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	<title>InfoJovem &#187; pesquisa</title>
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		<title>Jovens estão menos vulneráveis à violência, revela estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 19:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: Google)" /></p>O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Vi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: Google)" /></p><div id="attachment_14350" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-14350" alt="(Foto: Google)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">(Foto: focoemgeracoes.com.br)</p></div>
<p>O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Violência), apurado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou uma melhora nas taxas de violência sofrida por jovens de cidades de mais de 100 mil habitantes. Nesta edição, é feita uma comparação entre os anos de 2007 e 2010, para as 283 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes em 2010.</p>
<p>Foram considerados jovens de 12 a 29 anos de idade. O estudo trabalhou com os seguintes dados: homicídios e mortalidade no trânsito; pobreza, desigualdade socioeconômica; frequência dos jovens nas escolas; e o acesso ao mercado de trabalho.</p>
<p>“Consideramos que, nacionalmente, houve uma importante melhora do IVJ-Violência, possivelmente como resultado das políticas de maior proteção e inserção social dos jovens”, avalia Samira Bueno, secretária-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e responsável técnica pelo IVJ-Violência.</p>
<p>A cidade de Macaé, no Rio de Janeiro, foi a que mais reduziu sua vulnerabilidade à violência juvenil. Em 2007, a cidade era a sétima mais vulnerável e agora, ocupa a 185° colocação.</p>
<p>Apenas 13 cidades pioraram</p>
<p>A maior parte das cidades avaliadas reduziu sua vulnerabilidade à violência entre 2007 e 2010. Entre os 283 municípios avaliados, somente 13 se tornaram mais vulneráveis. São eles: Águas Lindas, Araucária, Porto Seguro, Bento Gonçalve, Paulo Afonso, Alvorada, Itapipoca, Parintins, Guarapuava, Abaetetuba, Nossa Senhora do Socorro, Araras e Pinhais.</p>
<p>A situação mais alarmante apontada pelo estudo foi a vivenciada pela cidade de Águas Lindas, em de Goiás (GO). O IVJ-Violência de Águas Lindas saltou de 0,237 para 0,363, perdendo 224 posições no ranking e se classificando como 38° cidade mais vulnerável à violência juvenil do Brasil.</p>
<p>Como entender os  números do estudo</p>
<p>O IVJ-Violência é medido em uma escala que varia de 0 (melhor resultado possível) a 1 (pior resultado possível) e classifica em primeiro lugar as cidades mais vulneráveis à violência. Funciona, portanto, como um “ranking inverso”, no qual a pontuação mais elevada representa maior vulnerabilidade do município. Ele foi desenvolvido a partir do Índice de Vulnerabilidade Juvenil, da Fundação Seade, de São Paulo, e incorpora em sua dimensão que mede homicídios e acidentes de trânsito a metodologia do Índice de Homicídios de Adolescentes, criada pelo Laboratório de Análise da Violência da UERJ.</p>
<p>Leia mais ou baixe o estudo completo no <a href="http://www2.forumseguranca.org.br/content/fbsp-lanç-o-ivj-violência" target="_blank">portal do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</a></p>
<p><em>Com informações do <a href="http://www2.forumseguranca.org.br/content/fbsp-lanç-o-ivj-violência" target="_blank">Fórum Brasileiro de Segurança Pública</a> e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/03/os-empregadores-mais-atraentes-segundo-jovens-profissionais/" target="_blank">Foco em Gerações</a></em></p>
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		<title>IBGE: acesso de jovens pretos e pardos à universidade triplicou em dez anos</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2012/11/28/indicadores-sociais-2012-ibge/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 19:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="275" height="183" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/estudante-afro.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Fonte: ensaiosdegenero.wordpress.com)" /></p>&#160; &#160; A Síntese de Indicadores Sociais (SIS 201 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="275" height="183" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/estudante-afro.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Fonte: ensaiosdegenero.wordpress.com)" /></p><p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_14155" style="width: 285px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/11/28/indicadores-sociais-2012-ibge/estudante-afro/" rel="attachment wp-att-14155"><img class="size-full wp-image-14155" title="estudante afro" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/estudante-afro.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><p class="wp-caption-text">(Fonte: ensaiosdegenero.wordpress.com)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Síntese de Indicadores Sociais (SIS 2012) apontou melhoria na educação, na década 2001-2011. O levantamento do IBGE revelou questões importantes da educação brasileira.</p>
