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	<title>InfoJovem &#187; violência</title>
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		<title>Concurso do Plano Juventude Viva destaca trabalhos sobre o tema</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 20:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="199" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/03/A_F_Rodrigues-Imagens-do-Povo-300x199.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Observatório das Favelas é uma organização que trabalha com comunicação e cultura (Foto: A.F.Rodrigues / Imagens do Povo)" /></p>O I Concurso de Prosa, Poema e Fotografia do Plano Juve [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="199" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/03/A_F_Rodrigues-Imagens-do-Povo-300x199.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Observatório das Favelas é uma organização que trabalha com comunicação e cultura (Foto: A.F.Rodrigues / Imagens do Povo)" /></p><p>O I Concurso de Prosa, Poema e Fotografia do Plano Juventude Viva (Programa nacional de combate à violência contra a juventude negra) está com inscrições abertas até o dia 30 de maio.</p>
<div id="attachment_14434" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-14434" alt="Observatório das Favelas é uma organização que trabalha com comunicação e cultura (Foto: A.F.Rodrigues / Imagens do Povo)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/03/A_F_Rodrigues-Imagens-do-Povo.jpg" width="400" height="266" /><p class="wp-caption-text">Observatório de Favelas é uma organização que trabalha com comunicação e cultura (Foto: A.F.Rodrigues / Imagens do Povo)</p></div>
<p>A premiação – promovida pela Secretaria Nacional de Juventude &#8211;  é um convite a reflexão sobre a condição da juventude negra, principal vítima dos homicídios no Brasil. Serão selecionados os 30 melhores trabalhos nas três categorias e o resultado será divulgado no dia 20 de junho.</p>
<p><strong>Como partipar?</strong></p>
<p>Se você é brasileiros, rnora no país e tem entre 15 e 29 anos, é a sua chance de ter seu trabalho divulgado nacionalmente!</p>
<p>Participe, divulgue e incentive o debate desse importante tema. Produza já o seu trabalho para o concurso. Acesse o <a href="http://www.juventude.gov.br/juventudeviva/noticias/arquivos-noticias/Edital%20do%20I%20Concurso%20Juventude%20Viva%2011_01_2013.pdf" target="_blank">edital</a> e o site do <a href="http://www.juventude.gov.br/juventudeviva/" target="_blank">Plano Juventude Viva</a>.</p>
<p><i>Com informações <a href="http://www.juventude.gov.br/" target="_blank">SNJ</a> e <a href="http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/noticias/mostraNoticia.php?id_content=450" target="_blank">Observatório de Favelas (Foto)</a></i></p>
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		<title>Jovens estão menos vulneráveis à violência, revela estudo</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2013/02/21/ivj-violencia-jovens-2013/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 19:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: Google)" /></p>O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Vi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Foto: Google)" /></p><div id="attachment_14350" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-14350" alt="(Foto: Google)" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2013/02/jovens-verdes-300x225.jpg" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">(Foto: focoemgeracoes.com.br)</p></div>
<p>O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Violência), apurado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou uma melhora nas taxas de violência sofrida por jovens de cidades de mais de 100 mil habitantes. Nesta edição, é feita uma comparação entre os anos de 2007 e 2010, para as 283 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes em 2010.</p>
<p>Foram considerados jovens de 12 a 29 anos de idade. O estudo trabalhou com os seguintes dados: homicídios e mortalidade no trânsito; pobreza, desigualdade socioeconômica; frequência dos jovens nas escolas; e o acesso ao mercado de trabalho.</p>
<p>“Consideramos que, nacionalmente, houve uma importante melhora do IVJ-Violência, possivelmente como resultado das políticas de maior proteção e inserção social dos jovens”, avalia Samira Bueno, secretária-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e responsável técnica pelo IVJ-Violência.</p>
<p>A cidade de Macaé, no Rio de Janeiro, foi a que mais reduziu sua vulnerabilidade à violência juvenil. Em 2007, a cidade era a sétima mais vulnerável e agora, ocupa a 185° colocação.</p>
<p>Apenas 13 cidades pioraram</p>
