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	<title>InfoJovem &#187; saúde sexual</title>
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		<title>Jovens devem tomar vacina contra hepatite B</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 21:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos e Deveres]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/vacina1-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="vacinação, vacina adulto" /></p>Ministério ampliou para 29 anos a idade da população a  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/vacina1-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="vacinação, vacina adulto" /></p><p><strong>Ministério ampliou para 29 anos a idade da população a ser imunizada</strong></p>
<p><a href="http://infojovem.org.br/2012/01/03/29-anos-hepatite-b/vacina1/" rel="attachment wp-att-12686"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-12686" title="vacina1" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/vacina1-150x150.jpg" alt="vacinação, vacina adulto" width="150" height="150" /></a><br />
Os jovens devem alterar as suas carteiras de vacinação. A partir de 2012, o Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas até 29 anos sejam vacinadas contra hepatite B. Com a medida, o órgão ampliou em cinco anos a faixa etária da população alvo da campanha contra a doença.</p>
<p>A imunização contra hepatite B – gratuita nos postos de saúde conveniados aos SUS &#8211; só é eficaz quando as três doses são administradas &#8211; com intervalos de um mês após a primeira dose e de seis meses após a segunda dose.</p>
<p><strong>Triplice Viral e Dupla Adulto</p>
<p></strong>Segundo o Ministério da Saúde, a partir dos 20 anos de idade, outras três vacinas também devem ser tomadas: a Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), dose única, e Dupla Adulto (difteria e tétano), e deve ser refeita a cada 10 anos, e Febre Amarela.</p>
<p>Os jovens, assim como os adultos, devem ficar atentos as campanhas nacionais de vacinação, prática comum há mais de três décadas. Em 2011, por exemplo, foram realizadas três campanhas: contra a influenza ou gripe sazonal, contra a poliomielite e contra o sarampo.</p>
<p><em>Com informações da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Distribuição de camisinhas pelo governo federal caiu 30% em 2010</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/06/10/distribuicao-de-camisinhas-pelo-governo-federal-caiu-30-em-2010/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 14:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Camisinha]]></category>
		<category><![CDATA[DST e AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[saúde sexual]]></category>

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		<description><![CDATA[Preocupados com o controle da aids, médicos e ativistas questionam estratégia do Ministério da Saúde, que identificou queda de demanda em pesquisa; a pasta afirma que houve realinhamento das capacidades de estoque dos Estados e municípios]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que havia anunciado, o governo federal reduziu a  distribuição de camisinhas no País. Em 2010, o total enviado a Estados e  municípios foi 30% menor que em 2009. O uso do preservativo é  considerado essencial para evitar a infecção pelo HIV, o vírus causador  da aids.</p>
<p>A mudança ocorreu menos de um ano depois de uma pesquisa encomendada  pelo Ministério da Saúde identificar a queda do uso do preservativo e de  a pasta avaliar que a melhor estratégia para combater o problema seria  facilitar o acesso.</p>
<p>Em 2009, o governo distribuiu 465,2 milhões de camisinhas &#8211; número  recorde. No ano seguinte, com queda de 30%, foram distribuídos 327  milhões de preservativos, total inferior inclusive a 2008 (406,5  milhões).</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-10961" href="http://infojovem.org.br/2011/06/10/distribuicao-de-camisinhas-pelo-governo-federal-caiu-30-em-2010/ger100620111/"><img class="aligncenter size-full wp-image-10961" title="GER100620111" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/06/GER100620111.jpg" alt="" width="350" height="664" /></a></p>
<p>&#8220;Diante de um cenário de queda de uso de camisinhas, o esperado seria  um reforço na distribuição. Algo que, por alguma razão, não se  identifica nos balanços realizados&#8221;, constata o pesquisador do  Departamento de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP),  Alexandre Grangeiro.</p>
