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	<title>InfoJovem &#187; Internet</title>
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	<description>Portal de Informação Juvenil</description>
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		<title>Compartilhe essa ação: #diadedoar!</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 13:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Carol Manso]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 2 de dezembro acontece em escala nacional o #dia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/12/dia-de-doar.jpg"><img class="alignright wp-image-16996 size-medium" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2014/12/dia-de-doar-300x81.jpg" alt="dia de doar" width="300" height="81" /></a>No dia 2 de dezembro acontece em escala nacional o #diadedoar, uma campanha de promoção à doação para organizações da sociedade civil. O #diadedoar não é uma plataforma de doação, mas um chamado à ação para celebrar a doação e encorajar doações maiores, melhores e mais inteligentes durante a época das festas natalinas.</p>
<p>O #diadedoar é a versão brasileira da campanha mundial #GivingTuesday, que será realizada no mesmo dia. A proposta é que todos façam alguma ação de doação no dia 02 de dezembro e que as organizações se mobilizem para pedir doações. Além de promover o ato de doar, a campanha pretende aumentar a divulgação e a sensibilização dessa causa nas redes sociais e mídias, buscando transformar a cultura de doação no Brasil.</p>
<p>O conceito dessa ação surgiu nos Estados Unidos em 2012, como um contraponto ao Black Friday, uma data na qual consumidores podem comprar produtos com grandes descontos e quando é registrado um grande consumismo americano. No Brasil, o varejo se beneficia das vendas da época de festas de final de ano e já importou dos Estados Unidos o Black Friday, a ideia agora foi “copiar” também o #GivingTuesday, com um nome mais fácil e com mais apelo social.</p>
<p>O #diadedoar é uma ação descentralizada organizada pelo “<a href="http://www.infojovem.org.br/blog/2014/03/31/cultura-de-doacao-movimento-ganha-forca-e-conquista-adeptos-de-diferentes-regioes-do-brasil/">Movimento por uma Cultura de Doação</a>” que é formado por uma coalização de organizações e indivíduos que se reúnem desde o ano passado para promover iniciativas que incentivem a doação. “O que fazemos é promover a ideia e liderar a campanha de comunicação, inspirando organizações, empresas, movimentos e indivíduos que queiram realizar alguma ação. Mas, efetivamente no dia 02 de dezembro, nós não realizamos nenhum evento físico. Porém, nossos parceiros, que são aqueles que aderem ao #diadedoar, promovem centenas de eventos pelo país, de jantares a bazares, com ações de captação de recursos”, explica o presidente da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR), João Paulo Vergueiro. A ABCR se tornou oficialmente, esse ano, a organização que representa o #diadedoar dentro das campanhas globais do #GivingTuesday.</p>
<p>Cada instituição pode criar sua própria campanha de doação para causas específicas e também organizar eventos dentro do hashtag &#8220;diadedoar &#8220;. ONGs podem criar campanhas de captação, empresas podem sugerir ações de doação dentro da companhia com seus empregados e até governos podem participar. “Queremos um país inteiro mobilizado no dia 02 de dezembro, chamando a atenção da sociedade”, destaca João Paulo.</p>
<p>Para o presidente da ABCR, movimentos e ações como este se fazem necessários na tentativa de mudar a cultura do Brasil para que as pessoas entendam a importância em contribuir com as organizações sem fins lucrativos. Como ele mesmo afirma, a sociedade não discute em casa, no trabalho e nem nas escolas a importância de doar para ONGs, mas hoje já se aprende a reciclar, a não fumar, entre outras coisas. “Ser cidadão significa também contribuir socialmente, doando para a sustentabilidade das organizações da sociedade civil. Queremos disseminar a cultura de doação”, completa.</p>
<p>Pensando na divulgação dessa causa, a juventude é um dos pontos chaves, com o seu poder de comunicação e energia. “Nossa juventude desenvolve iniciativas que são transformadoras. Os jovens podem fazer três coisas fundamentais para colaborar: escolher causas, doar para organizações que as promovem e, principalmente, divulgar, divulgar e divulgar a doação. Quanto mais divulgarem, mais vão alcançar as pessoas com o seu exemplo de cidadania social” finaliza João Paulo.</p>
<p>Acesse o site da campanha e saiba mais em: <a href="http://www.diadedoar.org.br/">http://www.diadedoar.org.br/</a></p>