<p>A maior parte das cidades avaliadas reduziu sua vulnerabilidade à violência entre 2007 e 2010. Entre os 283 municípios avaliados, somente 13 se tornaram mais vulneráveis. São eles: Águas Lindas, Araucária, Porto Seguro, Bento Gonçalve, Paulo Afonso, Alvorada, Itapipoca, Parintins, Guarapuava, Abaetetuba, Nossa Senhora do Socorro, Araras e Pinhais.</p>
<p>A situação mais alarmante apontada pelo estudo foi a vivenciada pela cidade de Águas Lindas, em de Goiás (GO). O IVJ-Violência de Águas Lindas saltou de 0,237 para 0,363, perdendo 224 posições no ranking e se classificando como 38° cidade mais vulnerável à violência juvenil do Brasil.</p>
<p>Como entender os  números do estudo</p>
<p>O IVJ-Violência é medido em uma escala que varia de 0 (melhor resultado possível) a 1 (pior resultado possível) e classifica em primeiro lugar as cidades mais vulneráveis à violência. Funciona, portanto, como um “ranking inverso”, no qual a pontuação mais elevada representa maior vulnerabilidade do município. Ele foi desenvolvido a partir do Índice de Vulnerabilidade Juvenil, da Fundação Seade, de São Paulo, e incorpora em sua dimensão que mede homicídios e acidentes de trânsito a metodologia do Índice de Homicídios de Adolescentes, criada pelo Laboratório de Análise da Violência da UERJ.</p>
<p>Leia mais ou baixe o estudo completo no <a href="http://www2.forumseguranca.org.br/content/fbsp-lanç-o-ivj-violência" target="_blank">portal do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</a></p>
<p><em>Com informações do <a href="http://www2.forumseguranca.org.br/content/fbsp-lanç-o-ivj-violência" target="_blank">Fórum Brasileiro de Segurança Pública</a> e <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2011/10/03/os-empregadores-mais-atraentes-segundo-jovens-profissionais/" target="_blank">Foco em Gerações</a></em></p>
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		<title>Pesquisa revela que sociedade conhece as consequências do racismo</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2012/11/09/pesquisa-juventude-negra-violencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2012 19:31:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="189" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)" /></p>Os levantamentos do sistema de saúde revelam que, no Br [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="189" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)" /></p><div id="attachment_14000" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/11/09/pesquisa-juventude-negra-violencia/jovem-negro-sofredor/" rel="attachment wp-att-14000"><img class="size-medium wp-image-14000" title="Jovem negro sofredor" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Jovem-negro-sofredor-300x189.jpg" alt="" width="300" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">(Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos/Sindmetau)</p></div>
<p>Os levantamentos do sistema de saúde revelam que, no Brasil, os jovens negros são as principais vítimas de violências. Entretanto, a violência contra a juventude negra é pautada pela mídia na sociedade apenas por eventos transversais &#8211; como o tráfico de drogas por exemplo.</p>
<p>É exatamente por conta da defasagem de diálogo social que a pesquisa de opinião pública sobre violência contra jovens no Brasil merece tanto destaque. A Secretaria de Políticas e Promoção de Igualdade Racial (SEPPIR) e o Senado Federal divulgaram na última quarta-feira, dia 7/11 os resultados da pesquisa que integra a campanha Igualdade Racial é Pra Valer.</p>
<p>“Em 2009, foram registradas cerca de 19 mil mortes de jovens negros em contraposição a 9 mil mortes de jovens brancos. Os números se revelam por si só, mas o que incomodava era o silêncio da sociedade diante desse quadro”, afirmou a ministra Luiza Bairros durante o lançamento.</p>
<p>Segundo a Ministra. a pesquisa busca investigar o que é que a sociedade pensa sobre o assunto; até que ponto a sociedade se sente incomodada com a morte de tantos jovens e de tantos jovens negros.</p>
<p>“Um pouco mais da metade dos entrevistados concordou que a morte de um jovem negro choca menos que a de um jovem branco. São indicativos de que devemos ampliar as nossas ações para que esse tipo de clivagem deixe de existir e as mortes de jovens negros não sejam naturalizadas”, concluiu Luiza Bairros.</p>
<p>O presidente do Senado, José Sarney, também destacou a relevância do estudo para a formulação de políticas públicas e atuação do poder público, assim como para a percepção que a sociedade brasileira tem do problema do racismo e suas consequências.</p>
<p><strong>Objetivos da pesquisa</strong></p>
<ul>
<li>Dimensionar o problema da violência contra a juventude no país, notadamente a juventude negra, na percepção dos entrevistados;</li>