<p>O investimento nas universidades públicas, programas de transferência de renda e o PROUNI foram algumas das políticas que contribuiram com o crescimento significativo do acesso ao ensino superior.</p>
<p>O ponto que mais precisa melhorar é o acesso ao ensino médio. Os dados apresentados pelo IBGE revelam que é preciso investir no acesso e permanência dos jovens na escola após a educação fundamental.</p>
<p><strong>Ensino médio</strong></p>
<p>Os adolescentes de 15 a 17 anos apresentaram uma taxa de escolarização de 83,7%, percentual alto e um pouco maior se comparado a 2001 (81%). Porém, em 2011, apenas 51,6% desses jovens estavam na série adequada, resultado mais favorável ao alcançado em 2001, onde somente 36,9% nesta faixa etária estavam no ensino médio, o que revela ainda uma alta defasagem idade-série.</p>
<p>O avanço na taxa de frequência desses jovens ao ensino médio foi ainda mais significativo para aqueles que pertencem às famílias com menores rendimentos (de 13,0%, em 2001, para 36,8%, em 2011) e entre os pretos e pardos (de 24,4% para 45,3%).</p>
<p><strong>Ensino superior</strong></p>
<p>A proporção de jovens estudantes (18 a 24 anos) que cursavam o nível superior cresceu de 27,0% para 51,3%, entre 2001-2011, sendo que, entre os estudantes pretos ou pardos nessa faixa etária, a proporção cresceu de 10,2% para 35,8%.</p>
<p>A proporção de jovens estudantes de 18 a 24 anos que cursavam o nível superior cresceu de 27,0%, em 2001, para 51,3%, em 2011. Jovens estudantes pretos e pardos aumentaram a frequência no ensino superior (de 10,2%, em 2001, para 35,8%, em 2011). Apesar dos avanços, esse percentual ainda é muito aquém da proporção apresentada pelos jovens brancos (de 39,6%, em 2001, para 65,7% em 2011)..</p>
<p>?</p>
<p>?</p>
<p>Mais sobre o SIS</p>
<p>Esses são alguns dos destaques do estudo Síntese de Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira 2012, que tem como fonte principal de informações a PNAD 2011, outras pesquisas do IBGE, e que traz avanços na utilização e análise de registros administrativos de órgãos federais.</p>
<p>O SIS tem ainda informações sobre trabalho, moradia, saúde e outras coisas. Acesse todas as informações do estudo no <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/sinteseindicsociais2012/default.shtm" target="_blank">site do IBGE</a>.</p>
<p><em>com informações do IBGE</em></p>
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		<title>Pesquisa revela que sociedade conhece as consequências do racismo</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2012/11/09/pesquisa-juventude-negra-violencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2012 19:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="189" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)" /></p>Os levantamentos do sistema de saúde revelam que, no Br [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="189" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)" /></p><div id="attachment_14000" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/11/09/pesquisa-juventude-negra-violencia/jovem-negro-sofredor/" rel="attachment wp-att-14000"><img class="size-medium wp-image-14000" title="Jovem negro sofredor" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" alt="" width="300" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)</p></div>
<p>Os levantamentos do sistema de saúde revelam que, no Brasil, os jovens negros são as principais vítimas de violências. Entretanto, a violência contra a juventude negra é pautada pela mídia na sociedade apenas por eventos transversais &#8211; como o tráfico de drogas por exemplo.</p>
<p>É exatamente por conta da defasagem de diálogo social que a pesquisa de opinião pública sobre violência contra jovens no Brasil merece tanto destaque. A Secretaria de Políticas e Promoção de Igualdade Racial (SEPPIR) e o Senado Federal divulgaram na última quarta-feira, dia 7/11 os resultados da pesquisa que integra a campanha Igualdade Racial é Pra Valer.</p>
