Construção Civil, com cursos gratuitos e mantido pela indústria e lojistas do setor, contabiliza 13% de mulheres entre o total de seus capacitados. Em todo o Brasil, são 7 mil alunas entre as 52,7 mil pessoas que já passaram pelo programa.</p>
<p style="text-align: justify;">— Até o ano passado, o número de mulheres era inexpressivo. Agora começa a chamar a atenção — analisa Kátia Matias, gerente geral da Doutores da Construção.</p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres buscam se aperfeiçoar em funções nas quais o detalhismo é a marca do trabalho. Pintura e acabamentos em geral são os campeões de mulheres inscritas. Elas também procuram os cursos de hidráulica, o que representa a independência da mulher na realização de pequenos reparos que antes eram feitos apenas pelos homens.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abaixo da média nacional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em Santa Catarina, as mulheres ainda engatinham rumo a essa nova oportunidade de trabalho. Aos poucos, começam a ser vistas em obras, em funções como rejuntadeira ou auxiliar de pedreiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O índice de catarinenses na Doutores da Construção é menor do que a média nacional. São 94 mulheres capacitadas, o que representa 1,34% do total. Mas o Estado não está muito longe de seus vizinhos do Sul. Rio Grande do Sul teve 102 mulheres, total de 1,45%, e Paraná teve 59, que representa 0,84%. O Estado campeão de mulheres que já se matricularam nos cursos é São Paulo (confira lista na página ao lado).</p>
<p style="text-align: justify;">Hélio Bairros, presidente do Sindicato da Construção Civil de Santa Catarina (Sinduscon), concorda que as mulheres estão vencendo preconceitos e encarando a obra, ainda que timidamente. Mas o presidente do Sinduscon prevê um crescimento feminino no setor, nos próximos anos:</p>
<p style="text-align: justify;">— O setor evoluiu como um todo. Encara-se com naturalidade a presença da mulher no canteiro de obras, que hoje está mais limpo. Há 10 anos, um canteiro de obras era um horror, ninguém queria entrar. Hoje tem boa infraestrutura, o que atrai a mulher — avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma espécie de crise masculina é outro fator contribuinte para a força das mulheres na construção civil. Segundo o presidente do Sinduscon, faltam profissionais. Quem atua no mercado está saturado de trabalho. Muitos desses trabalhadores aprenderam a função há muito tempo, herança de pais e avôs, e não têm a qualificação que o mercado exige hoje.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rejuntadeiras com orgulho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A experiência de ficar de ponta-cabeça num andaime foi incrível. Ficar mexendo na massa até chegar no ponto para rejuntar o piso também é muito divertido. As irmãs Ediana Santos Oliveira, 27 anos, e Regiane Pereira dos Santos, 19, não querem saber de outro trabalho. São rejuntadeiras com satisfação.</p>
<p style="text-align: justify;">— Tive propostas para trabalhar em shopping e restaurante. Mas eu não quero. Prefiro aqui — diz Ediana.</p>
<p style="text-align: justify;">As duas são as únicas rejuntaderias de uma empreiteira, em Florianópolis. Trabalham na construção de um resort na Cachoeira do Bom Jesus. Quem apostou que mulheres podiam dar certo na função foi o mestre de obras Hélio Silva:</p>
<p style="text-align: justify;">— É um trabalho que precisa de muito capricho — conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi o próprio Hélio que ensinou as moças. Quatro meses depois de terem iniciado o trabalho, elas dão um banho nos colegas:</p>
<p style="text-align: justify;">— Os homens rejuntam tudo e limpam depois. Mas isso não adianta, porque o rejunte seca muito rápido e acaba ficando manchado. Tem que ir passando e limpando na sequência — ensina Regiane.</p>
<p style="text-align: justify;">A dupla vai tão bem no trabalho que semana passada um colega de Hélio, também mestre de obras, ligou para ele pedindo uma delas emprestado. Mas Hélio não abre mão das meninas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Só dá elas no curso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dos 23 alunos que se formaram essa semana num curso de qualificação em construção civil, no Bairro Frei Damião, em Palhoça, 19 eram mulheres. Cloi Polastro, coordenador do curso, se surpreendeu com a procura feminina. Quando as aulas iniciaram, há seis meses, eram 42 alunos e só oito homens.</p>
<p style="text-align: justify;">— Elas se mostraram exímias acabadoras e muito dedicadas — conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Rosimar Gosh, 29 anos, é uma delas. Grávida do sexto filho, ela trabalha com o mesmo empenho das colegas, na construção de uma cozinha industrial. O trabalho faz parte das aulas práticas.</p>
<p style="text-align: justify;">— É menos cansativo do que fazer faxina. As mulheres estão ultrapassando mais uma barreira — orgulha-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Marisa Morganti, 30 anos, outra aluna, procurou o trabalho como uma forma de aumentar a renda da família.</p>