<li>Dimensionar os prejuízos para o futuro e o desenvolvimento do Brasil, a partir da verificação da percepção dos impactos negativos dessa situação no conjunto da sociedade; e</li>
<li>Verificar as principais causas identificadas pela população como responsáveis pelos altos índices de mortalidade entre a juventude no país, notadamente a juventude negra.</li>
</ul>
<p>Do total de pessoas que respondeu o questionário, 57% também se manifestaram com resposta positiva diante da frase “homicídio é a principal causa de morte dos jovens negros”. Percentual semelhante (56,0%) foi registrado para os que concordaram com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte violenta de um jovem branco”.</p>
<p><strong>Caminhos da mudança</strong></p>
<p>Na opinião de 36,4% dos entrevistados, a principal ação para combater o racismo deve ser a melhoria do ensino nas escolas. A mudança das leis foi assinalada por 22,7%, enquanto 20,8% consideraram suficiente a garantia do cumprimento das leis existentes. Acrescente-se que 15,7% apontaram as campanhas de conscientização e 2,4% consideraram as ações afirmativas como a principal medida que o governo deve tomar para combater o racismo.</p>
<p>Perguntados sobre as causas, 63,0% atribuíram a violência a aspectos sociais, enquanto 34,8% disseram ser fatores comumente associados ao comportamento juvenil de risco. Quando inquiridos especificamente sobre a principal causa de mortes entre os jovens, a maioria associou ao uso de drogas (56,2%), acidentes de trânsito (22,4%) e a assassinatos (19,8%).</p>
<p>A pesquisa do DataSenado entrevistou 1.234 pessoas de 123 municípios do país, incluindo todas as capitais, no período entre 1º e 11 de outubro deste ano.</p>
<p><em>com informações da</em> <a href="http://www.seppir.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2012/11/pesquisa-de-opiniao-publica-leva-sociedade-a-refletir-sobre-relacoes-entre-racismo-e-violencia-contra-jovens-no-brasil" target="_blank">SEPPIR</a></p>
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		<title>Governo lança Plano de Prevenção à Violência contra jovens negros</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2012/09/25/plano-nacional-juventude-negra-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 19:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/09/Angel-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Angela Guimarães (mulher e negra!) é a atual presidente do Conselho Nacional de Juventude" /></p>O Plano Nacional de Prevenção à Violência contra a Juve [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="200" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/09/Angel-300x200.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Angela Guimarães (mulher e negra!) é a atual presidente do Conselho Nacional de Juventude" /></p><p>O Plano Nacional de Prevenção à Violência contra a Juventude Negra &#8211; chamado Juventude Viva &#8211; começa a sair do papel na próxima quinta-feira, dia 27. Essa iniciativa representa a resposta a uma demanda prioritária apresentada pelos jove</p>
<div id="attachment_13914" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2012/09/25/plano-nacional-juventude-negra-2012/angel-2/" rel="attachment wp-att-13914"><img class="size-medium wp-image-13914" title="Angel" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/09/Angel-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Angela Guimarães (mulher e negra!) é a atual presidente do Conselho Nacional de Juventude</p></div>
<p>ns que participaram da 1ª e 2ª Conferência Nacional de Juventude, realizadas em 2008 e 2011.</p>
<p>A proposta é que o Plano possibilite a transformação dos territórios mais vulneráveis em ambientes com oportunidades de inclusão social e emancipação da juventude negra e da juventude marginalizada, principais vítimas das violências.</p>
<p>A iniciativa tem por objetivo reduzir o elevado índice de homicídios que atingem os jovens negros em todo o país, com maior gravidade em 132 municípios, que terão prioridade na execução do Plano. A primeira região que receberá o plano é Alagoas.</p>
<p>O Plano viabiliza (e estimula!) a integração de ações do governo federal, que serão pactuadas com estados e municípios, com a sociedade civil, com o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria Pública.</p>
<p>Trata-se de um Plano desenvolvido pela Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral, e da Secretaria de Promoção de Políticas da Igualdade Racial (Seppir), com apoio de outros seis ministérios e de diversas organizações da sociedade civil.</p>
<p><strong>Porque comemorar?</strong></p>