<p>“Em 2009, foram registradas cerca de 19 mil mortes de jovens negros em contraposição a 9 mil mortes de jovens brancos. Os números se revelam por si só, mas o que incomodava era o silêncio da sociedade diante desse quadro”, afirmou a ministra Luiza Bairros durante o lançamento.</p>
<p>Segundo a Ministra. a pesquisa busca investigar o que é que a sociedade pensa sobre o assunto; até que ponto a sociedade se sente incomodada com a morte de tantos jovens e de tantos jovens negros.</p>
<p>“Um pouco mais da metade dos entrevistados concordou que a morte de um jovem negro choca menos que a de um jovem branco. São indicativos de que devemos ampliar as nossas ações para que esse tipo de clivagem deixe de existir e as mortes de jovens negros não sejam naturalizadas”, concluiu Luiza Bairros.</p>
<p>O presidente do Senado, José Sarney, também destacou a relevância do estudo para a formulação de políticas públicas e atuação do poder público, assim como para a percepção que a sociedade brasileira tem do problema do racismo e suas consequências.</p>
<p><strong>Objetivos da pesquisa</strong></p>
<ul>
<li>Dimensionar o problema da violência contra a juventude no país, notadamente a juventude negra, na percepção dos entrevistados;</li>
<li>Dimensionar os prejuízos para o futuro e o desenvolvimento do Brasil, a partir da verificação da percepção dos impactos negativos dessa situação no conjunto da sociedade; e</li>
<li>Verificar as principais causas identificadas pela população como responsáveis pelos altos índices de mortalidade entre a juventude no país, notadamente a juventude negra.</li>
</ul>
<p>Do total de pessoas que respondeu o questionário, 57% também se manifestaram com resposta positiva diante da frase “homicídio é a principal causa de morte dos jovens negros”. Percentual semelhante (56,0%) foi registrado para os que concordaram com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte violenta de um jovem branco”.</p>
<p><strong>Caminhos da mudança</strong></p>
<p>Na opinião de 36,4% dos entrevistados, a principal ação para combater o racismo deve ser a melhoria do ensino nas escolas. A mudança das leis foi assinalada por 22,7%, enquanto 20,8% consideraram suficiente a garantia do cumprimento das leis existentes. Acrescente-se que 15,7% apontaram as campanhas de conscientização e 2,4% consideraram as ações afirmativas como a principal medida que o governo deve tomar para combater o racismo.</p>
<p>Perguntados sobre as causas, 63,0% atribuíram a violência a aspectos sociais, enquanto 34,8% disseram ser fatores comumente associados ao comportamento juvenil de risco. Quando inquiridos especificamente sobre a principal causa de mortes entre os jovens, a maioria associou ao uso de drogas (56,2%), acidentes de trânsito (22,4%) e a assassinatos (19,8%).</p>
<p>A pesquisa do DataSenado entrevistou 1.234 pessoas de 123 municípios do país, incluindo todas as capitais, no período entre 1º e 11 de outubro deste ano.</p>
<p><em>com informações da</em> <a href="http://www.seppir.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2012/11/pesquisa-de-opiniao-publica-leva-sociedade-a-refletir-sobre-relacoes-entre-racismo-e-violencia-contra-jovens-no-brasil" target="_blank">SEPPIR</a></p>
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		<title>Concurso estimula pesquisas sobre América Latina</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2012/02/09/concurso-alas-flacso-america/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 17:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="224" height="267" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/bannerconcursostesesvert.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="concurso de teses" /></p>A Asociación Latinoamericana de Sociología (ALAS) e a F [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="224" height="267" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/bannerconcursostesesvert.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="concurso de teses" /></p><div id="attachment_12998" style="width: 234px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/02/09/concurso-alas-flacso-america/bannerconcursostesesvert/" rel="attachment wp-att-12998"><img class="size-full wp-image-12998" title="bannerconcursostesesvert" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/bannerconcursostesesvert.jpg" alt="concurso de teses" width="224" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Flacso</p></div>