<p style="text-align: justify;">— Deixamos a obra bem limpinha, diferente dos homens — afirma Marisa, que fez questão de colar figurinhas no capacete para manter o clima feminino, no ambiente tão masculino.</p>
<p style="text-align: justify;">Professor de construção civil do Senai de Santa Catarina, Joel Pereira Heleno se acostumou com as mulheres nas aulas e diz que elas são capazes de fazer qualquer serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o professor, as empresas buscam por mulheres para os serviços de acabamento, por elas serem mais detalhistas e centradas.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso é gratuito, mantido pela Pedra Branca Construtora, Senai e Centro de Assistência e Desenvolvimento Integral (CADI).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sonho realizado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Elizabete Bastos do Carmo Souza Pereira (ao lado), 41 anos, já trabalhou em muita coisa &#8211; de vendedora de cosméticos a faxineira. Mas sempre guardou o sonho de atuar em obra. Diz que é porque se &#8220;incomodou&#8221; tanto com os pedreiros que construíram sua casa que gostaria de entender mais do assunto. Mas não é só por isso. Ela se interessa pela construção. Gosta de saber como está o andamento dos trabalhos, se a parede está ficando bem retinha. Quando surgiu o curso no bairro onde mora, decidiu se inscrever. O marido não se importou, e Elizabete seguiu em frente.</p>
<p style="text-align: justify;">— Eu faço de tudo, mas gosto mesmo da parte das ferragens — afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana ganhou o certificado de conclusão. Como as outras mulheres do curso no Cadi, na Frei Damião, em Palhoça, poderá trabalhar como auxiliar de pedreiro, em acabamentos e também preparando a massa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ela está tão feliz que já sonha mais alto. Ano que vem, pretende se matricular na faculdade. O curso? Engenharia civil.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/donnadc/19,0,3145959,Mulheres-comecam-a-ganhar-espaco-no-mercado-de-construcao-civil.html"><span style="text-decoration: underline; color: #ff6600;">Fonte</span></a></p>
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		<title>Jovens japonesas já ganham mais que os homens</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/10/19/jovens-japonesas-ja-ganham-mais-que-os-homens/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 17:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As jovens japonesas já podiam esperar uma vida mais longa do que os homens da mesma geração, e agora elas têm uma vantagem também no presente: estão ganhando mais do que eles.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7729" title="genero" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/genero.jpg" alt="" width="259" height="194" /></p>
<p style="text-align: justify;">As jovens japonesas já podiam esperar uma vida mais longa do que os homens da mesma geração, e agora elas têm uma vantagem também no presente: estão ganhando mais do que eles.</p>
<p style="text-align: justify;">A renda de uma mulher solteira abaixo dos 30 anos atingiu em 2009 o valor de 218.156 ienes (2.680 dólares), superando pela primeira vez na história a renda dos homens na mesma faixa etária (215.515 ienes, ou 2.640 dólares), segundo uma pesquisa do Ministério de Assuntos Internos.</p>
<p style="text-align: justify;">A renda feminina subiu 11,4 por cento desde a última pesquisa, cinco anos atrás, enquanto a masculina caiu 7 por cento. Isso resulta da crise econômica global e do fato de que a renda masculina simplesmente tinha mais margem para cair.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Basicamente, os salários dos homens eram muito mais altos no geral, e foram muito mais atingidos quando a economia piorou&#8221;, disse Hideo Kumano, economista-chefe do Instituto de Pesquisas Dai-ichi Life.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Além do mais, muito mais homens trabalham na indústria do que as mulheres, e depois da falência do (banco) Lehman as coisas para esse setor realmente esfriaram.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A economia japonesa tradicionalmente depende das exportações industriais, e foi especialmente afetada pela quebra do Lehman Brothers, em 2008, e pela desvalorização generalizada das Bolsas que se seguiu. No começo de 2009, as ações das empresas japonesas tiveram sua menor cotação em 26 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as mulheres estão muito mais envolvidas com a área da saúde, setor em expansão por causa do envelhecimento populacional do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, segundo Kumano, as jovens podem estar finalmente colhendo os benefícios plantados por antecessoras mais antigas em setores como os de finanças.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As mulheres agora são mais capazes de fazer carreira desse jeito graças àquelas na faixa dos 40 anos ou mais, que estão assumindo cargos de gestão&#8221;, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Kumano alertou que as cifras podem ser um ponto fora da curva, e que ainda é cedo para dizer que a mudança será duradoura.<br />