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		<title>Esclarecimento: Infojovem retoma as atividades após ataques virtuais</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2012/12/18/volta-infojovem-hacker/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 16:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Débora Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/07/curso-informatica-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="curso-informatica" /></p>Voltamos com tudo! O Portal Infojovem esteve fora do ar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="300" height="225" src="http://www.infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/07/curso-informatica-300x225.jpg" class="attachment-medium wp-post-image" alt="curso-informatica" /></p><p><a href="http://infojovem.org.br/2010/07/15/cursos-de-informatica-para-jovens-do-recife-pe/curso-informatica/" rel="attachment wp-att-5243"><img class="size-thumbnail wp-image-5243 alignright" alt="curso-informatica" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/07/curso-informatica-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a>Voltamos com tudo! O Portal Infojovem esteve fora do ar nos últimos 10 dias por conta de ataques de hackers. Depois de dias tentando solucionar os problemas técnicos e financeiros, ontem (17/12), conseguimos reverter a agressiva infestação a que fomos submetidos.</p>
<p>Os ataques que indisponibilizaram o conteúdo de nosso portal &#8211; e de outros como Rejuma e Vermelho &#8211; representa um grande risco a liberdade de expressão, informação e imprensa nas redes e, consequentemente, no fluxo de informações na sociedade contemporânea.</p>
<p>Nesse delicado momento, a Equipe do Infojovem reafirma o compromisso deste canal com o desenvolvimento juvenil através da informação e da comunicação feita por e para os jovens brasileiros. Contem com nosso suor, sorrisos e lágrimas para que este veículo de comunicação continue sendo sempre um canal bilateral e livre de comunicação.</p>
<p><strong>Contamos com vocês! Vamos juntos!</strong></p>
<p><em>Infojovem</em></p>
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		<title>Velhos vícios, novos jovens</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2011/11/09/velhos-vicios-novos-jovens/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 01:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os jovens não abriram mão de vícios antigos como o álcool e as drogas, mas incorporaram outros à sua vida como dependência da tecnologia e a vigorexia]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12413" style="width: 256px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://infojovem.org.br/2011/11/09/velhos-vicios-novos-jovens/ilustracao-mariana-coan/" rel="attachment wp-att-12413"><img class="size-medium wp-image-12413" title="Ilustração Mariana Coan" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/11/Ilustração-Mariana-Coan-246x300.jpg" alt="" width="246" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração Mariana Coan</p></div>
<p><em>Os jovens não abriram mão de vícios antigos como o álcool e as drogas, mas incorporaram outros à sua vida como dependência da tecnologia e a vigorexia</em></p>
<p>O que é demais vira veneno. Assim é com o vício. Tudo bem jogar na internet e dar uma checada no Facebook todo dia. Tudo bem comprar uma sandália por mês, ou passar algumas horas bronzeando- se (com protetor, claro). Tudo bem adorar malhar ou, de vez em quando, cair de boca em uma caixa de bombons. O problema é quando isso sai do controle e passa a ocupar parte significativa da vida ou do pensamento das pessoas. Se certos hábitos acabam se transformando em vícios para os adultos, é um problema maior ainda para os jovens.</p>
<p>&#8220;Na adolescência a pessoa precisa lidar com muitas mudanças físicas e psicológicas, tornando-se mais suscetível a comportamentos do grupo ao qual pertence. Além disso, os vícios podem servir como alívio, ilusório, para seus questionamentos e dúvidas típicos da idade&#8221;, diz a psiquiatra Jocelyne Levy Rosenberg, autora do livro Lindos de morrer (Editora Celebris), que fala do vício do culto ao corpo.</p>
<p>Os vícios sempre fizeram parte da história da humanidade. Há relatos bíblicos sobre embriaguez até na Arca de Noé. Mas nada se compara à oferta que há hoje e que está à disposição de quem quiser e &#8211; principalmente &#8211; de quem tem predisposição a sucumbir seja às substâncias químicas, seja a novos hábitos. &#8220;A busca pelo prazer se disseminou. Não se trata mais apenas do consumo de substâncias químicas, mas também de inúmeros comportamentos, como a compulsão pelo uso da internet ou compras&#8221;, diz a psiquiatra Analice Gigliotti, do setor de dependência química da Santa Casa do Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>Além do exagero, o vício é marcado exatamente por essa busca do prazer imediato, característica que talvez os jovens carreguem de sua infância. É difícil convencer uma criança a poupar se ela tem o dinheiro na mão para comprar o que quer naquele momento. Da mesma forma o jovem que se vicia em algo quer, em um primeiro momento, obter a sensação boa que aquilo propicia, que pode ser uma &#8220;viagem&#8221;, relaxamento, ou até ser aceito dentro de um modelo.</p>
<p>Um levantamento realizado pela agência Namosca (SP), que busca entender o que se passa na cabeça dos jovens, identificou mais ou menos isso: eles estão mais preocupados com o prazer do que com o compromisso. Foram ouvidos estudantes de 15 universidades e apenas 16,1% deles disseram discordar totalmente da frase &#8220;baladas em jogos me motivam mais do que as aulas&#8221;. Mais de 50% admitiu fumar maconha.</p>