<p>Em alguns Estados, a mudança foi expressiva. Santa Catarina e  Paraíba, por exemplo, receberam do governo federal, no ano passado,  quase a metade do que haviam recebido em 2009. Piauí, por sua vez,  recebeu pouco mais de um terço, e Sergipe, um quarto.</p>
<p>&#8220;O governo federal está sendo corresponsável pelas novas infecções de  aids que ocorrem no País&#8221;, reagiu o presidente do Grupo Pela Vidda de  São Paulo, Mario Scheffer.</p>
<p>Ele observa que a redução na distribuição de camisinhas ocorre num  momento em que se exigia audácia do governo federal na busca por  estratégias mais eficazes de prevenção. &#8220;O que vemos é justamente o  contrário. Em vez de reagir, de questionar as estratégias usadas diante  da redução da demanda de camisinhas, o governo se cala.&#8221;</p>
<p>Incidência. A epidemia de aids no País se encontra estabilizada, mas  em padrões ainda considerados altos. Em 2009, foram descobertos 38.538  novos casos da doença, um número 3% maior que o de 2008. O boletim mais  recente mostra aumento da incidência entre a população de 13 a 24 anos.</p>
<p>Apesar de ser motivo de apreensão entre ativistas e especialistas no  controle da aids, a mudança na grade de distribuição é vista com  naturalidade pelo governo. &#8220;Não houve redução da demanda nem  comprometimento das ações de prevenção&#8221;, afirmou, por e-mail, o diretor  do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde,  Dirceu Greco. Em vez de queda na grade de distribuição, ele afirma ter  havido um &#8220;realinhamento&#8221; das capacidades de estoques dos Estados e  municípios.</p>
<p>De acordo com o departamento, em 2009 os Estados teriam encomendado  uma quantia excessiva do produto. Como houve sobra na maior parte das  localidades, a solução foi fazer um ajuste, encaminhando em 2010 apenas o  que seria preciso para complementar a necessidades locais.</p>
<p>Isso explicaria exceções. Como São Paulo, onde a grade de  distribuição de 2010 foi mantida, pelo fato de o Estado ter usado o  quantitativo inicialmente programado. A justificativa não esclarece o  fato de em alguns Estados a distribuição de 2010 ter sido inferior à de  2008.</p>
<p>E o departamento argumenta que os Estados também adquirem  preservativos, num sistema de contrapartida. Para ativistas, a  explicação não convence. &#8220;A contrapartida não vem de hoje. E ela surge  como reforço, não como justificativa para redução na distribuição&#8221;, diz  Scheffer.</p>
<p><strong>Estratégia.</strong> A estratégia do ministério destoa do  discurso adotado nos últimos anos. Em 2009, após a divulgação da  pesquisa apontando a redução do uso de preservativos, o governo  enfatizou a necessidade de reforçar a distribuição. Na ocasião, foi  anunciada a licitação de 1,2 bilhão de camisinhas &#8211; um quantitativo que  nunca chegou aos armazéns do País. Desse total, o governo conseguiu  comprar 750 milhões.</p>
<p>Uma dificuldade semelhante ocorreu no ano anterior. Em 2008, o  ministério havia anunciado a licitação de outros 1,2 bilhão de  preservativos, dos quais chegaram ao País 788,8 milhões. Agora, a pasta  anuncia a compra de 1,4 bilhão de camisinhas.</p>
<p>&#8220;O próprio volume de compras indica que governo esperava um aumento  da demanda. Se ele não ocorre dentro dos padrões esperados, é claro que  houve uma falha no meio do caminho&#8221;, completou Scheffer.</p>
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		<title>IJC participa de formação para realizar teste HIV pela saliva</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 03:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[unijuv2]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[infor]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde sexual]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto de Juventude Contemporânea (IJC) participou [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9655" href="http://infojovem.org.br/2011/02/16/ijc-participa-de-formacao-para-realizar-teste-hiv-pela-saliva/testehivsaliva/"></a></div>