<p>A Asociación Latinoamericana de Sociología (ALAS) e a Faculdade Latino-americana de Ciêncis Sociais (Flacso Brasil) lançam o I Concurso Internacional de Teses de Doutorado e Mestrados sobre O Brasil e a América Latina. O período de inscrição vai de 1º de setembro de 2011 até 15 de fevereiro de 2012.</p>
<p>O objetivo do concurso é estimular a produção acadêmica sobre o Brasil na América Latina e sobre a América Latina no Brasil. Serão admitidos trabalhados  nos campos das Ciências Sociais e Humanas.</p>
<p>Serão premiadas duas teses sobre o Brasil produzidas por pesquisadores de quaisquer países da América Latina ou Caribe, exceto o país estudado, e duas teses sobre a América Latina produzida por pesquisadores brasileiros.</p>
<p>Seleção e Premiação</p>
<p>Serão premiadas as quatro teses de doutorado ou mestrado selecionadas por um Júri Internacional. Os ganhadores terão suas teses publicadas em formato livro pelo CLACSO, ALAS e FLACSO Brasil, em parceria com uma editora de projeção regional. Receberão também uma viagem a qualquer país da América Latina ou do Caribe ou para o Brasil (premiados estrangeiros) com o objetivo de apresentarem seus trabalhos.</p>
<p>Confira os<a href="http://www.flacso.org.br/concurso_tesis/Bases_PORT.pdf" target="_blank"> Termos e as Condições do concurso</a>.</p>
<p>Leia todas as informações ou inscreva-se através do <a href="http://www.flacso.org.br/concurso_tesis/" target="_blank">site da premiação</a>.</p>
<p>com informações da <a href="http://www.flacso.org.br" target="_blank">Flacso Brasil</a></p>
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		<title>ONU divulga relatório sobre expectativas profissionais dos jovens</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 20:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Call-center-Reprodução-TV-Globo.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="tele atendimento" /></p>O poder de comunicação das redes sociais é novo, mas el [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Call-center-Reprodução-TV-Globo.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="tele atendimento" /></p><div id="attachment_12977" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/02/06/onu-relatorio-jovens-trabalh/call-center-reproducao-tv-globo/" rel="attachment wp-att-12977"><img class="size-full wp-image-12977" title="Call center" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Call-center-Reprodução-TV-Globo.jpg" alt="tele atendimento" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Reprodução: TV Globo</p></div>
<p>O poder de comunicação das redes sociais é novo, mas elas revelaram uma preocupação antiga. A ONU divulgou hoje, dia 6 de fevereiro, o Relatório Mundial da Juventude &#8220;<a href="http://www.unworldyouthreport.org" target="_blank">Emprego de Jovens: Perspectivas da Juventude na Busca de Trabalho Decente em Tempos de Mudança</a>&#8220;, que pela primeira vez utilizou plataformas digitais e mídias sociais na pesquisa, que os jovens consideram a falta de oportunidades de trabalho como um dos principais desafios da atualidade.</p>
<p>Jovens e representantes de organizações de jovens compartilharam suas opiniões, experiências e recomendações sobre a preparação para ingressar, ter o acesso e como permanecer no mercado de trabalho. No total, foram recebidas aproximadamente 1,1 mil contribuições (incluindo fotos e vídeos) durante as quatro semanas de pesquisa do relatório.</p>
<p><strong>Educação e novas oportunidades</p>
<p></strong>No relatório, os jovens demonstraram preocupação com a qualidade e a relevância de sua educação. Outros assuntos de interesse incluem a vulnerabilidade do trabalho, a migração laboral, o atraso no casamento, bem como idade, sexo e discriminação racial.</p>
<p>As oportunidades oferecidas pelos empregos verdes, novas tecnologias e empreendedorismo contribuem para proporcionar esperança para os jovens, que também salientam a necessidade de ser pró-ativo e manter uma visão positiva para encontrar empregos decentes.</p>
<p><strong>Impactos da Crise econômica</strong></p>
<p>Na seqüência da crise econômica, a taxa de desemprego global de juventude atingiu seu recorde histórico em 2009, quando cerca de 75,8 milhões de jovens ficaram desempregados. Nas desacelerações econômicas, jovens são muitas vezes os últimos contratados e os primeiros demitidos. Em 2010, a taxa de desemprego global de jovens era 12,6%, muito maior do que a taxa de desemprego mundial adulto de 4,8%.</p>
<p>Hoje, cerca de 152 milhões de trabalhadores jovens são de famílias que estão abaixo da linha da pobreza (vivem com menos de 1,25 dólar por dia), compreendendo 24% dos trabalhadores pobres do mundo.</p>