<p>Dados apurados pelo Ministério da Saúde que revelaram que 53% dos homicídios registrados no Brasil atingem pessoas jovens, das quais mais de 75% são jovens negros (as), de baixa escolaridade, sendo a grande maioria do sexo masculino.</p>
<p>De acordo com o Mapa da Violência 2012, a soma de todos os mortos em conflitos armados em um conjunto de dez países, entre os quais estão Iraque, Índia, Israel e Afeganistão, é menor que o total de homicídios ocorridos no Brasil no período de 2004 a 2007 (147.373 contra 157.332). Diante desse cenário, o Plano de Enfrentamento à Violência Contra a Juventude Negra foi inserido como prioridade no Fórum Direitos e Cidadania, coordenado pela Secretaria-Geral.</p>
<p><em>com informaçõe da Secretaria Nacional da Presidencia</em></p>
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		<title>Fiocruz mapeia o que leva jovens e idosos às emergências</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2012/01/31/fiocruz-saude-joven/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 22:25:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p><img width="179" height="268" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/Idoso-e-novo.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Idoso e jovem" /></p>Pesquisadores do Centro de Pesquisa René Rachou (CPqRR/ [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="179" height="268" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/Idoso-e-novo.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="Idoso e jovem" /></p><p><a href="http://infojovem.org.br/2012/01/31/fiocruz-saude-joven/idoso-e-novo/" rel="attachment wp-att-12937"><img class="aligncenter size-full wp-image-12937" title="Idoso e jovem" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/Idoso-e-novo.jpg" alt="" width="179" height="268" /></a></p>
<p>Pesquisadores do <a href="http://www.cpqrr.fiocruz.br/" target="_blank">Centro de Pesquisa René Rachou (CPqRR/Fiocruz Minas)</a> investigaram os tipos de acidentes e violências que levam jovens e idosos ao atendimento de emergência. Foi concluído que 89% dos indivíduos avaliados foram vítimas de acidentes e 11% de violência. O estudo está publicado no <a href="http://cadernos.ensp.fiocruz.br/csp/portal/" target="_blank">Cadernos de Saúde Pública</a>, revista da <a href="http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/" target="_blank">Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz)</a>.</p>
<p>Foram pesquisadas 25.201 pessoas maiores de 20 anos, atendidas em 74 serviços sentinela de urgência em 23 capitais brasileiras. Do total, 89% foram vítimas de acidentes e 11% de violência. Segundo a pesquisa, os acidentes de transporte (29,8%) foram as ocorrências com maior número de atendimentos de emergência, seguidos de quedas (26,3%) e agressões ou maus-tratos (10,6%).</p>
<p>A quantidade de quedas e de atropelamentos foi maior entre pessoas mais velhas e, entre os mais jovens, foi maior o número de atendimentos decorrentes de acidentes no trânsito e queimaduras. “Os idosos foram vítimas de atropelamentos numa proporção três vezes maior que os mais jovens. A maior vulnerabilidade do idoso a esse acidente é provavelmente devida à perda gradual dos sentidos, da capacidade de reagir e da flexibilidade que geralmente acompanham o envelhecimento”, destacam os pesquisadores.</p>
<p>Os dados indicaram que os atendimentos em decorrência de violência foram significativamente menos frequentes entre os idosos, e mais frequentes entre homens, principalmente entre os que informaram ter a cor da pele não branca e os que disseram ter ingerido bebidas alcoólicas. “O consumo de álcool foi o que apresentou maior diferença por idade entre todos os atributos considerados na análise. Esse consumo foi informado por cerca de metade dos adultos vítimas de violência e por um quinto dos idosos”, explicam os estudiosos da Fiocruz.</p>
<p>Os resultados também apontaram que 77,5% do total de ocorrências tiveram a alta como desfecho e 42,5% dos acidentes ou violência se deram em ambiente domiciliar. “A proporção de internações foi cerca de duas vezes maior entre as vítimas de acidentes do que entre as vítimas de violência. Essa proporção foi 30% mais alta entre os idosos vítimas de acidentes do que entre os mais jovens”, comentam os pesquisadores. “Essas diferenças indicam que políticas para prevenção de acidentes e violências devem levar em conta as especificidades desses eventos na população idosa”, concluem.</p>
<p>Fonte: Fiocruz</p>