Segundo uma medição realizada pelo Programa de Desenvolvimento da ONU, o Japão aparece em 57o lugar entre 109 países em termos de participação feminina na política e economia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2008, elas representavam apenas 4,1 por cento dos gerentes de departamento em corporações privadas, segundo estudo do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: O Globo</p>
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		<title>Fórum virtual sobre violência contra as mulheres vivendo com HIV/aids</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 13:00:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estão abertas até o dia 20 de outubro as inscrições para o Fórum Virtual sobre Violência contra as Mulheres Vivendo com HIV/Aids, que acontecerá no período de 1º a 19 de novembro. O debate virtual terá a participação de 50 pessoas, entre grupos de mulheres e pessoas vivendo com HIV/aids, servidores públicos, pesquisadores, ativistas pelos direitos de pessoas vivendo com HIV/aids e pelos direitos das mulheres e gerentes de programas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-7663 aligncenter" title="aids_hiv - OK" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/aids_hiv-OK-300x248.jpg" alt="" width="300" height="248" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Estão abertas até o dia 20 de outubro as inscrições para o Fórum Virtual sobre Violência contra as Mulheres Vivendo com HIV/Aids, que acontecerá no período de 1º a 19 de novembro. O debate virtual terá a participação de 50 pessoas, entre grupos de mulheres e pessoas vivendo com HIV/aids, servidores públicos, pesquisadores, ativistas pelos direitos de pessoas vivendo com HIV/aids e pelos direitos das mulheres e gerentes de programas.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa é do Development Connections (DVCN), Comunidade Internacional das Mulheres Vivendo com HIV/Aids e UNIFEM (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher – parte da ONU Mulheres). As solicitações de inscrições devem ser feitas pelo <a href="http://www.dvcn.org/content/atten" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">site</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Questão-chave para o desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A violência contra as mulheres vivendo com HIV tem sido cada vez mais reconhecida como uma questão-chave pela agenda internacional de HIV e de gênero e desenvolvimento. Contudo, esta questão tem recebido pouca atenção nas pesquisas, no processo de formulação de políticas e intervenções específicas a nível regional, nacional e local.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante da necessidade urgente de abrir diálogo engajado com diversos participantes no mundo, esse fórum vai abordar os seguintes temas:</p>
<p style="text-align: justify;">a. definições atuais e dados sobre os tipos de violência, dimensões, determinantes sociais e consequências da violência contra as mulheres vivendo com HIV, destacando avanços e lacunas atuais;</p>
<p style="text-align: justify;">b. examinar projetos e programas existentes abordando a violência mundial contra as mulheres vivendo com HIV e identificar os fatores-chave de sucesso;</p>
<p style="text-align: justify;">c. identificar as questões estratégicas sobre a violência contra as mulheres vivendo com HIV para advocacy, pesquisa, programas e políticas de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Metodologia e certificação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cada um dos temas acima mencionados será abordado através de sessões gravadas com especialistas, bibliografia e análise de casos. Um facilitador irá coordenar o diálogo e resumir os principais assuntos tratados a cada semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma versão eletrônica do relatório final será divulgada no mundo inteiro através de boletim produzido pela DVCN. Os participantes receberão certificado assinado pelas organizações realizadoras do fórum virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações: Dinys Luciano (DVCN), <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">lucianod@dvcn.org</span></span> e / ou Patricia Perez (ICW Global)<span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"> info@icwglobal.org</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: UNIFEM</p>