<p><strong>Saiba mais!</strong></p>
<p>Infelizmente, até agora, a ONU só divulgou o relatório em inglês. Você também pode interagir e partilhar ideias pelo site do estudo: <a href="http://www.unworldyouthreport.org/" target="_blank">http://www.unworldyouthreport.org</a>/</p>
<p><em>com informações da <a href="http://www.onu.org.br/" target="_blank">ONU</a></em></p>
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		<title>Games violentos alteram funções do cérebro de jovens</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/12/01/games-violentos-cerebro/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 23:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo livre]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Funções cognitivas e emocionais são influenciadas por j [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12545" style="width: 246px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2011/12/01/games-violentos-cerebro/jovens-games/" rel="attachment wp-att-12545"><img class="size-full wp-image-12545" title="jovens games" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/12/jovens-games.jpg" alt="Jovens e games" width="236" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens e games</p></div>
<p>Funções cognitivas e emocionais são influenciadas por jogos do gênero.<br />
Alterações foram detectadas depois de uma semana de experiência.</p>
<p>Os videogames violentos alteram as funções cognitivas e emocionais do cérebro de jovens em apenas uma semana, segundo dados apresentados nesta quarta-feira (30) pela Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA, na sigla em inglês).</p>
<p>&#8220;Pela primeira vez percebemos que uma amostra aleatória de jovens adultos evidencia menos ativação em certas regiões frontais do cérebro depois de uma semana jogando em casa&#8221;, disse o professor Yang Wang, pesquisador da Universidade de Indiana.</p>
<p>O estudo, que utilizou os dados procedentes de ressonâncias magnéticas, submeteu à análise 22 homens entre 18 e 29 anos, que foram separados em dois grupos iguais.</p>
<p>Um grupo jogou videogames de tiro em primeira pessoa durante 10 horas ao longo de uma semana para na seguinte não jogar, enquanto o outro grupo se manteve isento desta rotina durante esses 14 dias.</p>
<p>Para obter dados comparativos, os indivíduos que jogaram durante a primeira semana foram submetidos a uma ressonância magnética enquanto realizavam várias tarefas.</p>
<p>Este grupo mostrou uma menor ativação do lóbulo frontal inferior ao realizar as provas emocionais com palavras de ações violentas e não-violentas, e também uma redução da atividade no córtex na hora de desempenhar tarefas numéricas. Na semana seguinte, livre dos games, essas mudanças cerebrais diminuíram.</p>
<p>Segundo o professor Wang, os resultados demonstram que os jogos violentos têm um efeito a longo prazo nas funções cerebrais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/games-violentos-alteram-funcoes-do-cerebro-de-jovens-diz-estudo.html" target="_blank">EFE </a></p>
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		<title>Pesquisa revela que jovens estão prontos para usar o pagamento via celular</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/11/10/pesquisa-jovens-pagamento-celular/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 02:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[mastercard]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo estudo da MasterCard Worldwide mostra que celulares são mais valorizados por este público e muitos deles querem substituir a carteira pelo aparelho móvel.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12426" style="width: 299px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2011/11/10/pesquisa-jovens-pagamento-celular/mastercard/" rel="attachment wp-att-12426"><img class="size-full wp-image-12426" title="Mastercard" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/11/mastercard.jpg" alt="" width="289" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">Mastercard</p></div>
<p>Novo estudo da MasterCard Worldwide mostra que celulares são mais valorizados por este público e muitos deles querem substituir a carteira pelo aparelho móvel.</p>
<p>São Paulo &#8211; Cada vez mais, a tecnologia faz parte da vida das pessoas. Hoje já possível controlar remotamente os eletrodomésticos ou manobrar o carro automaticamente. Dentro dessa evolução, o celular é considerado o acessório tecnológico mais importante, principalmente entre os mais jovens.</p>