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		<title>Levantamento mostra que jovens são as principais vitimas de homicídios no país</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/US-cemetery-Colleville-sur-Mer-Calvados-Normandy-rows4-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="mortes, cemitério" /></p>Em sua 12ª edição, o Mapa da Violência 2012 revela que  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/US-cemetery-Colleville-sur-Mer-Calvados-Normandy-rows4-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="mortes, cemitério" /></p><div id="attachment_12702" style="width: 160px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://infojovem.org.br/2012/01/05/mapa-da-violeoncia-201/2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa/" rel="attachment wp-att-12702"><img class="size-thumbnail wp-image-12702" title="2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2012/01/2011-12-29-mapa-violencia-2012-capa-150x150.jpg" alt="mapa da violência 2012, Instituto Sangari" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do levantamento do Instituto Sangari</p></div>
<p>Em sua 12ª edição, o Mapa da Violência 2012 revela que – apesar da estagnação da taxa global de homicídios no país – houve uma migração do crime para regiões que antes não passavam por essa situação. Outra constatação importante do estudo do Instituto Sangari é que as principais vítimas da violência continuam sendo os jovens.</p>
<p>Na conclusão do levantamento, o instituto registrou a necessidade de políticas públicas que considerem as reformulações dos deslocamentos populacionais. O estudo também ressaltou que a falta de diálogo entre as esferas governamentais afetam a política pública de segurança no país.</p>
<p><strong>População jovem morre mais</strong></p>
<p>Outro dado importante é a vitimização juvenil. Há uma elevada concentração dos casos de homicídios na população jovem do País. Entre 15 e 19 anos de idade, essa taxa é de 43,7%, já entre 20 e 24 pula para 60,9%, enquanto de 25 anos até 29 atinge 51,6%.</p>
<p><strong>Alterações no mapa da violência<br />
</strong><br />
Para justificar a disseminação dos casos de violência homicida, o pesquisador citou que o aumento dos pólos de crescimento econômico, trouxe violência aos municípios com menos infraestrutura. Além disso, muitas dessas cidades estão localizadas em zonas de fronteiras e enfrentam o turismo predatório; regiões marcadas por ações de desmatamento de sua mata original; e a bandidagem tradicional.</p>
<p>Saiba mais sobre o Mapa da Violência</p>
<p>O levantamento traz dados desde 1980 e, atualmente, possui dados de 27 unidades federativas, 33 regiões metropolitanas, 27 capitais e mais de cinco mil municípios. Todos esses dados permitem uma visão panorâmica da perspectiva do fenômeno da violência homicida no país.</p>
<p> O Mapa da Violência 2012 está disponível gratuitamente na Biblioteca Virtual do ANDI cujo endereço eletrônico é:  <a href="http://www.andi.org.br/inclusao-e-sustentabilidade/documento/mapa-da-violencia-2012">http://www.andi.org.br/inclusao-e-sustentabilidade/documento/mapa-da-violencia-2012</a></p>
<p><em>Com informações do</em> <strong>Portal ANDI</strong></p>
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		<title>Games violentos alteram funções do cérebro de jovens</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/12/01/games-violentos-cerebro/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 23:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Funções cognitivas e emocionais são influenciadas por j [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12545" style="width: 246px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2011/12/01/games-violentos-cerebro/jovens-games/" rel="attachment wp-att-12545"><img class="size-full wp-image-12545" title="jovens games" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/12/jovens-games.jpg" alt="Jovens e games" width="236" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens e games</p></div>
<p>Funções cognitivas e emocionais são influenciadas por jogos do gênero.<br />
Alterações foram detectadas depois de uma semana de experiência.</p>
<p>Os videogames violentos alteram as funções cognitivas e emocionais do cérebro de jovens em apenas uma semana, segundo dados apresentados nesta quarta-feira (30) pela Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA, na sigla em inglês).</p>
<p>&#8220;Pela primeira vez percebemos que uma amostra aleatória de jovens adultos evidencia menos ativação em certas regiões frontais do cérebro depois de uma semana jogando em casa&#8221;, disse o professor Yang Wang, pesquisador da Universidade de Indiana.</p>
<p>O estudo, que utilizou os dados procedentes de ressonâncias magnéticas, submeteu à análise 22 homens entre 18 e 29 anos, que foram separados em dois grupos iguais.</p>
<p>Um grupo jogou videogames de tiro em primeira pessoa durante 10 horas ao longo de uma semana para na seguinte não jogar, enquanto o outro grupo se manteve isento desta rotina durante esses 14 dias.</p>