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		<title>Inscrições abertas para 1º Encontro das Mulheres com deficiência</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/21/encontro-das-mulheres-com-deficiencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 18:00:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na próxima quinta-feira (23), será realizado no Recife o 1º Encontro das Mulheres com Deficiência, que acontece durante todo o dia, das 9h às 17h, no auditório do Banco Central, localizado na Rua da Aurora, nº 1259, Boa Vista, Recife – PE.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6821" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6821 " title="Encontro Mulheres com Deficiência - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Encontro-Mulheres-com-Deficiência-ok.jpg" alt="" width="300" height="295" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Logomarca do Encontro Mulheres com Deficiência</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na próxima quinta-feira (23), será realizado no Recife o 1º Encontro das Mulheres com Deficiência, que acontece durante todo o dia, das 9h às 17h, no auditório do Banco Central, localizado na Rua da Aurora, nº 1259, Boa Vista, Recife – PE.</p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados em participar podem se cadastrar pela internet ou no dia e local do evento. São 150 vagas, abertas ao público em geral &#8211; preferencialmente mulheres com deficiência e outras que tenham interesse em discutir a Lei Maria da Penha, promulgada há quatro anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do encontro &#8211; realizado pela primeira vez na capital pernambucana &#8211; é dialogar sobre o fortalecimento da lei, apresentando propostas de prevenção e combate à violência contra a mulher. O site para inscrições é o da Agência Pernambucana de Inclusão, disponível até as 16h do dia 22. Para os que irão se inscrever presencialmente, o local do evento estará cadastrando a partir das 9h.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o encontro, a Prefeitura oferecerá almoço e lanche. O evento será encerrado por um momento cultural, com a cantora Andréa Luiza interpretando clássicos da MPB.</p>
<p style="text-align: justify;">Maiores Informações <a href="http://www.apinclusao.com.br" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: JC Online</p>
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		<title>Edital apoia pesquisas nas áreas de relações de gênero, mulheres e feminismos</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/15/edital-apoia-pesquisas-nas-areas-de-relacoes-de-genero/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 14:10:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com o intuito de estimular e fortalecer a produção de pesquisas e estudos relacionados aos temas relações de gênero, mulheres e feminismos, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento (CNPq), a Secretária de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) lançam Edital conjunto para selecionar projetos de pesquisa com mérito científico que contribuam para o desenvolvimento dessas temáticas no Brasil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-6651 aligncenter" title="Edital - Gênero - ok" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Edital-Gênero-ok-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com o intuito de estimular e fortalecer a produção de pesquisas e estudos relacionados aos temas relações de gênero, mulheres e feminismos, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento (CNPq), a Secretária de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) lançam Edital conjunto para selecionar projetos de pesquisa com mérito científico que contribuam para o desenvolvimento dessas temáticas no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O Edital, inserido nas ações do <a href="http://200.130.7.5/spmu/docs/Livreto_Mulher.pdf" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres</span></span></a>, irá apoiar financeiramente projetos de pesquisa científica e tecnológica que visem a ampliar estudos nas referidas áreas, procurando contemplar centros emergentes, pesquisadoras e pesquisadores em início de carreira, a distribuição regional de recursos e a intersecção com as seguintes abordagens: classe social, geração, raça, etnia e sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessado deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes e ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até o dia 7 de Outubro.</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse na integra o Edital <a href="http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/020.htm" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: IJC</p>
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		<title>Renda das mulheres permance menor que a dos homens</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 13:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2004, o rendimento médio mensal das mulheres era de R$ 613, chegando a R$ 786 no ano passado. Entre os homens, no entanto, o rendimento médio cresceu de R$ 964 para R$ 1.171 no mesmo período. Proporcionalmente, a renda das mulheres subiu de 63,6% da renda dos homens em 2004 para 67,1% no ano passado.