<p>Seja o vício provocado pelo uso de substâncias químicas ou por algum tipo de comportamento, o que acontece com o cérebro é bastante parecido. &#8220;Tudo leva a um aumento direto ou indireto dos níveis de dopamina, o principal neurotransmissor liberado pelo sistema de recompensa. Esse sistema é ativado pelo sexo, alimentação e pelas drogas de abuso&#8221;, explica o psiquiatra Arthur Guerra, do Centro de Informação sobre Saúde e Álcool (SP). &#8220;Note que a quantidade de dopamina liberada pelo uso de drogas de abuso é maior que a liberada pelos compensadores naturais, como sexo e comida. A menos que eles também saiam do controle&#8221;, completa o especialista.</p>
<p>Os vícios antigos persistem. Mas a eles os jovens somaram outros: a compulsão por comprar, por alimentos, ou a necessidade doentia de cultuar o corpo. A vida hoje está mais perigosa para quem está brigando para entrar no mundo adulto. Entendamos quais são os principais vícios &#8211; novos ou antigos &#8211; que atingem a juventude.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Loucos por internet </strong></span></p>
<p>Uma pesquisa realizada em 11 países por uma empresa de tecnologia revela que um em cada três universitários considera a internet um recurso essencial como a água, o alimento e a moradia. A convicção dos estudantes e jovens brasileiros sobre a questão está bem acima da média mundial, passando dos 66%. Para 40% dos jovens, sair com os amigos ou ouvir música é menos importante do que ficar conectado. No Brasil, o número dos que pensam assim ficou em 72%. &#8220;Talvez a internet seja o vício mais genuinamente jovem, pois a primeira geração de nativos digitais está chegando à adolescência&#8221;, diz o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (AMITI-FMUSP).</p>
<p>Segundo Nabuco, para quem faz uso abusivo da tecnologia, há dois caminhos: o uso atinge um pico depois de um ano e começa a regredir, ou a pessoa torna-se viciada. O vício pela tecnologia é mais difícil de controlar porque ela está por toda parte. E mais: é socialmente aceita. &#8220;Um paciente de 13 anos, viciado em internet, ganhou da mãe um iPhone. Argumentei que isso era errado. Ela respondeu: &#8216;uma coisa é totalmente diferente da outra&#8217;. E é claro que não é.&#8221;</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Atividade física sem parar</strong></span></p>
<p>Esse vício tem um nome ainda desconhecido das pessoas: vigorexia. Apesar disso, seus males estão disseminados. Uma pesquisa feita pelo Centro de Estudos em Psicobiologia do Exercício, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostrou que 28% dos atletas brasileiros são viciados em atividade física. Isso leva à depressão, à ansiedade e às crises de abstinência. A vigorexia não escolhe idade, mas afeta intensamente os jovens, cuja personalidade está em formação e precisa se espelhar em um modelo.</p>
<p>&#8220;O vigoréxico é uma pessoa perfeccionista ao extremo, mas com baixa autoestima. Isso gera uma distorção da imagem corporal. Um comentário negativo sobre a aparência ou uma rejeição pode desencadear o problema&#8221;, diz a psiquiatra Jocelyne. É difícil traçar o limite entre a prática saudável e o vício. Mas ele se confirma quando o jovem passa a deixar de fazer outras atividades para malhar. É grande a lista de vícios relacionados à imagem. Uma pesquisa publicada nos Arquivos de Dermatologia, dos Estados Unidos (EUA), sugere que 53% daquelas pessoas que frequentam praia e piscina ficam dependentes da pele bronzeada.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Bebida como amiga </strong></span></p>
<p>Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Estudante, realizada pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde com 63 mil jovens de todo o país, sete em cada dez adolescentes entre 13 e 15 anos já consumiram álcool. O primeiro contato foi entre 12 e 14 anos. &#8220;Isso é um sério problema.</p>
<p>Na adolescência, o sistema nervoso central ainda encontra-se em desenvolvimento e, portanto, mais suscetível aos efeitos nocivos do álcool&#8221;, explica o psiquiatra Arthur Guerra. O limite entre o uso recreativo e o vício não está muito estabelecido. &#8220;Não é possível diagnosticá-lo apenas utilizando parâmetros como quantidade e frequência do consumo de bebidas alcoólicas. O diagnóstico é realizado a partir de critérios preestabelecidos, que levam fatores como mudança da rotina, mal desempenho acadêmico ou profissional e problemas com as relações pessoais&#8221;, completa o especialista.</p>
<p align="center"><strong><span style="color: #000000;">Os vícios antigos persistem. Mas a eles os jovens somaram outros: a compulsão por comprar, por alimentos, ou a necessidade doentia de cultuar o corpo</span></strong></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Alimentos, mas não muito </strong></span></p>