<div><a rel="attachment wp-att-9665" href="http://infojovem.org.br/2011/02/16/ijc-participa-de-formacao-para-realizar-teste-hiv-pela-saliva/testehivsaliva-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9665" title="testeHIVsaliva" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/02/testeHIVsaliva1.jpg" alt="" width="320" height="214" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">O Instituto de Juventude Contemporânea (IJC) participou de uma formação em DST/HIV/Aids oferecido pela Junta de Andalucía, organização espanhola.  O curso preprarou educadores de ONGs para projeto piloto no Ceará que consiste na realização de testes que detectam o HIV pela saliva.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Segundo os espanhóis responsáveis pela implementação do projeto em Fortaleza, as vantagens são muitas, pois o resultado é obtido em apenas 20 minutos, o método não é invasivo, qualquer pessoa que receba a capacitação pode aplicar o teste, além de serem utilizados materiais completamente recicláveis, não sendo considerados lixo hospitalar.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">A intenção é que todas as instituições que estiverem presentes durante a formação possam realizar os testes nas próprias sedes com seus públicos alvos. O objetivo maior do projeto, financiado pelo governo espanhol, é formar uma rede para trabalhar a saúde sexual da juventude.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Segundo pesquisa realizada pela prefeitura de Fortaleza, de 2003 a 2010 foram notificados 8.768 casos de pessoas com o vírus, sendo 26,6% do sexo feminino e 73,4% do sexo masculino. Em 1988 a proporção era para cada 12 homens, uma mulher tinha o vírus, já em 2000, essa proporção passou para a cada 3 homens, tem-se uma mulher com o HIV. De acordo com a pesquisa, há uma estimativa de que atualmente em Fortaleza 9.000 pessoas vivam com o vírus sem saber. Vale lembrar que o HIV não é transmitido pela saliva, apenas pela secreção vaginal, sêmen, leite materno, da mãe para o filho na hora do parto (se não houver tratamento) e pelo sangue.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">Além do IJC, outras entidades se mostraram interessadas no projeto, dentre elas, o Movimento de Meninos e Meninas de Rua de Fortaleza (MMMRF),  a Associação dos Meninos e Meninas de Fortaleza &#8211; Casa de Andalucia, a Central Única das Favelas (CUFA) e a Barraca da Amizade.</div>
<div style="text-align: justify;"> </div>
<div style="text-align: justify;">De acordo com os planejamentos, até o final do ano, as ONGs cadastradas estarão gabaritadas para realizar os testes e encaminhar as pessoas, que realizarem o exame pela saliva, aos órgãos responsáveis pelo tratamento do HIV.</div>
<div style="text-align: justify;">FONTE: <a href="http://www.ijc.org.br/site/noticias/754">http://www.ijc.org.br/site/noticias/754</a></div>
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		<title>Ministério da Saúde utiliza internet para campanha pela prevenção das DSTs</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2009/08/20/ministerio-da-saude-utiliza-internet-para-campanha-pela-prevencao-das-dsts/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 17:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dst]]></category>
		<category><![CDATA[saúde sexual]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Aline de Andrade Hoje, terÃ§a-feira (18), foi lanÃ§ [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Aline de Andrade</em></p>
<p>Hoje, terÃ§a-feira (18), foi lanÃ§ada uma campanha virtual do MinistÃ©rio da SaÃºde para ajudar na prevenÃ§Ã£o de doenÃ§as sexualmente transmissÃ­veis. A grande novidade desta campanha foi a criaÃ§Ã£o de um site onde o internauta pode enviar postais virtuais que o ajudam a compartilhar com seus parceiros sexuais, de maneira anÃ´nima ou identificada, informaÃ§Ãµes sobre possÃ­veis casos de DSTs ou infecÃ§Ãµes.</p>
<p>Os dados recentes da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e PrÃ¡ticas da PopulaÃ§Ã£o Brasileira de 15 a 64 anos, divulgada pelo MinistÃ©rio apontam que mais de 10 milhÃµes de brasileiros jÃ¡ tiveram alguma doenÃ§a sexualmente transmissÃ­vel, como sÃ­filis, HPV, gonorrÃ©ia e herpes genital e a maioria dos infectados sÃ£o homens, chegando a representar 6,6 milhÃµes. As mulheres chegam a 3,7 milhÃµes.</p>
<p>Estas informaÃ§Ãµes trazem dados assustadores, ao revelar que 18% deles e 11,4% delas geralmente nÃ£o procuraram atendimento mÃ©dico quando contraem alguma DST, o que aumenta em 18 vezes o risco de infecÃ§Ã£o pelo HIV, o vÃ­rus causador da Aids.</p>
<p>De acordo com o ministÃ©rio, a regiÃ£o Norte tem o maior percentual de homens (24,6%) que tiveram algum tipo de DST. Em outras regiÃµes, continua o Ã³rgÃ£o, o nÃºmero nÃ£o passa de 20%. Quando se trata da questÃ£o da raÃ§a, a pesquisa demonstra que um total de homens negros (19%) relatou mais sintomas que entre os brancos (13,8%).</p>
<p>As pessoas que estiverem interessadas em participar desta campanha â€œMuito prazer, sexo sem DSTâ€ podem acessar o <a href="http://www.aids.gov.br/muitoprazer">site</a>, onde ele pode enviar os postais.</p>
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