Segundo o IBGE, a proporção do rendimento médio real de trabalho das mulheres em relação ao dos homens foi maior nas regiões Norte e Nordeste: respectivamente, 70,3% e 72,4%.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6416" style="width: 256px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6416" title="gerero 2" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/gerero-2.jpg" alt="" width="246" height="205" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Símbolos que representam o masculino e o feminino</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O rendimento médio real das mulheres brasileiras vem crescendo nos últimos cinco anos, mas permanece abaixo do rendimento dos homens, mostra levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2004, o rendimento médio mensal das mulheres era de R$ 613, chegando a R$ 786 no ano passado. Entre os homens, no entanto, o rendimento médio cresceu de R$ 964 para R$ 1.171 no mesmo período. Proporcionalmente, a renda das mulheres subiu de 63,6% da renda dos homens em 2004 para 67,1% no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o IBGE, a proporção do rendimento médio real de trabalho das mulheres em relação ao dos homens foi maior nas regiões Norte e Nordeste: respectivamente, 70,3% e 72,4%.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no ano passado, 34,9% das mulheres ocupadas ganhavam até um salário mínimo mensal. Entre os homens, essa proporção era de 25,3%. Apenas 0,3% das mulheres ganhavam acima de 20 salários mínimos, enquanto entre eles a proporção era de 0,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2009, as mulheres eram maioria na população em idade ativa, representando 51,3% do total. Eram minoria, no entanto, entre os ocupados (42,6%) e representavam 58,3% dos desocupados naquele ano. Na passagem de 2008 para 2009, a elevação da taxa de desocupação foi mais significativa para elas (de 9,6% para 11,1%) que para eles (de 5,2% para 6,2%).</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as 39,5 milhões de mulheres trabalhadoras no ano passado, 17% eram trabalhadoras domésticas. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) também mostrou que que, além da jornada no mercado de trabalho, 90% das mulheres ocupadas realizavam tarefas referentes aos afazeres domésticos. Entre os homens ocupados, essa proporção era de 49,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">A jornada de trabalho dos homens, no entanto, era superior: 81,6% deles trabalhavam 40 horas ou mais por semana, enquanto 59,5% delas faziam o mesmo.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desemprego e ocupação</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2009, entre as 101,1 milhões de pessoas da população economicamente ativa, 91,7% estavam trabalhando e as demais 8,3% estavam procurando trabalho. Em 2008, a taxa de desemprego era menor, de 7,1%. Com isso, a população desocupada cresceu 18,5% de 2008 a 2009, para 8,4 milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no ano passado, 58,6% da população ocupada era de empregados. Outros 20,5% eram trabalhadores por conta própria; 7,8% eram domésticos; e 4,3%, empregadores. Outros 8,8% eram trabalhadores não remunerados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carteira assinada</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a PNAD, de 2008 para 2009 houve alta de 20% no número de trabalhadores domésticos com carteira assinada. O número de trabalhadores domésticos cresceu menos no período, 11,9%, para 7,2 milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os ocupados, havia 32,3 milhões de trabalhadores com carteira assinada no ano passado, ou 59,6% do total, uma alta de 1,5% em relação a 2008. Entre os 54,3 milhões de empregados, outros 12,2% eram militares e estatutários, e outros 28,2% não tinham carteira de trabalho assinada.</p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE também apontou, pela primeira vez, que 14% os trabalhadores por conta própria trabalhavam em empreendimento com registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Para os empregadores, essa proporção foi de 68,4%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rendimento médio mensal</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">O rendimento médio mensal real de todos os ocupados com 10 anos ou mais foi estimado em R$ 1.106,00, 2,2% acima do verificado em 2008 (R$ 1 .082,00). Entre 1999 e 2004, o rendimento apresentou quedas anuais (11,1%, no período) e, em 2004, começou a aumentar. No período de 2004 a 2009, houve um ganho de 20,0% na remuneração média de trabalho, segundo o IBGE.</p>
<p style="text-align: justify;">Por faixas de renda, os 10% da população ocupada com rendimentos mais elevados concentraram 42,5% do total de rendimentos de trabalho, enquanto os 10% com os rendimentos mais baixos detiveram 1,2% do total das remunerações.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>MULHER E POLÍTICA</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 21:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O impacto proporcionado pela ação política do movimento feminista é responsável pela gradativa mudança de mentalidade que vem se processando na sociedade, juntamente com a implementação de políticas públicas que têm contribuído para a transformação da condição social das mulheres nas últimas décadas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6274" style="width: 235px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6274 " title="mulheres" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/mulheres.jpg" alt="" width="225" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Mulheres numa caminhada política</p></div>