<p>Alimento é uma fonte de saúde. Para a maior parte das pessoas, também de prazer. Mas, para uma parcela dessas, vira um vício. A taxa de obesidade entre jovens vem crescendo a uma média de 0,5% ao ano. Não significa que todo mundo que engorda está viciado. O vício aparece quando a pessoa deixa de comer para suprir as necessidades do corpo, ou mesmo por prazer, e passa a ter um comportamento compulsivo. É o chamado transtorno de exagero alimentar. Os estudos comprovam que o consumo de alimentos aciona o mesmo mecanismo que causa o vício. Pesquisadores da Universidade de Yale (EUA) observaram o cérebro processando a informação sobre alimentos por meio de ressonância magnética. Ao receberem a oferta de um chocolate quente ou milkshake,&#8221;acendiam-se&#8221; no cérebro de voluntários as regiões chamadas córtex singular e orbitofrontal, as mesmas afetadas por outros tipos de vícios. Da mesma forma que os jovens tentam emagrecer para tornarem-se parte do grupo, o oposto pode ocorrer.</p>
<p>Um estudo publicado na revista científica Economics and Human Biology analisou o comportamento de 5 mil adolescentes e constatou que os jovens aderem aos maus hábitos dos amigos que estão acima do peso. No outro extremo do transtorno de exagero alimentar estão a bulimia e a anorexia. &#8220;A exemplo do vigoréxico, a pessoa com bulimia ou anorexia sente a exagerada necessidade de ter uma boa aparência, o que pode ser o gatilho para o problema&#8221;, explica Jocelyne.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Vivo para comprar </strong></span></p>
<p>Hoje o mundo se oferece para quem tem dinheiro. Adquirie-se praticamente tudo, até sem sair da frente do computador. Alguns não resistem a essas ofertas e sucumbem ao excesso na hora das compras. Esse hábito compulsivo leva o nome de oxiomania. O vício não escolhe idade, mas certamente afeta os jovens com intensidade e está associado à vaidade, à necessidade de ter o tênis da moda, três vestidos iguais, um de cada cor para exibir para as amigas.</p>
<p>Um estudo feito por pesquisadores da Ching Yu University (China) concluiu que boa parte das compras compulsivas se dá pela necessidade de ter os mesmos bens dos companheiros. Diz o estudo: &#8220;A aparência física pode ser importante para a maior parte dos estudantes da universidade porque eles se comparam uns aos outros. Um bom vestido pode ajudar a fazer amigos&#8221;.</p>
<p><strong>Veja onde você pode procurar ajuda</strong></p>
<p>Conheça algumas instituições que auxiliam pessoas com diferentes vícios.<br />
<strong>Ambulim </strong>- Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares Hospital das Clínicas Tel.             (11) 3069 6975<br />
<strong>Proata </strong>- Programa de Orientação e Assistência a Pacientes com Transtornos Alimentares Tel:            (11) 5579 1543<br />
<strong>Centros de Atenção Psicossocial do Álcool e Drogas</strong> &#8211; os endereços em todo o país podem ser obtidos por meio do site do Ministério da Saúde no endereço <a href="http://www.ccs.saude.gov.br/saudemental/index.php" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">www.ccs.saude.gov.br/saudemental/index.php</span></a><br />
<strong>GREA </strong>- Programa do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Droga Tel. (11) 2661 6960<br />
<strong>PrevFumo</strong> Tel. (11) 5904 8045<br />
<strong>Devedores Anônimos</strong> (DA) e-mail: <a href="mailto:contato@devedoresanonimos-sp.com.br" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">contato@devedoresanonimos-sp.com.br</span></a></p>
<p>Fonte: <a title="Revista Viva Saúde" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/103/artigo240713-2.asp" target="_blank">Revista Viva Saúde</a></p>
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		<title>Governo vai reduzir preço da Internet banda larga</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2011/03/29/governo-da-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 21:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta segunda-feira (28/03), na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que, até o final de abril, haverá uma decisão sobre o barateamento do serviço de Internet banda larga para a população.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10231" title="Paulo-bernardo" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2011/03/Paulo-bernardo-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></p>