<p>Segundo recente pesquisa* realizada nos Estados Unidos pela MasterCard Worldwide, os consumidores já estão preparados para a próxima etapa, quando seus smartphones serão carteiras móveis. Ainda de acordo com o estudo, organizado pela Kelton Research, 62% dos americanos que usam telefones celulares estariam abertos a usar seus dispositivos para fazer compras em qualquer lugar.</p>
<p>“Os consumidores já estão vivendo um estilo de vida móvel, e usar o celular para fazer pagamentos todos os dias é o próximo passo”, diz Mung-Ki Woo, executivo do grupo móvel da MasterCard Worldwide. “O ano de 2011 é o começo da era de pagamentos móveis NFC, e os consumidores já querem usar os primeiros sistemas comerciais nos Estados Unidos&#8221;.</p>
<p>A demanda para pagamentos móveis será impulsionada pela gerações mais jovens</p>
<p>Classificados como a geração móvel atenta às tendências digitais, as pessoas na faixa de 18 a 34 anos de idade estão prontas para levar suas transações para o próximo nível:</p>
<p>De acordo com o estudo, 63% das pessoas nessa faixa etária ficariam a vontade usando telefones celulares para fazer compras, comparados a pessoas de 35 anos ou mais (37%).</p>
<p>Os consumidores entre 18 e 34 anos (65%) se sentiriam mais desamparados sem o telefone do que sem suas carteiras, contra 34% dos participantes com 35 anos ou mais.</p>
<p>Em outra pesquisa, realizada em 2010 pela MasterCard Advisors, os participantes com menos de 30 anos mostraram que essa demanda tem aumentado nos últimos anos. Esse grupo está cada vez mais interessado em pagamentos e transações móveis: Entre 2009 e 2010, os entrevistados revelaram que o número de compras realizadas a partir de telefones celulares aumentou 67% (de 15% em 2009 para 25% em 2010).</p>
<p>No mesmo período, esse público também aumentou seu acesso diário via celular aos serviços on-line do seu banco em 79% (14% e 2009; 25% em 2010).</p>
<p>A percepção é importante -A vontade crescente de usar o celular para fazer pagamentos fortalece o papel deste tipo de telefone e reflete o desejo do consumidor de deixar a tradicional carteira em casa. De acordo com o novo estudo, os consumidores valorizam os celulares não apenas por suas funções, mas pelo que representam. Mais da metade (54%) dos participantes disseram que o celular diz mais sobre sua personalidade do que a carteira.</p>
<p>“Quando os cartões de crédito e débito chegaram ao mercado, os consumidores gostaram dos avanços em relação à velocidade, praticidade e segurança das transações”, diz Woo. “Agora, com as carteiras móveis prestes a revolucionar essa experiência mais uma vez, o consumidor se beneficia mais na medida em que os telefones assumem outras funções e agregam valor a suas vidas&#8221;.</p>
<p>Avaliação dos pagamentos móveis – Diferenças entre gêneros -Com a carteira móvel ganhando maior aceitação, os homens e a mulheres devem perceber e usar a tecnologia de maneiras diferentes. Para o homem, o celular é uma necessidade funcional, mas para a mulher, seu dispositivo móvel é mais pessoal. Segundo a pesquisa, os homens estão mais dispostos a usar o celular para pagamentos, e veem essas transações de uma forma positiva: . Os homens estariam mais a vontade que as mulheres (51% versus 40%) usando o celular para fazer compras.</p>
<p>.Os homens seriam mais surpresos que as mulheres (49% versus 45%) por alguém pagar suas contas com um aplicativo móvel em vez de usar o cartão de crédito.</p>
<p>Enquanto as mulheres são ligeiramente mais conservadoras sobre suas decisões de compra com o celular, elas dão muito valor ao conteúdo armazenado em seus telefones: .As mulheres se sentem mais desamparadas que os homens (50% versus 36%) sem seu dispositivo móvel do que sem sua carteira.</p>
<p>.As mulheres, (45% versus 34% dos homens) optariam pela implantação cirúrgica dos seus celulares em vez das carteiras, para não esquecer o dispositivo ao sair de casa.</p>
<p>A confiança e a privacidade são imprescindíveis para o conforto do consumidor -Apesar dos consumidores confiarem em dispositivos móveis e a aceitarem os pagamentos móveis, a pesquisa revelou que a segurança em geral é um fator muito significativo na decisão de fazer pagamentos via celular. Quase dois em cada três participantes (62%) disseram que precisam confirmar que suas informações pessoais estão seguras para se sentirem confortáveis ao fazer uma transação. Eles ressaltam que a confiança e a privacidade são os principais fatores na mudança de hábitos de pagamento.</p>