<p>Para obter dados comparativos, os indivíduos que jogaram durante a primeira semana foram submetidos a uma ressonância magnética enquanto realizavam várias tarefas.</p>
<p>Este grupo mostrou uma menor ativação do lóbulo frontal inferior ao realizar as provas emocionais com palavras de ações violentas e não-violentas, e também uma redução da atividade no córtex na hora de desempenhar tarefas numéricas. Na semana seguinte, livre dos games, essas mudanças cerebrais diminuíram.</p>
<p>Segundo o professor Wang, os resultados demonstram que os jogos violentos têm um efeito a longo prazo nas funções cerebrais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/games-violentos-alteram-funcoes-do-cerebro-de-jovens-diz-estudo.html" target="_blank">EFE </a></p>
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		<title>Combate à violência contra a juventude negra e de redução da letalidade nas operações realizadas pelos profissionais de segurança pública e privada</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/07/28/combate-violencia-contra-jovens/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 18:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[unijuv2]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A violência contra os jovens vem sendo fortemente combatida desde o final do século XX, porém os graficos não mudam muito a realidade dos jovens negros do Brasil.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://infojovem.org.br/2011/07/28/combate-violencia-contra-jovens/jovens-e-policia/" rel="attachment wp-att-11729"><img class="aligncenter size-full wp-image-11729" title="jovens e polícia" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/07/jovens-e-pol%C3%ADcia.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p>&#8211; Dados extraídos do Mapa da Violência 2011, Os Jovens do Brasil (Julio Jacobo Waiselfisz, <a href="http://www.geledes.org.br/areas-de-atuacao/nossas-lutas/questao-racial/violencia-racial/9124-mapa-da-violencia-2011-ministro-da-justica-defende-retomada-da-politica-de-desarmamento">mapa da violência</a>) revelam que, no total da população, o número de vítimas de homicídios de cor ou raça branca diminuiu em 22,3%, entre 2002 e 2008. Entre os negros (pretos e pardos), o percentual de vítimas de homicídio cresceu em 20,2%, no mesmo período.</p>
<p>&#8211; Em 2002, foram vítimas de homicídios, proporcionalmente, 45,6% mais negros do que brancos. Em 2005, pelo mesmo motivo, morreram 80,7% mais negros que brancos e, em 2008, morreram 111,2% mais negros que brancos. O Estado do Paraná foi a única unidade da Federação em que houve mais homicídios contra brancos do que contra negros.</p>
<p>&#8211; Entre os jovens (de 15 a 25 anos), os números revelam que a vitimização negra é ainda mais intensa do que no total da população. Entre 2002 e 2008, os homicídios contra os jovens brancos caiu em 30%. Já entre os jovens negros, os homicídios cresceram em 13%. As taxas de homicídios contra brancos caíram de 39,3 (2002) para 30,2 (2008), enquanto as taxas de homicídios contra negros cresceram de 13,2%, no mesmo intervalo. Assim, em 2002, morreram, proporcionalmente, 58,8% mais negros do que brancos e, em 2008, esta proporção passou para 134,2%.</p>
<p>&#8211; Entre cem países que disponibilizam dados, o Brasil ocupa um constrangedor sexto lugar no índice de 52,9 homicídios entre cada grupo de 100 mil jovens. Dez anos antes, este índice era de 47,7. Com índices maiores do que o do Brasil, em 2008, há apenas El Salvador, Ilhas Virgens (EUA), Venezuela, Colômbia e Guatemala, nesta sequência. Na América Latina, Cuba ostenta o índice mais favorável, com 6,7.</p>
<p>&#8211; Em junho deste ano, o Conselho Nacional de Segurança Pública (CNSP), reconhecendo o crescente número de homicídios de jovens negros, &#8220;como resultado do racismo histórico a que a sociedade brasileira infligiu a este grupo étnico&#8221;, editou a Recomendação 003, dirigida ao Ministério da Justiça, à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, à Secretaria Nacional de Juventude, à Secretaria Nacional de Direitos Humanos e à Secretaria de Políticas para as Mulheres.</p>
<p>&#8211; Algumas das observações então recomendadas pelo CNSP referem-se à necessidade de garantir o desenvolvimento de ações sociais e a liberdade de expressão da juventude negra residente em comunidades onde estão sendo implementadas políticas como a das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), do Rio de Janeiro.</p>
<p>&#8211; A Recomendação 003 deu prazo de 30 dias, para a instituição da agenda com soluções e definição de responsabilidades setoriais, no combate à violência contra a juventude negra e de redução da letalidade nas operações realizadas pelos profissionais de segurança pública e privada, desenvolvidas tradicionalmente nos territórios pobres e de maioria negra.</p>