<p style="text-align: justify;">O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta segunda-feira (28/03), na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que, até o final de abril, haverá uma decisão sobre o barateamento do serviço de Internet banda larga para a população. Isso, segundo ele, será feito de acordo com o Conselho de Secretários de Fazenda (Confaz) e em negociação com as empresas. &#8220;Se tirarmos [o imposto] sobre a banda larga, o impacto financeiro não será tão grande e esse serviço vai crescer muito.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro destacou também que as empresas têm de fazer mais investimentos, aproveitando que o mercado está crescendo e mais pessoas estão buscando computadores. &#8220;As empresas têm que ganhar mais fornecendo escala e não cobrando mais alto. Vocês vão lavar a égua se venderem Internet mais barato. Vai vender muito e a tendência disso é baratear. Achamos fundamental que o serviço seja feito também pela iniciativa privada. O governo vai cuidar de setores onde a rede é muito baixa.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Ele enfatizou que é possível derrubar impostos sobre a banda larga e que o Confaz pode adotar uma resolução nesse sentido, autorizando o estado que desejar fazer adesão. &#8220;Temos necessidade de dinamizar com muita velocidade o acesso das pessoas e das empresas à Internet. Isso vai gerar um imenso número de empregos no país”, disse Bernardo. Ele avaliou que a redução dos preços pode resultar em aumento da qualidade dos serviços. &#8220;Com a infraestrutura que temos hoje e um pouco mais de investimento, é possível oferecer serviço de melhor qualidade, com menor preço&#8221;. Para ele, se for ampliado o número de usuários, mesmo com a velocidade reduzida como é hoje, será dado um salto extraordinário.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:<a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br" target="_blank"> jornalistaweb</a></p>
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		<title>74% dos jovens elegem Internet como meio favorito para comunicar</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/11/29/74-dos-jovens-elege-internet-como-meio-favorito-para-comunicar/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 15:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para comunicar, informar e entreter, a Internet é o melhor meio. Esta é, pelo menos, a opinião de 74% dos jovens, entre os 13 e ao 18 anos, de várias nacionalidades, que participaram no estudo «Ludoviko, The Lateen Project», da Enfoque Pesquisa, em parceria com a norte-americana KiteLab.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.petervaldivia.com/technology/networks/image/internet-world.jpg&amp;imgrefurl=http://www.petervaldivia.com/technology/networks/index.php&amp;usg=__nrMqNGxQGB2inblwCfFyidIGitI=&amp;h=524&amp;w=450&amp;sz=62&amp;hl=pt-br&amp;start=22&amp;zoom=1&amp;tbnid=kEPSX-Lxum8bgM:&amp;tbnh=125&amp;tbnw=107&amp;prev=/images%3Fq%3Dinternet%26um%3D1%26hl%3Dpt-br%26lr%3Dlang_pt%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26channel%3Ds%26biw%3D1366%26bih%3D572%26tbs%3Disch:1,lr:lang_1pt0%2C399&amp;um=1&amp;itbs=1&amp;iact=hc&amp;vpx=123&amp;vpy=101&amp;dur=2100&amp;hovh=242&amp;hovw=208&amp;tx=110&amp;ty=168&amp;ei=Wr7zTMmDJ4KBlAfp9_WcDA&amp;oei=Vr7zTMbDJoOB8gbS8cikCg&amp;esq=2&amp;page=2&amp;ndsp=26&amp;ved=1t:429,r:0,s:22&amp;biw=1366&amp;bih=572"><img class="size-medium wp-image-8409 aligncenter" title="internet-world" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/11/internet-world-257x300.jpg" alt="" width="257" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para comunicar, informar e entreter, a Internet é o melhor meio. Esta é, pelo menos, a opinião de 74% dos jovens, entre os 13 e ao 18 anos, de várias nacionalidades, que participaram no estudo <em>«Ludoviko, The Lateen Project»</em>, da Enfoque Pesquisa, em parceria com a norte-americana KiteLab.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados são resultado de 4.800 entrevistas feitas no Brasil, Argentina, Guatemala, México, Colômbia e Chile.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esta geração está completamente habituada com a Web, até porque todos os seus amigos estão lá&#8221;, disse a presidente da Enfoque Pesquisa, Zilda Knoploch.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Numa época em que as redes sociais dominam a preferência de acesso dos adolescentes, saber falar com esse público no ambiente online, para uma marca, é uma questão de sobrevivência&#8221;, explicou Zilda Knoploch.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta estudo pretende também servir de base de dados actualizada para o lançamento de novos produtos, criação de programas e campanhas específicas para este público.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.tvi24.iol.pt/media-e-comunicacoes/internet-jovens-tecnologia-comunicacao-rede-social-agencia-financeira/1212934-5239.html" target="_blank"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.tvi24.iol.pt/media-e-comunicacoes/internet-jovens-tecnologia-comunicacao-rede-social-agencia-financeira/1212934-5239.html" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Amigo virtual vira amigo real para 38% dos jovens, diz estudo</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/10/29/amigo-virtual-vira-amigo-real-para-38-dos-jovens-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 16:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Thiago Eburneo, 18, e Juliana Maziero, 17, se conheceram pelo Orkut há um ano. Ele adicionou o MSN dela, os dois começaram a conversar e descobriram que moravam na mesma rua, uma casa em frente à outra. Eram vizinhos havia dez anos, mas nunca tinham se falado.