<p style="text-align: justify;">Do voto feminino à Lei das Cotas: a difícil inserção das mulheres nas democracias representativas</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto proporcionado pela ação política do movimento feminista é responsável pela gradativa mudança de mentalidade que vem se processando na sociedade, juntamente com a implementação de políticas públicas que têm contribuído para a transformação da condição social das mulheres nas últimas décadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora este fato seja observado por diversos autores, existem setores que continuam como “santuários que fogem às mulheres”: o religioso, o militar e o político, como três ordens da Idade Média, constituem segundo Perrot (1998) espaços que continuam quase inacessíveis às mulheres, haja vista a resistência histórica de integrar mulheres neste “redutos”, no qual os homens dominavam e ainda dominam plenamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao analisar a presença das mulheres no legislativo em diferentes países da América Latina, do Caribe, dos Estados Unidos e da África pudemos perceber que a representação feminina ainda é bastante desigual. Mesmo em países que passaram por processos revolucionários recentes como foi o caso de Moçambique a representação das mulheres reflete uma iniqüidade de gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a história da participação da mulher no parlamento, tem como marco inicial à conquista do direito ao voto que se deu em 1932. Essa conquista é resultado da luta contínua do movimento sufragista, que emergiu, no Brasil em 1919, culminou com a conquista do direito ao voto pelas mulheres, mas, não foi suficiente para que estes contingentes humanos superassem o processo de exclusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a década de 1970 esse quadro de exclusão não sofreu muitas modificações. A partir do final da década de 1980, a situação se modifica, em virtude do crescimento industrial, que contribuiu para um aumento significativo da participação feminina no mercado de trabalho, e, na crescente inserção das mesmas, nos cursos superiores. A isto se aliou o processo de redemocratização do País que se instaurou nesse período. Esses fatos contribuem, para ampliar a participação da mulher nas esferas de poder, encorajando-as, também, a organizarem-se politicamente, o que revela a importância dos movimentos de mulheres nesse processo.</p>
<p style="text-align: justify;">O momento da elaboração da nova constituição brasileira foi fundamental, para que as mulheres, a partir de sua atuação conquistassem direitos legais e obtivesse legitimidade para suas reivindicações, inclusive na esfera da política institucional. Nesse período foram criados os Conselhos Nacional, Estaduais e Municipais da Condição Feminina, as delegacias da mulher, os coletivos de mulheres nos partidos e sindicatos, a implementação da Lei das Cotas. Porém, essas instâncias de representação e reconhecimento político não determinaram um equilíbrio entre homens e mulheres em termos de representação no legislativo.<br />
<strong><br />
A lei das cotas e a representação das mulheres no poder</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O processo de implementação da política de cotas no Brasil é muito recente. Contudo, esta política vem dando, no mínimo, mais visibilidade à exclusão da mulher nos espaços políticos e às disparidades existentes no âmbito político, entre homens e mulheres. Por esta razão, elas vêm sendo tratadas como um tema central das discussões de gênero e política, sendo consideradas pelo movimento feminista como expressão e reconhecimento público alcançado pelas demandas femininas.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos equívocos a respeito das cotas que precisam ser elucidados enfatiza Delgado (1996), por exemplo, a de que 30% de participação das mulheres não resolvem a desigualdade: a luta deve ser por 50%. Embora o movimento lute pela paridade, um percentual de 30% representa um ganho político se considerarmos a estrutura da sociedade e a relações patriarcais que perpassam toda a estrutura da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro grande equívoco é o de que a Lei das Cotas não garante que a mulher tenha real acesso ao poder. As Cotas não irão mudar as relações de poder à curto prazo, uma vez que ela representa um elemento que modifica a composição dos órgãos diretivos, traz novas idéias para o debate e propicia uma nova forma de aprendizagem do exercício do poder. Além disso, as cotas aguçam a participação feminina e tende a criar condições mais favoráveis a ampliação do número de mulheres nas direções de sindicatos, partidos, assembléias, câmaras etc, que por sua vez irão tornar mais visível seu cotidiano e os obstáculos à sua integração à vida política.<br />
<strong><br />
O que é preciso fazer para mudar essa realidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A história a cada dia desvenda a importância da participação das mulheres e de sua ação política nos processos revolucionários. Da Revolução Francesa e Americana à Revolução Industrial, da abolição da escravatura à ampliação dos direitos dos/as cidadãos/cidadãs, as mulheres foram força e presença em todos os processos revolucionários que mudaram as relações entre os homens e entre os gêneros.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a presença das mulheres nas lutas libertárias está sendo desvendada à medida que as pesquisas com enfoque de gênero trazem à tona novos sujeitos, antes invisíveis por uma ciência que não lhes reconhecia como tal. São reconhecidas e notórias as presenças de precursoras como Nísia Floresta, Isabel Dilan, Bertha Lutz, Gilka Machado, Leolinda Daltro, que foram lutadoras intransigentes dos direitos femininos, dentre os quais o direito ao voto.</p>