<p>Metodologia -A MasterCard Mobile Survey foi realizada pela Kelton Research entre os dias 15 e 22 de abril, 2011, por e-mail e por meio de uma pesquisa on-line. O estudo adota uma série de cotas para garantir uma representatividade confiável e precisa da população norte-americana acima dos 18 anos.</p>
<p>Brasil -O Brasil tem grande potencial para desenvolver um mercado de pagamentos móveis. Somente de janeiro a setembro deste ano, o país registrou mais de 24,4 milhões de novas habilitações de telefones celulares, um aumento de cerca de 12% em relação ao mesmo período do ano passado, o maior crescimento dos últimos onze anos, segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). O total de linhas habilitadas no pais já atingiu a marca de 227 milhões, ultrapassando o número da população brasileira, que é 190 milhões de habitantes(Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &#8211; IBGE).</p>
<p>Além disso, o hábito de utilizar pagamentos eletrônicos é mais forte entre os jovens. De acordo com uma recente pesquisa da Abecs, entidade que reúne empresas do segmento de cartões de crédito, cerca de 79% dos entrevistados com idade entre 25 e 34 anos não sai de casa sem o plástico na carteira.</p>
<p>Para entender o impacto de um novo conceito de pagamento móvel a partir do carregamento pré-pago no Brasil, a MasterCard realizou em 2008 uma pesquisa com 608 pessoas da cidade de São Paulo, de 16 a 60 anos, entre bancarizados e não bancarizados. Cerca de 93% dos entrevistados gostaram de todos os aspectos do sistema. Do total, 87% deles acreditaram que se trata de uma iniciativa segura e 76% dos participante disseram que é uma plataforma fácil de usar.</p>
<p>A <a title="Mastercard" href="www.mastercard.com" target="_blank">MasterCard</a> (NYSE: MA) é uma empresa global de pagamentos e tecnologia que administra a mais rápida rede de processamento de pagamentos do mundo, conectando consumidores, instituições financeiras, comerciantes, governos e empresas em mais de 210 países e territórios. Os produtos e soluções da MasterCard permitem que as atividades cotidianas – como fazer compras, viajar, administrar um negócio ou organizar suas finanças – sejam feitas de maneira mais fácil, segura e eficiente para todos.</p>
<p>Fonte: <a title="Revista Fator" href="http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=180188" target="_blank">Revista Fator</a></p>
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		<title>Prêmio Jovem Cientista este ano será sobre cidades sustentáveis</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 15:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A 25ª edição do Prêmio Jovem Cientista foi lançada nesta segunda-feira na Universidade de Brasília (UnB). Este ano o tema são as cidades sustentáveis. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 25ª edição do Prêmio Jovem Cientista foi lançada nesta segunda-feira na Universidade de Brasília (UnB). Este ano o tema são as cidades sustentáveis. Podem se inscrever estudantes dos ensinos médio e superior e graduados das mais diversas áreas do conhecimento.</p>
<p>O prêmio ajuda a dar visibilidade à produção científica no Brasil.O diretor do serviço de prêmios do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Guilherme Sales, disse que uma das grandes preocupações do conselho é assegurar a permanência dos pesquisadores no País, uma vez que a maioria acaba indo para o exterior em  busca de mais recursos e oportunidades para desenvolver seus trabalhos.</p>
<p>O reitor da UnB, José Geraldo de Souza, disse que este ano o prêmio abrirá muito mais oportunidades aos pesquisadores, tal a amplitude do tema, que envolve urbanização, meio ambiente, gestão das águas urbanas, agricultura e sustentabilidade, entre outros.</p>
<p>A doutora em Arquitetura Marta Adriana Bustos Romero ressaltou a relevância do tema, que envolve questões urgentes para a sociedade brasileira.</p>
<p>“A importância do prêmio se dá a partir do momento em que buscamos melhores condições de vida, que foram perdidas ou prejudicadas pelo processo do crescimento desordenado das cidades”.</p>
<p>Quem quiser inscrever trabalhos ou buscar informações, deve acessar <a href="http://www.jovemcientista.org.br/">a página do Prêmio Jovem Cientista na internet.</a></p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Carreira docente não é preferência entre jovens pernambucanos</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 17:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Participação]]></category>