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-8057 aligncenter" title="virtual" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/10/virtual-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">Thiago Eburneo, 18, e Juliana Maziero, 17, se conheceram pelo Orkut há um ano. Ele adicionou o MSN dela, os dois começaram a conversar e descobriram que moravam na mesma rua, uma casa em frente à outra. Eram vizinhos havia dez anos, mas nunca tinham se falado.</p>
<p style="text-align: justify;">Thiago e Juliana acabam de completar oito meses de namoro e integram uma geração que se habituou a conhecer pessoas pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Levantamento feito pelo Portal Educacional com 10,5 mil adolescentes entre 13 e 17 anos de 75 escolas privadas de todo o país mostra que 38% deles já transformaram amigos virtuais em reais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um quarto dos jovens que responderam ao questionário já ficou com alguém que conheceu na internet e 27% disseram ter usado as redes sociais para encontrar gente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados do levantamento mostram que 90% dos adolescentes sabem que, ao se conectarem à internet, podem se expor a situações como ciberbullying e invasão de privacidade, mas 61% disseram não se preocupar.<br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
POLO AGREGADOR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o psiquiatra Jairo Bauer, que coordena a pesquisa, a internet é hoje um grande polo agregador de jovens. &#8220;Para que se dar ao trabalho de se deslocar até o shopping, quando o outro pode estar ao alcance de alguns toques no teclado?&#8221;, questiona o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Luciana Ruffo, psicóloga do Núcleo de Pesquisa em Psicologia da Informática, da PUC-SP, afirma que os relacionamentos construídos a partir da internet podem ser positivos, diferentemente do que muitos pensam.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É possível encontrar pessoas com gostos parecidos. O contato virtual permite uma profundidade que nem sempre se tem na vida real.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas fazer amigos ou namorar alguém que se conheceu na internet, apesar de ser cada vez mais comum entre os jovens, é algo que assusta muitos pais, diz Betina von Staa, especialista no comportamento do jovem na rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Staa, a internet torna os desafios mais complexos, mas os conselhos a serem dados são os mesmos que os avós davam. &#8220;A internet dá acesso a mais gente, mas não é diferente do passado: tem que dizer para ter cuidado com a privacidade, escolher bem com quem anda.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20101028102532&amp;cat=cotidiano&amp;keys=amigo-virtual-vira-amigo-real-jovens-estudo" target="_blank"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20101028102532&amp;cat=cotidiano&amp;keys=amigo-virtual-vira-amigo-real-jovens-estudo" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Linguagem universal para blogueiros, twitteiros e internautas</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/03/linguagem-universal-internautas/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
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		<description><![CDATA[

Para a comunicação via web todos nós temos que nos adequar ao tipo diferente de escrita e informações que devem ser passadas na internet, pois a linguagem para esse tipo de veículo não permite o tempo suficiente para o que chamamos de “convencimento do leitor”. Quando um texto é criado para ser divulgado em material impresso (jornal, revista, etc.), possuímos um tempo maior para explicar de forma completa e introduzir o assunto. Mas, devido à inviabilidade desse recurso em relação ao modelo para a internet, isso já não é possível.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6323" style="width: 254px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6323 " title="pc" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/pc.jpg" alt="" width="244" height="183" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Computador</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para a comunicação via web todos nós temos que nos adequar ao tipo diferente de escrita e informações que devem ser passadas na internet, pois a linguagem para esse tipo de veículo não permite o tempo suficiente para o que chamamos de “convencimento do leitor”. Quando um texto é criado para ser divulgado em material impresso (jornal, revista, etc.), possuímos um tempo maior para explicar de forma completa e introduzir o assunto. Mas, devido à inviabilidade desse recurso em relação ao modelo para a internet, isso já não é possível.</p>