<p style="text-align: justify;">A conquista do voto em 1932 não significou para as mulheres uma mudança substancial nos valores sociais então vigentes, uma vez que estas continuaram submetidas a uma estrutura patriarcal conservadora e a um modelo de cidadania que privilegiava a imagem pública como espaço masculino. As mulheres, pela trajetória como se inseriram na política, precisavam de um tempo maior para se adaptar à nova realidade. A insegurança, o desconhecimento das regras do mundo público, os condicionamentos culturais e psicológicos, as práticas partidárias excludentes, continuavam atuando sobre as mulheres, mantendo-as afastadas da estrutura formal do poder político.(FERREIRA, 2003).</p>
<p style="text-align: justify;">As ações afirmativas (mais precisamente a lei de cotas) são formas positivas de reverter formalmente o quadro de desigualdade entre os gêneros e entre seres historicamente excluídos. A Lei 9.100/95 vem responder as reivindicações dos movimentos de mulheres, entretanto, sabe-se que, somente com uma ação conjunta das diversas organizações de mulheres, com os partidos políticos, e a partir de um projeto de educação política que tenha o gênero como recorte metodológico, será possível diminuir estas disparidades.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que a Lei das Cotas não irá mudar esse quadro nas próximas eleições, entretanto, a legalidade permitirá uma maior ousadia das mulheres de adentrar num mundo antes interditado. O ato de permitir, o que antes foi negado de forma autoritária e irracional, pode ser também estimulante. A presença cada vez maior de mulheres nas Câmaras Municipais significa sua preocupação com os destinos da Cidade da qual elas estão mais próximas, mais receptivas e com maior poder de articulação para intervir dadas as suas relações familiares. Sua inserção em um espaço geográfico mais favorável, o deslocamento para exercer a vida pública é mais facilitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente das Assembléias Legislativas e Câmara Federal, que significa muitas vezes dificuldade de conciliar a vida pública com a vida privada, dada as cobranças que em geral são feitas às mulheres, ao contrário dos homens que são mais estimulados, uma vez que o poder lhe é visto como algo natural, intrínseco a sua condição de homem.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.espacoacademico.com.br/037/37cferreira.htm " target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
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		<title>Pílula anticoncepcional completa 50 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pílula anticoncepcional completa nesta quarta-feira, 18, 50 anos desde que saiu à venda nos Estados Unidos, o primeiro país que autorizou esse método anticoncepcional que transformou a vida de mais de 215 milhões de mulheres em todo o mundo.

Apesar disso, outros 200 milhões de mulheres - a maioria em países em desenvolvimento - ainda não têm acesso fácil à pílula, segundo dados da organização Women Deliver.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6259" style="width: 269px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6259" title="pilula" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/pilua.jpg" alt="" width="259" height="194" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Pílula Anticoncepcional</p></div>
<p style="text-align: justify;">A pílula anticoncepcional completa nesta quarta-feira, 18, 50 anos desde que saiu à venda nos Estados Unidos, o primeiro país que autorizou esse método anticoncepcional que transformou a vida de mais de 215 milhões de mulheres em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, outros 200 milhões de mulheres &#8211; a maioria em países em desenvolvimento &#8211; ainda não têm acesso fácil à pílula, segundo dados da organização Women Deliver.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1960, as americanas foram as primeiras mulheres do mundo que puderam comprar, com autorização legal, o Enovid, uma dose concentrada de hormônios que evitava a ovulação e, assim, possíveis casos de gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">O anticoncepcional foi uma conquista de duas mulheres que impulsionaram a pesquisa desse remédio, Margaret Sanger e Katharine McCormick, feministas que já estavam perto dos 70 anos e se propuseram a encontrar a pílula mágica.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a persuasão dessas mulheres e o financiamento de Katharine, o médico Gregory Pincus pôde avançar em suas pesquisas para desenvolver a pílula, o que foi possível em 1955.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o fármaco só foi aprovado pelas autoridades dos Estados Unidos como método anticoncepcional cinco anos depois, no dia 9 de maio de 1960, em meio a críticas que a consideravam uma porta de entrada para o caos sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Meio século depois, a pílula é o segundo método anticoncepcional mais usado no mundo &#8211; seguido da camisinha -, segundo relatório das Nações Unidas de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 8,8% de todas as mulheres entre 15 e 49 anos tomam pílula, e na Europa, América Latina, América do Norte e no Caribe, é o primeiro método anticoncepcional adotado.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.feminismo.org.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2040:pilula-anticoncepcional-completa-50-anos-desde-que-saiu-a-venda-nos-eua&amp;catid=95:direito-sexuai-e-reprodutivos&amp;Itemid=124" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