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		<description><![CDATA[A Camargo Corrêa Cimentos disponibilizou 18 vagas em seu Programa Jovens Profissionais 2010 para estudantes da área de engenharia (mecânica, civil, química, elétrica, eletrônica e de minas), formados entre dezembro de 2008 e julho deste ano. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-7650 aligncenter" title="Docência" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/Docência.jpg" alt="" width="225" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">No Dia do Professor, comemorado nesta sexta-feirta (15), uma realidade preocupante reflete a situação que a profissão enfrenta no País: a pouca procura entre os jovens pela carreira docente. Pesquisa recente do Nova Escola, realizada entre alunos de escolas públicas e particulares do Brasil, mostrou que somente 2% dos jovens brasileiros querem ser professores.</p>
<p style="text-align: justify;">O cenário em Pernambuco não é diferente. Dos 37.510 candidatos inscritos no Vestibular 2011 da Universidade de Pernambuco (UPE), apenas 1.822 optaram pelo curso de pedagogia (somando os câmpus de Nazaré da Mata, Garanhuns e Petrolina), enquanto 6.232 escolheram o curso de medicina (Recife e Garanhuns).</p>
<p style="text-align: justify;">Leia reportagem especial Educação é básico <span style="color: #ff6600;"><a href="http://jc.uol.com.br/canal/educacao/noticia/2010/10/14/carreira-docente-nao-e-preferencia-entre-jovens-pernambucanos-239971.php" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">aqui </span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: JC Online</p>
]]></content:encoded>
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		<title>População do ES está mais jovem, aponta IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 18:53:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[A população do Espírito Santo está ficando mais jovem, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta quarta-feira (8), o órgão divulgou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2009. O estudo mostra que o percentual de moradores com mais de 40 anos caiu de 2008 a 2009.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6489" style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6489 " title="ibge" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/ibge.jpg" alt="" width="254" height="198" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Logomarca do IBGE</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">A população do Espírito Santo está ficando mais jovem, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta quarta-feira (8), o órgão divulgou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2009. O estudo mostra que o percentual de moradores com mais de 40 anos caiu de 2008 a 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Na faixa etária dos 40 aos 59 anos, o percentual caiu de 24,3% para 24%. Já as pessoas com idade entre 60 anos ou mais passaram de 11% para 10,8%. Ainda assim, juntos, eles continuam representando a maior parte da população do Estado. São pouco mais de 1,2 milhão de pessoas do total populacional de 3,4 milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, o número de pessoas com idades entre 25 a 39 anos cresceu 1.6 ponto percentual, passando de 22,7% em 2008 para 24,3% no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a participação das pessoas com 25 anos ou mais de idade no total da população vem aumentando ano a ano entre 2004 (53,7%) e 2009 (58,4%), enquanto a das pessoas na faixa até 24 anos de idade vem diminuindo e caiu 46,3% para 41,6% no mesmo período. Na comparação entre 2008 e 2009, houve redução de 642 mil pessoas na população até 24 anos de idade, enquanto a faixa etária de 25 a 59 anos aumentou em 1,8 milhão de pessoas. A taxa de fecundidade foi de 1,9 filhos por mulher em 2008 e 2009, contra 2,1 em 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">Na população de 60 anos ou mais o crescimento foi de 697 mil pessoas entre 2008 e 2009, o que representou um aumento de 3,3%, contra uma elevação de 1% no total da população residente do país. Em 2009, 11,3% dos brasileiros tinham 60 anos ou mais de idade, frente a 11,1% em 2008 e 9,7% em 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">A região Norte seguiu com as maiores concentrações relativas nos grupos etários mais jovens, sobretudo de pessoas de 5 a 14 anos de idade, 21,4% em 2009. Já as regiões Sul e Sudeste apresentaram os maiores percentuais na faixa de 40 a 59 anos (25,6% e 26,2%) e na faixa de 60 anos ou mais (12,7% e 12,3%).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></p>
]]></content:encoded>
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