<p style="text-align: justify;">O leitor de computador não está interessado em perder tempo, quanto antes você informar qual sua intenção com o texto melhor. Isso porque a leitura pelo computador não é confortável aos olhos, sendo irritados facilmente com pouco tempo de contato. Outro fator importante que obriga-nos a estar constantemente superando desafios é a rápida produção e atualização de informação que a internet oferece. Minuto a minuto, milhões de informações são lançadas na rede, e o leitor, sabendo disso, não tem tempo a perder, resolvendo isso com apenas um clique.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, como fazer para capturar o leitor e não deixar que ele escape? Fácil, com apenas um toque de qualidade seu texto pode tornar-se muito mais atrativo. Além de falar a linguagem do seu público, para não perder tempo, você deve resumir a informação logo no início da mensagem, sem delongas, isso faz com que o leitor entenda rapidamente do que o texto trata e se o mesmo lhe interessa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é difícil vermos exemplos de como não se escrever um texto na internet, pois muitos escrevem seus textos guardando o melhor para o final, e se esquecendo que aqui o negócio é bem diferente. Portanto pratique, leia com atenção autores de qualidade, respeitados para obter referências. Então pessoal, é essa a dica: Resuma de início a informação a ser passada, e faça com que seu público interesse-se com o seu conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://midiaboom.com.br" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>20% dos jovens possuem TV acoplada aos celulares</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/03/jovens-possuem-tv-acoplada-aos-celulares/</link>
		<comments>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/09/03/jovens-possuem-tv-acoplada-aos-celulares/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As emissoras brasileiras já estão de olho numa nova forma de se assistir aos programas de TV. Levantamento encomendado pela MTV revelou que 20% dos jovens brasileiros possuem TV acoplada ao celular. A pesquisa entrevistou 2100 jovens de todo o Brasil, com idade entre 12 e 30 anos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6303" style="width: 235px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6303 " title="Tv e celular" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/09/Tv-e-celular.jpg" alt="" width="225" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem: TV acoplada ao celular</p></div>
<p style="text-align: justify;">As emissoras brasileiras já estão de olho numa nova forma de se assistir aos programas de TV. Levantamento encomendado pela MTV revelou que 20% dos jovens brasileiros possuem TV acoplada ao celular. A pesquisa entrevistou 2100 jovens de todo o Brasil, com idade entre 12 e 30 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dos 20% que afirmaram possuir a tecnologia em seu celular, 13% disseram assistir à programação televisiva com frequência através do aparelho. Em entrevista à coluna Outro Canal, o diretor da MTV, André Mantovani, revelou ter se surpreendido com o resultado. “Não se imaginava que a penetração de TV no celular fosse se dar de maneira tão veloz. O interessante é que é no celular analógico, e não no digital. O digital ainda é muito caro”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa ainda revelou que o Orkut é o site de relacionamento preferido do público jovem. 95% dos entrevistados afirmaram ter um perfil no site, contra 33% do Twitter e 21% do Facebook. Já a ferramenta Messenger é usada por 94% dos pesquisados.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://natelinha.uol.com.br/2010/09/02/not_33785.php#" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasileiros passam, em média, 40% do tempo online no Orkut e MSN</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/08/26/brasileiros-tempo-no-orkut-e-msn/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 12:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os internautas brasileiros  passam quase metade do tempo online no Orkut e MSN. De acordo com dados divulgados pela comScore durante evento de mídias sociais na quinta-feira (19/08), o tempo gasto pelos usuários com a rede social e o serviço de mensagem instântanea chegou a 40% do total de junho.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6023" style="width: 271px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6023" title="msn" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/08/msns.jpg" alt="" width="261" height="193" /><p class="wp-caption-text">Imagem: Logomarca do MSN e do Orkut</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os internautas brasileiros  passam quase metade do tempo online no Orkut e MSN. De acordo com dados divulgados pela comScore durante evento de mídias sociais na quinta-feira (19/08), o tempo gasto pelos usuários com a rede social e o serviço de mensagem instântanea chegou a 40% do total de junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Os brasileiros dedicam 8,1 bilhões de minutos mensalmente à rede social, tempo maior do que o gasto por usuários da África do Sul e Portugal juntos em toda a sua navegação e oito em cada dez visualizações na página do Orkut têm origem no nosso país. De acordo com dados divulgados recentemente pela Microsoft, 30,5 milhões de brasileiros possuem conta em seu serviço, o que representa 12% do total de 263 milhões de usuários do software em todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://olhardigital.uol.com.br" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisa informa que jovens não estão preparados para web</title>