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		<title>Encontro de mulheres e povos das Américas contra a militarização</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 16 e 23 de agosto, acontece na Colômbia o “Encontro de mulheres e povos das Américas contra a militarização”. A escolha do país para sediar o evento não foi por acaso, já que a Colômbia vive há mais de 30 anos em conflitos armados, nos quais morreram 40 mil pessoas na última década.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-5474 aligncenter" title="Mapa das Américas" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Mapa-das-Américas1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os dias 16 e 23 de agosto, acontece na Colômbia o “Encontro de mulheres e povos das Américas contra a militarização”. A escolha do país para sediar o evento não foi por acaso, já que a Colômbia vive há mais de 30 anos em conflitos armados, nos quais morreram 40 mil pessoas na última década.</p>
<p style="text-align: justify;">O encontro é fruto de um processo de mobilização das mulheres colombianas que se estendeu para o continente. A atividade pretende denunciar a perda da soberania de nossos corpos e territórios, gerada pela militarização e representada, nesse momento, pelas bases militares dos EUA na Colômbia. Segundo dados do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INML), 1572 mulheres foram vitimas de violência sexual na Colômbia no ano de 2008, 52 por dia, 2 a cada hora.</p>
<p style="text-align: justify;">O Encontro tem fundamental importância para as mulheres colombianas, pois além de situar a agenda das mulheres no debate da paz também fortalecerá a presença delas no cenário político, as reconhecendo como agentes do processo de negociação de paz. Da perspectiva internacional, trará a militarização como pauta do movimento feminista e dará visibilidade do tema das bases militares na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">Controle dos territórios, estupros, prostituição e o aumento da violência contra as mulheres são situações recorrentes em áreas de conflito. O corpo das mulheres é, muitas vezes, utilizado como arma de guerra, ou seja, alvo de estupros e outros tipos de violência.</p>
<p style="text-align: justify;">O Encontro Continental de Mulheres e Povos das Américas contra a Militarização será dividido em três momentos. O primeiro, que acontece entre os dias 16 e 20 de agosto, consistirá em uma Missão Humanitária formada por 100 delegados(as) internacionais que observarão os impactos da militarização em diversas regiões da Colômbia.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo momento será no dia 21, quando mais de 500 organizações nacionais e internacionais participam do Fórum Internacional de Debates. Para finalizar o evento, no dia 23, mais de 10 mil pessoas ligadas à organizações sociais e comunidades que se opõem à militarização fazem uma Vigília pela Vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Adital</p>
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		<title>Mulheres têm maior carga de trabalho na América Latina e no Caribe</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 16:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo divulgado na última terça-feira (13) pela Comissão Econômica para América Latina (Cepal), denominado "Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade?", mostra que as mulheres ainda têm uma carga de trabalho maior que os homens na América Latina e no Caribe, embora ganhem salários menores. Conforme antecipou o GLOBO na coluna "Negócios&#038;Cia", no Brasil, as mulheres dedicam 56,6 horas semanais ao trabalho total, incluindo os afazeres domésticos, que tomam 21,8 horas por semana das trabalhadoras.
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-5252 aligncenter" title="genero 2" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/07/genero-2-265x300.jpg" alt="" width="265" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Estudo divulgado na última terça-feira (13) pela Comissão Econômica para América Latina (Cepal), denominado &#8220;Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade?&#8221;, mostra que as mulheres ainda têm uma carga de trabalho maior que os homens na América Latina e no Caribe, embora ganhem salários menores. Conforme antecipou o GLOBO na coluna &#8220;Negócios&amp;Cia&#8221;, no Brasil, as mulheres dedicam 56,6 horas semanais ao trabalho total, incluindo os afazeres domésticos, que tomam 21,8 horas por semana das trabalhadoras.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, os homens cumprem carga semanal de 52 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no México, as mulheres dedicam 76,3 horas contra 58,4 horas dos homens.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento destaca que as mulheres com maior nível educacional (de 13 anos ou mais) ganham o correspondente a 69% da renda masculina. O percentual não é muito maior para aquelas que têm menos tempo de educação formal &#8211; elas ganham o equivalente a 68% da renda masculina.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, as mulheres superam os homens em taxas de desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso delas, o índice chega a 8,3%, contra 5,7% para os homens.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais conheça o site: <a href="http://www.feminismo.org.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1732:mulher-trabalha-mais-que-homem&amp;catid=84:trabalho-e-renda&amp;Itemid=103" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Universidade Livre Feminista</span></span></a></p>
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