<p>&#8211; Outras recomendações referem-se à necessidade de que a polícia desenvolva suas ações de maneira compatível com os princípios do Estado Democrático de Direito, primando pela preservação da vida e respeitando o devido processo legal. Referem-se também à necessidade de combater a impunidade dos homicídios de jovens negros, através do fortalecimento da Perícia Criminal, e à necessidade de realização de ações de combate ao racismo institucional no âmbito das instituições de segurança pública.</p>
<p>&#8211; A agenda conjunta com soluções e definição de responsabilidades, recomendada pelo CNSP, que deveria estar pronta até o dia 9 de julho, chegará tarde, porém.</p>
<p>&#8211; Antes das soluções, no dia 20 de junho, o menino Juan Moraes, de 11 anos, no território pobre e de maioria negra do Danon, em Nova Iguaçu (RJ), foi atingido mortalmente por balas de fuzil, que teriam sido disparadas por um policial militar, sargento, com o retrospecto de 13 mortes, secundado por outro policial, cabo, com retrospecto de oito mortes, chamadas na linguagem oficial de &#8220;auto de resistência&#8221;.</p>
<p>&#8211; Na mesma operação, foi morto o jovem negro Igor de Souza, 17 anos, apontado pelos policiais como traficante, e baleados os jovens negros Wesley, de 14 anos, irmão de Juan Moraes, e Wanderson de Assis, de 19 anos. Em hesitante processo legal, a perícia criminal tornou-se objeto de inquérito, por confundir o corpo do menino com o de uma menina, e o delegado responsável exonerado.</p>
<p>&#8211; Recomendação CNSP 003, de 9 de junho, 11 dias antes da tragédia: profecia ou destino?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.geledes.org.br/areas-de-atuacao/nossas-lutas/questao-racial/violencia-racial/10462-combate-a-violencia-contra-a-juventude-negra-e-de-reducao-da-letalidade-nas-operacoes-realizadas-pelos-profissionais-de-seguranca-publica-e-privada" target="_blank">geledes.org.br/</a></p>
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		<title>Palestras sobre Bullying em escolas de Paulínia &#8211; SP</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 01:51:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cerca de 600 alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Núcleo Habitacional José Paulino Nogueira, participaram no dia 3 de junho, da palestra Bullying e suas consequências Judiciais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_10906" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-10906" href="http://infojovem.org.br/2011/06/09/palestras-sobre-bullying-em-escolas-de-paulinia-sp/seca-promotor/"><img class="size-medium wp-image-10906" title="seca-promotor" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/06/seca-promotor-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Palestra escolar sobre Bullying</p></div>
<p>Cerca de 600 alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Núcleo Habitacional José Paulino Nogueira, participaram no dia 3 de junho, da palestra Bullying e suas consequências Judiciais, ministrada pelo Promotor da Infância e Juventude, Danilo Roberto Mendes, no pátio da escola, em dois períodos, manhã e noite, e contou também com a presença de professores, coordenadores, diretora da escola, da secretária da Criança e do Adolescente, Rita de Fátima Lopes Coelho, diretoras e técnicas.</p>
<p>&#8216;Por que o adolescente não pode ir preso em razão dos seus atos, se ele com 16 anos pode votar e decidir sobre o futuro de uma cidade ou de um país?&#8217; foram uma das perguntas feita pelos alunos da Escola Estadual Núcleo durante palestra do promotor da Infância e Juventude, Danilo Roberto Mendes.</p>
<p>Danilo, em sua palestra, abordou os seguintes temas: as atribuições do Ministério Público, Bullying e Ciberbullying, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Direitos e Deveres. Alertou sobre as punições previstas na lei para quem pratica atos de violência e desrespeito aos colegas e profissionais. “A realização de palestras nas escolas vem ao encontro do seu interesse em abrir um diálogo entre a escola e o Ministério Público. É preciso desmistificar a ideia de que não há responsabilidade pelos atos de indisciplina praticados no ambiente escolar” esclarece o promotor.</p>
<p>A parceria com a Promotoria da Infância e Juventude integra as ações de prevenção da Campanha “Proteja Nossas Crianças e Adolescentes &#8211; Diga Não à Violência “que teve início em abril, desenvolvendo atividades com a participação de pais, adolescentes, professores, técnicos e conselheiros tutelares.</p>