		<link>http://www.infojovem.org.br/blog/2010/08/12/pesquisa-informa-que-jovens-nao-estao-preparados-para-web/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 18:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ditta Dolejsiova]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Pesquisa realizada pelo Laboratório de Estudos em Ética nos Meios Eletrônicos (Leeme), da Universidade Mackenzie revela que crianças e jovens não estão preparados para utilizar a internet. Segundo o estudo, que ouviu 2.039 jovens entre 11 e 18 anos, alunos de escolas públicas e particulares estão suscetíveis a problemas como exposição à pornografia, divulgação indevida de imagem e dados pessoais, boatos, pedofilia e incitação à violência.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5712 aligncenter" title="net" src="http://infojovem.org.br/wp-content/uploads/2010/08/net.jpg" alt="" width="259" height="194" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa realizada pelo Laboratório de Estudos em Ética nos Meios Eletrônicos (Leeme), da Universidade Mackenzie revela que crianças e jovens não estão preparados para utilizar a internet. Segundo o estudo, que ouviu 2.039 jovens entre 11 e 18 anos, alunos de escolas públicas e particulares estão suscetíveis a problemas como exposição à pornografia, divulgação indevida de imagem e dados pessoais, boatos, pedofilia e incitação à violência.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir dos resultados, a equipe de pesquisadores, coordenada por Solange Palma Barros, propôs alternativas para a formação dos jovens quanto ao uso construtivo da web. Dois livros dirigidos ao ensino fundamental II e ensino médio foram produzidos pela equipe, com objetivo de relacionar os problemas ocorridos na internet com a ética e os valores. “Queremos que os jovens assumam uma postura mais crítica e segura no uso da Internet”, afirma Solange Palma Barros.</p>
<p style="text-align: justify;">Por se tratar de um universo virtual, a Internet traz uma falsa sensação de anonimato e impunidade, diz a pesquisa. O uso desmedido do universo virtual pelas crianças e adolescentes traz à tona não apenas a questão do comportamento, mas também situações mais preocupantes como a exposição à pornografia, a divulgação indevida da imagem e dados pessoais, a divulgação de boatos, bem como a pedofilia e o uso da Internet para incitar a violência.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os resultados em mãos, foram propostas alternativas concretas para a formação dos jovens quanto ao uso construtivo da Internet. Os pesquisadores produziram dois livros voltados para o Ensino Fundamental II e Médio, com o objetivo de relacionar os problemas que acontecem na Internet com a ética e os valores. “Queremos que os jovens assumam uma postura mais crítica e segura no uso da Internet”, afirma Solange Palma Barros, que pretende divulgar as obras nas escolas e, futuramente, lutar pela inserção da disciplina de ética e segurança na Internet no currículo escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o Leeme alerta sobre a falta de condições que muitos pais e professores têm para orientar os menores no uso da Internet: “nem todos estão preparados para acompanhar os jovens &#8211; que parecem estar anos à frente nas questões tecnológicas”, diz Solange, que ressalta a responsabilidade da escola em assumir o papel de orientador e formador.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os pesquisadores, falta responsabilidade no controle do uso da ferramenta eletrônica. “A maior parte dos entrevistados utiliza a Internet sem nenhum adulto por perto, sem nenhum controle ou monitoração”, afirma Solange que também identificou que este uso é feito, em sua maioria, dentro do próprio quarto do jovem.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro dado colhido pela pesquisa é que 45% dos entrevistados já tiveram medo em algum tipo de acesso que fizeram na rede mundial de computadores. “Este é um dos motivos que nos obriga, acima de tudo, a formar o lado virtual dos jovens cidadãos, prevenindo a ocorrência de problemas on line e minimizando os danos causados pelas diferentes problemáticas associadas à Internet”, diz Solange.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href=" http://www.boadica.com.br/noticia/90014/pesquisa-informa-que-jovens-nao-estao-preparados-para-a-web" target="_blank"><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></span></a></p>
]]></content:encoded>
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