<p>Esta é a sétima edição da Campanha de prevenção e Combate à Violência contra Crianças e Adolescentes, coordenada pelo Centro de Prevenção Primária da Secretaria da Criança e do Adolescente (Seca), que neste ano pretende debater temas como bullying, educação para a paz, dependência química sempre com o envolvimento da família.</p>
<p>Qual é o papel da escola para evitar o Bullying escolar?</p>
<p>A escola é corresponsável nos casos de Bullying, pois é lá onde os comportamentos agressivos e transgressores se evidenciam ou se agravam na maioria das vezes. A direção da escola (como autoridade máxima da instituição) deve comunicar aos pais, acionar o Conselho Tutelar, os órgãos de proteção à criança e ao adolescente. Caso não o faça poderá ser responsabilizada por omissão. Em situações que envolvam atos infracionais (ou ilícitos) a escola também tem o dever de fazer a ocorrência policial. Dessa forma, os fatos podem ser devidamente apurados pelas autoridades competentes e os culpados responsabilizados. Tais procedimentos evitam a impunidade e inibem o crescimento da violência e da criminalidade infanto-juvenil.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_10907" style="width: 288px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-10907" href="http://infojovem.org.br/2011/06/09/palestras-sobre-bullying-em-escolas-de-paulinia-sp/bullying-tabela/"><img class="size-medium wp-image-10907 " title="bullying-tabela" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/06/bullying-tabela-278x300.jpg" alt="" width="278" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Tabela sobre Bullying</p></div>
<p>Fonte: <a title="Portal de Paulínia" href="http://www.portaldepaulinia.com.br/educacao/11206-seca-e-promotor-da-infancia-e-juventude-iniciam-palestras-em-escolas-de-paulinia.html" target="_blank">Portal de Paulínia</a></p>
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		<title>Jovens do Espírito Santo se mobilizam contra violência</title>
		<link>https://www.infojovem.org.br/blog/2011/04/19/jovens-mobilizam-contra-violencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 12:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a próxima semana, a Campanha Estadual contra violência de jovens realizará uma Caravana na região de São Pedro, na capital Vitória. Caminhadas, seminários, oficinas terão como objetivo mobilizar os jovens da área para o combate à violência.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-10483" title="imagesCALOCQVH" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/04/imagesCALOCQVH-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></p>
<p style="text-align: justify;"> A cidade de Cariacica, no Espírito Santo (ES), possui uma média de 7,3 adolescentes mortos por homicídio antes de completar os 19 anos, para cada grupo de 1.000 adolescentes de 12 anos, segundo o Índice de Homicídios na Adolescência, de 2009. Outras três cidades capixabas figuram na mesma lista, que enumera a estatística perversa das 20 cidades com maior número de homicídios contra adolescentes. Tal realidade é o que o movimento de juventude vem chamando de &#8220;extermínio da juventude”.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Basta olhar o noticiários todos os dias e você vai ver que uma média de 5 a 6 jovens sendo mortos todos os dias”, é o que relata Luiz Inácio, representante do Fórum de Juventude Negra do ES (Fejunes) e que foi eleito como presidente, esta semana, do Conselho Gestor do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte. Segundo Inácio, &#8220;além da realidade cruel das mortes, há um verdadeiro abandono por parte das autoridades, já que a melhor forma de combater a violência é oferecendo políticas públicas para os jovens”.</p>
<p style="text-align: justify;">No Espírito Santo, de acordo com Luiz Inácio, a lei que institui a Política Estadual de Juventude foi aprovada, mas ainda não foi regulamentada para ser implementada. &#8220;Para reverter essa realidade, precisamos garantir direitos e não é isso que vem acontecendo”, avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">Inácio revela ainda que 85% dos jovens mortos no Espírito Santo são negros, segundo pesquisa feita pela Fejunes em 2010, com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado. O jovem ressalta, portanto, que as políticas pensadas para este público devem levar em conta esse recorte racial que, &#8220;infelizmente”, reforça a existência de um grupo prioritário.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a próxima semana, a Campanha Estadual contra violência de jovens realizará uma Caravana na região de São Pedro, na capital Vitória. Caminhadas, seminários, oficinas terão como objetivo mobilizar os jovens da área para o combate à violência.</p>
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